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Estou com Argel e não abro. É a melhor escolha de técnico para o momento do Figueirense

24 de julho de 2014 25

Sei que qualquer enquete por aí vai dar uma certa rejeição à escolha de Argel para técnico do Figueirense. Basta olhar twitters e faces da vida.

Mas tenho a convicção de que, desta vez, o presidente Wilfredo Brillinger apostou em sua vontade pessoal, preferiu não ouvir outros “conselheiros” e fez o certo.

Argel, por conta de sua personalidade, incomoda muita gente. Incomoda quem não gosta de trabalhar, quem não aceita ser contraposto, quem não tem “aquilo roxo” para discutir uma questão a fundo, quem não gosta de viver intensamente uma situação.

Aqueles que gostam de fortes emoções, estes não têm problema nenhum com Argel. Sabe por quê? porque ele compra brigas, ele luta por uma causa, ele é guerreiro pelas cores que defende, ele não gosta de perder, não está aí para brincadeira.

Tem dirigente que não convive bem com gente assim, e jogador também. Estes o Argel afasta rapidinho. E sofre com eles, que tentam minar seu trabalho.

Parabéns pela escolha. Argel além destas características que citei, e gosto delas, tem outra que aprecio: entende de futebol. Sabe de tática e só usa os jogadores que estão comprometidos e treinando bem. E também valoriza os garotos, com o que deixa plantado no clube, para o futuro, sementes.

Claro que a situação do Figueira é complicada. Talvez nem Argel dê jeito. Mas se queremos o Figueira forte (e quem torce pelo futebol de SC deve querer) temos que dar suporte ao trabalho dele.

 

PS: Parabéns ao colega Rodrigo Faraco pelo furo de reportagem. Como nos velhos tempos do jornalismo, na madrugada, anunciou o nome com exclusividade. Deu um banho.

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É muito fácil descascar o Avaí numa situação atípica. Prefiro entender o momento e abraçar a causa da Série B

23 de julho de 2014 23

Seria muito conveniente e até fácil para mim vir aqui e descascar a atuação do Avaí em termos táticos e até técnicos nessa derrota de 2  a 0 para o Palmeiras pela Copa do Brasil.

Mas não acho o caminho correto.

Uso como comparação dois lutadores de MMA, um ranqueado e consagrado, o outro tentando vaga no UFC.

Mesmo menos treinado (Palmeiras desfalcado), o lutador mais tarimbado em algum momento acaba aplicando melhores golpes e vencendo.

Temos que entender esta condição do Avaí. Este Leão já foi o melhor catarinense na história dos pontos corridos em termos de classificação final. Logo, sabe o que é lutar contra um time de elite.

Acontece que são orçamentos diferentes, realidades distintas.

Mesmo assim vi no Avaí um time que fez absolutamente o que pôde diante do time que conseguiu montar. Com muita dignidade.

E vejo o técnico Geninho gerindo bem a escassez.

Não vou entrar no time da terra arrasada. Acho muita falta de entendimento da realidade avaiana.

Prefiro entrar no time dos que veem uma possibilidade de muita luta, muita ralação, muita entrega (e isso o Leão sabe fazer bem) para tentar voltar à elite, garantir orçamento e aí pensar em retomar um caminho mais pomposo, mais solene.

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Depois de reerguer Zé Carlos, será que o Criciúma conseguiria o milagre de reviver o mito Adriano Imperador?

22 de julho de 2014 11

Se confirmar Adriano Imperador, Criciúma confirmaria sua vocação e talento para recuperar centroavante-problema

A experiência com sucesso teria dado ao Criciúma um Know-how de como lidar com centroavantes-problema? Ao que parece, sim.

Claro que a notícia de que o clube estaria dentre os que ouviram proposta para abrigar Adriano ainda é incipiente.

Mas a informação que está sendo trabalhada pela agência Lance tem seu potencial de mexer com a cidade.

Afinal, quem além do Criciúma poderia salvar Adriano?

