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Silas quer um 10 para o Avaí. O que o Leão precisa, JEC, Figueira, Tigre e Chape é de líder e de ousadia

04 de maio de 2016 4

Não tem como não ser preocupante a atuação do Avaí, ontem, diante do Bragatino. Não pelo 1 a 0 (veja como foi). Mas pela evolução! Como assim? Ora, se o Avaí evoluiu (e evoluiu mesmo) e ainda se encontra em tal nivel para a Série B, há muito que temer. Vejam como estava mal o Leão.

Silas fala em um camisa 10. Vamos ser claros e sinceros, realistas e diretos: não existe mais camisa 10 no Brasil. Aliás, no mundo o camisa 10 até pode ser a estrela do time, mas não necessariamente um articulador.

Pensar num 10 não é falar naquele jogador técnico. Entendo Silas. É a forma encontrada para verbalizar a necessidade de um líder. O vocabulário do futebol no Brasil parou no tempo, assim como a evolução tática dos times.

Mas sou otimista. O futebol catarinense poderia surpreender o Brasil mudando conceitos.

Esta busca eterna do 10 atrasa taticamente nossos times, nosso futebol. Até porque, ao se estabelecer como meta ter um jogador técnico como referência, afasta-se da evolução tática que ocorre no futebol. O mundo evolui para marcação no campo adversário, para a não-função definida estática do atleta, para a versatilidade do jogador, para a velocidade, para a criatividade no ataque e não no meio-campo. O meio tem que ser rápido, ágil, servir como transição, não mais como manejo de bola.

Então, não se procure um 10, se procure um líder. Pode ser Marquinhos, no Avaí, sim; pode ser Marquinhos, no Figueira, sim; pode ser Agenor, no JEC, sim; pode ser Cléber Santana, na Chape, sim. Mas que seja um líder, não uma referência de modelo de futebol.

Gostaria muito de ver algum time catarinense propondo um futebol diferente. Não-conservador, fugindo de propostas táticas sem novidades. Vejo em três, Silas, Hemerson e Eutrópio, grandes possibilidades de evolução tática, apenas precisam de sustentação dos torcedores e da direçao. Guto e Cavalo também podem surpreender, têm conhecimento.

Gostaria de ver neste técnicos times bem preparados fisicamente, jogadores mentalmente preparados para um futebol-total, variações táticas, ousadia, cabeça sem medo, alegria em jogar. Qual catarinense quebraria esta barreira? Temos um Brasileiro aí, lutar para não cair na A é uma grande possibilidade, por que não fazê-lo com novidade, com experimentação?

Vem aí uma Série B, campeonato duro, pegado, feio. Por que não encará-lo de peito aberto?

Quem terá coragem?

 

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Chapecoense bate JEC e instala um dos maiores favoritismos dos últimos tempos em final de SC

01 de maio de 2016 14

Se havia um leve favoritismo para a Chapecoense na final do Campeonato Catarinense, o jogo de ida mudou este status. (clique aqui e veja a crônica que escrevi para o DC sobre o jogo).

Poucos podem contestar que o Verdão do Oeste passa a ter um grande favoritismo para ser campeão. É o maior favoritismo em decisão que me vem a mente no sempre equilibrado Campeonato Catarinense.

Obviamente não dá para sepultar o JEC. Jogo é jogado, lambari é pescado, diz a sábia gíria do mundo do futebol. Mas, os fatores se unem em favor da Chape. Fator local, possibilidade de perder por um gol de diferença e, o que todos concordam, um time com melhores recursos técnicos.

A Chapecoense, definitivamente, está inserida entre os grandes do Estado e deve ampliar este status da única forma possível: com mais um título.

E o JEheber1C tem que se manter mobilizado. Desistir é para os fracos. O futebol apronta das suas. Embora seja complicadíssimo. Levando-se em consideração que o JEC terá compromisso pela Copa do Brasil na quarta-feira, dá para imaginar o nível de pressão que este grupo vai ter para conseguir bom desempenho e ainda pensar nas finais com tanta desvantagem. Aliás, o JEC perdeu Anselm
o e talvez Naldo e Donato, ambos por lesão. É mole? Que situação.

