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A polêmica liberação do uso do véu por uma judoca da Arábia Saudita. Você acha certo ou errado?

31 de julho de 2012 44

E antes que venham com julgamento religioso, logo aviso: acharia errada qualquer concessão, fosse um pedido católico, judeu, protestante, budista ou de qualquer gênero.

O uso do véu, permitido pela Federação Internacional de Judô (FIJ) a Wodjan Shaherkani, da Arábia Saudita, é um precedente perigoso.

Acontece que o “uniforme” universal dos judocas está estabelecido. Todos independentemente de credo, às regras se submetem.

Se eu fosse oponente, não entraria para lutar. Há uma peça de roupa fora do contexto.

Todos têm que se adaptar à convivência universal, mesmo que isso violente suas crenças. Ou não participar quando julgar que isso não é conveniente.

Mesmo em mudanças pequenas, temos que respeitar as regras locais. Aqui em Londres, os carros andam na mão inversa a que estamos acostumados. Não posso querer dirigir do outro lado só porque no Brasil é assim, não é?

É o mesmo para as tais cotas raciais em universidades. O que deveria ocorrer é a democratização do ensino de base e não “facilidades” institucionais na reta final do ensino.

Sei que o assunto é bem polêmico, aceito os argumentos contrários e os publico sem problemas, desde que despidos de fanatismo ou ofensas.

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Comentários (44)

  • Fernando Gomes diz: 31 de julho de 2012

    Não concordo com você. Portando deveria ter privado ela então de participar da competição, da qual ela consegiu no tatame a vaga? Ou seja, seu argumento da entender que se for lutar na Arábia as mulheres brasileiras deverão usar o veu la, pois la todas usão véu, assim como a mão contrária na Inglaterra? O mundo precisa se aceitar, e não se contrariar, e os jogos são pra isso. E quanto a roupa estar fora de contexto, e recusar uma luta por isso, creio ser uma tremenda covardia. Ja pensou se os jogadores não aceitassem o Davids jogar de óculos, ou o Peter Cech usar seu capacete?? São excesões e não regras…e acima de tudo, pelo bem do esporte! Parece que foi pra Londres mas não pegou o clima e nem o motivo dos jogos olimpicos hein Sr. Castiel.

  • Marco diz: 31 de julho de 2012

    Não acho correto a titude de FIJ , mas como toda Federação, Confederação, julgam à bel-prazer ,sem levar em conta as implicâncias à exceção concedida.
    Vc já viu o Blatter dar satisfação de suas atitudes? Ou o famigerado ex-presidente Ricardo Teixeira? – Na Confederação Brasileira de Judô tínhamos , à anos atrás o Sr. Mamede , que lá ficou por longos ,sem dar explicações a ninguém , até que o retiraram.Daqui a pouco irão permitir nadadeiras nas piscinas, raquetes maiores no tênis de mesa; só porque o cara é míope.

  • Pedro diz: 31 de julho de 2012

    Eu concordo com a liberação do véu, pois seria um atentado à crença pessoal da atleta ela retirar o véu. Eu penso que todos os eventos que se propõem laicos tem o DEVER de não interferir na crença de cada um, mesmo que o evento em si não defenda uma crença. Uma vez que seja proibido o uso do véu, exclui-se um grupo religioso inteiro de participar do evento. Isso é correto?
    Eu, como um cristão praticante, não me sinto prejudicado, pois não tenho em minha religião nenhuma obrigação ou proibição em relação à vestimentas, de forma que qualquer cristão (e imagino que judeus também, por exemplo) não tem problema algum em usar as roupas tradicionais para lutar judo.
    A comparação com o lado da direção do Brasil e da Inglaterra é infeliz, pois dirigimos de um lado e eles de outro não por questões religiosas ou crença de um grupo, mas por puro costume, de forma que um brasileiro não é pessoalmente ofendido caso precise dirigir do outro lado. Porém, uma muçulmana seria sim pessoalmente ofendida caso seja obrigada a retirar seu véu em público. Isso é espírito olímpico? Ofender e humilhar os outros por terem uma crença diferente?

  • Guilherme C.E.C (Floripa) diz: 31 de julho de 2012

    Se sou o outro judoca.. a primeira coisa era um puxao no pano da cabeca… =P

    Mas olhando friamente é isso mesmo castija… “Ahhh tenho q usar o tal pano… mas no judo nao pode… ” ENTAO NAO FAZ CARAMBA!

    Palhaçada isso dai… Mesma coisa das Cotas….

    O Negro é menos capacitado intelectualmente doque a raça Branca ?

    Alguem poderia comprovar isso ?????

