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JEC patrolou no público, Chapecoense foi segunda e Avaí incrivelmente superou o Figueirense

15 de abril de 2015 50

Há uma comprovação, uma decepção e uma surpresa e/ou constatação nas médias finais de público do Campeonato Catarinense. Sem contar as finais, claro, que seria injusto pois serão dois estádios lotados com certeza.

A comprovação é o JEC como time que dá as cartas em sua Arena. Média de 7.537.

A decepção fica por conta da Chapecoense. Com 5.971 foi o segundo em público, que prestigiou a Arena Condá. Mas não emplacou as finais.

E a surpresa/constatação fica por conta de Avaí e Figueirense. Surpresa pelo fato de a torcida do Avaí, numa draga durante o campeonato, ameaçado de rebaixamento, fora da fase decisiva, ter tido mais média que o rival, 5135 contra 4.872 e mais média também que o Criciúma, que também foi ao Hexagonal e ficou com pífios 3.791. E constatação de que a torcida do Figueirense não está comparecendo em grande número, uma lição de casa que sua diretoria tem que fazer para reverter a situação.

Duas fontes têm os números. O blog do professor Kmarão (clique aqui).

Ou o site Sr. Gool, cujo gráfico mostro abaixo:

publico

 

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Clássico, clássico meu... existe algo mais importante do que eu? Avaí x Figueirense, a Capital vai tremer!

14 de abril de 2015 32

Tudo o que o Avaí precisava neste momento era um clássico pela frente. Enquanto não começa a Série A do Brasileiro,  um encontro com o arquirrival garante motivação ao grupo que aí está até que novos reforços cheguem. (veja matéria sobre reencontro da dupla na Copa do Brasil 16 anos depois).

Tá, o tiro pode sair pela culatra: o Leão ser eliminado pelo Figueira e entrar na Série A com um início de ano todo travado e com o moral mais abalado ainda do que já esteve. E o verbo está no passado porque nada melhor do que uma vitória convincente, com direito a festa a Marquinhos (clique aqui e veja a crônica do jogo). Até o Guga mandou recado ao ídolo (veja).

Por outro lado, se superar o Alvinegro, a largada de temporada atribulada começa a ficar para trás. Porque todos sabemos o efeito arrasa quarteirão que um  clássico tem em Florianópolis.

Para o Figueirense, sequer dá para pensar no clássico. Há uma final do meio do caminho, no meio do caminho há uma final.

E agora? Óbvio que ser campeão catarinense (no caso do Figueira bicampeão) é em tese mais importante. Porém, por mais que a tese esteja aí cheia de consistência, ninguém em sã consciência despreza que a Copa do Brasil é um camponato mais importante. E que deixar o rival avançar seria catastrófico.

Portanto, é um olho no peixe outro no gato para a nação alvinegra.

Avaianos sonhando em deixar o rival para trás, reconstruir o orgulho azul e entrar renovado na Série A.

Alvinegros querendo ganhar mais um catarinense, passar o rival em títulos, ser o mais vezes campeão. De quebra, interromper qualquer tentativa do rival se reerguer e adentrar a Série A para retomar sua caminhada de time mais acostumado com a elite.

Enredo é o que não falta!

 

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Uma senhora vantagem para o JEC na decisão contra o Figueirense. Vai tremer tudo nesta final

12 de abril de 2015 75
JEC x Figeirense

JEC supera o Figueirense. Foto: Leo Munhoz

Está confirmada a final entre Figueirense e Joinville. E a decisão do Campeonato Catarinense vai pegar fogo. O aperitivo deste domingo mostrou que os dois, quando se enfrentam, entram plugados em 220 volts.

O jogo que terminou em 3 a 1 para o Joinville (definindo a segunda partida da final na Arena, veja a tabela de classificação) foi adrenalina pura. Cada lance disputado como se fosse o último. A decisão do ano passado torna o encontro mais turbinado.

O JEC começou avassalador, dois gols de falta com méritos para a jogada de bola parada bem trabalhada e demérito para a passividade do setor de marcação alvinegro.

