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Posts de março 2012

O favoritismo segundo os Palpites nos clássicos

31 de março de 2012 37

As apostas estão encerradas no Palpites do Castija (clique aqui e confira) porque houve jogo ontem e deu Brusque. Aliás, acertei. Mas vamos ao que interessa: fiz um levantamento de como estão as apostas em relação aos clássicos de domingo.

Sobre Figueirense x Avaí:

Vitória do Figueirense: 117

Vitória do Avaí: 27

Empate: 31 

Sobre Joinville x Criciúma:

Vitória do Joinville: 80

Vitória do Criciúma: 35

Empate: 60 

Como as apostas são do Estado todo, dá para verificar os favoritismos de Joinville e Figueirense. Empates superaram Tigre e Avaí. Uma curiosidade, enquanto fiz o levantamento: quem apostou em vitória do Tigre, foi de Avaí, e vice-versa. E o número alto de empates em JEC e Tigre se deve a quem votou no Figueirense, muitos foram de empate. 

E amanhã, a partir das 16h30min, cobertura online ao vivo, com imagens, do Scarpelli. Acompanhe o cover. Depois, a partir das 17h30min, na TVCOM e também online.

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Palpites do Castija - edição 4

30 de março de 2012 213

Bom, pessoal, temos clássicos e jogos completamente sem prognóstico. Arrisco que esta seja a edição mais difícil. Quem vencer, merece muitos aplausos. O vencedor do último Palpites, Carlos Alvinegro, não pode comparecer, tinha compromisso na hora da gravação. Vamos ver no que dá?

 

 

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A estratégia do Figueirense de poupar titulares foi correta. Basta ver a sequência da tabela

29 de março de 2012 89

Acho importante diferenciar as coisas. E tem gente confundindo água com azeite. Quando digo que a vitória do Tigre foi por méritos próprios e não pelos desfalques alvinegros, o faço por julgar o time Alvinegro que entrou em campo capaz de complicar as coisas facilmente para qualquer time. Isso é uma coisa.

Não tem nada de relação, por exemplo, com achar certo ou errado poupar os atletas. E quer saber? Achei certo. Não julgo ter sido desrespeito ao Tigre, pelo contrário, foi estratégia e julgamento da situação.

Em tese, acho errado escalar reservas, mas admito exceções. Veja, o jogo era decisão para o Tigre, que depois tem pedreiras fora, Joinville e Chapecoense. Já o Figueira, correria o risco de chegar complicado no clássico, com expulsões, cartões e/ou lesões.

Então teria prejuízo duplo. Agora virá forte contra o Avaí e, depois, tem Camboriú, já desinteressado, e Brusque, já morto. E fica vendo a turma se enfrentar nos confrontos diretos.

Portanto, estratégia correta do Figueirense, mesmo assumindo o risco de perder, como aconteceu ao natural.

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Criciúma superior ao Figueirense, assume com justiça a liderança da fase e põe fogo no returno

29 de março de 2012 144

O Criciúma venceu o Figueirense, por 2 a 0, e fincou pé na luta pelo returno, além de ingressar com força na briga pelo G-4. A rodada foi do Tigre. Abençoou o trabalho consistente de Silvio Criciúma, o crescimento do time impressionante, incluindo a participação na Copa do Brasil. E, desde já, não aceito qualquer argumentação de que a vitória veio pelos desfalques alvinegros. Foi por mérito do Tigre, que impôs respeito.

Aliás, Joinville x Criciúma e Figueirense x Avaí. Tudo, tudinho, se encaminha nos clássicos, não poderia haver roteiro mais emocionante. Com a Chapecoense beliscando por fora.

Aquela bomba na trave, disparada pelo João Paulo, um pouco antes dos 10 minutos, foi a expressão do maior volume de jogo com que começou o Tigre.

Natural, diga-se de passagem. O Criciúma mais encorpado, encaixado, volumoso e jogando com muita garra, dava para ver o sangue nos olhos dos atletas, disputando cada centímetro de campo.

