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Prós e contras do paradão no Catarinense

22 de fevereiro de 2012 9

O Campeonato Catarinense foi um dos poucos no país que parou no Carnaval. O Diário Catarinense fez um levantamento dos prós e contras da parada para os cinco  grandes do Estado e, também, para Metropolitano e Atlético, que estão firmes na luta pelo título. Reproduzo aqui no blog.

Os cinco grandes

Chapecoense

Prós – A parada foi terapêutica para a líder. O time vem de um empate em casa com o Camboriú e uma derrota fora para o Joinville, precisava se reorganizar taticamente.

Contras – Como começou a preparação com antecedência, estava em curva de ascensão física. A parada quebra a vantagem sobre os demais times.

Preparação – O preparador Anderson Paixão não deu folga ao grupo do Verdão no Carnaval. Todos os dias foram usados para aprimoração física.

O que rolou – A clube foi homenageado no Carnaval de Itá, pela escola de Samba, A.C.E.R.E.S KIZOMBA, no sábado. Foram 490 integrantes defenderam o tema "Verdão Campeão: Chapecoense, uma nação".

 Avaí

Prós – Um período essencial para o Avaí buscar harmonia tática, que faltou apesar da boa campanha no turno. E entrosar peças importantes, como os reforços Patric e Cleber Santana.

Contras – Aumenta a ansiedade pelo tempo entre uma derrota num clássico (1 a 0), diante do Figueirense, na Ressacada e o próximo jogo.

Preparação – Além de treinar e não parar no Carnaval, o grupo fez jogo treino, uma goleada a favor do Leão, por 7 a 0, diante do Jaraguá.

O que rolou – A torcida Mancha Azul está suspensa pelo Ministério Público e não aparecerá identificada nas arquibancadas no Catarinense. A punição é por dois incidentes este ano, em Chapecó e no clássico.

 Figueirense

Prós – A aprimoração da parte física é tudo que o Figueirense precisa, já que foi o último time dos 10 no Estadual a começar sua preparação física.

Contras – O Alvinegro vem empolgado por duas vitórias importantes em clássicos, diante de Criciúma e Avaí e a parada quebra o ritmo do time.

Preparação – Arrumar o setor ofensivo, que não terá o goleador do time Aloísio, foi um dos trabalhos de Branco, que treinou intensamente. Heber deve ser o escolhido.

O que rolou – O técnico Branco deu uma recompensa ao grupo de jogadores Alvinegro, que foi liberado, após o intenso treino de sábado, para curtir, com moderação, a Feijoada do Cacau, no último sábado.

 Joinville

Prós –  O recém-chegado técnico Argel pode implantar com mais solidez sua filosofia de trabalho.

Contras – O time vem de vitória sobre o líder e de ascensão na tabela, a parada pode  comprometer o bom momento.

Preparação – Destaque para um coletivo, sábado, na Arena, com destaque no trabalho para o rápido ataque formado por Aldair, Cristiano e Alex, boas opções do time reserva quando houver necessidade.

O que rolou – O Joinville concentrou suas forças em garantir reforços.  O atacante Cristiano e o volante Natan, apresentados recentemente, estão regularizados e prontos para entrar em campo.

 Criciúma

Prós – Treinos técnicos e táticos, comandados pelo experiente Sílvio Criciúma, pode ajudar o time a encontrar um padrão tático, principal deficiência ao longo do turno.

Contras – A expectativa do início de trabalho de um novo técnico, que não ocorreu, pode prejudicar a tentativa de um final de turno e início de returno mais consistente.

Preparação – O técnico Silvio Criciúma trocou o sistema com três volantes por dois no meio-campo. O time testado foi: Andrey; Fabinho Capixaba, Nirley, Anderson Conceição e João Paulo; Henik, Jackson, Mateus e Guilherme; Valdo e Zé Carlos.

O que rolou – O impressionante calor em Criciúma não foi piedoso com o grupo de jogadores. Sensações térmicas acima de 40°C, mesmo assim o cronograma de treinos foi mantido pela comissão técnica.

 Eles estão na luta do turno

Metropolitano

O grupo de jogadores ganhou folga no domingo de Carnaval. Nos demais dias da parada teve treino em dois turnos. O técnico César Paulista apenas intensificou o excelente padrão tático apresentado pelo time no turno.

 

Atlético-IB

O Atlético-Ib aproveitou a parada de Carnaval para ajustar o time aos desfalques e às novidades. O atacante Rogério volta ao time, justamente contra a Chapecoense, seu ex-time. E o volante Fabrício, que já brilhou no time da Baixada, faz sua reestreia amanhã. A volta de Fabrício compensa a ausência da dupla de zaga titular, Jajá e Dinho, suspensos.

 

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Carnaval paradão

17 de fevereiro de 2012 9

A não ser que alguma novidade surja, tipo novo técnico do Criciúma, ou algo inesperado, o blog pára em parte deste Carnaval por mais absoluta falta de assunto e para um descanso também. Até terça-feira, quando já falaremos da rodada decisiva de quarta-feira.

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Joinville é o trem pagador deste Campeonato Catarinense: bate o Figueirense na média de público

17 de fevereiro de 2012 83

Levantamento feito pelo repórter Jean Balbinotti em matéria do Diário Catarinense mostra que o Joinville é o trem pagador deste Campeonato Estadual.