Aliás, o goleiro Alex até pode ser um dos destaques do campeonato. Mas absolutamente não sabe sair do gol em bolas paradas. Ou corrige esta deficiência, ou não vai emplacar na Série A.

O JEC contesta o lance de pênalti alvinegro. Um lance difícil. Analisando detalhadamente o replay percebe-se o puxão na camisa de Marquinhos.

E o Figueira reclama o pênalti que valeu o terceiro gol jequeano. Mas o lance foi pênalti, sim. Uma infantilidade do Muralha, é verdade, mas foi falta.

Mais uma vez, a arbitragem de Sandro Meira Ricci foi muito boa.

Quanto às expulsões ainda na primeira etapa, ambas justas. Mazola porque reagiu a uma entrada do zagueiro de forma desproporcional. E Saci porque se meteu em discussão desnecessária.

Aliás, o Figueira leva tanto cartão, que até Marquinhos Pedroso conseguiu levar um amarelo no aquecimento para entrar em campo. Impressionante!

Melhor para o JEC, que garantiu a segunda partida da final em seus domínios. Aliás, o Figueirense não encontra soluções para superar o Tricolor do Norte na Arena, o que é um fator de preocupação para seus torcedores e de confiança para os fãs do Joinville.

Com esta vitória, o Joinville se credencia com leve favoritismo para conquistar o Catarinense. Pela arrancada e fase de ascensão na competição. Por decidir em casa. Porque o Figueira não vence na Arena.

A solução para o Alvinegro reverter esta situação seria uma boa vitória no jogo de ida da decisão.

E o bravo Internacional de Lages superou a Chapecoense, por 2 a 1, e está vivo na luta por vaga na Copa do Brasil. Que campanha respeitável do colorado lageano!

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Empate amigo entre Atlético-Ib x Avaí: deu vontade de virar comentarista de futebol de botão

11 de abril de 2015 55

Lembrei do futebol de botão. Não aquele, quando eu era adolescente (não tinha Play Station) que reunia a galera e rolava um campeonato. Neste rolava competição, era às veras, vencer ou vencer. Falo do futebol de botão que eu criava campeonatos imaginários, dois times manejados por um só jogador.

Nestes campeonatos, que serviam de treinamento, eu decidia o resultado. Se tinha um time que eu gostava (Inter) contra o rival, meu Inter ganhava de goleada. Porque eu queria.

Lembrei deste futebol de botão. O empate amigo entre Avaí e Atlético (confira a crônica) foi um resultado planejado. Não foi acaso. Houve manejo. Houve intenção.

Os times jogaram a bola para o lado, especularam, simularam.

Deu vergonha, deu constrangimento, deu vontade de largar tudo e comentar futebol de botão.

E o Marquinhos, não disse que era melhor não viajar se fosse para fazer o resultado? E agora, como fica?

Sabe, gente… melhor não comentar mais nada.

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Os pênaltis da discórdia são fantasmas que servem de bengala a quem não teve competência para chegar

10 de abril de 2015 80

É impossível chegar, do Centro ao Orlando Scarpelli, em jogo às 19h30min. Infelizmente a mobilidade urbana no país (e Floripa não é diferente) impede que quem está no Centro e não conseguiu sair até 17h30min rumo ao Estádio confira o jogo. Este horário tem que ser banido em Florianópolis, tanto para Avaí quanto para Figueirense.

Portanto, desisti de ir ao estádio (não tinha como sair dos meus compromissos mais cedo). E fiquei preso no trânsito só podendo conferir a segunda metade jogo. Por este motivo não iria escrever sobre o jogo. não dá para fazer uma crônica sem estar presente ou pelo menos acompanhar toda a partida.

Mas escrevo este post porque recebo e-mails e mensagens via redes sociais de todas as partes reclamando que eu não teria escrito sobre o jogo porque estaria pretendendo proteger o Figueirense, reclamando o que seria um pênalti “escandaloso” que teria ajudado o Figueirense. Me poupem!