Até a semana que vem.

E Heber: ganhou um presentão. Jogo absolutamente tranquilo. E ele também estava tranquilo. Ótima arbitragem, discreta, precisa, digna de uma final. Parabéns.

Confira, abaixo, um comentário que fiz em vídeo, resumindo um pouco deste post:

 

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O que têm a temer e a comemorar JEC e Chape em relação à arbitragem da final do Catarinense

28 de abril de 2016 3
arbitragem: Sandro Meira Ricci e Heber Roberto Lopes

arbitragem: Sandro Meira Ricci e Heber Roberto Lopes

 

Só o mais ingênuo dos ingênuos acredita que uma final de campeonato é jogada somente dentro de campo. E só o mais paranoico dos paranoicos acredita que somente manobras de bastidores podem garantir um título.

Quem acompanha futebol sabe: é preciso estar atento a tudo fora de campo e, obviamente, jogar o melhor futebol para ser campeão. É um conjunto de medidas.

Mas hoje, falarei somente da questão arbitragem, que, acredito, pelo ótimo nível dos profissionais, permite uma análise somente em relação ao que pode ocorrer dentro de campo.

Na minha opinião, o quilate dos árbitros escalados garante segurança para os dois times do ponto de vista da arbitragem. Mas acredito que, pelo estilo de Heber e Sandro (veja aqui matéria sobre os árbitros), a ordem dos fatores altera o produto.

Teoria matemática sobre a arbitragem da final? Sim. Se fosse Sandro no primeiro jogo e Heber no segundo, acredito que o JEC estaria mais à vontade. Com Heber no primeiro e Sandro no segundo confronto, vejo a Chape mais confortável.

Explico: Heber, na minha opinião, está em melhor fase, apitando mais solto, confiante e deixando o jogo correr com segurança. Sandro, para mim, está mais agitado, segurando mais a partida.

E aí? Aí que, se o JEC conseguir abrir vantagem em Joinville, terá mais dificuldade de fazer o jogo contido ao estilo Hemerson Maria com Sandro apitando até pensamento em Chapecó. REceberá borbotões de amarelos e de faltas perigosas perto de sua área. Heber deixa a partida correr mais. Se não abrir vantagem, o raciocínio fica mais reforçado, já que terá que se expor, o que não é do perfil jequeano atual.

Vejam, são estilos. E, como disse, tudo é importante em uma decisão.

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Vestibular do Catarinense: Chapecoense na universidade, Figueirense e JEC passam nos simulados. Tigre mostra potencial. Avaí roda de ano

15 de abril de 2016 9

Como imagino que falaremos muito pouco de futebol neste final de semana agitado pelo mundo da política, acredito que vale uma filosofada nesta sexta-feira ainda sobre o mundo da bola catarinense.

Sei que as atenções estarão voltadas para este momento que vai revolucionar o país com ou sem saída da presidente, mesmo que o Catarinense tenha jogos importantes no final de semana. Será realmente difícil falar de futebol, seria muita alienação.

Mas nesta sexta-feira ainda tenho forças para visualizar situações. Uma delas, imaginando o Campeonato Catarinense como um vestibular, já passou nele e está quase pronto para a universidade da Série A, a Chapecoense.

O Figueirense pareceu, no início do ano, aquele aluno com alto potencial, mas que estudou pouco, não se comprometeu. Tomou “pau”, levou bronca dos pais, caiu na real, e se recuperou em tempo. Já até passou no simulado para o vestibular (recuperou-se no returno, classificou-se na Copa do Brasil), agora é só consolidar o momento.

Sobre os demais, a avaliação”escolar” do JEC é muito próxima do Alvinegro. O Tricolor do Norte foi um aluno que se descuidou no início do ano. Apenas que, com pais com menos recursos financeiros, o JEC obteve melhor desempenho na recuperação, e com menos recursos, já que o dinheiro que virá será bem menor que o disponível ao Figueira. Convenhamos, é é louvável (e sem cotas para ajudar). E antes que venha a patrulha, não estou condenando as cotas, apenas constatando a força da recuperação do JEC. Méritos nos dois casos para os professores Hemerson Maria e Vinícius Eutrópio.

