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Posts de janeiro 2012

Pepinos para Branco, Ovelha e Luiz Gonzaga Milioli

31 de janeiro de 2012 33

Comecemos pelas decisões urgentes de Branco para equilibrar o Figueirense. Sim, porque o Alvinegro precisa de equilíbrio tático, compactação, “trocação” de bola” no meio campo, o que vai devolver a posse de volta ao time, tirar a pelota dos pés adversários e evitar a passagem tão fácil dos alas rivais, o que pode melhorar o rendimento dos alas alvinegros.

Sendo mais objetivo: por incrível que pareça, a solução para esta configuração está lá na frente, e não necessariamente mexendo no meio, na ala, ou na zaga. É minha tese.

Aloísio está fazendo a sua, bola na rede e movimentação ofensiva adequada. Mas Júlio César, ao invés de turbinar o ataque, está deixando o time num 4-4-1-1. Até que o imperador alvinegro recupere sua forma física, acho que já era hora de lançar mão de Niell ao lado de Aloísio. Melhora o ataque, preocupa os alas adversários, estes sobem menos, tira a sobrecarga na sua zaga. É o remédio para a febre. Mas, aí tem de ter coragem de mexer em Julio Cesar.

Fora isso, tem de ficar atento: a dupla de zaga está se entendendo? E os alas, são suficientes para aguentar o tranco? Bom, aí quem pode responder é o técnico Branco.

No Avaí, algumas soluções para a qualidade na finalização (Capixaba ainda não emplacou) estão na Ressacada. Trata-se de Nunes, que todos lembram do Santo André. Atacante raçudo, ao gosto da galera avaiana. O trabalho será psicológico para segurar o lado temperamental do atleta, no mais é desfrutar de sua luta constante dentro de campo e qualidade técnica. Gilmar completará as ações do departamento de futebol para resolver o setor.

Resolvido o ataque, a questão é como o Avaí vai ter um futebol mais regular e que se imponha sobre o adversário. Aí é uma questão que eu insisto há tempo: Ovelha é prático na sua proposta de futebol. Obtém resultados a partir da leitura de situações jogo a jogo. Se conseguir padrão tático, ótimo. Se não conseguir, dá um jeito de buscar os pontos. Virtude para uns, falta de recurso para outros. Ou seja, o Avaí não vai priorizar o “jogar bonito”, esqueçam. Mas vai chegar na briga, podem ter certeza.

Dos grandes, outro técnico que entra na rodada cheio de questões a definir é Luiz Gonzaga Milioli. Acho cruel, mas até seu emprego está em jogo. O motivo? Seu time, um dos favoritos ao título, é o único que não venceu e vê o turno se esvair se não vencer. Goiano, do Tigre, e Gilberto, da Chapecoense, com seus times em alta, passaram um início de semana mais light.

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Verdão na boa e só o Joinville fica na pressão total dentre os grandes do Catarinense

29 de janeiro de 2012 79

Peço desculpas pelo post tardio. Simplesmente não deu tempo de postar crônicas dos jogos de hoje. Chego agorinha do Show de Bola na TVCOM e deixo um balancinho de como ficou a situação.

O empate em Joinville foi regular para o Figueirense, péssimo para o Joinville.

Quem agradeceu foi a líder 100% Chapecoense, que, se deixarem, vai embora e, quando acordarem, acabou o turno.

Legal a recuperação do Metrô, mais um para incomodar. E o Marcílio Dias? Dificilmente vai engrenar.

O Tigre achou a primeira vitória, respira aliviado, entrou na brincadeira.

E o Avaí, ao estilão Mauro Ovelha, vai engrenando. Não joga bonito (dificilmente vai fazê-lo), mas será competitivo. Ótima a contratação do Nunes, será um jogador importante.

Noves fora, terminou aquela tolerância de três rodadas. Agora não tem mais desentrosamento, nem músculo pesado. Quem vai apresentar armas, o faça já na quarta rodada. Ou vai ficar a ver navios.

