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O que têm a temer e a comemorar JEC e Chape em relação à arbitragem da final do Catarinense

28 de abril de 2016 3
arbitragem: Sandro Meira Ricci e Heber Roberto Lopes

arbitragem: Sandro Meira Ricci e Heber Roberto Lopes

 

Só o mais ingênuo dos ingênuos acredita que uma final de campeonato é jogada somente dentro de campo. E só o mais paranoico dos paranoicos acredita que somente manobras de bastidores podem garantir um título.

Quem acompanha futebol sabe: é preciso estar atento a tudo fora de campo e, obviamente, jogar o melhor futebol para ser campeão. É um conjunto de medidas.

Mas hoje, falarei somente da questão arbitragem, que, acredito, pelo ótimo nível dos profissionais, permite uma análise somente em relação ao que pode ocorrer dentro de campo.

Na minha opinião, o quilate dos árbitros escalados garante segurança para os dois times do ponto de vista da arbitragem. Mas acredito que, pelo estilo de Heber e Sandro (veja aqui matéria sobre os árbitros), a ordem dos fatores altera o produto.

Teoria matemática sobre a arbitragem da final? Sim. Se fosse Sandro no primeiro jogo e Heber no segundo, acredito que o JEC estaria mais à vontade. Com Heber no primeiro e Sandro no segundo confronto, vejo a Chape mais confortável.

Explico: Heber, na minha opinião, está em melhor fase, apitando mais solto, confiante e deixando o jogo correr com segurança. Sandro, para mim, está mais agitado, segurando mais a partida.

E aí? Aí que, se o JEC conseguir abrir vantagem em Joinville, terá mais dificuldade de fazer o jogo contido ao estilo Hemerson Maria com Sandro apitando até pensamento em Chapecó. REceberá borbotões de amarelos e de faltas perigosas perto de sua área. Heber deixa a partida correr mais. Se não abrir vantagem, o raciocínio fica mais reforçado, já que terá que se expor, o que não é do perfil jequeano atual.

Vejam, são estilos. E, como disse, tudo é importante em uma decisão.

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Comentários (3)

  • Rodrigo Arriola Rochadel diz: 28 de abril de 2016

    Com Sandro apitando a decisão do segundo turno em Chapecó, o JEC foi lá em venceu, mesmo podendo empatar. Não vejo muita diferença.
    Se bem que lembrei agora que aí na capital acham que a Chape entregou o jogo… Vai ver a análise é por isso.

  • BOCÓ DE FLORIPA diz: 28 de abril de 2016

    HEBER, gol com o braço do jogador da Chapecoense.

  • Antônio Prazeres das Dores diz: 29 de abril de 2016

    Héber R.Lopes é no mínimo um árbitro suspeito. Ele poda os times que ele quer. Sabe muito, mas não é do bem…
    Sandro M. Ricci é honesto. Pode errar? Sim, mas não vejo maldade nele. O mesmo não consigo dizer do Héber. Suas atuações SEMPRE me fizeram desconfiar de cartas marcadas, muito antes de ele apitar em SC.
    E podem dizer que não, que NINGUÉM me faz mudar de idéia…
    É isso aí…

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