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Posts de fevereiro 2016

Teremos "final" entre Chapecoense e Tigre. Figueirense é de dar dó

28 de fevereiro de 2016 17

Uma rodada protocolar, sem novidades. E quando falo em algo que já esperávamos, é literalmente. Vejamos:

- O Criciúma ganhou e fez saldo contra o Metropolitano. Normal, diante de um Tigre irregular mas que tem qualidade e só tende a crescer na competição. E um Metrô que dificilmente vai decolar, não vai entregar o que prometeu.

- A Chapecoense (com um a menos, até dois quando Rafael Lima machucou) segurou o JEC. Previsível, com um Tricolor do Norte que vai demorar a decolar, se acontecer com o cauteloso Hemerson Maria, e um Verdão que joga com o regulamento na mão.

- O Avaí, de virada, sofrido, venceu o Guarani. Sem novidade, já que é mais time e está motivado com a vitória no clássico e o Guarani, esforçado, não estava preparado para a elite.

- O Inter é o melhor time que não está entre os grandes. Ou o terceiro melhor do torneio. Também não surpreende. Lages voltou forte para o cenário catarinense.

- E o Figueirense patinou no Scarpelli contra o Lanterna. Poderia até dizer que é algo surpreendente. Mas não é. Até que haja uma mudança de fotografia na escalação, o time lutará contra o rebaixamento. Inacreditável, mas real.

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Avaí x Figueirense não é para qualquer um: é para gente com estrela como William

26 de fevereiro de 2016 13

torcida

Ele sabe o caminho para fazer gols em clássicos. Já demonstrara isso em outras oportunidades. William é uma estrela perdida entre dezenas de outros jogadores. Só ele poderia fazer história neste clássico. E fez.

Aliás, William garantiu uma vitória que foi justa, deu vantagem ao time que mereceu mais a vitória. O Avaí ganha moral no campeonato, pontos importantes, e o Figueira mais preocupação com um momento que o mantém na constrangedora luta contra o rebaixamento

Tivemos um primeiro tempo típico de clássico, com muita marcação, aplicação tática, pouca técnica e muita vontade.

Num clássico que parecia que seria sem gols, sempre sobra para os lances polêmicos. E, nestes, há o que comentar.

Aos 13 o Figueira pediu pênalti em Jeferson. Na hora, não pude firmar opinião, observando o replay, se percebe que o zagueiro foi na bola. Na minha opinião, não foi penalidade.

Aos 25, os avaianos pediram pênalti em William. Na hora já fiquei com a sensação de falta. E, revendo o lance na internet,  dá para ver que houve a falta de Bruno Alves em William. Na minha opinião, pênalti.

Até houve outra reclamação do William no primeiro tempo, mas esta eu não considero. Jogou o corpo para cima do zagueiro para cavar pênalti.

No cômputo geral da primeira etapa, mesmo diante de um certo equilíbrio como relatado acima (no primeiro quarto de jogo principalmente), vi um pouco mais de vontade do Avaí, com o Alvinegro especulando contra-ataques.

O Avaí chegou a envolvendo o adversário em alguns momentos e demonstrou mais gana de vencer. Ressaltando, contudo, que, nos minutos finais o Figueira deu um gás e terminou com melhor postura (e teve sua grande chance, com Dudu acertando a trave).

Na segunda etapa, jogo começou quente, com dois cartões  amarelos aplicados rapidamente e jogadas mais ríspidas. E ainda com o Avaí tendo mais volume de jogo (com o Figueira aguardando um erro para agir). E William perdeu ótima oportunidade de abrir o placar.

Aos poucos o Figueira encaixou melhor suas linhas e equilibrou as ações, obrigando o Avaí a recuar pela primeira vez na partida. E assim foi a partir dos 10 minutos.

E, como na segunda etapa, outra polêmica. A bola bateu no braço de Marquinhos. Nessa eu não me meto, porque não se sabe mais qual o critério para dar bola na mão ou mão na bola.