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Não é hora de rever favoritos no Catarinense

28 de janeiro de 2012 17

O fato de o Criciúma e o Joinville estarem capengando neste início. Não condiz com a realidade do que estes dois times vão fazer na competição. Ninguém esperava um início tão ruim deles, mas a coisa vai mudar, tenham certeza.

 A situação consistente do Figueirense, mesmo com uma preparação curta, também é surpreendente. O time vai oscilar até alcançar seu rendimento que é, sim, de favorito.

Até a largada fantástica do Verdão. Empolga a galera do Oeste, mas merece ponderação até que se perceba a real capacidade do novo time montado pelo atual campeão catarinense.

O Avaí de Ovelha será mais confiável do que demonstra, não há dúvida.

Ah, então a rodada de amanhã não é importante? Ora, não chego a este nível.

É, sim. O Tigre e o JEC não vencerem, ou qualquer outra surpresa, pode determinar uma situação complicada. Apenas não acredito que devamos ceder ao imediatismo e condenar trabalhos antes de concluída, pelo menos, a quinta rodada da competição.

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Pontinho minúsculo, do tamanho da ousadia dos técnicos de Marcílio Dias e Joinville

26 de janeiro de 2012 43

O primeiro tempo de Marcílio Dias e Joinville foi definidor de verdades, que queriam brotar a partir de impressões que ficamos da primeira rodada das duas equipes.

Uma delas, a de que o técnico do Marcilista, Jamelli, terá imensa dificuldade de impor um conjunto ao seu time. Seja porque o grupo de jogadores não captou a mensagem do seu “amado mestre”, ou porque o “professor” não conseguiu mostrar um caminho de conjunto para seu 11.

Trocando em miúdos, ou Jamelli não adquiriu o traquejo como técnico, ou o grupo de jogadores não está apto a exercer o papel que lhes é pedido. Cedo para chegar a uma conclusão. Mas o “bicho-papão” marcilista que se esperava dificilmente vai aparecer, pelo menos no turno.

Outra verdade é em relação ao Joinville. Foi um time extremamente de freio-de-mão puxado por Luiz Gonzaga Milioli no primeiro jogo. Foi novamente nos 45 minutos iniciais. Por este motivo, mesmo tendo um time mais encorpado técnica e taticamente, não se impõe dentro de campo.

Neste quadro tático sub-aproveitado pelos treinadores, só individualidades salvam. E foi o que fizeram Thiaguinho, pelo Cílio, e Ramón, pelo tricolor. Deles nasceram jogadas de qualidade que determinaram os gols e o 1 a 1, resultado final do confronto.

Aí chega o segundo tempo e você pensa: bom, agora os técnicos chacoalham os caras, ousam taticamente, mostram serviço, revolucionam, os atletas voltam pilhados, etc.

Nananinanão. Fico imaginando o que disseram Jamelli e Milioli a seus comandados. Algo muito monótono, sem criatividade, sem tesão. A mesmice produz mesmice. Voltaram times com os mesmos defeitos, discretos taticamente, sem ousadia.

E o jogo se arrastou, numa passividade indigna de equipes que estrearam perdendo e digna de revolta de torcedores que esperavam atitude de seus bancos, mas viram apenas conformismo com um pontinho minúsculo dentro da tabela.

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Começou cedo! Já é tudo culpa da arbitragem e conspiração planetária contra o clube

26 de janeiro de 2012 107

Quando a arbitragem sofre reclamação dos dois lados ou foi ruim, ou foi boa demais (encarou quem prefere reclamar a jogar, as vezes por falta de competência). Mas quando há reclamação de ambas as partes, certamente o apito não foi tendencioso.

É o que percebo nas entrevistas dos diversos jogos desta rodada de meio de semana.

Sim, vi erros. Normal. Na Copa do Mundo há, e não são poucos.