Já que lidar com Zé Carlos não é para qualquer um.

Olha, se for para colher gols em troca, até valeria a pena.

Embora, no caso de Adriano, ninguém mais acredite ser possível.

Até porque se o Tigre consegue milagres com alguns atletas, a noite em Criciúma, com algumas das mulheres mais bonitas do Brasil, pode ser interminável.

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Um duelo pessoal entre pessimismo e realismo na nova Era Dunga frente à Seleção Brasileira

22 de julho de 2014 9

Estou numa cruzada pessoal contra o derrotismo, contra a má vontade, contra o preconceito. Como disse é pessoal. Por quê? Porque recentemente um blogueiro me alertou para o que ele identificava nos meus posts uma visão muito pessimista do futebol como um todo.

E eu dou bola, dou muito valor ao que pensam os que me leem. Principalmente aqueles que se dignam, neste espaço, a interagir e me dão o prazer, o privilégio, a alegria e a responsabilidade de usar o meu espaço para se manifestar.

E não são poucos. Este blog coleciona 159.457 comentários, quase 160 mil portanto, até a publicação deste post.

São 160 mil pensamentos do leitor postados aqui.

Quando eu recebi a advertência do blogueiro quanto ao meu suposto pessimismo, a motivação fora por criticas à Seleção durante a Copa, mesmo diante das vitórias que aconteciam até a tragédia diante da Alemanha.

Este mesmo leitor (ele publicou mensagem depois) reconheceu que eu tinha razão em estar preocupado com a Seleção. Foi logo depois dos 7 a 1, ele “deu o braço a torcer”.

Mesmo assim, mesmo vendo que eu tinha razão em não me deixar levar pelo otimismo “plantado” eu percebi que dá para ser crítico sem pregar o caos. Dá para criticar de forma pro-ativa, visando a melhorar.

E com este espírito eu vejo a nova “Era Dunga”.

Calcado nos mais de 20 anos de crônica esportiva que eu tenho, todos os sintomas, todas as informações que coletamos e reunimos levam a crer que estamos dando murro em ponta de faca.

E o porque é óbvio: levamos uma surra dos alemães não por um episódio isolado, mas por um contexto.

Mais que uma safra ruim de jogadores, temos uma estrutura dilacerada no nosso futebol.

Basta responder algumas perguntas:

- Combatemos a violência de torcidas? Absolutamente não.

- Temos qualificação técnica em nosso campeonato? Jogos chatos e sem criatividade e sem inovação são a tônica.

- Temos nova safra de técnicos? Sempre os mesmos girando por aí.

- Temos um mercado aquecido? Não, perdemos jogadores por um picolé e uma mariola.

- Temos um sentimento de brasilidade? Zero. A torcida que vai ao estádio nos jogos do Brasil é modinha, coxinha, mal-educada. E nossa casa virou a Inglaterra por motivos contratuais.

- Produzimos novos talentos? Pouquíssimos e os que aparecem não esquentam nosso mercado, vão para o exterior.

- Temos calendário? Não, há uma adaptação à Europa, logicamente para favorecer empresários.

- Temos jogadores inteligentes e unidos por melhores condições de trabalho? Ainda não, embora surja um movimento ainda incipiente. O que ainda impera é o interesse individual.

E, por fim, temos perspectivas de mudança? Acabamos de descobrir que um 7 a 1 numa Copa em casa não foi suficiente. Não sabemos nem se a não-classificação para uma Copa será suficiente, caso venha a acontecer a mudar.

E, diante de tudo isso devo ser pessimista?

Não, apenas realista. Sigo nesta cruzada pessoal contra o pessimismo. Vou observar este trabalho do Dunga.

Com todas estas questões em mente, mas sem pré-julgar. Esperando mais fatos para derrubar os citados acima, ou simplesmente acrescer novos fatos para o que parece ser a derrocada final do futebol brasileiro.