O Avaí retomou o controle da partida aos poucos e teve coroado seu melhor momento no jogo e também no campeonato com o gol dele. William batalhou, lutou, assumiu responsabilidades e foi premiado com o gol da vitória.

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Clayton é passado, qualificação do grupo do Figueirense para o Catarinense é a cobrança agora

23 de fevereiro de 2016 19
Clayton

 Clayton (E) fora do clássico. Foto: C. Estrela

Eu prefiro comentar sobre fatos, não sobre suposições.

É fato que, após longa negociação (alguns diriam leilão) chegou-se à negociação de Clayton (confira a matéria no DC).

É fato também que Clayton era o melhor jogador do Figueira e talvez o melhor de SC (ou vocês acham que um acerto de cinco temporadas é para qualquer um?)

É fato, igualmente, que o Figueirense, que já era carente no gol e na articulação de meio, agora está carente no ataque (quem funcionou no ataque até agora se não Clayton?)

Então, com base nos fatos, acima, não suposições, o que mais preocupa agora, como analista, do ponto de vista esportivo, de rendimento, é o próximo passo da diretoria do Figueirense. No Debate Diário se falou na vinda do He Man. Tem tudo para ser aquelas jogadas boas só no papel.

Porque o Rafael Moura vem de sérios problemas físicos e já manifestou (em sua soberba, que o fará rever conceitos muito em breve) de que não gostaria de jogar no Figueira. Mas, vá lá… supondo que o atleta escute conselhos de empresários e venha afim e entre em forma, aí vem a questão do salário.

Mesmo com parte paga pelo clube mineiro, os demais do grupo ficarão de olho no desequilíbrio da balança. Se o cara vier e resolver, tudo bem, mas se vier, ganhar bem e acima dos demais, e não produzir, mina o grupo inteiro. Então, bota arriscado nisso.

Falei do ponto de vista desportivo. Agora vamos ver o pós-Clayton do ponto de vista patrimonial. Neste quesito, eu não me meto, pois não tenho acesso aos dados, às fraçôes, o quanto coube a cada um. Até porque cada parte divulga um valor, que mais lhe convém.

Então, ficará a cargo do Conselho Deliberativo, o único que pode ter acesso aos dados para saber se o retorno ao clube (seja em dinheiro, seja em reforços) será proporcional.

Como disse, precisamos de fatos e não suposições. E para trabalhar com fatos e, depois, opinar, vamos aguardar os reforços, se vierem. Dando resposta esportiva, tudo se acalma. E o que e resposta esportiva? No caso do Figueirense, nada menos do que lutar pelo título. E jamais passar o constrangimento do tipo que passou em Chapecó, onde parecia um time da terceira divisão, acuado e com medo, diante da Chapecoense.

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Avaí x Figueira: um clássico decisivo para a dupla da Capital, que pode salvar, mas também iludir

22 de fevereiro de 2016 6
Cabral, Eutrópio

Cabral e Eutrópio: quem usará o clássico com sabedoria?

É sempre impossível determinar favoritismo em clássico. A história (incluindo momentos recentes) nos mostra que grandes favoritos desandaram a maionese em clássico.

A regra é o equilíbrio, um jogo feio e pegado, disputado palmo a palmo e sui generis, sem rótulos e desafiador de análises lógicas.

E, no atual momento de Avaí e Figueirense, novamente não sabemos o que esperar do clássico. O cenário atual indica equilíbrio, regado a desespero, pressão sobre os grupos de jogadores e inquietação dos atletas.

E o resultado destes temperos e ingredientes é sempre surpreendente. Poderemos ter um jogo aberto e “maluco”, ou fechadão e pegado. Seja qual for a configuração, a FCF precisa caprichar na escolha do árbitro. Tem que ser o melhor tecnicamente, o mais experiente, o mais respeitado pelos atletas e o que está em melhor fase. Nem mais, nem menos que isso.