Mas percebo, nas mensagens do post, nas manifestações dos times, reclamações, pressões que me parecem mais placebo para amenizar falta de competência para ganhar os jogos.

Se está assim na segunda rodada, quero ver mais adiante, já que, está provado, esta competição será acirradíssima.

O Criciúma (vide Andrey), ao invés de ver no árbitro seus problemas, jogue mais; O técnico Branco que faça seu time impor sua técnica e, se viu um gol anulado, marque dois para compensar; os atleticanos fizeram "trocentas" faltas bem mais duras do que a que reclamam no gol e sequer levaram cartão; falta no Moretto no gol do Tigre? Ora, piada tem hora.

Enfim, por enquanto a culpa é dos árbitros. Mais adiante será do técnico que perde o cargo por qualquer coisa. E, depois, claro, na falta de outra justificativa, a culpada será a imprensa. Os dirigentes e suas contratações? Jamais...

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Figueirense e Atlético tinham centroavantes

25 de janeiro de 2012 76

Quem tem atacante, tem gol. Adriano no primeiro tempo fez 1 a 0 para o Atlético e Aloísio, na segunda etapa, determinou o empate para o Figueirense. Resultado justo e do tamanho que foi a produção dos times em campo. Mas não sem polêmica: o time da casa vai reclamar de falta no gol alvinegro; o time da Capital vai esbravejar com um “nada” visto pela arbitragem no que seria seu gol (anulado) da virada.

O Catarinense não perdoa uma coisa: confiança em excesso. Até tomar o gol, recém passados os 20 minutos da primeira etapa, o Figueirense fazia uma partida consistente. Não havia uma superioridade absurda sobre os atleticanos, pelo contrário, havia até equilíbrio. O toque de bola alvinegro era mais requintado, contudo. Porém, desprovido de efetividade.

O que sobrou ao Atlético para abrir o placar foi objetividade. E desatenção, justamente pela confiança usada fora de hora. Foi assim que Helder comeu mosca em cruzamento, Adriano ficou de mano com a zaga e, o desfecho, todos sabem: caixa, ainda mais com um cara experiente como este atacante bem conhecido de todos nós.

A falta de entendimento do que significa jogar em Ibirama vitimou o Alvinegro na etapa. Se o Atlético está em melhor forma, se o campo é pesado e pequeno, então a opção pelos flancos seria mais inteligente que a troca de bola insistente. Se o briefing para a primeira etapa não foi correto, Branco teria a chance de, no intervalo, mostrar sua (nova) faceta de técnico e mudar o quadro. Principalmente cobrando dos alas, especialmente Helder, que falhou no gol e não mostrou eficiência nas vezes que desceu pela ala.

O jogo recomeçou para a segunda metade e não vi mudança substancial na postura do time de Branco. Taticamente, a proposta seguiu a mesma. O que surpreende (negativamente) pela passividade diante das proposta tática da etapa inicial.

E, na falta de uma proposta de mudança, de inovação, o quadro seguiu à feição para o dono da casa. Este sim modificou sua postura. Recuou, fez catimba, intensificou a marcação: tudo dentro do script e do aceitável. E até esperado. Até os 15 minutos o Figueira impôs mais volume, sim, criou duas chances com Aloísio e Doriva, mas não foi consistente como se poderia esperar para achar seu gol.

Pelo menos, para os fãs alvinegros, os atleticanos estavam “mansos” no quesito contra-ataque. Nada surgia de produtivo ou perigoso.

Aí, no primeiro quarto da etapa final veio Héber na vaga de Túlio. Branco soltava suas rédeas e colocava o time no 4-3-3. A resposta de Giovani foi Michel na vaga de Maicon. O resultado prático inicial foi o time da casa ganhando campo de jogo e o Figueira perdendo consistência no meio.

