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Falha absurda de goleiro em Joinville x Figueirense? Imperdoável. A Chapecoense agradece

03 de fevereiro de 2016 7

Volta o blog após minhas férias que encerraram justamente hoje. E, para minha sorte, retorno à labuta justamente em dia de enfrentamento de Joinville e Figueirense. Um dos clássicos entre os cinco grandes de SC que construiu (ou reforçou) uma rivalidade bastante forte. Que ficou mais robusta diante dos episódios do ano passado, por demais conhecidos dos que leem este espaço e também por uma invencibilidade do Tricolor do Norte substancial diante do Alvinegro em seus domínios.

A tudo que envolve este encontro somou-se a necessidade de pontuar provocada pelo Verdão do Oeste (confira mais abaixo no blog minha visão sobre o papel da Chape). Acontece que empatar saiu do cardápio de ambos, JEC e Figueira, pois são times que postulam o título. E, como tal, não poderiam deixar a Chapecoense desgarrar ou pelo menos esboçar uma arrancada.

Num cenário de “importâncias mis!”, não é possível admitir sair perdendo, antes dos 15 minutos da primeira etapa, por causa de um erro infantil do goleiro Júnior Oliveira. Não se trata de queimar um atleta por um lance. Mas a falha foi gritante, um conjunto de erros que não se aceita de um goleiro que se pretende titular do atual campeão catarinense e de um time de Série A. Em pontos corridos, não dá para ficar dando chance numa posição vital como é o gol. Os pontos vão se esvaindo. Acredito que o atleta perde a posição e a fila anda. Jamais arriscaria mantê-lo.

Outra coisa, clássico é coisa para “gente grande” É nesses jogos que o sujeito tem que segurar a bronca.

Na outra ponta, Clayton. Segurança de que, se a bola chegar, ele resolve. Assim foi no golaço de empate, giro de quem sabe, tranquilidade de quem conhece. E na tentativa espetacular de marcar um gol de longa distância, salva por Agenor, este sim goleiro de alto nível.

E a expulsão de Popp ainda na primeira etapa? A mim não pareceu falta para cartão. Porém, observando as imagens da TV, se vê claramente, na sequência do lance, Popp ostensivamente reclamando com o bandeira e, antes, dando um encontrão desnecessário. Portanto, deu chance ao azar.

A mesma avaliação faço em relação ao Dudu e sua expulsão. Já tem amarelo? E vai solar? Também acho que não foi para amarelo, mas, também deu chance ao azar. Ainda mais sabendo que o árbitro estaria com a mão coçando para dar um cartão que acalmasse o ambiente.

Agora, vejam o prejuízo da falha do goleiro. O Figueirense teve bons momentos de ataque quando tinha um a mais e até quando voltou a igualdade no número de jogadores. Poderia ter vencido por 1 a 0, quebrado tabu, ganhado moral.

Quem agradece, é o JEC ao goleiro adversário e o Verdão do Oeste ao empate ruim para os dois, como explico melhor no raciocínio abaixo (veja a crônica da vitória da Chapecoense).

Olha a Chape nos pontos corridos!

Vi alguns lances da vitória da Chapecoense, fora de casa, sobre o Cambura. O gol foi jogadaça de Maranhão pela ala direita. Porém, houve um lance para lá de polêmico. O time da casa balançou as redes, mas Heber Roberto Lopes anulou. Impedimento não havia. Mas analisando friamente, dá para identificar que Heber acusou uma falta quando a bola foi alçada.

Fato é que, sem dúvida, em vitórias apertadas como essa, fora de casa, com jogador a menos, é que o Verdão ratifica seu favoritismo ao título, principalmente sendo pontos corridos. Veja o Tigre, foi a Brusque (como a Chapecoense, ficou com um a menos) mas deixou dois pontinhos por lá (confira a crônica do jogo). É nessa contabilidade que começa a fazer a diferença o campeonato, mesmo ainda muito no começo e com a Chape ainda sem enfrentar clássicos.

Aliás, o Avaí nesta quinta-feira e Criciúma x JEC, sábado, começam a dar uma coloração ao torneio. Ainda mais se a Chapecoense confirmar favoritismo diante do Guarani e emplacar uma largada 100%. (confira a tabela de classificação). E, imagine, se o Leão for um dos “sem ponto” na largada. Dá para supor a tensão da nação azul.

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Comentários (7)

  • Renato diz: 4 de fevereiro de 2016

    Castiel, não tenta contemporizar. A expulsão do jogador do Joinville foi pela reclamação (segundo amarelo). Os dois cartões do Dudu não foram merecidos. O segundo sequer foi falta (foi “jogo perigoso”). Foi um grande erro. Na verdade não foi erro. Foi intencional, dolo! Ele quis “corrigir” a expulsão do jogador do JEC, que ele esqueceu que havia dado o primeiro amarelo – se tivesse lembrado não teria dado o segundo, teria dado uma bronca apenas. Isso que ocorreu é grave e não pode ser deixado pra trás.

