Um grito do Figueirense, bem-vindo, mirando a virada. E restrições desnecessárias
08 de maio de 2012 72O ponto positivo do que se viu hoje à tarde no Scarpelli: houve um trabalho interno com os jogadores, para que eles fechem num objetivo comum. Fernandes foi o porta-voz, mostrando o famoso "todos por um e um por todos". Todas as ações atípicas para tentar um resultado atípico num clássico são bem-vindas sob a ótima da torcida alvinegra, claro. É preciso, sim, criar fatos para buscar o que parece missão impossível.
O ponto negativo foi a decisão de que só vai falar durante a semana um jogador e, assim mesmo, quem o clube decidir. E na sexta-feira somente o técnico Branco. Em momentos complicados de qualquer time brasileiro de grande porte não se vê este tipo de situação, nem mesmo em finais de Libertadores. Aliás, nem com a Seleção Brasileira. A limitação do trabalho da imprensa nunca reverte a favor do clube. Simplesmente limita espaços. Algo que o torcedor não entende, mas o patrocinador sabe muito bem o que significa.

