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Posts de março 2016

Entre "Messilas" ou "Silascou" fico com a única escolha de momento do Avaí que pode encaixar

31 de março de 2016 8

Silas tocou nestes dois termos em sua entrevista coletiva oficial. Confira no ao vivo do DC Esportes (clique aqui, fica salvo por 24 horas), ou confira a matéria do Podi clicando aqui.

O “Silascou” vem de 2008, muito usado pela torcida Alvinegra para “inticar”. O Messilas era usado pela torcida avaiana e voltou forte em título do Globo Esporte SC.

Tirando os extremos, os estereótipos, que o próprio treinador mencionou e rejeitou, vi na coletiva muita serenidade e um entendimento do treinador que tem um tremendo desafio em mãos.

Acredito que haverá uma melhora imediata sim, mas não um salto de qualidade absurdo, não tem como fazer isso agora.

Mas a escolha de Silas é acertada, se configurou como a solução à mão mais cheia de solidez.

Agora é ver, dentro de campo, como a coisa vai se refletir. E, ali, no tapete verde, é onde a verdade nua e crua aparece.

 

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Silas é a primeira contratação de Marquinhos como "diretor de futebol" do Avaí

30 de março de 2016 31

silasmarquinhos

Em determinados momentos a forma como as coisas acontecem no Avaí me deixam intrigado. O clube partia para seu jeito tradicional de procurar técnicos: especular vários profissionais, jogar nomes no ar para ver a aceitação da torcida, ou seja tentar não errar (o que é louvável), mas num momento em que agilidade é tudo. São seis derrotas seguidas, um Estadual ameaçado e uma Série B se aproximando.

Aí vem Marquinhos, que está em recuperação, vai demorar dois meses para voltar, e dá uma coletiva! Por quê? E que declarações fortes. Foram declarações não de um jogador experiente, mas de alguém que agiu como diretor de futebol.

Marquinhos falou sobre reforços urgentes e acabou com o blablablá: “Silas é um bom nome”, bradou. E ainda disse: alguns nomes citados aí são “piada”.

Pronto, no outro dia (no caso nesta quarta-feira) Silas era anunciado.

Então, eis a primeira contratação de Marquinhos como diretor de futebol virtual do Avaí. Seguirá jogando na Série B. Mas, se precisar, segura a bronca nos bastidores também!

 

ATUALIZAÇÃO DO POST (15h15min)

Recebi manifestação do presidente do Avaí, Nilton Macedo Machado, a qual reproduzo aqui, a respeito do post.

“Caro Castiel. Sua coluna com o título de “Silas é a 1ª contratação de Marquinhos como ‘diretor de futebol’ do Avaí” é injusta com todo nosso trabalho cauteloso na escolha do novo técnico do Avaí. Ouvimos cinco técnicos e Silas, que já havia sido indicado na semana passada, adequando-se a nossa realidade financeira, perfil técnico e aceitação pela torcida, estava sendo examinado. Entendemos que no momento é a pessoa que preenche todos os requisitos. Vamos aguardar o trabalho dele”

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Olé, gol no Fantástico, recorde de Rangel: pacote completo da Chapecoense para humilhar o Avaí

20 de março de 2016 26
Chapecoense x Avaí
Power Rangel. Foto: Sirli Freitas, especial

Tivemos um clássico desigual, que expôs qualidades da Chapecoense e limitações do Avaí em jogo deste domingo, na Arena Condá, pelo Campeonato Catarinense.

Avaí correu atrás da bola e ouviu torcedor do Oeste, várias vezes, gritar Olé (veja a crônica do jogo). Rangel marcou três, virou o maior goleador da história do Verdão. Quer mais? Tinha, foi só mudar o centroavante e o Hyoran também guardou o seu, para ficar mais feito para o time azul.

Um do Camboriú, dois do Criciúma, em casa, quatro do Metrô, três do Coritiba, quatro do Verdão… Gente, virou salão de festa de qualquer um? E um gol marcado? Um mísero golzinho… Pode ser pior?

Tá, eu sei que, em algum comentário abaixo no post, vai aparecer um daqueles torcedores raivosos, que têm em todo o lugar por este país (assim como na política). E vai dizer que o Avaí foi roubado. Que teve dois gols em impedimento, etc.

Me recuso a entrar nesta seara. Porque avaliar erros da arbitragem só é relevante quando temos um jogo parelho. O que tivemos em Chapecó foi um passeio de domingo, um time de elite contra uma equipe com história, mas que estava acuado, amedrontado, prostrado, dominado.

Como venho dizendo, a Chapecoense está na sintonia FM, o Avaí, assim como os demais, em AM.

