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Figueirense e Chapecoense: bom quem tem mania de grandeza começar a respeitar e entender a realidade

27 de agosto de 2015 7

Muitas vezes o futebol consegue destruir a máxima de que contra fatos não há argumentos. Vou com alguns fatos aqui para compor uma pequena tese e sei que os comentários usarão a saudável rivalidade para contrapor. Mas, vamos lá…

Pelo segundo ano consecutivo a Chapecoense demonstra maturidade e inteligência para lidar com as agruras da Série A, sabemos que muitos grandes não conseguem atingir com tanta segurança tal estágio. Detalhe: o verdão trabalha com recursos absolutamente inferiores.

Vemos, agora, que a Chapecoense tem também capacidade de gestão para entender e executar um plano para duas competições. O que por si só é um mérito gigantesco. Chega à fase internacional da Copa Sul-Americana, vai ganhar dinheiro, prestígio e experiência.

Chapecoense, Figueirense

Figueirense e Chapecoense vão bem na Série A, na Copa do Brasil e na Sul-Americana

Segurem o Índio do Oeste, que com seus times brigadores, fortes e com boa técnica estão marcando um novo momento no futebol catarinense.

E o Figueirense? Sequência de Série A incontestável, mesmo com tropeço recente. Desempenhos confiáveis e um grande mérito, que me parece ainda a busca de todos os times pequenos-médios no cenário nacional: respeito dos adversários.

Fale com qualquer um fora de SC e percebam como vêem o Figueira: com respeito. Não enxergam mais uma goleada iminente. Sabem que terão um adversário casca-grossa. Sequências de grandes atuações fora de casa, em momentos adversos como inauguração do Itaquerão, boas presenças no Maracanã e em estádios paulistas, enfim…

O mais vezes campeão catarinense tem moral para dar e vender.

Bom eis os fatos que fazem, destes, dois times que no momento, mais que boa fase, trazem uma contribuição inestimável ao nosso futebol catarinense: respeito.

Os fatos mostram que Chapecoense e Figueirense estão conseguido algo mais importante que resultados: impor uma nova visão sobre o futebol catarinense

 

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Figueirense virou vitrine para produzir técnicos e jogadores de grife.Agora é Argel no Internacional

13 de agosto de 2015 46

Argel Fucks foi só mais um exemplo de como o Figueirense tem imensa habilidade de consolidar nomes. Sejam novos talentos, como Filipe Luis e Firmino, para ficar só em dois recentemente convocados pela Seleção e entre os 10 mais valiosos jogadores do mundo. Seja para recuperar nomes, e aí Edmundo e Clebão são grandes exemplos dentre muitos.

No campo dos técnicos Muricy Ramalho e Dorival Júnior são alguns nomes. E Argel é mais um que decola para um trabalho nos gigantes brasileiros.

Como defendi a vinda de Argel, estou tranquilo para dizer que ele é um excelente técnico. Precisa controlar, claro, a impulsividade. Em certos momentos, claro, porque em outros ser impulsivo não é ruim.

Sobre o futuro, é justamente o que me intriga. Sempre se espera, no Figueira, por DNA, nomes que vão decolar. Não que vão bater ponto.

Hemerson Maria (parece que está se recuperando de saúde, não gostaria de trabalhar este ano), Gilmar dal Pozzo, para ficar nos locais?

Enfim, seja quem for o escolhido, terá uma missão. Entrar na vitrina alvinegra e decolar para o mundo! Ou ser fritado rapidamente.

Confira clicando aqui um texto que mandei para a ZH sobre o que penso de Argel

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Avaí, um clube que se doa e que não se vende! Vitória vale mais que três pontos, vale honra eterna.

08 de agosto de 2015 3

avaí

Muito pouco a dizer sobre certos momentos no futebol. Um deles está evidente na faixa que reproduzo publicado no Face do Avai.

A vitória são só três pontos. A honra é eterna!

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JEC lidera média de público entre catarinenses, seguido de Avaí e Chapecoense. Figueira é o pior da Série A

03 de agosto de 2015 28

A última rodada da Série A do Brasileiro contou com o recorde de público da competição até aqui. Foram números expressivos para o Flamengo, para o Corinthians, para o Palmeiras, para o Atlético-MG e para o Fluminense. Vários fatores, desde estreia de Ronaldinho Gaúcho, incluindo o ótimo horário de 11h. Os números são da Footstats (clique aqui e confira).

