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Posts de maio 2012

Na espera do primeiro encontro regional da Série B: Avaí x JEC

31 de maio de 2012 42

Estou em viagem entre hoje e amanhã para um encontro sobre comunicação, em Chapecó, e retorno para comentar, pelo PFC, sábado, Avaí x Joinville.

Até lá, teremos pouca movimentação por aqui, a menos que algo muito importante ocorra, porque estarei envolvido com outros compromissos.

Apenas para deixar um registro, mesmo que atrasado, sobre a Seleção Brasileira. Quem fizer uma busca no blog, vai ver que minhas últimas manifestações sobre a Seleção não foram otimistas.

Somado ao que víamos dentro de campo, me deixava (e ainda me deixa) bastante desconfortável o caminho que o país trilha em sua preparação para a Copa do Mundo. Como de resto, vive nosso Brasil no cenário político, um descalabro só em Brasília e nas demais esferas, algo que testa os limites de passividade do cidadão.

Quero dar uma chance a dúvida. É que, nos dois últimos jogos, vi na juventude de Oscar e na presença de Neymar, e na dedicação tática e talento individual do restante do grupo montado, uma luz no fim do túnel.

Era isso. Até sábado, porque sexta só vou postar aqui se alguma novidade muito grande acontecer.

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Tremula, na entrada de Florianópolis, a bandeira do Avaí

30 de maio de 2012 77

Já não é mais novidade. Nem é mais motivo de polêmica. Mas, só para não deixar passar batido, ela está lá. Na entrada da cidade, tremula a bandeira do Avaí, campeão catarinense.

Até pouco tempo, a ação era motivo de brigas homéricas. Agora, virou institucional.

Faço o registro, então. Só por curiosidade.

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Impressionante o momento do Zé Carlos. No seu ritmo, o Tigre dá um banho na Série B

30 de maio de 2012 94

Por compromissos, só consegui assistir ao jogo e a vitória do Criciúma nesta rodada da Série B. Aliás, uma jornada que determinou a confirmação de que o Tigrão 100% vai, no ritmo de Zé Carlos, fazer acontecer.

Também deixou claro que o início do JEC, justamente contra o Atlético-PR, deveria ser tratado com a parcimônia devida. Logo iniciou um processo de recuperação que resulta num crescimento na tabela.

Já o Avaí, pelo que pude ouvir na CBN/Diário, fez sua pior partida desde que está sob o comando de Hemerson Maria. Justamente quando o seu meio-campo sofreu uma modificação importante. Esperemos que uma coisa – jogar sem a consistência obtida na reta final do Estadual – não tenha relação com a outra – um meio que perde sua característica e aguarda pela estreia de Jailson.

Voltando ao Criciúma, foi um primeiro tempo complexo, em que o Tigre contou com a fase exuberante de Zé Gol para abrir o placar.

O volume de jogo do Vitória cresceu e o time baiano terminou a primeira etapa levemente mais encorpado. Gostei muito, então, da ação do técnico Paulo Comelli. Sacou Elias e Gilmar, colocou jovens com movimentação, postou o time em duas linhas de quatro levemente recuadas, aproveitando a velocidade que lançou mão nas substituições.

Então, atraiu o Vitória para a arapuca que criou. Aí, foi questão de tempo. O rubro-negro foi com sede no início da partida, se descuidou e levou estocadas pelas alas, e deu espaço para chutes de fora e cruzamentos.

Repito: ação de técnico que está vendo o jogo, não faz média com o grupo e sabe do potencial que tem à disposição.

Foram chances criadas dos dois lados do campo e de todas as formas, resultando em mais um gol do Zé, em mais movimentação de Lucca, e em uma segurança para a zaga que estava instável.

Ou seja, agredindo o adversário, usou a tática de que o ataque é a melhor defesa.

Um parêntese para Zé Carlos. Contei 10 chances de gol em arremates deste “monstro”. Desde o jogo contra o Bragantino, são jornadas memoráveis. Que fase!

Menção honrosa ao goleiro Douglas, um grande nome no jogo.

Nos 10 minutos finais, com um a menos, após expulsão de Marlon, o Tigre tentou ser conservador, mas não evitou mais um susto, como em Bragança. Levou o gol e esteve ameaçado. E, novamente na bola aérea, o problema, algo que precisa ser revisto.

E, por este golzinho, a liderança foi-se. Mas, paciência, ela virá em breve.

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Primeira rodada-chave dos catarinenses na Série B

29 de maio de 2012 33

 Neste post de espera da super-terça da Série B, uma constatação óbvia, porém não menos necessária: a rodada é de extrema importância para todos os catarinenses.

