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Turno cai no colo da Chapecoense, com Avaí na caça ao Verdão. Figueira sem ousadia, está fora da briga

05 de fevereiro de 2012 44

A rodada mais importante e definidora foi justamente a quinta e última que vivenciamos neste sábado/domingo. E o Verdão colocou os pingos nos "is". Venceu com autoridade o Figueirense, por 3 a 1, no Condá, encaminhou o título do turno, mas ainda tem o Avaí na sua cola. E o Atlético, de Ibirama, um pouco mais atrás, mas com a vantagem do confronto direto junto ao Verdão mais adiante.

E Figueirense, Criciúma e Joinville são vítimas da falta de ousadia. Por este motivo ficaram pelo caminho. Cada um ao seu modo, mas o resumo é este.

No caso Alvinegro, estava clara a necessidade de um futebol mais envolvente, um meio de campo mais ameaçador e este tipo de deficiência não salta aos olhos diante do Marcílio, ou do Metrô, mas diante de uma Chapecoense, no Condá, sim! Aí a falta de farinha no saco (no caso a tática deficiente e uso errado das peças à disposição) apita alto o sinal de alerta.

Se o torcedor alvinegro conferir meu úlitimo post sobre o time vai ver que cobrei ousadia com a entrada de Roni desde o início da partida (clique aqui e leia). Inclusive um ajuste tático e a saída ou de Doriva ou do próprio Julio Cesar, ou até como foi feito no jogo de ontem. Havia tempo para corrigir a deficiência que vimos. Tanto que olha o golaço que o garoto fez. O conservadorismo falou mais alto, não deu tempo da qualidade de Roni fazer a diferença, no contra-ataque o Verdão ampliou e, assim, foi-se o turno.

No caso do Tigre, um Márcio Goiano irreconhecível se mostra refém da falta de um meia organizador, não conseguindo achar uma solução para o time. E no caso do JEC, a falta de motivação do grupo talvez seja a explicação.

Ah, mas o Avaí está jogando feio? A própria Chapecoense não encanta? Mas veja quem vai levar...

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E agora? A nação avaiana vai torcer pelo Figueirense contra a Chapecoense? Vale a liderança!

04 de fevereiro de 2012 46

E o Tigre tropeça no Marcílio e complica o turno

A vitória e a liderança, mesmo que provisória (ou não, depende de amanhã). Este o doce sabor que o Avaí e seu torcedor experimentam após quatro vitórias consecutivas.

É um momento importante para o Leão. Depois de um ano sofrido, finalmente o clube experimenta um momento importante, promissor, de alto astral, de esperança e de otimismo.

A vitória de 3 a 0 sobre o Camboriú foi tranquila, sem sobressaltos. Percebendo a insegurança do goleiro, o Avaí usou e abusou das conclusões por arremate e não por bola trabalhada.

Num deles, de cabeça, Capixaba saiu da “seca” e guardou o seu. Pirão também, chutou uma falta de longa distância, com força, contou com a falha do arqueiro e fez o 2 a 0. O 3 a 0 foi uma pintura de Neílson, também num chute.

Agora, fica a grande dúvida: a nação avaiana vai torcer para o Figueira, diante da Chapecoense, para ficar na ponta? Hein? Hein?

Ah, e com o jogo decidido na Ressacada, fui para o HH ver o drama do Tigre. O Zé Carlos deixar seu golzinho não é novidade. Não vi em que circunstâncias o Tigre ficou em desvantagem de 2 a 0, os blogueiros podem ajudar.

Agora, aos 23 minutos houve um pênalti claríssimo para o Tigre, não marcado pelo árbitro Bráulio da Silva Machado. Não sei se foi uma constante no jogo, mas este lance ficou claro e foi mais um dos constantes erros gritantes de arbitragem deste início de competição.

No restante do que vi, a mesma impressão do Tigre diante do Camboriú. Sem “trocação” de meio, apenas na vontade. Assim, não vai longe na competição.

Bom, mas tem sempre Zé Gol, e no segundo pênalti sofrido, foi marcado. Zé bateu e converte e garantiu pelo menos o empate em 2 a 2.

Bom, a parada está bem mais voltada para a Capital x Oeste. Sul e Norte terão que retomar campanhas pensando no futuro.