Aí fiquei curioso e fui investigar os catarinenses.

E, mesmo com a campanha ruim, o JEC dá de relho.
Os catarinenses

O Joinville é o 16º em média de público na Série A com 8.328 pagantes por jogo Apesar da má campanha, seu maior público foi de 15.731 e o menor foi quando jogou em estádio fechado.

Respectivamente 17º e 19º nas médias, Avaí e Chapecoense têm potencial para melhorar. O Leão conta com 7.997 de média, com maior público d e 11.868 e menor de 4.919. Já o Verdão, teve média de de 7.614, com maior público de 13.916 e menor de 4.349

Figueira precisa mudar
O Alvinegro é a pior média de público dentre os catarinenses e da Série A. Com 7.152 de média, o melhor público foi de 11.004 e o menor de 3.891. Como faz uma competição de bom nível, a diretoria precisa encontrar uma solução para o baixo comparecimento.
Média dos 10 melhores:
1 Palmeiras – 33.890
2 Corinthians – 27.17336
3 Flamengo 31.009
4 Atlético-MG – 27.020
5 Fluminense – 18.957
6 Grêmio – 20.941
7 São Paulo – 22.162
8 Internacional – 19.794
9 – Cruzeiro – 14.317
10 – Sport – 20.521

Veja o print screen da página do Footstats com tds os números.

Média de público do Brasileiro

Média de público do Brasileiro

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Sobre coragem, decência, honra e sobre uma decisão linda do Avaí no assédio do Fluminense

29 de julho de 2015 32

Poder elogiar dirigentes desportivos no Brasil não é uma tarefa fácil. Por este motivo fico extremamente feliz em não só elogiar, como também manifestar meu orgulho por duas ações recentes do comando do Avaí.

Primeiro, na ação em relação aos haitianos, um golaço. Uma demonstração de quem e como o clube se entende no mundo. O Avaí dá um banho de marketing. Mostra para o mundo um perfil de clube solidário, globalizado, preocupado com as diferenças.

Aliás, não é à toa que o Avaí faz um trabalho fantástico de aproximação com os municípios catarinenses, com homenagens em camisas e com ações junto à população das cidades que incluem visitas ao clube.

Quem não sabe, o Avaí também faz ações comunitárias fantásticas, traz torcedores mirins, carentes, e escolas para visitação, ou seja, não só em palavras, mas em ações pratica a inclusão social.

Só isso já bastaria para ter minha admiração. Mas não fica por aí: muitas vezes ações contundentes, na prática, falam mais alto ainda.

Recusar R$ 700 mil oferecidos por uma empresa, para jogar em Brasília na estreia de Ronaldinho Gaúcho é uma atitude, uma decisão, corajosa, de quem tem princípios éticos arraigados e confia nos rumos que quer tomar.

99% dos clubes pequeno/médios brasileiros tomaria uma atitude contrária. O Avaí foi corajoso e deu um recado tão bonito, que merece lotação esgotada da Ressacada no duelo. Seria uma retribuição da torcida merecida para uma atitude digna e que quebra paradigmas.

Parabéns, nação avaiana.

Ps: para encerrar, deveria estar no regulamento da competição que jogos em praças alternativas, devem ser negociados e vendidos antes da competição começar, se for o caso. Se for durante o torneio, é indecente e imoral.

 

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Perrengue para o Delfim: pelo ranking, Figueirense, Criciúma e Avaí é que iriam para a Sul-Minas

22 de julho de 2015 42

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A partir desta informação dada pelo colega Elton Carvalho, em seu blog Toque de Letra (clique aqui e leia), hospedado no jornal A Notícia, parei para refletir sobre o assunto.

O Elton informa, a partir de conversa com o presidente da FCF, Delfim Pádua Peixoto Filho, que os representantes da Copa Sul-Minas (+ Fluminense e Flamengo) seriam os três primeiros colocados no Campeonato Estadual, portanto Figueirense, Joinville e Chapecoense.

Como sexta-feira haverá nova reunião para organizar a competição, então achei prudente fazer um alerta. Há uma tese muito forte que defende: não é possível incluir uma classificação de campeonato como critério, se previamente isso não constava do regulamento.