Um pequeno registro, mas importante: Pablo e Helder não acertaram 90% das bolas alçadas. Por este motivo, Aloísio não era acionado a contento. Mas ele é tão artilheiro quanto Adriano. E na primeira que ficou cara a cara, guardou, aos 26, momento providencial da partida.

Foi falta no lance? Na TV há um “tapinha” nas costas do marcador, mas não parece ter influenciado na queda. Depois, um golaço, um lençol consciente e plástico. E no que seria o segundo gol de Aloísio? Olhei “trocentas” vezes o lance e não vi nada que pudesse anulá-lo.

Deu Leão no sufoco; Tigre 0%; Verdão líder

 O jogo na Ressacada foi digno de clássico. O Leão parecia que iria vencer fácil, gols de Pirão, até que o Tigre teve reação surpreendente, mas ao final a sorte/competência sorriu para o Leão, com o terceiro gol nos acréscimos.

Os dois lados terão reclamação de sobra para a arbitragem de Jefferson Schimidt.

E o Verdão? O campeão catarinense começa forte, duas vitórias e liderança garantida. Todos já tropeçaram, menos... bom, a Luiza já voltou do Canadá, então a Chapecoense mostra a força do futebol do Oeste.

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Um desafio à regularidade para os vencedores é a característica da rodada de amanhã do Catarinense

24 de janeiro de 2012 78

Todos os jogos de amanhã são interessantes por alguns motivos, mas destaco um: por pertencerem às “famosas” três primeiras rodadas, é provável que a inconstância, a falta de regularidade e a ausência da lógica sejam a regra. Portanto, se Brusque, Chapecoense,  Atlético, Figueirense ou Camboriú, que largaram com vitória, mantiverem o ritmo, terão dado um passo imenso rumo a o que podemos chamar de “largar bem”.

O interessante é que em dois jogos, em Brusque e Ibirama, isso só é possível para um time, pelo confronto direto. (clique aqui e confira a rodada e a escala de arbitragem). Em Floripa, o primeiro clássico e já com tensão no ar. É verdade, torneio de tiro curto, a encrenca começa cedo e, como diz a gíria, “só acaba quando termina” a competição. Já imaginou? Quem sair derrotado da Ressacada engole zero pontos em seis disputados? Ah, e empate é “preju” para ambos.

E o Atlético? Vai parar a Máquina do Estreito? O Bruscão, segura o campeão Verdão? O Metrô, junta os e apronta para o caçula Camboriú?

Aguardemos as cenas do próximo capítulo, que ainda tem Marcílio e JEC quinta-feira.

Classificação do Catarinense

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A derrota mais impactante dentre os grandes foi a do Joinville, mas não dá para avaliar nada ainda

23 de janeiro de 2012 85

Alguém em sã consciência acredita piamente que Avaí, Joinville e Criciuma vão capengar o tempo todo num turno de pontos corridos?

Ou o fato de três dos cinco candidatos maiores ao título terem perdido encerra alguma mensagem?

Ao torcedor, está certo a zoação com as nações perdedoras. Os alvinegros e fãs do Verdão  têm que curtir a boa estreia, sim. É importante, vale não só pontos, mas o que o futebol tem de gostoso para o vencedor, o day after.

Porém, ao longo da pré-temporada, sempre se alerta, e não é à toa, que nas três primeiras rodadas os times que começaram a preparação antes terão vantagem física e até de entrosamento e foi o que aconteceu nos casos de Camboriú e Atlético.

Ah, mas o Camboriú e o Atlético não podem fazer um campeonato regular e se manter? Podem. Não é a lógica, mas dá para acontecer.

Dos três grandes que perderam, a derrota mais impactante foi do JEC. Já que os atleticanos já têm uma tradição no campeonato e no Oeste é normal o Verdão se impor.