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Se houver ousadia, Roni estreia pelo Figueirense. Sem novidade no time, a Chapecoense agradece

03 de fevereiro de 2012 36

E aí, Roni deve estrear contra a Chapecoense, torcedor Alvinegro? Ou Branco deve seguir em sua política de preservação do time-base?

É uma dúvida. Agora que o meia adquiriu condição de jogo (clique aqui e confira matéria no DC Esportes), não seria Roni a peça perfeita para dar a volúpia na ligação meio-ataque que está faltando?

Mesmo admitindo que a repetição do time monta um entrosamento, estabelece uma relação de confiança do grupo para com o técnico, e não achando errado o procedimento de Branco, arrisco opinar de que o fato novo Roni não seria má ideia no domingo.

Claro que o Avaí vai definir sua situação no campeonato neste sábado, e deve manter-se na briga pelo título, mas o jogo de domingo é uma decisão particular para Verdão e Figueira. E uma novidade com a qualidade de Roni estabeleceria uma nova dinâmica para tentar surpreender a muralha verde, que só tomou um gol até agora.

Bom, aí vem a dificuldade: na vaga de quem? O mais óbvio não é o mais digerível, pelo menos diante da Chapecoense. Explico: Tirar Doriva e colocar Roni, recuando Luis Fernando para terceiro, faria um time ofensivo, envolvente, estocador no ataque, veloz na transição, criativo no terceiro homem e bem protegido na “volância”, como se diz na gíria. Mas leve e ousado demais diante do “peso” que é empregado pela Chapecoense no jogo.

O sol estará “pegando”, o Verdão está melhor preparado fisicamente, e a situação com Roni não foi devidamente treinada. Por este motivo, acho que ele começa no banco.

Mas repito: colocaria Roni desde o início, seria um fator surpresa, que é a única coisa que pode desmontar a solidez da Chapecoense. Sem ousadia, dificilmente o Verdão será batido em Chapecó. Será que Branco foge da mesmice, do feijão com arroz? Domingo veremos.

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Pênalti Mandrake prejudica Metrô, mas Figueirense foi muito mais time e mereceu a vitória no Scarpelli

02 de fevereiro de 2012 149


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Desta vez quem errou feio foi o árbitro Areas. Como aconteceu em favor do Criciúma na quarta-feira, favorecido diante do Camboriú num gol mal anulado, agora o Alvinegro teve um pênalti a seu favor marcado, que até o mais ingênuo torcedor sabe que não ocorreu.

Assim como o Tigre, o Alvinegro não tem nada com isso. Júlio César converteu e deu a vantagem logo aos 12 minutos.

São erros graves de interpretação, casualmente envolvendo times “grandes”. A minha interpretação é que o árbitro, deficiente na parte técnica, fica intranquilo diante de uma possível pressão e apita no susto.

Mas, ao contrário do Tigre, o Figueira jogava bem, assim como o adversário, bastante ousado. O Metropolitano recuperou-se bem da situação inicial. Criou chances de gol e antes dos 20 minutos empatou num belíssimo arremate de Rodrigo Ninja, um golaço, tirambaço de longa distância.

O jogo esteve movimentado no primeiro tempo, com estocadas de fora da área do Metrô e algumas chances trabalhadas pelo Figueirense. Numa delas, Aloísio ficou cara a cara, preferiu o passe e perdeu de fazer o 2 a 1.

Se o duelo era movimentado e agradável, a atuação do árbitro seguiu desastrosa também na aplicação (e falta de) de amarelos. Totalmente sem critério, não dava quando precisava, dava quando não havia necessidade, um desastre.

Antes que o jogo complicasse, aí por méritos próprios, o Figueira decretou o 2 a 1, Aloísio comemorou, mas pareceu gol contra de Ninja.

Descontando o pênalti inexistente, o gol sofrido, os erros da arbitragem e o conjunto da obra, o resultado foi justo para o Figueira na etapa.

No segundo tempo, Ygor sentiu mal estar estomacal e deu vaga ao estreante Toró. O volume de jogo alvinegro seguiu maior, e o Figueira só não ampliou antes dos cinco minutos porque Julio Cesar segue descalibrado. Recebeu passe com açúcar de Leo e errou cara a cara. Logo depois, novamente recebeu passe perfeito, agora de Aloísio, e novamente errou o alvo.

