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Saída de Guto Ferreira da Chapecoense é tristemente normal. Veja lista de sugestões para o Verdão

24 de junho de 2016 1
Guto Ferreira

Sem Guto, Hemerson, que balança no JEC, é um alvo da Chape

Sob qualquer ângulo avaliado, não há como criticar Guto Ferreira pela decisão de deixar a Chapecoense pelo Bahia por uma melhor oferta financeira.

Todo o processo que vivenciamos neste caso cai na conta do triste estágio em que o futebol brasileiro se encontra.

Nem técnico, nem clubes, conseguem lidar dentro de uma lógica diante de um cenário tão complexo, ninguém mais escapa do circulo vicioso e decadente que contamina a tudo e todos dentro do mundo da bola.

Claro que o ideal para qualquer treinador seria, diante de um trabalho sólido e próspero, optar pela continuidade em um clube de Série A, em detrimento a começar um trabalho capenga em um time de Série B.

Mas o Bahia tem orçamento de clube de Série A. E, no Brasil, a lei que rege é do “quem tem mais grana”. Dane-se o projeto. Ou o “pojeto” com diria o “profexô” Luxa.

O raciocínio de Guto é simples de imaginar: de R$ 140 mil para R$ 350 mil, é muita diferença. Apesar de a Chape não ser de demitir por qualquer situação, ficar no Verdão não é estável a ponto de recusar tal proposta. Do outro lado, o time do Oeste não entrou em leilão, tem seu padrão, seu orçamento, seu teto e não abre mão.

Sem negociação, bingo! Lá se foi Guto, que não tem nada a perder. E aí está o problema. Se não vingar no Bahia e for demitido, fica recebendo uma grana preta seja em parcelas, seja na Justiça. Se vingar, consolida mais ainda a carreira. E deixa Chapecó com um trabalho de sucesso carimbado no currículo. Um dia ainda volta idolatrado para Chapecó.

Bom, agora é olhar para frente. Quem virá?

Rapidamente, meu colega de redação Matheus Peixer, apresentou alguns nomes interessantes. A lista:

 

Sem clube

Enderson Moreira
Paulo Roberto Falcão
René Simões
Ney Franco
Paulo César Carpegiani
Doriva

Série B

Mazola Júnior (CRB)
Rogério Zimmermann (Brasil de Pelotas)
Fernando Diniz (Audax / Oeste)
Roberto Cavalo

Série C

Antônio Carlos (Juventude)

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Comentários (1)

  • MAURINO BASTOS diz: 24 de junho de 2016

    Concordo. O dinheiro fala mais alto. É muita grana para desprezar. Sim, porque amanhã se algo desse errado e ele fosse demitido, jamais alguém iria oferecer esse valor. Tem que aproveitar sim. E a Chape não vai acabar com a falta dele. Ele não é a última bolacha do pacote. Tem outros nomes no mercado e quem sabe melhor e mais barato que ele. O Guto não é tudo isso como profissional e ele sabe disso. Por isso aproveitou essa oportunidade de garantir essa grana. Só não entendo porque ele deu certo na Chape e no Figueira, se ficasse mais um pouco teríamos caído para a segundona.
    Vida que segue..

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