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Chama a atenção a nova filosofia do Figueirense: parceria e carinho ao torcedor como prioridade

28 de novembro de 2013 8

O grande – e talvez maior acerto – do novo departamento de futebol do Figueirense é ter entendido a necessidade de reaproximação com seu torcedor.

Havia uma notória antipatia, uma aversão ao contato com o torcedor. Prefiro não falar em nomes, mas o conjunto do departamento de futebol do Figueirense não gostava do “cheiro de povo”.

E a torcida Alvinegra é povo, é movida a carinho e a gratidão. Ela dá em dobro com sua paixão o que recebe de seus representantes.

Quando viu um time que se entrega ao máximo, que se doa, mesmo tecnicamente não sendo o melhor, abraçou a causa. Rodrigo Pastana imprimiu seu estilo e Vinicius Eutrópio, com muita inteligência, primeiro mostrou aos seus atletas o que significava ter o torcedor ao seu lado.

Depois, Eutrópio manteve uma linha de contato. Veja nos treinos que o torcedor se aproxima dos atletas, é ouvido e é exaltado nas entrevistas.

A resposta esta aí: Bragança Paulista será invadida por mais de dois mil alvinegros. Fosse em Natal, Belém ou na Indonésia, a torcida lá estaria. Porque percebeu que voltou a ser importante.

Parabéns a quem comandou esta mudança no Figueirense.

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Comentários (8)

  • Sandro de Barreiros diz: 28 de novembro de 2013

    Castiel, penso que os grandes responsáveis pela mudança no Figueirense foi o seu Conselho Deliberativo, sua grande maioria não aprovava o trabalho do Sr. M. M. Teixeira, até que um dia o Sr. Wilfredo (grande presidente) atendeu aos apelos do Conselho e retirou o Sr. M. M. Teixeira do comando do Figueira. Deu no que deu, um Figueira alegre, que sorri, que brinca e por incrível que pareça, gosta do povo, que é sua torcida.

    Abraços!

  • TRICOLOR 3 ESTRELAS diz: 28 de novembro de 2013

    Não tem dado muito certo então né Castiel? No jogo do acesso tinha 6.900 pessoas contra o ASA, a média é de 5.000 pessoas, a menor da história de um time catarinense que pode subir.

    Conferi a capacidade do estádio (19.900) e o maior público foi 9.900 contra o ABC, tem algo errado, não?

    Que torcida é essa que só atinge metade da capacidade do estadio subindo?

    Tem coisa errada.

  • Maycon diz: 28 de novembro de 2013

    Sim, a gente vê pela espetacular média de 5.111 subindo sem lotar em nenhum jogo.

  • LORIZETE SOARES diz: 28 de novembro de 2013

    TRABALHO NA RUA, E HOJE ANDEI POR FLORIPA E SÃO JOSÉ, 23 CAMISAS DO FLAMENGO E 3 DO FIGUEIRENSE. SÓ UM DADO.

  • Júlio diz: 28 de novembro de 2013

    Caro Castiel,

    Quem é de Floripa sabe que nós tínhamos (e ainda temos) um fenômeno de torcer para os times fora, especialmente do Rio. Isso tem mudado, dado o crescimento dos dois clubes.
    Quando comecei a frequentar os estadios em Floripa, eu ainda não torcia efetivamente para nenhum dos dois. Eu era Palmeiras. E precisava me decidir por qual torcer. Sou mané, não dava para torcer por alguem de fora. POderia até ser simpatizante, mas só.
    E o time escolhido foi aquele que apesar de amargurar anos a fio sem um título, levava ao estádio uma massa de torcedores que fazia uma grande festa com charanga, corneta, papel picado e muita bandeira: O FIGUEIRA.
    Infelizmente, principalmente o excesso de profissionalismo, mas tb o estádio totalmente sem cobertura (não dá acústica e sensação de maior número) e grades que atrapalham a visão do torcedor, trouxe uma certa frieza.
    Dai, houve a inteligência: chegou alguém que viveu o que ora narro (Vinivius Eutrópio), que sabe a força dessa torcida, que em praticamente todos os campeonatos que disputa possui o maior público que o rival (nesse ano foi exceção) e a coisa começou a fluir.
    Não sei se vamos subir. Desejo profundamente que sim. E estarei em Bragança. Mas o que está acontecendo agora é algo promissor para o futuro do clube, para sua história e essencialmente para sua torcida – do povo.
    Não somos melhores, nem piores. Somos especialmente DIFERENTES. É a marca que ora se recupera.
    Quem é o time do Brasil que possui mais vitorias que o rival dentro de sua casa e fora de casa? Um feito para ser estudado.
    Minha mala está pronta! Coragem, determinação e humildade: marca indelével dos alvinegros – que espero não só retornem a série A, mas conquistem a simpatia de boa parcela da mídia, a fim de que seus feitos não continuem a ser ignorados e subjugados.
    Um abraço,
    Júlio

  • Marco Schroeder diz: 28 de novembro de 2013

    Realmente, a partir do momento que o Wilfredo assumiu de fato o clube e afastou seus homens de confiança, que não se mostraram dignos dessa confiança, houve uma retomada dos jogadores, treinador e dirigentes com a sua massa torcedora. Um amigo me relatou que levou seu filho para assistir um treino no CT do Cambirela e o menino queria um autógrafo do Branco e de alguns jogadores. Eles passaram reto, na maior “marra” e tiraram da sua frente esse menino e outros que estavam lá com o mesmo objetivo. O meu amigo foi diretamente à secretaria do clube e devolveu sua carteira de sócio e cancelou a contribuição mensal. Espero que este amigo retorne agora ao quadro associativo do Figueira.

  • Jack diz: 28 de novembro de 2013
  • MAURINO BASTOS diz: 28 de novembro de 2013

    Futebol é povão. O Alvinegro na sua maioria é povão. Estavamos exigindo tão somente o que ë nosso de direito. Quem não é povão, quem não entende disso, vá torcer para o tênis. Entenderam? Atenderam? Então cá estamos nós de volta incentivando nossos guerreiros. Com o sem acesso estamos juntos.

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