    Eles mesmos se descriminam ao exigirim cotas, eles mesmo estão se colocando no grupo dos diferentes.

    E p/ encerrar…. LADEIRAAAAAAAAAAAAAA FIGUEIRAAAAAA!!!!!
    (Daqui a pouco vao querer cotas no Brasileiro tbm… Cota p/ Lanterna =P )

  • Bah-Alvinegro diz: 31 de julho de 2012

    Com relação ao post anterior Castiel, Parabéns pelo post , é bom ver fotos e textos vindos de países desenvolvidos, educados e organizados….e tb é mto bom ler algo que não seja só futebol…eta povo sem cultura e noção….
    Mazinho alvinegro, parabéns pelas colocações e lembranças de Led Zeppelin, Black Sabbat, The Who, Deep Purple, Iron Maiden, Oasis, Green Day …
    Quero lembrar tb de outros \”monstros\” da literatura inglesa, além, lógico de Shakespeare, tem a Agatha Christie, Jane Austen, Virginia Woolf, o insuperável Oscar Wilde, Tolkien de senhor dos anéis, etc, etc….

    Nós temos quem??? ou o q?
    Favela, corrupção, lula e sua quadrilha de 40 ladrões, promessas eleitoreiras, etc…
    Resumindo, estamos 500 anos atrasados…nem no futebol ganhamos mais nada…
    triste…

  • Leandro Criciuma diz: 31 de julho de 2012

    Na verdade todo mundo tinha que andar pelado que nem os gregos… olimpiadas da nudez… como tudo começou a décadas atras na Grécia!…

    Só pra não perder o costume…. Figueira Lanterna

    Criciúma Lider!!!

  • Jorge diz: 31 de julho de 2012

    Eu até acho legal a moça usando burca, acho que cada um, faz o que quer, se a roupa dela não da vantagem ou não prejudica, ela pode ir como quiser, claro que de biquini seria mais interessante a luta.

  • Renato Alvinegro diz: 31 de julho de 2012

    Concordo com vc, eu também sou contra qualquer mudança nas regras do jogo, e o tal macacão que foi proibido pois, ajudaria na perfomasse dos nadadores, também era só mais uma vestimenta, estão igual no Brasil, pregando a igualdade e criando regras para diferenciar as pessoas, aqui temos nossas famosas cotas…..Mas falando a verdade esta olimpíadas não motiva mais ninguém a acompanhar os resultados……Que acabe logo para o Blog voltar ao normal e as postagem serem voltadas ao nosso futebol….Amigo Castiel vc parou de falar do Figueira e os comentários despencaram…kkkkkkkkkkkk…….Hoje começa uma nova fase, vamos ganhar do Atlético pela Sul-americana e domingo pelo Brasileirão…….Abraços amigo e saudações Alvinegras

  • Renato Kammers diz: 31 de julho de 2012

    Castiel, estas coberto de razão, se faz muito por nada.

  • Eduardo diz: 31 de julho de 2012

    Concordo com você mas acho utópico achar que o mundo vá mudar tão rápido. Acho um avanço mulheres muçulmanas estarem competindo nas olimpíadas. Temos que caminhar passo a passo.

  • Flavio CEC diz: 31 de julho de 2012

    Esse véu já está sendo usado no ixcarpeli pelas viúvas do figueirense fazem mais de 10 rodadas já.
    Você está trazendo noticia de jornaL velho Castija!

    Falando sério agora, sou completamente contra o tratamento diferenciado seja lá ql for a crença raça ou nacionalidade. O objetivo dos jogos é a unificação dos povos e a festa da paz pelo esporte, muito bem representado pela união dos 5 anéis olímpicos.

  • Leonardo – Floripa diz: 31 de julho de 2012

    Das coisas coisas vc fala e que eu concordo plenamente.

  • Paulo Pinheiro diz: 31 de julho de 2012

    Eu confesso que fico meio em dúvida. Minha opinião é semelhante à do Jorge: se não traz algum tipo de vantagem injusta, então que seja permitida. Mas será que traz? Será que não? Considero-me pouco qualificado pra responder isso. Gostaria da opinião de um especialista. Alguém aí que pratica judô pode opinar (como disse o colunista, independente de julgamento religioso)?

    Mas estou de pleno acordo com o colunista no que se refere às cotas raciais.

  • Alvaro diz: 31 de julho de 2012

    Prezado

    Fazia tempo que não lia uma opinião tão bem argumentada sobre todos os pontos.

    PRINCIPALMENTE NO TOCANTE AS COTAS EXISTENTES SÓ AQUI NESSE PAÍS TERCEIRO MUNDISTA.