Júlio deu a vaga a Niell, o Imperador Alvinegro ainda não aconteceu. Neste jogo, aliás, Luiz Fernando também esteve aquém de outras apresentações. Por outro lado, o ala Leo mostrou ótimo serviço, Aloísio manteve-se em alto nível  Doriva melhorou aos poucos dentro do jogo. Desta vez, a zaga teve em João Paulo um ótimo nome.

No terceiro gol, a qualidade de Luiz Fernando bastou para um bom chute e a conclusão do argentino Niell, seu primeiro gol no Figueira.

O Figueirense teve mais volume, foi mais time e mereceu a vitória, incontestável, apesar do pênalti, que não houve.

Para o campeonato, o resultado coloca mais lenha no fogo do jogão de Chapecó, domingo. Virou decisão no Condá. Haja coração!

E o JEC?

Foi-se o turno, veremos se Luiz Gonzaga Milioli aguentará o tranco no cargo. O tricolor do Norte é carta fora do baralho após esta derrota para o Atlético. Terá que melhorar muito para recuperar-se no torneio. Lembrando que a classificação geral é importante.

Já os atleticanos estão fortes este ano. Aliás, como quase sempre. Parabéns novamente a quem faz futebol em Ibirama.

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Verdão espetacular, Avaí na cola. Agora é ver quem segue na caça entre Figueira e Metrô

01 de fevereiro de 2012 55

Um começo fantástico de campeonato para a Chapecoense. Simplesmente, se vencer o Figueirense, no domingo, o Verdão terá emplacado 15 pontos em cinco jogos, 100% de aproveitamento e encaminha solidamente a campanha no turno rumo ao título.

O 2 a 0 sobre o Marcílio Dias só não foi perfeito para os fãs do Verdão porque o Avaí venceu e segue a três pontos. Ou Figueirense, ou Metropolitano, um dos dois fica pelo caminho amanhã, ou até ambos em caso de empate.

É uma situação privilegiada do atual campeão, com o Leão na cola, é verdade, e a possibilidade de Figueira, ou Metro seguirem com chances. Este o quadro de momento.

Em Brusque, o Avaí fez uma partida segura, dominou o jogo de forma incontestável na primeira etapa e estabeleceu 1 a 0, de forma justa, ainda no primeiro tempo, com gol de Renato Santos.

Na segunda etapa, o Avaí baixou o ritmo e assumiu o estilão “Ovelha”: precavido e só na bola de segurança. Ameaçou menos, correu pequenos riscos, mas controlou a situação.

 

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Zé Gol resolve para um Tigre sem inspiração. E Camboriú é prejudicado por erro absurdo do árbitro

01 de fevereiro de 2012 29

Nem o mais fanático torcedor do Criciúma, que tenha assistido ao jogo, claro, teria a coragem de dizer que a vitória sobre o Camboriú, por 2 a 1, foi justa. O Tigre não tem culpa se a arbitragem é falha e prejudica o adversário, obviamente. E tem o mérito de ter um goleador iluminado, Zé Carlos.

 Mas o torcedor do Tigre sabe que seu time não produziu o suficiente para coletar três pontos. Se volta de Camboriú com uma vitória, deve erguer as mãos para o céu e torcer para o Márcio Goiano voltar a ser o treinador que nos acostumamos a ver no Figueirense.

Olha, o Criciúma está com um caminho muito mais longo do que eu imaginei para encontrar um padrão mínimo que permita sonhar com o título. Sejamos verdadeiros, o Camboriú deteve o domínio do jogo e só nãofoi para os vestiários na primeira etapa porque teve um gol (mal) anulado. Aliás, uma decisão de José Acácio da Rocha altamente “estranha”, encontrando uma falta  num lance que nada teve de anormal.

A jornada desta quarta-feira começou com o Tigre encarando o caçulinha Cambura. Simpático o estádio Robertão. Um bom gramado (pelo menos no visual da tv) e dimensões compatíveis.

Agora, entre nós aqui: já que o time é novo, não poderia a moçada da organizada da cidade ter escolhido um nome mais criativo? Máfia Tricolor? Pô a galerinha animada que vi pela TV poderia ter batizado a torcida sem o viés de violência...