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Camboriú, zebra sim; mas um time atrevido e que mereceu pregar uma peça no JEC

22 de janeiro de 2012 12

O ajeitadinho Camboriú fez seu papel. Incomodou o Joinville na Arena.  No primeiro tempo, chegou a jogar melhor. Mais arrumadinho, mais entrosado, mais objetivo, mais rápido. Fruto de um trabalho que já está organizado, contra um recomeço do JEC. O 1 a 0 ficou justinho. Não sem polêmica, a nação tricolor vai reclamar da arbitragem. Mas seu time não venceu por falta de futebol superior. E ponto.

Agora, não dá para negar: o tricolor do Norte começou, sim, o jogo como o franco favorito da rodada. Não havia espaço para perder pontos neste confronto.

O JEC acusou o golpe diante da organização do Camboriú e só ameaçava na bola parada. E não é que esta bola parada funcionou, mas para o outro lado? Peixoto conferiu bola cruzada para área e estabeleceu o 1 a 0.

Das ações de Lima vieram estilingadas interessantes em busca do empate na primeira etapa, mas sem efeito.

No segundo tempo, vimos uma outra faceta do representante de Camboriú: a experiência. Catimbaram. Retardaram e conturbaram. Faz parte.

E o JEC? Martelou. Sem vitalidade. Sem a necessária efetividade. Houve um recuo excessivo do Camboriú, sim. Algo natural para um time que deveria passar um jogo acuado e não o fez.

Quanto ao árbitro Bender, vi uma arbitragem correta, mas inexperiente. Lima, vamos combinar, pediu para ser expulso. Os erros técnicos? Ocorrem, mas o JEC, vendo sua falta de superioridade sobre o adversário, tentou impor no nome, esbarrou no árbitro.

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A nova/velha zaga do Avaí dá ao campeão Verdão a brecha para largar com vitória

22 de janeiro de 2012 50

Para dois times que tiveram uma preparação mais adequada pré-competição, a sensação que ficou da vitória da Chapecoense, por 1 a 0, sobre o Avaí , é que caberia mais futebol dentro do gramado do Índio Condá.

Que o jogo seria truncado, todos sabiam. No caso do Verdão, porque assim é a Chapecoense, seu estilo. No caso avaiano, porque assim será o Leão nas mãos de Mauro Ovelha.

Agora, que o estilão “pegado” não teria, mesclado a ele, momentos lúcidos de bons jogadores que estão presentes nos dois grupos de jogadores, aí já é outra história. Afinal, a insistência de Matuto pela ala direita foi importante para a Chapecoense, mas, mesmo assim, pouco para o que se espera de um campeão. Porém, suficiente para complicar o Avaí.

Pelo primeiro tempo, passo batido na análise. Pouquíssimo a falar, a destacar, a recorrer para construir uma imagem tática do duelo.

Pela segunda etapa, vislumbramos um pouco mais de distribuição de bola dos dois times. Mas algo muito tímido para resultar em momentos lúcidos de conclusão.

Em suma, tivemos um jogo tomado pela falta de atitude, pela ausência de um protagonista no que o futebol tem de mais importante, a técnica e a iniciativa daqueles que a dominam.

Quem poderia fazer a diferença para o Avaí? Cléverson. Não conseguiu, saiu aos 21 minutos sem dar o seu recado. Na Chapecoense, a constante opção pela bola alçada na área, ou chutes de fora da área foram sintomáticos da falta de um “cabeça pensante”.

Mas, pelo menos, o Verdão alçava a bola. Como sempre fez. E, como no ano passado, achou o espaço e o gol com Fabinho. E o Leão, como no ano passado, começa este pecando na marcação e tomando gol por falta de atenção.

Injusto? Nada disso. O Verdão fez o resultado em casa e começa sua luta pelo bicampeonato.

Clássico do Vale

Vitória fora de casa do Bruscão, em clássico da região, sempre dá moral. É uma gasolina para começar animado a competição e empurrar para o adversário o drama de começar na parte de baixo da tabela.

 

 

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