O tempo todo, desde o apito inicial, percebia-se que, mais cedo ou mais tarde, a Chapecoense venceria.

O problema é que, quando esta análise diz respeito à Chapecoense x Camboriú, só para usar um exemplo da rodada passada, é uma coisa.

Mas quando diz respeito à imensa superioridade sobre um Avaí, aí é dramático para o torcedor azurra.

Qualquer torcedor de time que tem camisa sofre muito quando vê sua agremiação tão inferior técnica, tática e fisicamente.

O sentimento de impotência é grande. Quando você vê, em determinado momento da partida, uma posse de bola de 80% para um time, algo de muito errado tem de um lado e de muito certo tem do outro.

Raul Cabral? Bom, cinco derrotas consecutivas (incluindo a Sul-Minas) é o suficiente para derrubar qualquer técnico.

Mas resolveria? Quem seria o substituto? Aliás, sobre isso, reza a lenda que Silas está por Florianópolis

A torcida do Avaí vive no returno uma realidade que imaginou poderia sofrer no turno e não ocorreu.

E a galera da Chape revive, com alegria e alma lavada, os bons momentos do turno. Aliás, até em situação mais confortável (veja a classificação).

He-Man marca e Figueira ganha nova cara

Como o Cambura tinha vencido, o Figueira precisava dos três pontos para não dormir na zona de rebaixamento. Mas o time acertou a pontaria, fez 3 a 0 no Guarani, e o Rafael Moura guardou o dele.

Falta muito ainda para uma melhora confiável e concreta. Mas, aos poucos, a turma nova entra no time. Há muito trabalho para Eutrópio, porém o time tende a ganhar corpo, visando à Série A. Antes, contudo, é preciso afastar a ameaça de rebaixamento, o que ainda incomoda.

Olhando por outro lado, se der uma boa arrancada, pode sonhar com o returno, embora seja missão muito difícil.

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Lanterna azul expõe feridas do Avaí. Farol verde mostra força do Verdão. Destaques também para JEC e Figueirense

18 de março de 2016 22

Fiz questão de fazer um post após a rodada e não especificamente de um jogo. Primeiramente, porque eu precisava saber o que faria a Chapecoense. E esta mostrou que este campeonato tem sérias chances de terminar sem uma final. Parabéns também a Rangel, agora o maior goleador da história do Verdão, com Índio.

Por outro lado, a entrada do JEC no cenário é um tempero muito legal para o returno. Na pegada do Maria, o Tigre tomou o primeiro nocaute em clássicos. Não é pouco. Cem porcentão do Tricolor do Norte.

Na cola, Metrô, Tigre e Brusque. Destes, só vejo o Criciúma em condições de manter a pegada. Mas o campeonato é parelho, tirar da briga seria faltar com consideração ao Bruscão e o Verdão de Blumenau.

Dos que tem 3, olho vivo e faro fino para com o Figueira. Ganhou fora do Inter, deixou o colorado zerado, e pode aos trancos e barrancos tentar chegar. Seis pontos de distância dos ponteiros é muita coisa. Mas…

Deixei por último o Avaí. A bordoada, o porre, a trombada da rodada. Simplesmente faltam palavras para dizer o que significou esta derrota do Avaí. Vindo de uma goleada, perder em casa, para o Cambura, foi a pá de cal no campeonato azul. O Avaí desafinou no returno, contrastando com a orquestra afinada da Chapecoense. É muuuuita diferença.

 

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Chapecoense a melhor do Brasil em estaduais; Figueira o pior. Qual o recado deste status

15 de março de 2016 10

O Diário Catarinense publica hoje estatística que deixa o povo do Oeste orgulhoso e a galera alvinegra da Capital preocupada (clique aqui e confira a matéria).

Há forte controvérsia sobre usar os regionais como parâmetro para definir os rumos de uma equipe no campeonato nacional. Opiniões contrárias e favoráveis.

Este blogueiro valoriza muito o que acontece no Estadual como termômetro para as séries A, B, C e D.

Obviamente, se a análise não for puramente fisiológica, tipo “foi bem, está pronto”, “foi mal, está acabado”.

Se uma equipe vai muito bem, como a Chapecoense, o melhor desempenho do Brasil num Estadual, entre os times da elite, há um recado. Qual? Uma base está pronta. E a esta base, é muito mais fácil agregar valores pontuais. Quem chegar, o fará numa equipe entrosada e vencedora.

Se uma equipe vai muito mal, como o Figueirense, o pior desempenho do Brasil, entre os times da elite, num Estadual, também há um recado. Qual? Desequilíbrio, no mímino, no grupo de jogadores. Há duas linhas de raciocínio: tem material humano, aí o problema é de comando; ou não há material humano, aí é necessário contratar.