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Diretoria do Avaí dá 110% de sua capacidade, grupo bem orientado responde em campo com 1000%

19 de julho de 2014 10

Depois do preocupante início de campeonato, e sem esconder suas extremas dificuldades fora de campo, o Avaí dentro dele acha um caminho.

Acho o Leão merecedor desta condição. Nunca negou as dificuldades extra-campo. Mas enfrenta este momento com dignidade, abertamente.

E, desta forma, o grupo de jogadores compreende a luta da direção e abraça a causa.

E com este caldo de garra, o Leão sabe lidar.

Esta Série B será assim, com altos e baixos.

Mas se o grupo estiver com um só objetivo, o Avaí pode sonhar com um voo mais alto.

A direção de futebol do Avaí, mais a presidência, têm agido com pés no chão, sabem que é difícil, mas mostram ao grupo que estão agindo a 110% do que podem.

Arrumaram um técnico que está focado e têm o respeito do grupo.

E acho que o time entendendo este espírito está dando a resposta em campo. Da 1000% do que pode.

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Nos preparemos para o contra-ataque dos bastidores para conter a boa largada catarinense

17 de julho de 2014 7

Olá internautas, após um pequeno recesso pós-Copa, o blog volta com tudo inspirado pelo início arrasador dos catarinenses nas séries A e B.

Os resultados todos sabem: vitória, vitória, vitória e vitória. Figueirense e Criciúma na Série A (Chapecoense ainda vai retornar) e Avaí e JEC na Série B.

Acho que devemos comemorar, sim, a volta da intertemporada com bons resultados.

Ao mesmo tempo, lembro a todos que o Criciúma, por exemplo, está com três pontos a menos por manobras de bastidores. Que todos bem conhecem.

O comando da CBF nunca esteve sob tanta pressão, ainda mais com o desastre da Seleção. Romário já pede derrubada do staff da CBF no Congresso, então a direção vai precisar do suporte político dos grandes clubes.

Fiquemos atentos: clubes grandes não podem naufragar nem na elite, nem na segunda divisão. Isso ampliaria a sensação de declínio do futebol brasileiro.

Vai sobrar para quem? Fiquemos atentos, muito atentos.

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Uma final emocionante, uma Copa eletrizante, um Brasil que sabe o porque do caos dentro e fora de campo

13 de julho de 2014 9

Um resuminho rápido de impressões que me vieram à mente assim que o apito final soou decretando a Alemanha campeã:

1º) Sabemos tudo que está errado dentro de campo e na gestão do futebol brasileiro, mas temos material humano para reverter rapidamente o quadro de declínio do futebol brasileiro se houvesse vontade política.

2º) Temos a forte sensação, quase uma certeza, que apesar de saber o que está errado dentro de campo e na gestão do futebol brasileiro não vamos aprender esta lição. E até que o fundo do poço realmente chegue (algo como não classificar-se para a próxima Copa) aí talvez aconteça algo mais “revolucionário”.

3º) Sabemos tudo que está errado do ponto de vista social-politico-econômico em nosso país, e que aflorou nas manifestações de julho do ano passado. E sabemos que temos pessoas dignas e capazes de transformar o Brasil numa potência à Alemanha, caso houvesse vontade política.

4º) Temos a forte sensação, quase uma certeza, que apesar de saber o que está errado do ponto de vista social-político-econômico em nosso país, de que nada vai mudar nessas eleições, seja qual for o resultado, manutenção do status quo ou um novo governo vindo da oposição.

5º) Fechando o ciclo de ilações que invadiu meu cérebro com o apito final: podemos fazer a Copa das Copas, mas com muitos erros administrativos que nos envergonham apesar do orgulho de que tudo tenha saído muito bem na última hora; podemos ter o país do futebo, o melhor de todos, podemos nos orgulhar disso, mas o momento é de vergonha pelo que nos transformamos.