O Tigre é aquele aluno de segundo ano do ensino médio, ainda não totalmente preparado, mas que vai bem nos simulados e mostra capacidade para evoluir.

E o Avaí? Rodou de ano. E ainda reprograma seu ano escolar, quase uma revolução pessoal, para mostrar à sociedade que é capaz.

Bom, era isso. Dei uma filosofada. Como disse, o final de semana será político, fortes emoções em outra área. Claro, não deixaremos de ver os jogos e comentá-los. Dever profissional. Mas vai ser difícil.

 

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Figueirense apressa mais ainda a saída do presidente do Avaí na segunda-feira

10 de abril de 2016 34

Um clássico nunca é em vão. Este foi mais um. O preço a ser pago pelo rival, além do medo do rebaixamento, é a aceleração de um processo de troca de comando executivo do clube.

Convenhamos, não é pouca coisa. Afinal, a posição do Avaí na tabela (clique aqui e confira) e as oito derrotas consecutivas, maior sequência de sua história, são vexatórias

Com uma arbitragem de alto nível, e os dois times deixando claras suas deficiências técnicas, tivemos um primeiro tempo interessante em termos de chances de gol e sobrava pouca emoção na segunda etapa até que Guilherme Queiroz estabeleceu o gol da vitória.

No Geral, o Figueira apresentou, taticamente, mais corpo que o rival. Em chances, o Avaí colecionou algumas, principalmente no primeiro tempo. O Figueira também.

O Alvinegro não cai de jeito nenhum e, dependendo dos jogos da noite (atualizo aqui depois) pode até olhar um milagre de chegar no turno.

Já o Avaí está ali, pertinho de Guarani e Camboriu, e com um confronto direto com o Bugre. Vai ser drama até o final.

heber Roberto lopes

Heber Roberto lopes

Diante do quadro, me parece óbvio que o Figueira, de forma indireta, colocou adubo na semente que foi plantada para a renúncia da diretoria azul. E a articulação feita pela velha guarda avaiana para que Nilton Macedo Machado possa sair, junto com Battistoti, ganhou força total.

Heber Roberto Lopes foi muito bem. Um dos pontos altos foi acertar em não marcar pênalti (que realmente não houve) em lance logo no início do jogo, reclamado pelo Figueirense.

E a forma como administrou a disciplina, à Europeia, administrando confusões entre atletas com inteligência.

Novamente, o clássico não vai terminar neste domingo. Segunda-feira começa pelos lados da Ressacada.

Vale lembrar que, infelizmente, tivemos briga de torcida fora de campo e confusão em campo pós-jogo, ingredientes que não acrescentam nada para o futuro.

 

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Apito pesado do Fifa Héber Roberto Lopes para Figueirense x Avaí no Scarpelli

06 de abril de 2016 8

O presidente Delfim Peixoto Filho, impagável na apresentação do sorteio de arbitragem, não brincou em serviço. Aliás, recomendo quem nunca assistiu ao vivo, conferir. O Delfim dá um show.

Mas o presidente não brincou nos nomes, ele sabe o peso do clássico Avaí x Figueirense, atacou de Fifa nas duas possibilidades da famosa bolinha, que muitos dizem cair sempre o que o Delfim quer. Mas Delfim fez questão de dizer o horário do sorteio e ironizar seus detratores.

Ao vivo conferi o nome de Héber Roberto Lopes ser o escolhido, superando Sandro Meira Ricci.

Pronto, vai apitar o clássico um nome que apita Libertadores, o árbitro em melhor fase técnica do Brasil e da América do Sul. Agora, os jogadores têm que se preocupar com a bola. O extracampo é melhor esquecer. Tem apito pesado. Melhor não testá-lo. Jogar bola é a melhor, talvez a única opção, dos atletas.