    Parabéns.

  • Carlos diz: 31 de julho de 2012

    Seu Castiel: Parece que a tal “convivência universal” que voce cita nao eh tao universal assim e quem tomou a decisao nao fez mais que reconhercer que ha vida alem da frivola cultura ocidental.

  • Adelaide diz: 31 de julho de 2012

    Concordo plenamente com você. É como dizer que a crença deles é mais importante que outros, é um esporte e tem as regras estabelecidas.

  • Ullysses Prochaska Lemos diz: 31 de julho de 2012

    Castiel, a liberdade religiosa é um direito consagrado em quase todas as Constituições, estando, inclusive, assegurada na carta de Direitos Humanos da ONU. Nem o Estado, muito menos organizações privadas (COI, FIFA, FIJ, etc), podem intervir no uso de símbolos religiosos, exceto nos casos que o uso comprometa a integridade física dos atletas. Não vejo problema algum da judoca usar o véu.

  • Eugenio – Boston, MA diz: 31 de julho de 2012

    Nao se trata de uma escolha ou temosia, Castiel. Em nenhum momento a Arabia Saudita cogitou o nao-uso do hijab. Simplesmente ofereceram a Comite Olimpico a escolha de ter a atleta representando seu pais ou nao… Se o comite decidir por nao permitir a Arabia Saudita se retira. Simples assim. Isso mostra conviccao, carater, etica e valores fortes pois para elese o uso do hijab e’ mais importante que uma festiva competicao esportiva. Valores esses que deveria ser mais praticados no Brasil, seja no esporte seja na politica.

    Em tempo: nao tenho nenhuma filiacao religiosa ou politica! Abraco e congratulacoes no blog!

  • Diego luiz da silva diz: 31 de julho de 2012

    Sou da seguinte opiniao
    o veu faz parte do kimono ???
    se sim ela pode usar se nao , esta vetado
    é simples é a regra do esporte se é valido pode se nao , ela nao pode usar ela nao é diferente de todas as outras judocas.

  • Célio Nardes diz: 31 de julho de 2012

    O esporte não pode estar envolvido com questões religiosas. Estes povos deveriam aprender que ao aceitarem participar de uma olimpíada deveriam aceitar os costumes, a cultura das nações anfitriãs e sobretudo respeitar as regras da competição. Aliás é um fanatismo tão fora de propósito que está muito além da racionalidade e sobretudo aviltante pelo fato de expor as mulheres a uma submissão pelas quais não há razão cultural ou religiosa que possa justificar tamanha ignorância. Ou seja não é porque tal fato seja imputado à cultura e aos costumes que tenhamos nós ocidentais achar correto. O mesmo pode ser questionado da mesma forma quando vemos no mundo ocidental a exposição vulgar das mulheres quando por exemplo desfilam semi-nuas nos carnavais e nas novelas da Globo. Então o sensato sempre será o equilíbrio entre o ponderável e o exagerado. Deveriam ficar em seus países com suas inúteis convicções, ao invés de criarem polêmica em uma competição cujo lema é a confraternização dos povos, independente de questões religiosas ou políticas.

  • Ju diz: 31 de julho de 2012

    Concordo plenamente, Castiel.

  • Jhonatan Cidral diz: 31 de julho de 2012

    Perfeita sua opinião Castiel.

  • CELSO DARIVA diz: 31 de julho de 2012

    Uma das grandes mazelas da vida cotidiana é o tal de “precedente”. No momento em que for estabelecido se abre uma porta difícil de fechar. Que argumentos os tais usariam para impedir um lutador de usar tênis se ele alegar que não se sente bem lutando descalço? A flexibilização das regras para priorizar as boas relações é uma desgraça. E não se alegue falta de espírito olímpico com a moça, pois ela é que deveria respeitar as outras 200 nações, que cumprem as regras.

  • Zé da Pomba diz: 31 de julho de 2012

    Castiel!

    Acho certo.

    Liberar o VÉU é o máximo.

    Agora, fico IMAGINANDO isso por aqui.

    E por quê?

    Porque a TURMA do FiGAYrenC não quer LARGAR o VÉU do REBAIXAMENTO – estão na ZONA com ELE e abanando, pode???

    Ai EU Fuuuuuuuujjjjjjjjjjoooooooooo!!!!!!

    Oh! Até o Tadeu XV – aquele “Maricon” travestido de Mazinho Alvinegro, apareceu no outro POST – por 2 vezes.

    Aja VÉU para ELE rasgar, não!!!!

    Aloha!!!