Então entro neste assunto especificamente. Os pênaltis. Pela televisão, não há como um cidadão que prese a sua consciência achar que foi ou não foi pênalti o lance marcado para o Figueirense diante do Metropolitano. Simplesmente o ângulo não ajuda. Há lances em que a TV esclarece, este definitivamente não é um. Igualmente lances em que está em questão a bola não mão ou vice-versa, não uma falta dentro da área, são sempre da interpretação do árbitro até que a Fifa regulamente melhor a questão.

Além do que, o Figueirense fez sua ótima campanha na competição (veja que a tabela não mete, confira) com erros e acertos das arbitragens como todos os outros. Foi mais competente em campo o campeonato todo. Qualquer pesquisa mequetrefe acha erros sérios de arbitragem, inclusive pênaltis, a favor de qualquer um dos times envolvidos no campeonato.

Seria o mesmo que dizer que o pênalti não marcado para a Chapecoense diante do JEC determinou a derrota do Verdão, quando sabemos que o JEC controlou o jogo e foi bem melhor e venceria de qualquer jeito. E chegou à final por seus méritos, por uma arrancada fulminante no Hexagonal e não por ajuda de arbitragem.

Então, o Campeonato Catarinense será decidido pelos mais competentes. Os dois melhores, inclusive, do ano passado no próprio estadual. E no Brasileiro, o Figueira, como campeão estadual, foi o melhor catarinense, enquanto o JEC “só” foi campeão da Série B.

Dá para ficar chorando pênalti contra estes dois? Final legítima!

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Eu já sabia que a Chapecoense não segurava o JEC. Joinville agora espera sedenta pelo Figueira

09 de abril de 2015 40

Não se trata de bola de cristal. Eu não fiz exercício de adivinhação quando, no TVCOM Esportes desta quarta-feira (e de ontem também) eu falei que considerava o Joinville com ótimas chances de surpreender a Chapecoense. Cheguei, como figura de linguagem, a caracterizar o JEC como “numa arrancada consistente” e o Verdão como “sem o devido foco no futebol e perdido em questiúnculas extracampo.

Na realidade eu respondia às indagações dos torcedores via WhatsApp do programa. E, definitivamente, não gosto de ficar em cima do muro.

Sei que alguns torcedores da Chape ficaram magoados com minha análise, mas temos compromisso com a realidade. E olha que fala aqui um sujeito que considerou, ao início da competição, o Verdão do Oeste como o maior favorito ao título.

O Verdão até fez por merecer na primeira fase, mas no Hexagonal (clique aqui e confira a tabela de classificação) quem deu as cartas foi o JEC. E com a objetividade característica de Hemerson  Maria.

É aceitável que alguns torcedores tricolores vejam no futebol praticado pelo time de Maria algo que não seja bonito. Mas é inadmissível que não considerem o futebol implantado pelo técnico como algo por demais objetivo. E, por consequência, vencedor.

Mas o futebol não é matemática. Se por um lado Tiago Luiz comeu a bola na primeira etapa, Gutti fez a lambança.

Como um zagueiro profissional vai expulso toscamente, em lance de meio-campo, colocando todo um trabalho sob ameaça?

Falta de inteligência do jogador é o mínimo para qualificar a expulsão do Gutti. Numa tacada deixou o time inferiorizado e ainda obrigou a sair de campo Tiago Luis, o destaque da partida, para recompor a equipe.

Aliás, o que fez Gutti tem pior valor do que o erro técnico de Rafael Lima no primeiro gol. Este foi infelicidade, desconcentração, aquele foi irresponsabilidade.]

Para sorte do JEC, o Apodi também deu uma de Gutti e foi ridiculamente expulso. Ah, o futebol profissional, como são imaturos nosso atletas (e gol da Alemanha!)

E só pelo bem da lisura, embora não fosse mudar muito pela superioridade do JEC, mas houve pênalti do Kempes no Camilo aos 40 minutos da segunda etapa. Só para o Celio Amorim não perder o costume de não dar penalidades claras. E olha que esta aconteceu a dois metros dele, sem visão encoberta. Uma pena, porque a arbitragem era ótima até então.

Agora é, em tese, o JEC esperar o Figueirense, a menos que uma catástrofe de proporções atômicas ocorra no Scarpelli no jogo desta quinta-feira diante do Metropolitano.