No caso alvinegro saberemos em breve. Se os jogadores que chegaram fizerem o time crescer no Campeonato Catarinense, problema parcialmente resolvido. Se não, a encrenca será enorme.

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Rodada forma o Clube dos 100% no returno e arrisco dizer que deste grupo sai o campeão catarinense

13 de março de 2016 6

Está formado o Clube dos 100% no returno. Terminada a segunda rodada, Chapecoense, Criciúma, Joinville e Metropolitano têm seis pontos (confira a tabela completa).

O Verdão do Oeste, invicto até aqui, é favorito disparado ao título. A Chapecoense, repito o que já escrevi em outro post, está operando em FM, enquanto os demais estão em AM. É superior, é mais qualificada, tem mais farinha no saco, só perde o Catarinense se quiser.

O outro membro do Clube dos 100% é o Tigre. Não só no returno, como no Heriberto Hülse desde que Cavalo chegou. Aliás, para mim, disparado, Roberto Cavalo é o melhor técnico do Campeonato Catarinense. Corre por fora o Tigrão na luta pelo título.

E, com a chegada de Hemerson Maria, consigo enxergar um JEC competitivo o suficiente para mirar uma final. Maria é assim: ganha de meio a zero, mas consegue seus objetivos. Muita gente não gosta. Mas têm que engolir a efetividade deste treinador.

Outro que arrancou bem é o Metrô, mas prefiro esperar mais um pouco para ver se o time embala mesmo.

E é isso: destes três deve sair o campeão catarinense.

Porque o Avaí vai oscilar muito e não acredito que atropele como fez no turno.

Porque o Figueirense está arrasado psicologicamente. E já está seis pontos distantes de três times com a mesma grandeza.

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Figueirense a vergonhosos 20 pontos de distância da Chapecoense. JEC de volta à luta

13 de março de 2016 21
Figueireense x Joinville

Foto: Ricardo Wolffenbuttel

A rodada de sábado, com dois jogos, foi muito importante para mirarmos algumas situações envolvendo três grandes no Campeonato Catarinense. Enquanto a Chapecoense confirmou que vem para tentar a conquista do returno (goleou tranquilamente o Camboriú, por 4 a 0), após o clássico do Scarpelli o JEC entrou na briga do turno e o Figueira seguiu o drama da primeira fase (confira a crônica).

O Verdão cravou 100% e colocou pressão também em Criciúma e Avaí. Claro, em Metrô e Brusque, que largaram com vitória no returno.

O jogo da Arena Condá foi em marcha lenta no primeiro tempo, o time da casa cadenciou muito o jogo debaixo de um sol que incomodou bastante.

Mas a superioridade sobre o Cambura era absurda. Assim que entrou sangue novo, venceu com a facilidade de quem tira bala de criança. E mostra novamente que tem banco de sobra. Poupou Maranhão, assim q este entrou com Hyoran (que mostrou condições de brigar por vaga como titular) os gols apareceram de balaio.

No jogo do Scarpelli (veja como foi), um primeiro gol muito polêmico. Mesmo olhando várias vezes o replay, não dá para precisar se a bola bateu no Dodô, além do Naldo, o que anularia o impedimento. Naquele momento da partida, as ações eram parelhas. O que deixou o Figueira indignado foi o fato de o bandeira ter dado impedimento, mas o árbitro Meira Ricci chamou a decisão para si e optou pelo gol.

Depois, o Figueira ficou desestabilizado e o JEC passou a controlar a posse de bola até chegar ao segundo gol. O Figueira ainda descontou.

O jogo ficou mais falado do que disputado na bola. O Figueirense está com nove, a Chape com 29. Pode? 20 pontos de difença entre times de Série A. Inacreditável e vergonhoso.

E o JEC de Maria volta à briga.

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A vitória do JEC vale seis pontos, derrota do Figueirense vale seis negativos e Chape rumo ao título

06 de março de 2016 10

Vamos falar de resultados. Algo que os analistas esportivos fogem a todo o custo.

Mas a rodada inicial do segundo turno do Catarinense impõe que se fale de resultados.

No sábado, a vitória do Criciúma significa que o Tigre se habilitou a ser novamente o calcanhar de Aquiles da Chapecoense.

E a vitória do JEC sobre o Guarani vale seis pontos. Hemerson Maria gosta do aperto; se compraz com a dificuldade; ganha estímulo com o drama. Assim, ele vai conduzir o JEC, como já o fez, a patamares elevados.