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A Copa das Copas foi maravilhosa, mas também a Copa da vergonha em ver o que virou nosso futebol

12 de julho de 2014 17

Defendo a tese de que quem assiste futebol deve fazê-lo em nome da alegria, da diversão. Não gosto da vertente de quem usa o futebol como algo parecido com religião ou razão de viver.

Com esta premissa, acredito que quem decidiu assistir ao 3 a 0 da Holanda sobre o Brasil simplesmente o fizeram por curiosidade ou por interesse em ver psicologicamente a reação dos atletas e do público. Ou eram estes “coxinhas” que não entendem nada de nada.

No meu caso, assisti ao jogo por compromisso profissional. Tivesse a opção, escolheria, certamente, outra diversão neste sábado.

Mas nem nas minha imaginação mais fértil pensei que o jogo começaria com gol relâmpago da Holanda. O pesadelo da Alemanha não fora o suficiente?

Confesso: deu medo de ver que um possível fiasco poderia ser o cardápio.

> Vídeo: ou o futebol brasileiro muda tudo ou então só tende a piorar

Deu até vergonha de reclamar o pênalti que foi falta fora da área e que foi mal marcado. Porque o holandês entrou tão sozinho na área, que perdemos o moral para qualquer reclamação. (Ah, e mesmo que a falta fosse fora ou dentro da área, tinha que expulsar, era o último homem).

E o medo aumentou com o segundo gol, nem tinha 20 minutos. Novamente irregular, mas, convenhamos de novo fica a vergonha de reclamar. Até porque cabecear para dentro da área, seu Davi Luiz? Me poupe: está na Constituição dos zagueiros, artigo 1, jamais cabeceie para dentro da área ao afastar uma bola.

Bom, formos para o intervalo “só” com 2 a 0.

Minha expectativa durante o intervalo desta partida foi a mais humilde que já cultivei desde que me entendo por gente acompanhando a Seleção: esperar que no segundo tempo jogássemos algo próximo ao suficiente para não tomar mais gols.

O segundo tempo, em que pese uma melhora de rendimento suficiente para estancar os gols adversários, só comprovou: o time é ruim, não tem atitude, estava mal treinado, sem conjunto tático, um verdadeiro desastre histórico, épico.

Nem que levássemos um time da Série B do Brasileiro (para não forçar a barra com um da Série C, Série D ou do futebol amador) conseguiríamos um despropósito tático tão contundente.

Enfim, neste sábado assistir por obrigação ao jogo. Neste domingo, assistirei por vontade própria. Entristecido, sim. Até porque acho que a lição deste vexame não vai render frutos para o futuro de nosso futebol dada a (baixa) qualidade dos dirigentes.

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Não chores por mim Seleção, by Marquinhos Espíndola

11 de julho de 2014 1

Hoje o blog empresta espaço para meu xará, Marquinhos, parceirão aqui do DC que escreve como poucos, pensa também com uma exclusividade gratificante e por este motivo tem minha admiração. Confiram:

 

Não chores por mim, Seleção

Nem as tuas lágrimas derramadas em campo e muito menos a veia saltada no pescoço na hora de cantar o Hino Nacional me convenceram durante esta Copa. Não será hoje, no segundo ato da tua agonizante despedida da Copa do Mundo que irás amolecer o meu coração. Não espere lágrimas, mas gargalhadas, assim como na épica refrega que a Alemanha te aplicou naqueles 7 a 1 da semifinal. Os baladeiros de copa talvez não entenderão, mas quem faz do futebol a sua rotina está habituado a se divertir nestas ocasiões, muito embora nem com o meu glorioso Marcílio Dias eu vi algo parecido – não que eu tenha presenciado. 

