Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
 

Posts de julho 2013

O sofrido sorriso avaiano e o choro de todos os outros catarinenses na Série B do Brasileiro

30 de julho de 2013 32

Aquele gol impressionante que o Márcio Diogo perdeu, quando já estava 1 a 0 para o Avaí, deu a devida dimensão da importância da vitória do Avaí sobre o Atlético-GO.

Até o gol que Heracles fez foi chorado, com o suspense se seria anulado ou não.

Acontece que o momento é tão sofrido para o Avaí, o conjunto está completamente sem compasso, Cléber Santana apagado, Marquinhos errando muuuito, atletas sem confiança que ter encerrado esta partida com três pontos é quase uma benção.

Sair do Z-4 já ajuda a mudar os ares, mas não pode mascarar a situação. O Avaí praticamente achou um gol, assim mesmo quando já estava com um jogador a mais em campo.

O time é lento e precisa de nova dinâmica. Se fixar-se na vitória, sem repensar o futuro, pode ter dissabores ainda.

E o JEC? Perde contato com o G-4, com derrota em casa.

E o Verdão tropeçou no Ceará.

E o Figueira caiu no Pará

Ou seja, dos quatro, o que mais tinha problemas foi o que saiu vencedor.

Bookmark and Share

O Papa segurou a bandeira do Criciúma

29 de julho de 2013 38

O portal Engeplus tem informações detalhadas (clique aqui e confira), mas disponibilizo aqui imagens do You Tube que mostram como a torcida do Criciúma, que tem relação fervorosa com Nossa Senhora do Caravaggio, não desperdiçou a passagem papal.

Enquanto o sumo pontífice era ovacionado, voou para ele uma bandeira do Tigre.

Veja esta imagem abaixo do You Tube:

 

E esta postada no Facebook

 

Bookmark and Share

Marquinhos no banco? Solução para relacionamento, mas não para o futebol do Avaí

29 de julho de 2013 35

Marquinhos no banco de reservas. Parece que este será o caminho escolhido pelo técnico do Avaí para resolver a lentidão do meio e uma suposta briga de egos que estaria minando o rendimento do time.

Marquinhos ficou um tempão se recuperando, e voltou recuperado fisicamente e também com a língua afiada. Ao dizer que “não adianta assumir, tem que marcar” mandou um recado direto para Leandro Silva.

O jogador também aparenta estar chateado. Provavelmente com a demissão de Mesquita, que lhe incentivou no início de carreira.

A distância do presidente Zunino, que é muito próximo ao atleta, não ajuda para aparar as arestas.

Me parece que, ao querer acertar o clima interno, Hemerson Maria vai errar no principal, o ajuste tático.

Marquinhos, na minha opinião, deveria ficar no time, junto com Cléber Santana. E Eduardo Costa perder a vaga.

Mas, o técnico deve ter suas razões. Ou será que pressionado pela opinião pública vai manter as três estrelas como titulares?

Bookmark and Share

Até as formiguinhas que moram na grama do Condá sabiam que a Chapecoense iria ganhar do Avaí

27 de julho de 2013 36

O que mais constrange os avaianos neste momento é a óbvia constação que já existia antes da partida: de que o Leão era zebra no Condá.

E o que leva ao desespero e à vergonha que impregna a nação azul é ver como na partida a condição de zebra se confirma ao natural.

Até as formiguinhas que andam na grama do Índio Condá sabiam que o time da Chapecoense era mais qualificado como conjunto que o Avaí.

O torcedor avaiano sabia que o Verdão do Oeste era melhor time no momento, os jogadores do Avaí sabiam, a comissão técnica sabia e até o presidente do Avaí sabia.

Individualmente, se isso valesse de alguma coisa, daria para dizer que o Avaí teria condições de rivalizar com o Verdão.

Mas futebol é preparação física, é comando, é diretoria, é um conjunto de fatores importantes que fazem a técnica funcionar.

Em todos estes quesitos a Chapecoense está anos-luz à frente. Sem contar o fator psicológico.

Enfim, vergonha e impotência no time da Ilha. Confiança e alegria na nação do Oeste.

Este o quadro que fica claríssimo nos 3 a 1.

Bookmark and Share

O maldito rodízio é um veneno que o Figueirense vai arriscar trocando Volpi por Neneca

26 de julho de 2013 14

Retirar Volpi do gol e colocar Neneca, sob o pretexto de dar oportunidade a todos é uma prática que no futebol eu sempre condenei. (confira a matéria do DC Esportes sobre o assunto)

Simplesmente não funciona.

Ainda mais quando está em jogo a posição de goleiro.