No campo, um primeiro tempo de pouco brilho e burocrático por parte do Tigre. Já o time da casa teve o domínio territorial. O Tigre, por sua vez, demonstrou muita dependência de Guilherme, que, solitário, não encontrou soluções para criar ou concluir.

Valdo e Anderson Costa, definitivamente, não são opção funcional para o 4-4-2 que Márcio Goiano tanto gosta. Não têm a mobilidade, nem a aproximação de meias consistentes.

E o lance polêmico ficou por conta de mais um gol fantasma anulado, aos 28 minutos. Assim como o gol de Aloísio, do Figueira, contra o Atlético, o Camboriú guardou um de cabeça e o apito de José Acácio da Rocha viu falta que, se repetirmos trocentas vezes o replay, não vamos achar falta.

E aí entra o xis da questão: pô, até quando os árbitros verão miragens, seja para qual time for? É irritante.

No segundo tempo, uma mexida sem criatividade de Márcio Goiano, a quem reputo um ótimo técnico, mas estranhei neste jogo. Será que não confia nas peças que tem para mudar o meio, tirar um volante e ganhar movimentação?

Para ações medrosas, consequências (quase) nulas. O Cambura seguiu melhor, mais ameaçador, o Tigre permaneceu sem criatividade, sem controle de bola, uma caricatura de um time que se espera tenha outra postura mais condizente com sua grandeza.

E o “quase” entre aspas do parágrafo acima é porque quem entrou foi Zé Carlos. O Zé Gol é diferente, é efetivo, é cruel com as zagas, está sempre bem colocado. E fez seus golzinhos. Foi só. E suficiente para o Tigrão. Que teve um pênalti no final, convertido por Geninho.

 

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Lima acusado de aborto. Como reagirá o grupo do Joinville, já sob pressão, à polêmica com o craque?

01 de fevereiro de 2012 36

Que situação delicada esta que envolve a denúncia do jogador Lima por crime de aborto (clique aqui e confira a informação no blog JEC na Rede).

Antes de falar da repercussão esportiva para o já tenso Joinville, passo rapidamente sobre o assunto aborto.

Em questões polêmicas, sempre defendo que a dialética exige dois ângulos de discussão, a moral e a legal. As duas têm de aparecer juntas, não são excludentes.

Do ponto de vista moral, qualquer opinião pode ser contestada e/ou revista. Do ponto de vista legal, não, cumpre-se o que diz o direito, e ponto.

As implicações morais e religiosas atingem o fanatismo em determinados casos, ainda mais neste assunto. Levando em consideração aquela máxima de que

"Não concordo com o que dizes, mas defendo até a morte o direito de dizê-lo” , apenas reforço que este blogueiro é frontalmente contra o aborto.

E sou um legalista, obedeço à lei. Além de um democrata, portanto respeito quem pensa o contrário.

Voltando ao caso Lima, o que a lei definir, cumpra-se. Mas o ângulo do blog é desportivo.

E, neste quesito, aumenta minha preocupação com a situação do JEC. Seu principal jogador perde o foco com um assunto gravíssimo, num momento de instabilidade do time e numa rodada que pode valer o turno.

É daqueles momentos onde o grupo de jogadores tem dois rumos: ou perde o bonde de vez; ou se une na dificuldade e arranca para a recuperação de forma sólida. Não tem meio termo.

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Pepinos para Branco, Ovelha e Luiz Gonzaga Milioli

31 de janeiro de 2012 33

Comecemos pelas decisões urgentes de Branco para equilibrar o Figueirense. Sim, porque o Alvinegro precisa de equilíbrio tático, compactação, “trocação” de bola” no meio campo, o que vai devolver a posse de volta ao time, tirar a pelota dos pés adversários e evitar a passagem tão fácil dos alas rivais, o que pode melhorar o rendimento dos alas alvinegros.

Sendo mais objetivo: por incrível que pareça, a solução para esta configuração está lá na frente, e não necessariamente mexendo no meio, na ala, ou na zaga. É minha tese.