Lembro, e nunca é demais fazê-lo, que em pontos corridos, cada rodada é uma decisão particular. E no conjunto da obra, algumas rodadas valem por mil. E esta é uma delas para os nosso três times. As circunstâncias estabelerão outros momentos marcantes. Este é um deles, mesmo com o campeonato incipiente.

Vejamos: o Tigre pode – e deve – sair líder. Se vencer em casa, o América tem pedreira, fora, contra o Paraná. Confirma-se a sensação de que temos um ano de Criciúma nas cabeças.

O JEC, na Arena, tem um desafio suadíssimo, complicado, mas este dever de casa é indispensável para “entrar” de vez na competição.

E o Avaí? Empatou fora, ganhou em casa, mas ainda não fez aquela partida “redondinha”. E é o que se quer diante do América, com a ressalva que o meio tenta encontrar nova mecânica.

É isso. Até a noite!

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Cobrar do Figueirense o que ele pode dar é o mais justo para com o clube e o torcedor

28 de maio de 2012 52

Muitos torcedores do Figueirense acham que minha análise “cobra” muito do Alvinegro, e “alivia” o Avaí, principalmente, mas JEC e Tigre também. Está ali nas mensagens esta visão.

Primeiro, lembro que o patamar com que se analisa o Figueira é outro, afinal é o clube que mais arrecada no Estado, até seis vezes mais que os rivais mais próximos.

Na Série B, a proximidade entre os times é absurda, variações são mais aceitáveis. Na elite, times como o Alvinegro têm que ser cirúrgicos nas ações dentro e fora de campo, para não perder o bonde. Aliás, como o Avaí perdeu no campeonato passado.

Então, quando se cobra do Figueirense algo que se sabe ele pode dar, é um ato de honestidade e de vigilância, querendo nosso representante cada vez mais forte.

A velha história do copo meio cheio/meio vazio é coisa para torcedor, até uso este termo (o fiz hoje no Jornal do Almoço) para uma compreensão da visão. Mas na hora de escrever, não há preocupação em agradar.

Lembro a todos que, por sua própria competência administrativa, o Figueira é o clube que mais cresceu em arrecadação no Brasil, foram 141%. Hoje, o time está acima de todos que não são considerados “grandes”. Ou seja, arrecada mais que Vitória, Portuguesa, Goiás, só para citar alguns dentre os top 20.

Então, por competência, atrai mais investimento, ganha mais dinheiro, tem que manter e aumentar a penetração. Esta é a lógica de mercado, não é diferente no futebol.

Vejo o Figueira com problemas táticos que precisam ser corrigidos. E podem ser ajustados, já que há a intertemporada para melhoras físicas (ajudará na compactação) e uso de nomes importantes para a zaga (Conceição), meio (Almir) e ataque (Aloísio).

É isso o que se quer, ver evolução e ter certeza que Argel pode dar um passo maior do que a importante garra e vibração que ele imprimiu no grupo.

Abaixo, a tabela das receitas do Top 20, para ilustrar um pouco do que eu falei (clique na imagem para vê-la por completo):

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Argel precisa encontrar um jeito para o Figueirense ser mais consistente taticamente na Série A

27 de maio de 2012 84

Argel não gosta do lugar-comum. O técnico do Figueirense está sempre buscando motivação, palavrinha que é seu mantra, sua fórmula para obter algo mais do grupo.

E eis que aparece como capitão do time, no empate em 2 a 2, diante do Fluminense, Túlio.

Não seria anormal, um atleta experiente, com discurso articulado e que é ouvido pelos companheiros. Mas, e aí vem o xis da questão, no jogo anterior, diante do Náutico, Ygor desempenhou a função. Escolha que causou burburinho, já que havia caído do “cargo” o goleiro Wilson.

Então, sugere a mudança, que Argel pretende estabelecer um rodízio, o que não é novidade, porém também não é usual. No entanto, mantém todos “ligados”, prontos para exercer um comando. Esta prontidão, unida a doação, é algo que o técnico já conseguiu em duas semanas de trabalho. Consistência tática, contudo, não.

E eis o que fez o time sofrer no Rio de Janeiro. No gol do Flu, logo aos 17 minutos do primeiro tempo, a jogada começou pela direita, onde havia uma avenida. Houve transição para a esquerda, onde a liberdade para o adversário era a tônica. Seguiu para o meio (dentro da área), onde a troca de bola foi permitida. No segundo gol adversário, transições de lado a lado também.

Esta fragilidade é reflexo de um time que, mesmo com três volantes, não povoa o campo, não marca em cima, não agride o suficiente. Estrela e ataque tem, e eles atendem pelo nome de Caio.

Ressalte-se que diante de um Flu desfalcado e com um jogador a menos, expulso ainda no primeiro tempo, esperava-se mais. Sendo assim, noves fora, o negócio é tentar tirar, contra o Corinthians, um coelho da cartola um pouco mais eficiente do que rodízio de capitães e a “Caiodependência”, Argel!