Primeiro, que Volpi está bem, dando conta do recado.

Segundo, que Neneca veio absolutamente contestado pela torcida.

Só é explicável tal modificação se houver algum outro interesse ou motivação em jogo.

A modificação tira a confiança de Volpi e coloca Neneca sob pressão.

Se Neneca for bem, voltará a dar lugar a Volpi? E se for mal? Bom, aí todos sabem a resposta, o Figueirense perdeu mais um goleiro.

Wilson, Ricardo… É uma posição que não tem vingado no Alvinegro. Não é hora de pensar o porquê?

Bookmark and Share

Figueirense honrou a camisa e caiu de cabeça erguida ao ser eliminado só nos pênaltis pelo Bota

25 de julho de 2013 51

Primeiramente, fica o registro de um grande parabéns aos torcedores do Figueriense, principalmente dos setores descobertos, que estiveram presentes no Scarpelli. Estes dão prova contundente de amor ao clube.

Chuva fina e fria, noite gélida, jogos em profusão pela televisão, jogo tarde da noite, enfim milhões de motivos para achar uma desculpa e não ir ao estádio.

Mas eles foram, sentaram nas cadeiras e fizeram o que mais gostam, torceram por seu alvinegro sem poréns, sem restrições, simplesmente por amar o clube.

Estes podem vaiar, xingar técnico, jogador, imprensa, aplaudir, perder a voz, estender faixa m fazer i que quiserem, pois são apaixonados de verdade.

Dito isso, vale outro forte elogio ao time do Figueira, na pessoa do técnico Adilson Batista. É um time que evolui taticamente e, mesmo com um grupo inferior tecnicamente, consegue equilibrar ações com times como Palmeiras e, agora, o Botafogo.

Nenhuma atuação brilhante, empolgante ou qualquer outro “ante”, mas honesta, com entrega, valorização dos atacantes e boa dinâmica de jogo.

Claro que no segundo tempo houve uma queda de rendimento, fruto de desgaste físico e melhora do adversário.

Mas o conjunto da obra foi o suficiente para levar aos pênaltis, inclusive com superioridade do Figueira nos minutos finais.

Nos pênaltis, Volí fez sua parte, mas Jeferson fez um pouco mais e ajudou o Bota a seguir adiante.

Bookmark and Share

A queda de Arturzinho revela um JEC precisando de maturidade gerencial

24 de julho de 2013 24

ATUALIZAÇÃO DO POST

Basta ler o que escrevi hoje cedinho, ainda amanhecendo, para ver o que penso sobre esta mudança de comando no JEC. No final aviso: deve acontecer hoje. E não precisa ser bem informado, nem vidente, para saber. Basta conhecer o futebol brasileiro.

Se Arturzinho ficou desgastado, a culpa é dele, sim, mas de um conjunto de fatores no qual, o principal, me parece de cunho gerencial. Planejamento por impulso, ações baseadas na emoção. Mas, quando se analisa assim, é comum o dirigente vir com a frase: “”Quem investe sou eu, então quem decide sou eu”.

Não deixaria de ser verdade, se não houvesse um componente “torcedor” envolvido. Este, sim, passional, mas não burro.

Enfim, agora é torcer para uma boa escolha de comando e que o próximo técnico tenha um mínimo de estabilidade, o que me parece o mesmo que acreditar em fadas.

POST ORIGINAL

Aí o Joinville perde para o Icasa, volta com um pontinho na bagagem de seis disputados fora, e o clima é quase de catástrofe. De forma impressionante, por causa de um empate com a então líder Chapecoense, em casa, o JEC já experimentou ira de torcida e um clima interno complexo.

Ok, vamos aos números. A campanha ainda é superior a 55%, o que e ritmo próximo a G-4. Tudo bem, deve deixar o G-4 agora, mas o tricolor do Norte faz campanha razoável. O problema é o futebol, mas este não é pujante nem no líder Palmeiras, que deve levar uma vaga com o pé nas costas como até o mais desinformado torcedor sabe.

Já vimos o Figueirense, que hoje tenta uma tarefa altamente ingrata na Copa do Brasil, em convulsão, mesmo frequentando o G-4. O Avaí, lá no Z-4, não teve um minuto de paz. Só a Chapecoense, ainda (e a coisa pode mudar com dois tropeços, por exemplo) ainda tem paz.

Então, chamo atenção para o fato de que a Série B é encardida, é lutada palmo a palmo, sofrida, aguerrida, chorada, brigada. É um campeonato de várias quedas e algumas alegrias. Sugiro, sempre, manter-se a comissão técnica, mesmo nos momentos mais dramáticos, como esta instabilidade do JEC.