Se houver empate, choram os dois. O Figueira se encalacra mais ainda na parte de baixo. O Avaí perde a chance de usar a Ressacada contra sua irregularidade de atuações.

E se houver três pontos para alguma das partes? Aí mora o perigo. Saber tirar proveito de uma vitória em clássico é uma arte difícil.

Pode representar uma arrancada em termos de confiança, pode arrumar time, arrumar clima interno, como pode iludir (confira a tabela). Se uma vitória no clássico vier oxigenar, dar fôlego, confiança, sem afastar o clube de sua realidade atual, Raul Cabral ou Eutrópio terão moeda valorizadíssima em mãos.

Se a ilusão for a herança, mais adiante a dívida vem cobrada sem perdão.

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Positivo: Chapecoense e Internacional. Negativo: Avaí e a imensa vergonha que passa o Figueirense

21 de fevereiro de 2016 11
Inter Lages

Inter, de Lages. Foto: Rodrigo Philipps

Primeiro, quero me desculpar com internautas e blogueiros. Estou postando somente agora porque um incêndio em gráfica perto de minha casa tirou a Internet e a NET até poucos minutos atrás. Com o que não pude ver o clássico da Chapecoense com o Figueirense (só ouvi pelo celular na CBN/Diário).

O que aconteceu nesta rodada é marcante. Primeiro, porque mostra inegavelmente que a Chapecoense está em FM, os demais em AM. São sintonias diferentes. Um time é Série A, os demais Série Qualquer Coisa.

E vejam que o Figueirense, incrivelmente, está brigando contra o rebaixamento (clique aqui e veja a tabela). Apenas colhe o que plantou nas desastradas semanas dede que começou o Catarinense. Uma vergonha ver o Alvinegro nessa situação. Como disse, não vi o jogo, mas ouvi a CBN e, ali, nos comentários, ficou claro que o Figueirense foi um time inferior, tentando algo diante de uma equipe superior. Inadmissível, vergonhoso, absurdo e quantos mais adjetivos forem possíveis.

E o Inter? Espetáculo. O time de Lages tem condições, pela tabela, de sonhar com o título, embora a Chapecoense e o Criciúma, pela matemática, estejam mais próximos. Mas o colorado lageano joga em casa a próxima e pega o Avaí fora. Tem chance, sim. Leão, aliás, que com altos e baixos, aparenta passar mais um campeonato abaixo do que sua história exigiria.

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É o que temos para Avaí e Brusque no cenário de Palhoça: jogo divertido, resultado ruim para os dois

20 de fevereiro de 2016 2
Avaí x Guarani

Avaí 3 x 3 Guarani. Foto: Charles Guerra

Não tem como um jogo disputado em Palhoça, num gramado encharcado, ser avaliado do ponto de vista técnico. Tivemos algo apropriado ao futebol mais parecido com o disputado no Futebol Amador, só que numa versão divertida, com seis gols e, claro, a qualidade de profissionais emprestando momentos de brilho individuais, notadamente de William do Avaí e de alguns experientes e rodados atletas do Brusque.

Nestas condições, com todo respeito ao time do Vale do Itajaí, o Brusque sabe se comportar melhor. Está acostumado com seu Augusto Bauer, com o jogo pegado, coma proposta de jogo encardido.

Não que o Avaí não saiba jogar na raça. Pelo contrário, é uma das características do Leão. A garra é marca registrada do time da Ilha. Mas, na Ressacada, é possível aliar raça com técnica. E aí sim surge uma combinação mais favorável ao time que está na Série B e costuma frequentar a elite.

Claro que falo em tese, até porque o momento do Avaí é de mescla entre experientes como William e jovens promessas como Lucas Fernandes e Caio César. Com garotos assim, o time vai oscilar, é natural. Ainda mais quando do outro lado está o casca grossa, experiente e capacitado Ovelha.