No Figueirense, o time sem um meio-campo que  girasse a bola e evitasse este assédio tricolor. Apenas algumas estocadas com Aloísio.

Se o meio não se impôs, pelo menos o conjunto alvinegro quebrou o ritmo do Tigre a partir dos 20 minutos, o que deu ao Alvinegro uma paralisação nas situações de risco.

Em tese, o meio do Figueira tinha individualidades que poderiam dar mais ao time na primeira etapa e uma amostra disso foi ali perto dos 30 minutos, quando Luiz Fernando acionou Deretti e este colocou Aloísio na cara do gol. Foi um (bom e único) lance lúcido da etapa por parte do visitante.

No Tigre, faltou uma maior presença do Zé Gol, que saiu muito da área, diminuindo o potencial de conclusão do tricolor. Ainda mais quando poderia ser uma opção para a terminação das jogadas de Lucca e João Paulo pela ala esquerda, bastante interessada no jogo e eficiente.

E esta ausência do Zé Gol era antítese da presença, ainda que solitária, de Aloísio. Este, só com este povoamento das pequenas e grandes áreas, teve duas boas oportunidades, exigindo do bom e seguro goleiro Andrey.

Aliás, quando o Zé aproximou-se da área, aos 40 minutos, deixou o João Paulo no bico do gol e este não saiu por defesa excelente de Wilson. A partir deste lance, quando exigiu da zaga visivelmente indecisa do Figueira no comando de João Paulo, saiu o gol do primeiro tempo. E num cabeceio soberano de André Gava, jogador de qualidade, mas que não tinha mostrado seu valor até então.

Noves fora, pelo exposto, não há objeção ao resultado do primeiro tempo. Justo para o time que jogou mais futebol.

No segundo tempo, provavelmente instigados pelo técnico Branco, o Figueirense tentou mostrar uma iniciativa. E Deretti, certamente cobrado pelo treinador, deixou a timidez de lado e ensaiou jogadas pela esquerda com algum perigo.

Esta reatividade durou parcos 10 minutos. O Criciúma logo começou a estocar e encontrar espaços a partir de buracos cedidos pelo meio Alvinegro, reorganizado na volta do intervalo com Botti mais à frente.

Justamente Botti, que não surtiu efeito nem de um jeito, nem de outro, deu sua vaga a Pottker, numa tentiva de aumentar o potencial ofensivo do Figueira.

Na troca de Gava por Cristiano, o Tigre mostrou que não abdicaria de continuar atacando. Apenas Zé Gol estava abdicando de marcar gols que normalmente não perde, como aos 20 minutos, na primeira chance do Tigre. Aloísio também, ao exemplo do Zé, perdeu um que não costuma, logo depois, cara a cara com Andrey, chutou para fora.

Pela postura aberta, mesmo com a vantagem, portanto corajosa, valorizo mais ainda a vitória do Tigre. Embora a superioridade não tenha sido tão pungente na segunda etapa. Mas foi numérica. Então, com o gol dele: Zé. De costas, encontrou o caminho do gol aos 30 minutos.

 Avaí sai no lucro

O empate do Metrô e a derrota do JEC foram benéficos ao Avaí, que fez a óbvia vitória (6 a 1) sobre o rebaixado Marcílio Dias e vai depender de uma superação no clássico para seguir na árdua briga para estar entre os quatro melhores. E méritos para a “aposta” de Emerson Maria, o Felipe Alves, que deixou três bolas beijando a rede lá na Ressacada.

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Chapecoense impõe respeito com goleada sobre o Joinville no Índio Condá

28 de março de 2012 27

Caiu a invencibilidade do técnico Argel Fucks num 4 a 1 incontestável da Chapecoense sobre o Joinville. Foi um primeiro tempo de imposição do Verdão, mostrando que reencontrou sua força para tentar uma arrancada final dentro do Estadual e, emplacando entre os quatro e chegando numa semifinal, buscar a defesa do título.

