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Esquema da Seleção, apesar da derrota, é promissor. Tomara que não venham pedir mais volantes

06 de fevereiro de 2013 2

Olá blogueiros, o espaço está reaberto. Encerrei hoje minhas férias e retomo as postagens com minhas impressões sobre o jogo da Seleção Brasileira, derrota de 2 a 1 para a Inglaterra. Logo mais, posto sobre o clássico da Ressacada entre Avaí e Joinville e, também, sobre o jogo do Figueirense diante do Atlético, em Ib.

No caso da Seleção, não há como deixar de acionar minha máquina pessoal do tempo : volto ao dia 11 de agosto do ano passado e me vejo sentado na cabine de imprensa do imponente Wembley. Lá, eu constatei in loco um Brasil ser derrotado para o México na final olímpica. Uma atuação cheia de falhas, sem brilho tático e individual. Vi o ex-técnico Mano Menezes assinar sua sentença de demissão.

Hoje, acompanhei pela TV a estreia de Felipão. Nos primeiros minutos, vimos um Brasil protagonista, com opções com Neymar, correndo solto, criando chances. Até… Ronaldinho perder um pênalti. Aí, o time sentiu a pressão. Principalmente, porque a cobrança de Ronaldinho foi ridícula. Aí o moral cai mesmo. E o camisa 10, para azar dele e nosso, não foi efetivo e o deles foi preciso: Rooney, oportunista, com estrela, deixou o dele.

Sim, estrear perdendo é muito ruim para Felipão. Questão de imagem, de sentimento coletivo, de início de trabalho para Copa.

Mas, não aceito julgar jogador, nem trabalho de técnico por uma partida. Mesmo no primeiro tempo, achei a concepção tática interessante, favorável a Oscar e Neymar e boa para Ronaldinho que, infelizmente, não estava numa jornada boa. Aliás, Neymar também demonstra depender muito de um time azeitado. Mas Ronaldinho poderá estar em boas condições (a julgar pelo seu período de Atlético-MG) quando o time estiver treinadinho e afinado.

Não se trata de um acesso de boa vontade para com Ronaldinho, confio pouco na sua recuperação em termos de Seleção. Mas este é uma questão para o Felipão resolver.

Bom, na segunda etapa, Felipão teve uma largada feliz. Tirou Luiz Fabiano e colocou Fred. Chances iguais, Fred aproveitou. O técnico tirou Ronaldinho, colocou Lucas, este roubou a bola que resultou no gol de empate. De novo, chances iguais, novamente o substituto se deu bem.

Vale lembrar que Julio Cesar voltou bem ao gol da Seleção, mas também é legal ressaltar que o lado esquerdo deixou a desejar (talvez Filipe Luis, que entrou aos 24 minutos), embora Adriano também seja bom, a questão é mais de sistema, de compactação, já que por ali saiu o segundo gol inglês.

Mas, resumo da ópera, só espero que os defensores de múltiplos volantes não entrem em cena para bradar por um time “mais consistente”. Vi futuro para a montagem que Felipão acenou.

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Comentários (2)

  • Daniel diz: 7 de fevereiro de 2013

    Caraca! Pensei que a RBS tinha te mandado embora! Bom ter o blog de volta, legal

  • Diego Sousa diz: 7 de fevereiro de 2013

    Já começou mal, (Vc e o Felipão) brincadeira.
    O Brasil perdeu para uma seleção ultrapassada, que não consegue mais vencer nenhuma outra seleção “grande”. É fato que o Brasil regrediu em relação aos últimos jogos do Mano.
    Péssimo momento do futebol brasileiro, Arouca, Luiz Fabiano e Dante? Não né!

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