Seis gols, um jogo agitado, digamos assim, para quem assistiu. Mas sem graça para as duas equipes envolvidas na análise da tabela (clique aqui e confira a classificação). O Brusque já era no turno e acumula pontos preocupantes para o contexto do campeonato. É muito empate, o que em pontos corridos nunca é bom.

E o Avaí também fica bem longe da luta pelo título na primeira fase. Mas, pelo menos, vê um turno bem menos conturbado do que se projetava. E pode, sim, sonhar com uma segunda etapa de competição mais entrosada, com garotos mais confiantes e, claro, em seu estádio. Aliás, o clássico na Ressacada é um baita aperitivo para ver se, verdadeiramente em casa, o Avaí pode sonhar com voos maiores.

Hoje ainda joga o JEC, na estreia do Hemerson Maria, voltaremos neste post para comentar o jogo ou até, dependendo do que rolar, em post novo.

Hello, 12 gols em dois jogos?

Gente, não assisti a Cambura 3 x 3 JEC. Mas outro 3 a 3, no mesmo sábado, na mesma rodada, na sequência? O que houve, como foi?, qual o perfil do jogo?

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Vinícius Eutrópio, um bom começo rumo à tentativa de recuperação do Figueirense

20 de fevereiro de 2016 10
Vinícius Eutrópio

Vinícius Eutrópio, foto André Podiacki

A volta de Vinícius Eutrópio ao comando demorou. Quando Hudson foi rebaixado a auxiliar-técnico, Eutrópio surgiu como que por encanto (clique aqui e relembre post que fiz em cima da pinta!). No post que me refiro,, vou jogar um pouco de confete em mim mesmo, dei a barbada, coincidiu a saída da PP, o cenário estava armado.

Mas o Figueira não tinha a convicção. Demorou, repito. Fez lambança grande, colocou interino do interino, inaugurou as férias compulsórias e, no meio deste rolo, minou o resto de confiança do grupo de jogadores e jogou o turno fora.

Mas, em que pese tudo isso, Eutrópio chegou. Não é mágico. é um ótimo técnico, que conta com a confiança e apoio da torcida. Mas, reforço, não é milagreiro. Certamente vai identificar o gap no meio-campo e precisará ser atendido na resolução deste problema. Há outras posições, mas o setor de meio é mais urgente. Gol, o ataque (sem Clayton), enfim.

Um bom começo para recuperação. Mas, apenas o começo…

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O maior favoritismo da história da Chapecoense em relação ao Figueirense

19 de fevereiro de 2016 15
Chapecoense x Figueirense

Se ficar, o Índio pega, se correr, o Índio flecha. Foto: Sirli Freitas, especial

Senhores, o que vemos é sui generis. Teremos no próximo domingo algo impensável no início da temporada. O que o futebol apronta, nâo? Falo do maior favoritismo da história da Chapecoense diante do Figueirense. Algo impensável há pouco tempo, repito.

Quando começou a competição, todos concordavam: Chapecoense e Figueirense eram favoritos. Seis rodadas depois, o que temos?

Convenhamos, o normal seria Verdão x Alvinegro decidir ou encaminhar o time que lutaria pelo título. Afinal, começaram a competição como favoritos.

No entanto, o duelo do Condá desafiou a lógica: a Chape, como previsto, chega forte e firme lutando pela ponta e por vaga na final; o Figueira, não. Este, visita o Índio Forte e vitaminado numa situação de caos interno, com crise dentro e fora de campo.

No gramado, o Figueirense não encontrou um futebol convincente. Sem um meia armador de qualidade, engatou uma campanha pífia, indigna em relação às expectativas.

Como consequência, estourou no então técnico Hudson Coutinho. O treinador foi rebaixado a interino dele mesmo e, depois, para completar o caminho constrangedor, foi colocado em férias compulsórias. Em meio a tudo, o único craque do time está indo embora, negociado.