E, se der Figueira, aí vem a decisão, na próxima rodada, de quem encaminha para casa o segundo jogo da final. Até porque na última rodada ambos têm condições de obter os três pontos, pois o Figueira pega o Inter em casa, e o JEC visita um Metrô já sem pretensões.

Alías, se conheço bem a galera lá no Norte, a Arena já vai viver um clima de pré-final. E a nação tricolor já deve estar estruturando aquela mar tricolor para acompanhar o ônibus, que é de arrepiar.

Ah, e uma pequena lembrança de que o Inter, de Lages, pode fazer o crime sobre a Chape, no Vidal Ramos Júnior e concretamente lutar por vaga na Copa do Brasil com a possível terceira colocação no Campeonato Catarinense.

Numa final com o Figueira, não veria favoritismo para o JEC. Mas o torcedor do tricolor do Norte, com todo o direito do mundo, vai dormir com um sentimento de que o fim do jejum no Estado está muito próximo.

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Para o bem do futebol catarinense, o Avaí está (virtualmente) livre do rebaixamento. E Marquinhos bota a boca no trombone!

06 de abril de 2015 61

Que todo o aperto, que todo o sofrimento, que todos os erros, e não foram poucos, não sejam esquecidos. O Avaí precisa cicatrizar as feridas que lhe assolaram neste campeonato, mas jamais esquecer como sofreu tais ferimentos.

Leia a crônica da goleada do Avaí sobre o Guarani
Veja como ficou a tabela do Quadrangular após a rodada

O aprendizado com erros administrativos e do futebol precisa ter um caráter didático. Para, no Brasileiro, o Avaí tentar encontrar um caminho digno.

Bom, depois desta patrolada sobre o Guarani nesta noite, um empate com o Atlético-Ib na última rodada garante ambos na elite. Alguma dúvida que isso vai acontecer?

Bom, os times são profissionais e se o Avaí perder, ainda haverá um bom saldo a seu favor.

O Leão não despencou para a segunda divisão, o que seria uma catástrofe para o clube. Que novos ventos soprem na Ressacada.

E não é que Marquinhos já deixou o campo pedindo uma investigação interna no clube para saber se houve algum complô interno para prejudicá-lo no julgamento que o deixou afastado no início do ano?

O Galego está com a boca afiada novamente!

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Chapecoense e Figueirense estão em pé de guerra nos bastidores. Veja vídeo polêmico da pressão de Cadu Gaúcho em Heber. E confira a súmula pesada

29 de março de 2015 115

Impressionante como esquentou a relação (tumultuadíssima) entre Chapecoense e Figueirense. Os bastidores estão afiadíssimos. Primeiro, em Chapecó, foi feita uma montagem com supostas declarações de Argel dizendo que jogar na Arena Condá seria “território neutro”.

A declaração foi usada para “pilhar” os atletas. O clima nada amistoso foi forte durante todo o empate em 1 a 1.

Argel, que gosta de “pelear” como dizem em seu estado, encarou a bronca. Entrou antes no gramado, ouviu tudo e mais um pouco da torcida, segurou o verbo, mas depois do jogo pegou pesado (veja a matéria).

Chapecoense e Figueirnse

Héber e o trio pressionados no vestiário?

Entre outras coisas, disse que Pallaoro “só entende frutas” e sobrou também para o diretor de marketing do Criciúma, Claudio Gomes, que segundo o treinador alvinegro “só entende de panfletos”.

Para completar, o árbitro Heber Roberto Lopes quase não volta do intervalo. Os dois times já estavam em campo e nada do trio de arbitragem aparecer. O que aconteceu vai sacudir o campeonato e o TJD. O vídeo que reproduzo abaixo foi obtido por Rodrigo Faraco (veja o blog) e mostra o diretor Cadu Gaúcho pressionando Heber, com palavras fortes. E o árbitro ao final também reage com palavrões. Não perca o TVCOM Esportes com o material.

A súmula já foi publicada e é pesada (clique aqui e confira) ou leia o trecho após o vídeo no pé do post. A Chapecoense pode até sofrer complicação na sequência do campeonato no TJD.