Porque o mesmo torcedor irado e indignado de agora nem lembra depois e chamará Arturzinho de Rei no futuro.

Sei que o próximo jogo definirá a situação de Arturzinho, se empata ou perde para o Boa, vai cair. Isso se não acontecer antes, tipo agora pela manhã num impulso.

Mas seria e será lamentável.

Bookmark and Share

Jogo tipo Libertadores contra o Grêmio e o Criciúma coleta três pontos que valem seis

20 de julho de 2013 49

Frio, chuva e como disse o como disse o narrador do Sportv um jogo com cara de Libertadores. Assim foi o 2 a 1’ do Tigre sobre o Grêmio.

A nação tricolor catarinense cantando alto, não deixando a torcida adversária “falar mais alto”. Colocou pilha em seu grupo de jogadores, que correspondeu com doação.

Se percebemos ainda uma certa falta de conjunto, de aprimoramento tático, pelo menos, desta vez, vimos uma equipe copeira.

Claro que os dois jogadores a menos do Grêmio facilitaram as coisas e a dificuldade em encontrar o gol ainda é muito grande.

Mas a vitória foi altamente providencial para revigorar a confiança do grupo, retomar a união com a torcida, respirar um pouco na tabela e dar paz a Vadão, para que este encontre uma dinâmica melhor para o time.

Enfim, aqueles três pontos que todo o time almeja: diante de um adversário que não vai perder jogos por aí facilmente.

Gostei de ver o Criciúma insistindo pelas alas, principalmente com Marlon, mas Sueliton apareceu bem, a entrada de Daniel Carvalho (no visual parece ainda acima do peso) deu qualidade, Ivo que saiu no finalzinho teve boa participação, e WP9 deixou o seu.

Nofinal, Bruno salvou bola de Kléber.

Então, três pontos na conta e um final de semana alegre para a nação criciumense.

Bookmark and Share

Figueirense deixa bons sinais para o torcedor nesta derrota para o Palmeiras no Scarpelli

20 de julho de 2013 36

Em momentos de derrota, como foi este Figueirense 2 a 3 Palmeiras tem vezes que se puxa a conversa pelo copo meio vazio, para chamar a atenção, para tentar melhorar, para buscar um algo mais. Tem dias que o papo envereda pelo copo meio cheio e será o caso de hoje.

O jogão do Scarpelli não pode servir para procurar erros de forma aprofundada. Dentro das limitações do Figueira, é claro que a bola aérea segue chamando atenção e crucificando o trabalho atual. Mas se analisarmos com carinho, o Figueirense foi melhor taticamente que o o Verdão paulista. Aliás, o resultado foi injusto.

Vi um técnico Adilson Batista apresentando um time que na disposição em campo anulou o Verdão no primeiro tempo.

No segundo tempo inúmeros fatores determinaram a derrota, entre eles a qualidade do Palmeiras, sim, e fatores do jogo que podem passar por arbitragem, por deficiências do Alvinegro, por menos jogadores em campo, enfim…

O que fica é a postura do Figueira, que leva a crer que a torcida tem todos os motivos do mundo para acreditar contra o Botafogo. Ao contrário de outros jogos, em que neste mesmo espaço vi necessidade de criticar a postura alvinegra, agora vejo motivos de sobra para enaltecer o time.

Bookmark and Share

Camisa nova no Scarpelli e protestos na Ressacada

19 de julho de 2013 17

Camisa nova no Scarpelli, protestos na Ressacada

A famosa gangorra do futebol está mais nervosa do que nunca. Numa semana o JEC lota a Arena e tudo é festa, noutra  já vê torcedores tentando invadir vestiário.

O Figueirense vê muro pichado e presidente vaiado a bem pouco tempo e, no sábado, embalado pela estreia da terceira camisa provavelmente terá o torcedor ao seu lado.

Se vencer um Palmeiras metido a “já classificado”, é mais G-4 do que nunca e inicia período de lua-de-mel com a torcida.

Aliás, apesar dos altos e baixos, apesar das lesões, achou atacantes o que é chave para o sucesso.

Na Ressacada, torcida organizada tenta implantar o terror para exigir resultados, algo condenável e que os clubes brasileiros seguem reféns por não tentarem enfrentar com coragem o problema.

É uma situação que vai se agravar se o time emplacar mais um resultado ruim lá no Oeste. Tem uma semana para trabalhar e tentar achar soluções.

Parece que tudo bem, tudo verde, só na Chapecoense.

Bookmark and Share