E, com a parada para a intertemporada, achar um jeito consistente de o Figueira jogar a Série A.

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Criciúma e Bragantino fazem jogo emocionante com 7 gols pela Série B e o Tigre mostra força

26 de maio de 2012 53

E a liderança para o Criciúma quase chegou com autoridade não fosse o saldo de gols.

Quem viu esta partida tem motivos de sobra para ficar empolgado com o Tigre.Primeiro, é importante ressaltar que é uma pena aquele estádio às moscas para abrigar um jogo tão interessante.

Confesso que dedicar parte do sábado à tarde, de folga, para alguns jogos de Série B é muitas vezes penoso até para os torcedores. Mas este jogo de Bragança, os 4 a 3 do Tigre, foi uma honra ter assistido.

O resultado seria elástico e fruto de méritos absolutos do Tigre e não de uma fragilidade do Bragantino. Não foi, teve aperto no final graças a um relaxamento condenável no final.

Zé Carlos disse presente no jogo e, quando isso acontece, é problema para o rival. Zé tem personalidade complicada, incomoda até em treino, briga com companheiro, está um pouco acima do peso, mas é um SENHOR jogador de futebol.

Nesta partida, desfilou a arte das assistências. Teve de todos os jeitos, gostos e soluções. O Criciúma foi agudo, vertical, objetivo e poderia ter feito uma jornada memorável. Mas passou um aperto no final desnecessário.

Mesmo assim, arrisco dizer que, a continuar assim, teremos uma jornada de Série B iluminada para o povo do Sul, já tão acostumado a ser o grande papa títulos nacionais de nosso Estado.

Aliás, temos dois catarinenses entre os quatro, Tigre e Avaí e o JEC esboçando reação. Tá ficando bonito

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Joinville e o ponto que pode ter sido bom. Só depende dele no futuro

26 de maio de 2012 2

O empate do JEC, fora de casa, pode vir a ser um bom resultado para o tricolor do Norte. Basta que a sequência seja de uma vitória sobre o Guarani, que também ficou no zero com o Boa.

Esta partida, em que a Arena estará lotada, tenho certeza, será o verdadeiro início do JEC na competição. Porque o Atlético-PR vai roubar pontos de meio mundo, então não serve de parâmetro.

Aguardamos agora a tarde o Criciúma e esperamos vê-lo líder desta Série B com uma vitória fora de casa sobre o Bragantino. Neste mesmo post vamos falar deste assunto, assim que o jogo acabar.

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O jogador barrado no Original, do Kobrasol, ontem, na madrugada, deve se resguardar. É um alerta

25 de maio de 2012 30

Vou falar em tese, até porque o nome do jogador é o que menos importa neste post. Há muito tempo que não trato mais do assunto “jogador na noite” por aqui, porque o sujeito que faz o alerta acaba virando vilão.

Mas um jogador que foi visto a 1h da manhã, ontem, tentando entrar numa boate (e sendo barrado, por estar de boné), a Original, do Kobrasol, em frente ao shopping Itaguaçu, em São José, tendo treino hoje, deve se resguardar um pouco mais.

Falo isso,  porque o atleta é diferente de um ser humano comum. Precisa do seu corpo não só para correr, mas da sua mente focada para a parte psicológica ficar pronta para os desafios.

O cara, no dia de folga, sair e se divertir é uma coisa. Deve ter liberdade total. Agora, no meio de semana, é pedir para se complicar.

Repito, o nome é o que menos interessa. Falo em tese. Tem gente que discorda até que o cara perca o rendimento, aí é o primeiro a reclamar.

Fica o alerta.

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Evando no Avaí é uma ótima notícia, mas não serve como "grande cartada" para a Série B

25 de maio de 2012 23

Muitas movimentações neste início de temporada na dupla da Capital. Na dupla JEC/Tigre, comento hoje à noite e amanhã após os jogos, melhor analisar as partidas. Já o Figueirense perdeu Wilson, lesionado e parte para o uso de Ricardo, totalmente confiável, e tem Volpi aguardando sua chance.

Mas o setor direito ainda precisa de um reforço e a meia também.

Me detenho mais neste post em relação ao depoimento de Marcelinho Paulista, acompanhei atentamente as ideias. Tem interlocutores que são diretos, não deixam ponto sem nó. Marcelinho Paulista é mais político, tem respostas genéricas. Portanto, é nas ações que será julgado, não no discurso.

E uma das primeiras ações, buscar Evando como “objeto de impacto” é interessante, mas não “a” solução.

Ou seja, pode ser útil junto ao grupo, pontualmente em alguns jogos até resolver a parada, sua motivação, sua imagem, o que ele representa e até o seu futebol são todos bem-vindos, mas não serão o que vai garantir a diferença.

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