A vitória do Metrô é um cartão de visitas atrasado. “Estou no páreo”, avisa com delay o Verdão de Blumenau.

Os três pontos da Chape fora de casa são protocolares. O melhor do turno, o melhor grupo, o time mais estruturado, a equipe mais consciente, vai lutar pelo returno. O risco de não termos final? Enorme!

Deixei por último a vitória do Brusque. Que o Figueirense do “se” tem potencial, é inegável. Agora o Figueira real, vai lutar contra o rebaixamento. Uma situação, é o “se”; a outra, é a realidade. Seis pontos negativos na largada do turno.

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Em duelo de gêmeos, Criciúma de Cavalo bate Avaí na Ressacada e dá mais um nó em clássico

05 de março de 2016 1

É impressionante este desempenho do Tigre diante dos grandes de SC. Tirando o jogo com a Chapecoense (ressalte-se que atuou com um a menos desde os 15 do primeiro tempo), o Criciúma tem 100% de rendimento.

Méritos para Roberto Cavalo. O melhor técnico do turno, dá a largada como melhor do returno. Distribui muito bem seu time e estuda os adversários. Transforma as limitações de sua equipe em soluções e lê o oponente com muita perspicácia.

Considero a fórmula de Avaí e Criciúma “gêmea”. Ambos mesclam jovens revelações com experiência. De um lado William e Jardel com a meninada azul; de outro, Saci e Giaretta e os guris tricolores. A diferença foi na proposta de jogo, mais afinada por parte do time do Sul.

Os experientes de Cavalo deram retorno, os mais rodados de Raul Cabral não foram efetivos (confira a crônica do jogo).

A sacada de Saci para cobrir a deficiência de seu time sem Jheimy e o Lopes foi inteligente. Distribuiu soluções para o Tigre em via de mão dupla, já que tapou buraco no time no ataque e ainda criou fato novo que complicou o Avaí numa de suas alas.

O nó de Cavalo não foi nunca desatado , principalmente no primeiro tempo, em que o Avaí quase não ameaçou e ainda perdeu Gabriel lesionado para agravar a situação.

Não se tratou de um jogo onde houve domínio amplo do visitante, apenas um posicionamento mais inteligente, marcando atrás da linha da bola e com estocadas mais certeiras, mais eficientes.

Com esta fórmula, Roger Guedes ampliou ainda antes da segunda etapa. Diga-se de passagem, pelo mesmo corredor esquerdo de ataque, direito de defesa.

No segundo tempo, regulamento embaixo do braço para o Tigre. Tudo muito consciente para enervar o Avaí. Com sucesso. O árbitro Meira Júnior estava com o apito favorável a um time que quer segurar o jogo. Deixou o duelo truncado rolar de forma passiva. Perceber isso e usar a seu favor  também foi mérito do Tigre. E a pontaria do Avaí não ajudou. Basta relembrar o gol perdido por Braga, com apenas 6 minutos. Se faz a caixa, era outro jogo.

Aliás, bom destacar a diferença entre os dois, como bem mencionou Fabiano Linhares na jornada da CBN Diário: o tigre teve três chances de gol, fez duas; o Avaí teve duas (fora o gol anulado em lance duvidoso) e não acertou o alvo.

O Criciúma apresentou as armas, o Avaí terá que se recompor para não se perder no returno. Falei neste sábado à tarde no futebol show da CBN/Diário que este clássico seria termômetro para quem seguiria no páreo para desafiar a Chape. A resposta foi dada pelo Tricolor do Sul. Cartas lançadas, agora a bola tá com a turma do domingo (confira a classificação).

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Qual clube de SC valoriza mais seus ídolos? Marquinhos e o Avaí, um belo exemplo de relação

05 de março de 2016 4

marquinhos

Essa eu encontrei no Face do professor Mesquita. e Compartilho para uma reflexão: a importância de ter um ídolo.

Claro que a imagem é uma brincadeira. Mas Marquinhos está aí, mesmo fora de campo defendendo o Avaí com garra.

E, no futuro, estará junto ao clube como dirigente, não há dúvida.

O Criciúma, frequentemente, traz ídolos para perto do clube, remember Itá e o próprio Cavalo, além de Wilsão e vários outros. O JEC não tem Nardela em seus quadros, mas idolatra o atleta.

O Figueira tem dentro do clube Albeneir e Genílson, mas renega Fernandes e Wilson, o que é uma pena.

Enfim, este o lado bacana do futebol.

Aliás, se algum blogueiro me mandar um meme de um ídolo seu, posso até fazer uma postagem para valorizar quem ajudou seu clube. Seria legal

Hoje tem Avaí e Tigre, jogão, após a partida, post aqui.

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