    Avaí meu querido :) 8) :)
    Avaí meu querido :) 8) :)
    Avaí meu querido :) 8) :)

    Em Tempo:
    Hoje tem NÓS – AVAI.
    Todos torcendo, hein!!!!!!

  • mano diz: 31 de julho de 2012

    Já pensou se gaúchos usassem bombacha e tal?Já pensou os judeus de chapéu e casacão?Ou homens escoceses de saia? Concordo com o Castiel.

  • César diz: 31 de julho de 2012

    Castiel,

    Se eles aceitam atletas usando pierces, tatuagens que são verdadeiros mosaicos, etc. Penso que o véu é muito menos agrassivo e ridículo.

    S/A

  • Priscila diz: 31 de julho de 2012

    Considerando que para as muçulmanas nao existe a menor possibilidade de aparecerem em público sem véu e que ele nao representa benefício na luta para quem o utiliza, nem prejuízo para a oponente, nao vejo problema nenhum em liberá-lo. Proibi-lo sob estas condições inviabilizaria a participação dessas mulheres adeptas ao islã, o que não é aceitavel em uma olimpíada, que é democrática, antes de mais nada.

  • Claudio diz: 31 de julho de 2012

    Seria o mesmo que um judeu lutasse com um kippah ou que os jogos parassem aos sábados e domingos em respeito a judeus e cristãos… E por aí vai… Precedente perigoso mesmo

  • Magnum Lepkoski diz: 31 de julho de 2012

    Provavelmente meu comentário não será lido mas mesmo assim vou expor minha ideia. Pra mim é simples.
    Vocês concordariam se fosse permitido a uma mulher que vive na nossa sociedade, quando participasse de uma festa indígena, usar top e short ao invés de ser obrigada a andar nua?
    Acredito que a resposta da maior parte dos leitores desse site seja sim.
    É uma questão simplesmente cultural. Aparecer sem véu em público para ela é como aparecer nua para uma mulher de nossa sociedade!

  • Nodu Mang diz: 31 de julho de 2012

    Castiel!
    A religião é a maior maldição na vida do ser humano.
    Explico:
    Religião é um subproduto do medo.
    ELA tira a liberdade, amedronta e por consequência, torna os postulantes, submissos, cegos e até mesmo fanáticos.
    Basta dizer que, quem mais matou pessoas nesses 6 milhões de história do ser humano na face da terra, sempre foi a religião, através de seus representantes e em nome de um deus(?).
    Quanto a essa atleta em questão, é uma vítima desse sistema religioso, político e financeiro, a finalidade fim.

  • Heloísa Pires diz: 31 de julho de 2012

    Eu só vejo um inconveninete: o desconforto. Como é que eu vou lutar com algo amarrado no meu pescoço?!…Se um dia eu fosse para umas vias de fato na rua (coisa que ninguém vai me ver fazer isso na vida!) eu tiraria o casaco, arregaçaria as mangas do blusão, tiraria os óculos, o chapéu, o cinto, as botas e tudo mais que me desse a sensação de estar amarrada. O gestual fica complicado.

  • Fernando Mesquita diz: 1 de agosto de 2012

    Aposto que se um atleta, cristão convicto, quisesse lutar com uma grande cruz vermelha costurada no quimono, ia ser uma gritaria de todos os lados, PRINCIPALMENTE DOS MUÇULMANOS, que o acusariam de estar usando um simbolo dos cruzados. Atualmente existe uma grande hipocrisia por aí, algumas religiões parecem que são intocáveis.

  • Zé diz: 1 de agosto de 2012

    Só pode ser a favor quem nunca lutou judo ou entrou no tatami. O uniformr está eastabelecido universalmente, qualquer peça adicional pode trazer vantagem indevida. Deixe a religião, seitas ou crendices para sua casa. Se quer paeticipar do esporte aceite as regras ou fique em casa! Desculpe-me sr. Fernando, mas o sr. Não sabe o que esta falando. Religião. Seitas ou crendices ficam em casa. Se aceitou lutar judo aceite as regres. Imagona agora alguem lutar de armadurapq sua seita sei lá o que diz que deve ser assim! Acabou o esporte e vira bagunça! Cada um faz o que quer pq seu deus diz que sim! Ora! Convenhamos! Estamos em 2012!

  • Leonardo Cassol Costenaro diz: 1 de agosto de 2012

    Liberdade de pensar e de crença: A liberação do véu em si não irá prejudicar o andamento da luta, o que prejudicaria sim, seria a proibição dele. Imagine, “Olimpíadas: União entre os povos, a confraternização”. Pensando num todo, observamos que caso a proibição ocorre-se, neste caso sim, existiria mais uma distanciamento entre Ocidente e Oriente Médio. União entre os povos, ao menos na Olimpíada. No caso das cotas, tenho o mesmo pensamento mas, primeiro que ocorra a restruturação de nossas escolas públicas para depois desfazer a concessão das cotas, porque todos os alunos de escola pública saim perdendo na hora de buscar uma vaga em universidade federal e ENEM.