O povo do Oeste está indignado com as quatro derrotas e um empate diante do time de Argel. Alegam favorecimentos de todos os tipos e um pênalti com  mão na bola de Cereceda no  jogo deste domgino. O técnico Vinícius Eutrópio também cospe marimbondos.

Argel, que não é de levar desaforo, responde tudo.

Já viu, hein? Se acontecer Figueira x Chapecoense na final, sai de perto!

Confira o vídeo obtido pelo Faraco e já publicado também no DC Esportes:

 

O conteúdo polêmico da súmula de Heber Roberto Lopes:

“Após o término do primeiro tempo, quando adentramos ao túnel de acesso aos vestiários, veio em minha direção, saindo do vestiário da equipe da Chapecoense, o Sr. Eduardo Luis Preuss, RG 3060053208 e proferiu as seguintes palavras: “Caralho, quando é que você vai expulsar seu banana, sou o supervisor do clube e nós que mandamos aqui, banana, palhaço”. Solicitei ao delegado do jogo que identificasse o indivíduo. Fato que foi identificado e confirmado com a RG e isso acarretou o atraso de 3 minutos no início do segunda etapa. Expulsei aos 6 minutos da segunda etapa o Sr. Jones Costanaro, RG 4790305, maqueiro do jogo por: após solicitar a entrada da maca, o referido maqueiro não aguardou o posicionamento adequado na maca do atleta Rafael Bastos, Nº 16 da equipe do Figueirense. Sendo expulso por trabalhar de forma inadequada.”

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Avaí e Guarani vencem e transformam quadrangular da morte numa angústia histórica

28 de março de 2015 19
torcida do Avaí

O desabafo do torcedor do Avaí. Foto: Cristiano Estrela

Os torcedores de Guarani, Avaí, Atlético-Ib e Marcílio Dias terão que estar com o coração em dia. Quem não estiver agende uma revisão para esta semana porque o Campeonato Catarinense não dá trégua.

Simplesmente todos os times ganharam em casa (incluindo o Avaí, confira a crônica do jogo), o que deixa os quatro com seis pontos.

Como se não bastasse, há mais um jogo em casa para cada. (confira a tabela de classificação)

Mais que isso, Guarani e Avaí, por exemplo, não têm quase diferença nos critérios que estabelecem vantagem, apenas no confronto direto, que favorece o time de Palhoça.

É inegável que o torcedor Azurra respirou aliviado. Não foi fácil, apesar do 3 a 0. Mas o pênalti marcado foi correto e a expulsão do jogador do Marcílio também. Sandro Meira Ricci continua dando um banho de boa arbitragem.

Até o final, pelo jeito, será este sofrimento azul. Que Quadrangular equilibrado. Só é emocionante para quem vê de fora, porque os que estão envolvidos vem uma grande angústia

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Último capítulo das conturbadas publicações do site do Avaí tem desagravo a Arini

26 de março de 2015 23

Com uma nota de desagravo pessoalmente assinada pelo presidente do Avaí, Nilton Macedo Machado, parece que se encerra uma novela hospedada no site do Avaí. (clique aqui e leia a nota)

O principal meio de comunicação do clube com seu torcedor, infelizmente, turbinou uma discussão em momento inoportuno.

Começou com a informação da punição do diretor de Esportes, Carlito Arini e do supervisor Vinícius (clique aqui e relembre).

Nota oficial Avaí

Nota oficial do Avaí

Depois, o parágrafo que citava os dois foi apagado do site. Mais adiante Arini desabafou com exclusividade ao DC (relembre).

Ficou uma saia-justa total, até que hoje o presidente fez uma nota pública de apoio a Arini.

Liguei para o presidente Nilton Macedo Machado, que me disse ao telefone as seguintes palavras: “Um erro não quer dizer que ele seja incompetente, o trabalho dele é excelente”.

E o presidente destacou que não há um “racha” com o Conselho: “Houve um erro ao publicar aquela nota, mas a ação do Conselho é totalmente em sintonia com a direção”.

Bom, diante deste roteiro, espera-se que agora o clube fique totalmente focado na “decisão de campeonato” diante do Marcílio, neste sábado, na Ressacada.

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