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Pré-clássico Figueirense x Avaí: ansiedade pela arbitragem e presidente na panela de pressão

05 de abril de 2016 10

Dois assuntos extracampo já saltaram aos olhos na sempre agitada semana que antecede um Figueirense x Avaí.

O primeiro deles, a expectativa pela escolha da arbitragem. Ontem, no Estádio CBN/Diário, o presidente do Figueirense, Wilfredo Brillinger, não escondeu seu nome preferido: Heber Roberto Lopes.

Pelo lado Avaí, menos empolgação com o nome, mas não houve veto.

Evandro Bender, árbitro

Evandro Bender. Foto: Sindicato dos Árbitros

Outro fato que corre paralelo aos primeiros treinos do Leão, envolve os protestos pacíficos da torcida, mas que não podem ser negados. Faixas pedem a renúncia do presidente Nilton Macedo Machado (veja matéria publicada no DC).

Conversas com nomes fortes ligados ao Avaí dão conta de que será feita uma interlocução com o presidente, um convencimento que até pode ser de longo prazo (ou seja, não é para ontem), para que Nilton aceite a renúncia. Aliás, a articulação é pela renúncia coletiva.

Pessoalmente, acho que o torcedor pode até querer mostrar sua indignação, mas, indiretamente, prejudica o foco total no que interessa, sair do buraco na tabela, num jogo com o principal rival.

Voltando ao assunto arbitragem, realmente Heber soa como um bom nome. Mas Bender, acredito, demonstrou plena qualificação para encarar este desafio.

Imagino que corram por fora, além de Bender, Bráulio Machado e Sandro Meira Ricci.

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Entre "Messilas" ou "Silascou" fico com a única escolha de momento do Avaí que pode encaixar

31 de março de 2016 8

Silas tocou nestes dois termos em sua entrevista coletiva oficial. Confira no ao vivo do DC Esportes (clique aqui, fica salvo por 24 horas), ou confira a matéria do Podi clicando aqui.

O “Silascou” vem de 2008, muito usado pela torcida Alvinegra para “inticar”. O Messilas era usado pela torcida avaiana e voltou forte em título do Globo Esporte SC.

Tirando os extremos, os estereótipos, que o próprio treinador mencionou e rejeitou, vi na coletiva muita serenidade e um entendimento do treinador que tem um tremendo desafio em mãos.

Acredito que haverá uma melhora imediata sim, mas não um salto de qualidade absurdo, não tem como fazer isso agora.

Mas a escolha de Silas é acertada, se configurou como a solução à mão mais cheia de solidez.

Agora é ver, dentro de campo, como a coisa vai se refletir. E, ali, no tapete verde, é onde a verdade nua e crua aparece.

 

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Silas é a primeira contratação de Marquinhos como "diretor de futebol" do Avaí

30 de março de 2016 31

silasmarquinhos

Em determinados momentos a forma como as coisas acontecem no Avaí me deixam intrigado. O clube partia para seu jeito tradicional de procurar técnicos: especular vários profissionais, jogar nomes no ar para ver a aceitação da torcida, ou seja tentar não errar (o que é louvável), mas num momento em que agilidade é tudo. São seis derrotas seguidas, um Estadual ameaçado e uma Série B se aproximando.

Aí vem Marquinhos, que está em recuperação, vai demorar dois meses para voltar, e dá uma coletiva! Por quê? E que declarações fortes. Foram declarações não de um jogador experiente, mas de alguém que agiu como diretor de futebol.

Marquinhos falou sobre reforços urgentes e acabou com o blablablá: “Silas é um bom nome”, bradou. E ainda disse: alguns nomes citados aí são “piada”.

Pronto, no outro dia (no caso nesta quarta-feira) Silas era anunciado.

Então, eis a primeira contratação de Marquinhos como diretor de futebol virtual do Avaí. Seguirá jogando na Série B. Mas, se precisar, segura a bronca nos bastidores também!

 

ATUALIZAÇÃO DO POST (15h15min)

Recebi manifestação do presidente do Avaí, Nilton Macedo Machado, a qual reproduzo aqui, a respeito do post.