O outro lado agradece: com um grupo sólido, inteligentemente montado, agindo de forma coerente no mercado, entra sem dramas para a partida.

Fosse no basquete, no futebol americano, no baseball, no vôlei, tal diferença entre os times seria intrasponível. No futebol, não.

Então, o que temos é um indício de que a Chapecoense deve encaminhar uma vitória. Repito e reforço: favoritismo é uma coisa, resultado de campo é outra. Com o mesmo status, o Verdão não venceu o Guarani, no único tropeço até agora (veja a classificação).

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Deu a lógica dos colorados: o Inter de Porto Alegre ganhou fácil do Avaí, e o de Lages aproveitou o caos do Figueirense

17 de fevereiro de 2016 13

O Internacional de Porto Alegre veio cheio de vontade turbinado por Argel e fez o esperado. Detonou com facilidade um Avaí que teve um goleiro inexperiente e entregou a rapadura para facilitar a vitória.

Mas vou me deter um pouco mais sobre o jogo do Figueirense. No Scarpelli a encrenca é bem mais complicada. A derrota para o colorado lageano é mais uma parte da draga que passa o Alvinegro.

Um time, como disse no post do último jogo, sem alma. Sem direção. Perdido, com a torcida perplexa e com o turno arruinado após a segunda derrota seguida em casa.

Segundo o colega Rodrigo Faraco, estaria encaminhada a vinda de Lisca. Sim, o Lisca Doido. O técnico gaúcho que é muito folclórico. Treinador que não é de trabalhos duradouros, estilo para salvar times mesmo.

Enfim, particularmente acho uma escolha complicada, não iria por esta linha, mas pelo menos pode representar uma injeção de ânimo no time que era para lutar pelo tricampeonato mas vê a Chapecoense dar as cartas.

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A queda de Hudson Coutinho no Figueirense é culpa dos ETs. Eutrópio, Teté Quiroz ou outro nome?

16 de fevereiro de 2016 30

Quem viu minha análise publicada abaixo (clique aqui), postada ontem, às 15h, já sabia que Hudson Coutinho deixaria o cargo de técnico do Figueirense (veja aqui a matéria do DC).

Aliás, quem ouviu a informação de Renato Semensati na CBN/Diário, às 13h de ontem (segunda-feira), de que Hemerson Maria teria sido contatado antes mesmo de Hudson sair, já sabia da saída do técnico.

Mais: Hudson sabia que deixaria o cargo e deu todos os indícios nas redes sociais.

As redes sociais sabiam da saída de Hudson Coutinho. O Meu Figueira divulgou no Twitter às 16h de ontem a confirmação da queda.

A entrevista que deu, após a derrota para o Tigre, conformada, pessimista e realista, matou o técnico. Depois daquela entrevista, até as formiguinhas que moram nas arquibancadas do Scarpelli sabiam que o treinador sairia.

Ele é o culpado pela situação? Sim e não. Sim porque compactuou com uma situação que, se tivesse mais experiência, teria evitado. Não, porque o grupo à disposição não está “redondinho”.

De quem é a culpa por mais um técnico retirado do cargo de forma não-convencional? Dos ETs, claro… Nessa hora, é capaz da culpa ser da imprensa, da bola, do mordomo, enfim, da astrologia, do clima… Entendem?

Quando falo não-convencional, é em situações como expus: fritado, pulverizado, caiu para todos, menos oficialmente até ser insustentável a situação. O que é constrangedor.

Quem virá? Bom, tem o Eutrópio livrinho. Já li em redes sociais o nome do argentino Teté Quiroz, do Aldosivi, de Mar del Plata. Mas não tenho informação, então melhor não especular. Aguardemos para ver quem vai encarar um Figueira com imenso potencial, mas que sofre um mal crônico com falta de meio-campo e de um goleiro confiável.

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