  • Walter R. Teixeira diz: 4 de fevereiro de 2016

    O que espanta é a falta de preparo psicológico de atletas que se dizem “profissionais”.
    Os Clubes têm responsabilidade nisto, seja incentivando rivalidades esdrúxulas, seja não tendo (imagino que não! Se tem, é hora de trocar) psicólogos para trabalharem com os jogadores nestes momentos.
    Treinador que fica gritando e pedindo raça… também é hora de desaparecer do futebol brasileiro.
    Queremos assistir futebol bem jogado; MMA é outro esporte.

    Nota do editor: O ponto que destacas é muito importante, concordo com você. Principalmente no quesito treinador: você não vai arrumar muita coisa no grito. Aliás, ótima ideia para um post. Abs

  • marcos diz: 4 de fevereiro de 2016

    Castija, discordo da contundência aplicada ao goleiro no lance do gol do JEC. Campo molhada, bola pesada, forte e cheia de veneno. Poderia acontecer com qualquer goleiro. O azar dele é que o rebote migrou para o lado aberto da trave.

    Nota do editor: Xará, pensei nesses argumentos, sim. Mas o fato de a bola ter voltado para dentro é por má colocação. O que eliminou, na minha análise, o atenuante. De qualquer forma, acredito que dá para repensar a situação sob a tua ótica. Abs

  • Mazinho Alvinegro diz: 4 de fevereiro de 2016

    O Castiel voltou possuído, babando ovo da Chape que pegou duas galinhas mortas e, ainda vai pegar uma terceira. Claro que quem fez essa tabela deve ser lá do oeste.

    Sobre aquele catreva do jeca que foi expulso, ele estava ensebando desde o início do jogo e a expulsão foi merecida.

    Quanto ao Dudu, ele nem toca no perna de pau do joinveja, mas o Celinho tava loco pra expulsar um do MAIOR pra fazer uma média com os sem-teto.

    Quanto a esse tabú que tanto orgulha a turma do ballet, isso não tem importância, pois quando é preciso ganhar, todos sabem o que acontece, basta conferir na história recente:

    2006 – 2014 – 2015, Joinveja TRI-VICE do FURACÃO, o + x CAMPEÃO.

    Sobre o Junior Oliveira, concordo que ele deu sopa pro azar. Foram 3 jogos e três falhas e aí, o Gatito Fernandez agradece penhoradamente.

    Parabéns para o Hudson Coutinho que está conseguindo concertar a máquina alvinegra em pleno movimento.

    Sds. Alvinegras.

  • Jager diz: 4 de fevereiro de 2016

    1 – Célio Amorim é um árbitro ridículo. É um absurdo o que esse cara levanta o amarelo. Lembro em um jogo nacional que os comentaristas da Globo e o narrador ironizavam ele por isso.
    2 – Clayton está botando a bola embaixo do braço e dando as cartas. Joga muito. Está mas maduro apesar de ser muito novo.
    3 – Se Carlos Alberto e o Gatito entrarem bem no time, pode entregar o boneco pro Figueira.
    Não têm time pra encarar o Alvinegro no campeonato.
    4 – O Jecaville é um time muito ruím. Figueira não goleou porque no futebol essas coisas acontecem.

  • BOCÓ DE FLORIPA diz: 4 de fevereiro de 2016

    O Clayton deveria ser expulso no lance do amarelo, chutou o adversário por trás, isso é agressão, e se é agressão é vermelho, só o pessoal da RBS não viu.

    Outra, esse tal de Cleiton não ganha uma quando tenta passar pelo marcador driblando, só passa no chutão pra frente e ganha na corrida, é mais atleta do que jogador.

  • Euclides diz: 4 de fevereiro de 2016

    Enquanto esses juízes forem as estrelas do jogos entre Joinville e Figueira, jamais ganharemos uma partida la na cidade do balé, tudo é feito sempre para que o Joinville ganhe ou no mínimo um empate, tudo de acordo com as conformidades delfinistas, ontem até o montinho zagueiro nos impediu que o Clayton fizesse o segundo gol, o mais bizarro que possa parecer ele foi reclamar com juiz que parecia estar contente com o resultado de empate, mas pelo andar da carruagem me parece que iremos chegar na frente nos dois turnos, fazendo poucos reparos ninguém irá segurar nosso time, com complô da federeca e tudo que vier a nos atrapalhar. Bom retorno já estava na hora e fazendo falta a nós leitores e opinadores.

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