“Caro Castiel. Sua coluna com o título de “Silas é a 1ª contratação de Marquinhos como ‘diretor de futebol’ do Avaí” é injusta com todo nosso trabalho cauteloso na escolha do novo técnico do Avaí. Ouvimos cinco técnicos e Silas, que já havia sido indicado na semana passada, adequando-se a nossa realidade financeira, perfil técnico e aceitação pela torcida, estava sendo examinado. Entendemos que no momento é a pessoa que preenche todos os requisitos. Vamos aguardar o trabalho dele”

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Olé, gol no Fantástico, recorde de Rangel: pacote completo da Chapecoense para humilhar o Avaí

20 de março de 2016 26
Chapecoense x Avaí
Power Rangel. Foto: Sirli Freitas, especial

Tivemos um clássico desigual, que expôs qualidades da Chapecoense e limitações do Avaí em jogo deste domingo, na Arena Condá, pelo Campeonato Catarinense.

Avaí correu atrás da bola e ouviu torcedor do Oeste, várias vezes, gritar Olé (veja a crônica do jogo). Rangel marcou três, virou o maior goleador da história do Verdão. Quer mais? Tinha, foi só mudar o centroavante e o Hyoran também guardou o seu, para ficar mais feito para o time azul.

Um do Camboriú, dois do Criciúma, em casa, quatro do Metrô, três do Coritiba, quatro do Verdão… Gente, virou salão de festa de qualquer um? E um gol marcado? Um mísero golzinho… Pode ser pior?

Tá, eu sei que, em algum comentário abaixo no post, vai aparecer um daqueles torcedores raivosos, que têm em todo o lugar por este país (assim como na política). E vai dizer que o Avaí foi roubado. Que teve dois gols em impedimento, etc.

Me recuso a entrar nesta seara. Porque avaliar erros da arbitragem só é relevante quando temos um jogo parelho. O que tivemos em Chapecó foi um passeio de domingo, um time de elite contra uma equipe com história, mas que estava acuado, amedrontado, prostrado, dominado.

Como venho dizendo, a Chapecoense está na sintonia FM, o Avaí, assim como os demais, em AM.

O tempo todo, desde o apito inicial, percebia-se que, mais cedo ou mais tarde, a Chapecoense venceria.

O problema é que, quando esta análise diz respeito à Chapecoense x Camboriú, só para usar um exemplo da rodada passada, é uma coisa.

Mas quando diz respeito à imensa superioridade sobre um Avaí, aí é dramático para o torcedor azurra.

Qualquer torcedor de time que tem camisa sofre muito quando vê sua agremiação tão inferior técnica, tática e fisicamente.

O sentimento de impotência é grande. Quando você vê, em determinado momento da partida, uma posse de bola de 80% para um time, algo de muito errado tem de um lado e de muito certo tem do outro.

Raul Cabral? Bom, cinco derrotas consecutivas (incluindo a Sul-Minas) é o suficiente para derrubar qualquer técnico.

Mas resolveria? Quem seria o substituto? Aliás, sobre isso, reza a lenda que Silas está por Florianópolis

A torcida do Avaí vive no returno uma realidade que imaginou poderia sofrer no turno e não ocorreu.

E a galera da Chape revive, com alegria e alma lavada, os bons momentos do turno. Aliás, até em situação mais confortável (veja a classificação).

He-Man marca e Figueira ganha nova cara

Como o Cambura tinha vencido, o Figueira precisava dos três pontos para não dormir na zona de rebaixamento. Mas o time acertou a pontaria, fez 3 a 0 no Guarani, e o Rafael Moura guardou o dele.

Falta muito ainda para uma melhora confiável e concreta. Mas, aos poucos, a turma nova entra no time. Há muito trabalho para Eutrópio, porém o time tende a ganhar corpo, visando à Série A. Antes, contudo, é preciso afastar a ameaça de rebaixamento, o que ainda incomoda.

Olhando por outro lado, se der uma boa arrancada, pode sonhar com o returno, embora seja missão muito difícil.

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