  • DA ILHA diz: 1 de agosto de 2012

    se eu morace em criciuma eu andaria sempre sujo de carvão ou em alguma mina

  • CRINABSUBINDOP/A CADA VEZ MAIS… diz: 1 de agosto de 2012

    EU SOU LIDER E VOCE??? KKKK

  • CRINABSUBINDOP/A CADA VEZ MAIS… diz: 1 de agosto de 2012

    COMO ESTAO NA ZONA??? CHORANDO MUITO??? KKKKK

  • CRINABSUBINDOP/A CADA VEZ MAIS… diz: 1 de agosto de 2012

    BOOOOMMMBA…BOMBAAAA… O “BASTIAOZINHO DO BREU” TA INDO EMBORA.. A ESPOSA DELE NAO QUER MAIS FICAR AQUI… ELE SO QUER TA NA ZONA… KKKKK

  • Lucas diz: 1 de agosto de 2012

    Não concordo com a liberação. Pensem assim: NO FUTEBOL, poderia ser diferente. Os uniformes esportivos sofrem alterações anuais. Modelos novos, nova tecnologia. A nike poderia muito bem incrementar o Veu no uniforme, por exemplo. É brincadeira, mas é verdade! haha o Judô é diferente. O uniforme é peça do esporte. Usar o Kimono (nao sei como se escreve) é parte fundamentar no esporte! Os kimonos são previamente avaliados. Existem tecidos corretos para confecção do Kimono… enfim, uma legislação poderia ser discorrida em torno do Kimono. Logo, com a concessão do véu, uma jurisprudência foi aberta! Cada um acredita numa coisa, não estou questionando essa fato. A religião é importante para todos! mas é como o celebre castiel relatou! Ela participa de um movimento Olimpico, tem que estar disposta à fazer concessões! como uma pessoas flexível faria!

  • Mazinho Alvinegro diz: 1 de agosto de 2012

    Coaduno com o colega Nodu Mang!
    Meeeeeus deuses!!!
    Isto aqui é uma competição esportiva, NADA a ver com religião, karalius!
    Se querem promover credos, fazer marketing, simbolismos, aparecerem… Escutem!
    Este não é o local apropriado…
    O tema aqui é jogo … eu falei .. jooooooooogo!!!
    Aqui só se estabelece a seguinte TRÍADE:
    Competência, Sorte e Azar, atributos meramente humanos.

  • Fernando Mesquita diz: 2 de agosto de 2012

    Tem gente que não entendeu lhufas do que eu quis dizer. Não tem nada a ver com o esporte (judô) ou suas regras. Acho que o que o Castiel quis dizer é que a FIJ liberou o uso do véu para uma competidora da Arábia Saudita para não ferir suscetibilidades dos muçulmanos, pois parece que o simples fato de contrariar essa religião é motivo para uma “guerra santa”.

  • US AND THEM ’73 diz: 2 de agosto de 2012

    QUEM DEVERIA BOTAR VÉU NA CABEÇA DE VERGONHA É ESSA CAMBADA DE PEREBA DO FIGUEIRA… MEU TIME , PELA TORCIDA QUE TEM ,MERECIA COISA MELHOR.

  • Berloque Gomes diz: 2 de agosto de 2012

    Teu texto é excelente e concordo inteiramente com ele. As regras existem e não deve haver exceções por conta de crenças religiosas. Mas a federação não teve pulso firme e liberou o véu (ou algo que o valha). Se eu fosse a lutadora adversária, seguraria no véu, pois não há regra que impeça isso (na verdade, a regra não permite nenhum acessório na cabeça). As regras do islamismo são regras de conduta apenas em alguns países. Por isso, não faz sentido querer impô-las em outros países. O mesmo vale para qualquer outra religião. Se um católico fervoroso for morar na França, por exemplo, tem que se conformar com o fato de que, por lá, o aborto não é crime. Não adianta espernear: os de fora é que têm que se enquadrar com as regras locais, e jamais o contrário.

  • joaquim pedro diz: 5 de agosto de 2012

    E se durante a luta, a oponente, até mesmo sem querer, arrancar o véu da cabeça da moça ? Os mulçumanos vão querer matá-la. Nesse caso, é melhor perder a luta do que a vida. Eu se fosse opositor não lutaria. Entrega logo o ouro pra ela.

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