Simplesmente os clubes não sabiam que, naquele campeonato, disputavam vaga para uma outra competição. Não há o princípio da anterioridade. Trata-se de uma aberração. Eu confesso que sou mais simpático a esta tese, acredito que a FCF não gostaria de cometer mais um equívoco, tal qual a entrega da taça.

O único critério que parece justo, para escolha de clubes, e sem parecer que está havendo favorecimento, é o do ranking oficial vigente no Brasil, o da CBF. Se serão três representantes catarinenses (também questionável, falo disso mais abaixo), então pelo ranking entrariam Figueirense (21º), Criciúma (25º) e Avaí (27º). Neste caso, Chapecoense (30º) e Joinville (33º) é que ficariam de fora.

Até porque o Atlético-PR, 9º colocado no Paraná, vai entrar, certo? Então o critério, definitivamente, não será colocação na competição.

Bom, poderia questionar representatividade, o porque de só três catarinenses, já que temos quatro na Série A. Mas como a falta de critérios parece novamente ser a regra, então deixo quieto.

Sem contar que Grêmio e Inter relutam em entrar no torneio. O Grêmio estaria pedindo R$ 400 mil por jogo, inviável.

Já há quem defenda uma pré-classificação, com jogos eliminatórios antes da fase de grupos.

Nem um simples torneio conseguem organizar com entendimento, hein?! Por essas e por outras que logo logo a vaca vai para o brejo!

Confira a matéria do DC sobre o assunto

 

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A taça do Catarinense não tem valor de vulto, então por que sumir com o troféu?

16 de julho de 2015 19

Bom, roubaram a Jules Rimet para derreter e ficar com o ouro. É ridículo, lamentável, mas tem sentido do ponto de vista de quem roubou (veja a cobertura do roubo da taça).

Roubam diariamente, nas praças, estátuas e bustos de bronze, daquelas que antigamente se faziam para homenagens a figuras públicas. É lamentável, mas tem sentido do ponto de vista de quem leva o material

Ouro, bronze, derretidos, têm valor financeiro.

Agora, a taça “levada”, “subtraída” em Joinville tem zero valor de revenda. Portanto, seu furto do ponto de vista de quem rouba não tem valor financeiro nenhum.

Igualmente, coincide com o momento em que ela mudaria de mãos.

Portanto, o valor é apenas simbólico deste furto. Quem sumiu com a taça, não a roubou com motivação financeira. O fez com propósitos de outro gênero.

Então, uma investigação levaria a envolvidos que certamente constrangeriam muita gente em Joinville. Aliás, seria uma investigação ridiculamente fácil de se fazer. A polícia de Joinville resolveria este caso em poucas horas se houver vontade.

Mas, particularmente, acho que não será investigado a fundo, então ficará nisso mesmo.

Faz-se outra taça, entrega-se para o Figueirense e fim de celeuma.

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E o Figueirense é novamente o mais vezes campeão catarinense. Agora é colocar a bandeira alvinegra na entrada de Floripa

15 de julho de 2015 90

É sempre ruim definir um campeão no Tapetão. Mas precisava-se chegar a uma solução e o STJD não deixou dúvidas: o Figueirense é o campeão catarinense (leia a matéria).

Aliás, confirmando informação dada com exclusividade neste blog, lá no dia 4 de maio (clique aqui e relembre).

Ressalte-se que o Figueira só buscou seu direito. Quem errou, nos bastidores, foi o JEC.

Como não sou jurista, não posso contestar os argumentos dos auditores. Eles sabem mais dos meandros jurídicos.

Agora a FCF terá que seguir o indicado pelo Tribunal e proclamar o Alvinegro. Mais constrangedor, pegar a taça já no armário do time do Norte e e entregá-la ao Figueira, como já confirmou que vai fazer em declaração do presidente Delfim (confira matéria).

Muito raro. Normalmente taça no armário não volta nunca. Neste caso, mudou tudo e a taça vai mudar de coleção.

Sem festa no Koxixo’s, mas entra para a história do clube. Afinal são 17 títulos contra 16 do Avaí, 12 do JEC, 10 do Criciúma e 4 da Chapecoense.