Comédia é para rir e o que a Seleção Brasileira apresentou em campo foi um típico pastelão. Como saída honrosa, seria pedir muito a vocês que, na ausência da “arte”, honrem a várzea e me faça rir novamente hoje neste “clássico rivotril” contra a Holanda? Talvez não por mim, mas pelo cachê de U$ 48 milhões oferecidos pela Fifa para o terceiro lugar. Porque chorar foi só uma vez, em 1982. Eu moleque chorei com meu pai por um time fantástico pelo qual a gente nutria o sonho daquela Copa na Espanha até o jogo em que a Itália de Paolo Rossi nos fez acordar para um pesadelo real. Foi um 3 a 2 dramático, incrédulo, um nocaute na alma. Até hoje me parece injusto, mas não foi.
Virou jargão dizer que o azar foi da Copa de 1982 por não ter sido vencida pelo o Brasil. Não, o azar foi nosso, do nosso futebol, que viu a sua natureza ser vilipendiada. Deu margem para a “nova escola” implantada por uma geração de técnicos turrões, novos-teóricos ou ex-zagueiros de cintura dura, que passaram a carreira em campo “na roda” ou distribuindo coices. O “joão”, como Garrincha costumava chamar seus marcadores, é o Felipão de hoje, esse mesmo que provou ao mundo da bola que ainda tem bobo no futebol. Duas copas – 1994 e 2002 – apenas maquiaram um retrocesso que vem matando o nosso futebol escancaradamente no seu dia-a-dia. Dizem que sete é número de mentiroso, mas aqueles sete gols desferidos pela Alemanha escancararam a mentira que nos vem sendo contada tão recorrentemente até que a tomamos como verdade. O Felipão e os que operam o futebol brasileiro nunca vão admitir isso, pois faz parte da sua natureza a soberba, a inveja, a preguiça e avareza – que por sinal estão entre os sete pecados capitais.
E usar a patética desclassificação de quarta-feira como a redenção para o Maracanazo de 1950 é pura pachorra, uma comparação ridícula. Porque aquela seleção foi magistral – fulminou por 7 a 1 a Suécia e 6 a 1 a Espanha, para ficar no quadrangular final – e continuou sendo mesmo após a fatídica derrota na final para o Uruguai. Dois a um não são sete. Zizinho não é Hulk, cara pálida!
A história original do país do futebol começou a ser escrita no clamor daquela dor retumbante, do menino de nove anos que prometeu “ganhar uma copa” para consolar o pai aos prantos. E o moleque a cumpriu oito anos depois. Era Pelé. Mas isso é fato, que hoje mais assombra do que inspira. O que está aí é obra de ficção tentando despistar a realidade, fruto do marketing, nada mais que um bom comercial de salsicha. A “fábula” recente do país do futebol, felizmente, morreu fuzilada nos 7 a 1 daquela tarde bizarra. É diferente da história, que precisa se reescrita daqui para frente, mas de uma outra forma. Por isso, não me faças rir com esse fantasma do “Mineirazo” de 2014. Quer dizer, me faça sim!

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Só espero que o vexame histórico da Seleção sirva para que a administração da CBF imploda

08 de julho de 2014 28

Acho muito injusto elegermos vilões. É fácil pegar um Fred e nele colocar todos os erros de uma Seleção. Esta goleada vergonhosa só serviu para mostrar que não deveríamos sequer ter chegado à semifinal.

Todos viram com muita facilidade que chegamos para a Copa em nosso país sem condições técnicas e táticas para sustentar uma participação consistente.

Tínhamos, antes, um campeonato brasileiro que há anos é muito disputado, porém absolutamente fraco tecnicamente.

E este caminho de exportação de atletas, de mercantilismo, de treinadores retranqueiros, e de muitos cifrões mirados por cartolas um dia iria redundar num grande desastre.

O terremoto veio feio. Mas a lição, única que poderia ficar, seria a de uma implosão na forma como o futebol brasileiro é conduzido nos bastidores. Uma implosão do comando da CBF.

Sinceramente? Acho que segue tudo a mesma coisa. A menos que constatem que, sem um futebol forte, talvez seja mais difícil fazer a sociedade engolir certos desmandos no país.

Afinal sem o circo, a falta do pão é sentida com mais facilidade.

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