Aloísio está fazendo a sua, bola na rede e movimentação ofensiva adequada. Mas Júlio César, ao invés de turbinar o ataque, está deixando o time num 4-4-1-1. Até que o imperador alvinegro recupere sua forma física, acho que já era hora de lançar mão de Niell ao lado de Aloísio. Melhora o ataque, preocupa os alas adversários, estes sobem menos, tira a sobrecarga na sua zaga. É o remédio para a febre. Mas, aí tem de ter coragem de mexer em Julio Cesar.

Fora isso, tem de ficar atento: a dupla de zaga está se entendendo? E os alas, são suficientes para aguentar o tranco? Bom, aí quem pode responder é o técnico Branco.

No Avaí, algumas soluções para a qualidade na finalização (Capixaba ainda não emplacou) estão na Ressacada. Trata-se de Nunes, que todos lembram do Santo André. Atacante raçudo, ao gosto da galera avaiana. O trabalho será psicológico para segurar o lado temperamental do atleta, no mais é desfrutar de sua luta constante dentro de campo e qualidade técnica. Gilmar completará as ações do departamento de futebol para resolver o setor.

Resolvido o ataque, a questão é como o Avaí vai ter um futebol mais regular e que se imponha sobre o adversário. Aí é uma questão que eu insisto há tempo: Ovelha é prático na sua proposta de futebol. Obtém resultados a partir da leitura de situações jogo a jogo. Se conseguir padrão tático, ótimo. Se não conseguir, dá um jeito de buscar os pontos. Virtude para uns, falta de recurso para outros. Ou seja, o Avaí não vai priorizar o “jogar bonito”, esqueçam. Mas vai chegar na briga, podem ter certeza.

Dos grandes, outro técnico que entra na rodada cheio de questões a definir é Luiz Gonzaga Milioli. Acho cruel, mas até seu emprego está em jogo. O motivo? Seu time, um dos favoritos ao título, é o único que não venceu e vê o turno se esvair se não vencer. Goiano, do Tigre, e Gilberto, da Chapecoense, com seus times em alta, passaram um início de semana mais light.

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Verdão na boa e só o Joinville fica na pressão total dentre os grandes do Catarinense

29 de janeiro de 2012 79

Peço desculpas pelo post tardio. Simplesmente não deu tempo de postar crônicas dos jogos de hoje. Chego agorinha do Show de Bola na TVCOM e deixo um balancinho de como ficou a situação.

O empate em Joinville foi regular para o Figueirense, péssimo para o Joinville.

Quem agradeceu foi a líder 100% Chapecoense, que, se deixarem, vai embora e, quando acordarem, acabou o turno.

Legal a recuperação do Metrô, mais um para incomodar. E o Marcílio Dias? Dificilmente vai engrenar.

O Tigre achou a primeira vitória, respira aliviado, entrou na brincadeira.

E o Avaí, ao estilão Mauro Ovelha, vai engrenando. Não joga bonito (dificilmente vai fazê-lo), mas será competitivo. Ótima a contratação do Nunes, será um jogador importante.

Noves fora, terminou aquela tolerância de três rodadas. Agora não tem mais desentrosamento, nem músculo pesado. Quem vai apresentar armas, o faça já na quarta rodada. Ou vai ficar a ver navios.

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Não é hora de rever favoritos no Catarinense

28 de janeiro de 2012 17

O fato de o Criciúma e o Joinville estarem capengando neste início. Não condiz com a realidade do que estes dois times vão fazer na competição. Ninguém esperava um início tão ruim deles, mas a coisa vai mudar, tenham certeza.

 A situação consistente do Figueirense, mesmo com uma preparação curta, também é surpreendente. O time vai oscilar até alcançar seu rendimento que é, sim, de favorito.

Até a largada fantástica do Verdão. Empolga a galera do Oeste, mas merece ponderação até que se perceba a real capacidade do novo time montado pelo atual campeão catarinense.

O Avaí de Ovelha será mais confiável do que demonstra, não há dúvida.

Ah, então a rodada de amanhã não é importante? Ora, não chego a este nível.

É, sim. O Tigre e o JEC não vencerem, ou qualquer outra surpresa, pode determinar uma situação complicada. Apenas não acredito que devamos ceder ao imediatismo e condenar trabalhos antes de concluída, pelo menos, a quinta rodada da competição.

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