O primeiro tempo deixou o JEC tonto. Foi um volume de jogo impressionante do Verdão e só não terminou 4 a 0 por um pênalti que foi desperdiçado. Aliás, outro pênalti foi errado pelo time da casa, só que no segundo tempo.

O trabalho de Itamar Schulle é consistente. Devolveu a solidez que vimos na Chapecoense em grande parte do turno. Esperemos que o alto nível seja mantido na Copa do Brasil e que um de nossos representantes apronte para cima do Cruzeiro.

Tivermos uma jornada feliz do atual campeão. Confesso que fui surpreendido pela forma até fácil com que a Chape resolveu o jogo na primeira etapa. E, repito, por méritos seus, não por culpa do JEC. Este, quando acordou, estava nocauteado. Aí, no segundo tempo, foi aquele jogo mais arrastado, até natural em uma situação destas, em que o visitante não achou uma forma de reagir, como aconteceu para o próprio tricolor do Norte no empate em 3 a 3 com o Figueirense. O JEC ainda achou um golzinho, o Verdão mais um também e fez seu dever de casa, mais do que em tempo ainda.

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O que a rodada do Catarinense vai nos dizer hoje?

28 de março de 2012 95

A rodada desta noite vai nos dizer muita coisa (clique aqui e veja no DC Esportes as tabelas):

- Em Chapecó, a Chapecoense vence do Joinville e nos avisa: estou de volta à briga pela classificação geral. O Verdão perde e, aí, complica de vez!

- Em Chapecó, o Joinville vence, e manda o recado: segue um dos favoritos na briga do returno e em ótimas condições na geral. Perde, e embola mais ainda a luta do returno. E vê a situação na geral enroscar também.

Em Criciúma, o Tigre vence e pimba: taí o tricolor do Sul bem na foto para tentar o returno. E mantém a vaga entre os quatro como bola de segurança. Perde e o returno pode balançar, mais ceder vaga ao Verdão na geral.

Em Criciúma, o Figueirense vence e convence a todos que pode poupar atletas em um clássico e ainda assim manter o alto nível diante de um time que encaixou. O Figueira perde e vê adversários importantes crescerem em moral para o resto do returno e, depois, para as semfinais,.

Em Florianópolis, o Avaí vence o Marcílio Dias, pega a calculadora e vê o que houve nos demais jogos. Pode até estar no páreo novamente.

O Avaí perde... o quê? Do Marcílio, com respeito ao Marinheiro, que é um clube com potencial, mas está muito mal, seria a pá de cal no Leão.

Em Blumenau, tudo ou nada para o Metrô. Para ficar firme na Geral, para ficar vivo no returno. Se perde? O pessoal de Blumenau sabe que a maionese desanda de vez.

Em Brusque, tudo ou nada para o Brusque. Para o Camboriú, pode significdar praticamente o fim das chances de rebaixamento.

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Palpites do Castija - edição 3 (resultado)

27 de março de 2012 97

 

Galera, pela primeira vez tivemos um acertador sozinho

Rogério Alvinegro cravou os cinco acertos da rodada do final de semana.

Parabéns, vou procura-lo por e-mail para gravarmos na quinta-feira, ok?

 No mais ficou assim:

4 acertos – Eu e mais 38 malucos

3 acertos – 48 blogueiros

2 acertos – 24 palpites

1 acerto – 5 se esforçaram, como eu no primeiro palpites

0 acerto – Blogueiro Bruno conseguiu sozinho a façanha

Na rodada de meio de semana não farei o palpites. Na sexta-feira, vai ser bonita a disputa: tem dois clássicos. Até lá!

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Súmula de José Acácio detona o Figueirense e pode acarretar perda de mando de campo

26 de março de 2012 186

Pois é, se a torcida do Figueirense ficou atônita com atuação do árbitro José Acácio da Rocha, se prepare. Tinha chumbo grosso do árbitro guardado para a súmula.