E agora, bandeira na entrada da cidade? Sem dúvida, é só esperar que a prefeitura coloque o manto alvinegro tremulando.

Dá para imaginar a sensação de frustração na Manchester catarinense. A cidade fez a festa nas ruas, mas terá que se conformar com o fato de que, no papel, segue sem ser campeão desde 2001.

Em uma tacada só, o Figueira (que já publicou em seu Face a notícia) deu um tapa de luva de pelica no Tricolor do Norte e também noAvaí, que terá de correr atrás do prejuízo para impedir que o rival use o título “mais vezes campeão”.

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Obrigado Grêmio e Botafogo, para Criciúma e Figueirense encarar vocês é sempre bom

15 de julho de 2015 18

Se tem dois times que mereciam uma injeção de ânimo do porte da chegada da New Horizon a Plutão, estas equipes eram Figueirense e Criciúma.

E quando isso é necessário, pergunte para Furacão e Tigre o que lhes agrada mais?

Ora, recuperar-se no padrão Figueira e no padrão Tricolor do Sul.

E qual este padrão?

No caso destas equipes, altíssimo. São clubes que têm DNA para apresentar armas em momentos épicos. O Criciúma “só” é o maior vencedor catarinense em nível nacional, com conquista de Copa do Brasil associada à participação histórica em Libertadores, conquistas nacionais e boas participações em Série A.

Já o Figueira beliscou a Copa do Brasil, e é o catarinense mais acostumado com Série A em sua nova versão, sendo também um dos maiores papa-títulos em SC.

Plus, a cereja no bolo para animar estes dois times, um melhorando na Série B mas ainda abatido por um mau início, o outro com dois revezes perigosos na Série A? No caso do Tigre, vencer fora um Grêmio embalado (confira), num resultado cheio de significados Rio de Janeiro (que por duas vezes foi salão de festas recente no Maracanã e no Engenhão) e diante também de um adversário com significado marcante em termos de Copa do Brasil.

Então é isso, energia extra para estes dois símbolos de SC que tanto nos orgulham.

MAIS UMA TENTATIVA DE SOCO NO ARGEL?

PS1: o que foi o nova tentativa de agressão por soco a Argel (clique aqui e confira). Ou o técnico do Figueira está dizendo algo que provoca a ira de adversários (remember Eduardo Costa, aqui o vídeo) ; ou seu sucesso incomoda quem não consegue superá-lo. Qual a alternativa correta?

PS2: o blog tem sido atualizado com menos frequência por questão de readequação do site, que terá lançado novo lay out com readequação dos colunistas. Até lá, farei posts eventuais neste espaço, mas hoje à noite, após o julgamento, estaremos comentando neste espaço. Abraços, blogueiros.

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Vai ser difícil ter três de SC bem colocados na tabela. Dobrou o joelhinho na Ressacada e foi pênalti?

05 de julho de 2015 35

Quando a Chapecoense ganhou do Vasco no sábado, o Avaí já deveria saber: não iria vencer o Sport na Ressacada. (confira a crônica do jogo que escrevi para o DC).

Explico: com a Chapecoense ameaçando campanha para lutar na parte de cima da tabela, vai ser difícil que Avaí e Figueirense consigam crescer. Não falo do JEC, porque este não está demonstrando força para tal.

Está claro como o presidente Delfim está criando problemas para a atual cúpula da CBF nos bastidores. Imaginem se os times de SC seguem dentro de campo dando respaldo político em forma de boa participação?

Sabemos que não temos futebol para título, talvez nem para G-4, mas estamos longe de não ter futebol para sonhar relativamente alto.

E o jogo do Avaí contra o Sport, um ótimo time, líder invicto, mostrou isso. O Sport foi até mais encorpado, mas não merecia o empate. O Avaí teve mais garra, foi mais audacioso, e merecia a vitória por produção em campo.

Mas aos 45 André dobrou o joelhinho na área e pimba! Pênalti que não seria dado contra nenhum grande do futebol brasileiro.

É isso, faltas do Sport que não levaram amarelo, atrasada de bola escandalosa não dada, e pênalti dado rapidinho. Estranho, não?

Atenção Chapecoense: contra o Grêmio é bom ficar esperta? E vamos ver o que está reservado para o Figueirense à noite!

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