Célio e Bezerra: estes os nomes para os jogos finais, com Bráulio Machado correndo por fora
02 de maio de 2012 54A comissão de arbitragem da Federação Catarinense de Futebol (FCF) só se reúne para definir os árbitros das finais amanhã. Mas conversei com o presidente da entidade, Delfim Pádua Peixoto Filho, e descobri quem mais agradou na reta final e se candidatou ao sorteio. Célio Amorim e Paulo Henrique de Godoy Bezerra são os mais cotados. Por coincidência, estão entre os que mais apitaram no Estadual, respectivamente 11 e 10 jogos.
Célio e Bezerra estão fortes e têm grandes chances de serem referendados na reunião de amanhã. Para Bezerra, o significado é especial: ele foi bandeira na final de 1999, último encontro que decidiu campeonato entre a dupla da Capital.
- São dois nomes de ponta, respeitados pelos jogadores e com experiência suficiente para encarar um desafio tão grande, e reforça nossa aposta em nomes locais - confirmou para mim Delfim.
O presidente da FCF deixou um pequeno suspense no ar. É que Bráulio Machado agradou muito ao dirigente e sua comissão de arbitragem, e corre por fora, podendo aparecer no sorteio, inclusive por ter apitado o último clássico sem maiores complicações, o que "valorizou o seu passe":
- É sempre bom termos opções e nomes surgindo, é um profissional que agradou bastante.
Dentre outros árbitros que poderiam estar cotados, mas não devem ganhar espaço, está Ronan Marques da Rosa, que acabou perdendo força com o desgaste sofrido no jogo Joinville x Figueirense. Ele foi flagrado pelas câmeras de televisão xingando o atleta Coutinho. Nesta partida ele não deu dois pênaltis claros, um para cada time.
Outro nome que poderia aparecer, mas se desgastou na reta final é o de Rodrigo Dalonso, que apitou o primeiro clássico pelo Estadual. Ele não esteve escalado na última rodada, e enfrentou um clássico com problemas pelo lado do Avaí por não ter expulsado Aloísio, que foi provocar a torcida do Leão no gol de Roni.
O mesmo desgaste, só que com o Figueirense, sofreu José Acácio da Rocha, que relatou o arremeço de "pedras de gelo" em súmula em jogo diante da Chapecoense, sofrendo forte desgaste junto ao Alvinegro. Nesta partida, também, ele não expulsou o zagueiro Souza, do Verdão, que quebrou a perna de Heber.