Ele relatou que pedras de gelo foram arremessadas contra a arbitragem e bateram contra os escudos do policiais. E que foram atiradas da torcida alvinegra.

Ou seja, o clube corre sério risco de perda do mando de campo.

E na reta final da competição! Ou seja, o Alvinegro perdeu um atleta, com a perna quebrada, em lance que nem falta foi dada. E agora pode perder o estádio.

 

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José Acácio e Souza na geladeira até Heber se recuperar?

26 de março de 2012 192

Seria o mínimo aceitável. Vamos conferir de perto o que o TJD vai arrumar para o atleta da Chapecoense, que deu um carrinho e assumiu o risco de produzir o que produziu. Deixou um colega de profissão sem poder trabalhar. Nossa Justiça Desportiva precisa dar exemplo nessa hora.

E a FCF também precisa dar exemplo. Houve uma conivência da arbitragem com o que há de pior e mais condenável.

Quando o lado feio do futebol ameça ser "normal" é preciso reagir. O mesmo vale para os duelos de torcidas. A amostra de São Paulo neste final de semana serve de alerta para o nosso clássico no próximo domingo.

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Vitória alvinegra justa. Ponto. Violência injusta. Ponto? E o fim da Era Ovelha tá no post também

25 de março de 2012 150

Entrada criminosa em Heber e fratura. Já que o árbitro não agiu, sequer deu falta, que o TJD faça justiça. Uma vergonha. Começo assim este post sobre a vitória de 3 a 0 do Figueirense porque, acredito, ninguém mais aceita violência gratuita em campo, com conivência da arbitragem.

Um jogo que começou nervoso, com a Chapecoense batendo até na sombra, com o árbitro meio aéreo, até que o Verdão perdeu a medida, achou que tudo poderia fazer e esta postura acabou em pênalti. Sim, a turma do Verdão vai reclamar, e muito, eu mesmo vi e revi o lance e não cheguei a uma certeza se foi ou não foi.

Julio Cesar bateu a falta que ele mesmo sofreu e converteu. Gol, bola ao centro e seguiu o jogo.

Sobre a arbitragem, não é a primeira, não será a última, nem surpreende que José Acácio da Rocha complique um jogo.

A FCF tem que ter a sensibilidade de, quando a partida promete ser quente, e não há partida calma com o Verdão, colocar no sorteio árbitros com perfil adequado para este tipo de partida.

O que aconteceu com Heber é lamentável, o jogador pode ter sofrido lesão gravíssima, o pau comendo solto e, infelizmente, no calor do jogo, os atletas não sabem se conter quando percebem na arbitragem alguém que está também sem controle.

O vermelho para Vanderson poderia não ter acontecido tão cedo. Se a condução do espetáculo fosse mais inteligente, talvez parando tudo, conversando com os capitães, enfim. Claro, é fácil analisar sem estar lá dentro, mas é obrigação constatar quando poderia um caminho diferente ser trilhado.

O Acácio é experiente e pode conduzir partidas importantes, já apitou até final, mas está dentro de um contexto onde falta ajuste fino. Este ano, paradoxalmente, temos o conjunto de nomes mais promissor da arbitragem catarinense e, junto a este cartel, uma jornada desastrada e cheia de ruídos.

Como conheço muita gente competente na FCF que pode colocar novamente as coisas nos trilhos, sigo na esperança de que o cenário mude.

De bom? O golaço do Luiz Fernando, o segundo do Alvinegro. E o terceiro gol de Guilherme Santos, uma afirmação que evolui a cada jogo e conquista seu espaço.

FIM DA ERA OVELHA

O Avaí vai oficializar ainda hoje (depois atualizo o post) a saída de Ovelha. Emerson Maria deve conduzir o clube até o fim do Estadual. Fico triste pelo fato de Ovelha não ter vingado. Levava fé no seu trabalho. Mas o grupo de jogadores não comprou a ideia. Aliás, algo que acontece com frequência no Leão. É preciso superar esta dependência do "interesse" dos atletas.

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