Fica no ar a dúvida: o Figueirense, segundo colocado, conseguirá mudar este quadro? A grande questão é: o JEC vai às semifinais? É lá que os grandes públicos se definirão.

Você pode ver a arte e a reportagem na íntegra clicando aqui, se for assinante do DC. Abaixo, dou um aperitivo do que o Jean Balbinotti constatou:

"Em oitavo lugar na tabela de classificação, com apenas seis pontos, o JEC tem o que comemorar neste Campeonato Catarinense. Apesar da campanha decepcionante, o clube lidera a média de público nos estádios.

"Em três jogos na Arena, pagaram ingresso 23.254 espectadores, o que dá uma média de 7.391 por jogo. Uma prova de que mesmo em baixa, o torcedor do JEC não abandona o clube. Em segundo lugar na lista aparece o Figueirense, com média de 6.628 torcedores, e, em terceiro, o Avaí, com média de 4.601. Vale lembrar que até o ano passado a dupla da Capital disputava a Série A do Brasileiro, enquanto o Joinville competia na Série C.

Atual campeã estadual, a Chapecoense ocupa o quarto lugar no ranking, com média de 3.883 torcedores por jogo, quase a metade da do Joinville. Os times com piores médias são o Camboriú, sétimo na classificação geral, com seis pontos, e o Brusque, penúltimo, com quatro pontos. A duas rodadas do fim do turno, tudo indica que o JEC terminará em primeiro lugar no ranking das torcidas, deixando para trás, pelo menos neste quesito, a dupla da Capital."

 As médias (como mandante)

Joinville - 7.391

Figueirense – 6.628

Avaí – 4.601

Chapecoense – 3.883

Criciúma – 3.869

Metropolitano – 2.043

Atlético- 1.284

Marcílio – 1149

Camboriú – 606

Brusque - 398

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Entrevista exclusiva com Eduardo Uram: "Relacionamento especial só com o Figueirense"

16 de fevereiro de 2012 60

Reproduzo abaixo entrevista do DC de hoje. Como quem não é assinante não tem acesso, publico aqui também.


Confira a matéria e o papo:

 Ele é um empresário com um impressionante número de jogadores por ele gerenciados. Eduardo Uram tem em seu site brazilsoccer.com.br um “cartel” de nomes bastante conhecidos do mercado e de apostas que certamente aparecerão em breve nos principais times brasileiros.

 Aqui em Santa Catarina, Uram possui forte ligação com o Figueirense (ver quadro ao abaixo), mas um constrangimento colocou em risco a relação: uma suposta declaração vinda de dentro do Criciúma, de que Uram prometeu ajudar o Tigre a ser uma das maiores forças do Sul em três anos.

Uram desmente a parceria com o clube, onde tem jogadores, “como em vários outros times do país”. E reforça a ligação mais forte com o Alvinegro:

– É o único clube onde tenho uma atuação mais forte, até porque, se tivesse mais de um, comprometeria meu trabalho em minha atividade-fim.

Confira uma entrevista exclusiva de Uram, que está em viagem de férias, ao Diário Catarinense, concedida ontem, por telefone.

DC – Você tem uma “parceria” com o Criciúma?

Eduardo Uram – Minha história com o Criciúma não é de hoje, porém se resume à negociação de jogadores, sem uma parceria formal. Ela ficou mais intensa desde que fui negociar o Roni e adquiri muita confiança no presidente Antenor Angeloni. Hoje tenho oito atletas lá, assim como tenho dezenas de jogadores em vários clubes brasileiros, nos quatro grandes do Rio de Janeiro, nos principais de São Paulo, e pelo Brasil e pelo mundo também. No caso do Tigre, especificamente, tenho uma amizade grande com o presidente, um carinho e uma vontade de ver o sucesso do clube.

DC – A mídia criciumense divulgou suposta declaração sua, dada a dirigentes do Tigre, de que em três anos o clube seria um das principais forças em SC. É verdade?

Uram – Eu disse que é possível, sim, o Criciúma subir para a Série A em curto prazo, desde que eles consigam resolver dois problemas sérios que atrapalham o clube: o primeiro, a questão da logística, o aeroporto não ajuda nos deslocamentos; o segundo, é a questão política, não sei se é cultural, pela colonização italiana, mas o ambiente de nervosismo em relação ao futebol não propicia o desenvolvimento de um trabalho a longo prazo, o futebol demanda tranquilidade nas ações. Na realidade, pelo contexto catarinense, não há contradição em querer ver o Tigre na Série A, é um Estado que está ganhando força em nível nacional.

DC – Sua relação com o Figueirense ficou abalada pela forte concorrência com o time do Sul?

Uram – É preciso deixar bem claro isso. A minha profissão é agente de jogador de futebol, no Brasil, no exterior, sou especializado nisso e na gestão de carreira de atletas. O único clube que o Eduardo Uram, e a Brazil Soccer, tem um relacionamento especial é o Figueirense. Mas reforço que esta interatividade não é na gestão, onde o clube é extremamente competente, aliás, esta capacidade dos gestores do futebol do Figueirense é que me animou a compartilhar atletas com o clube e a gerar este imenso retorno que ambos têm, com negociações com grandes clubes brasileiros, com o exterior e resultados técnicos dentro de campo. Este o motivo de eu ter escolhido o Figueirense como meu único parceiro privilegiado. 


Atletas de Uram valorizados no Figueira
William - No Corinthians, ganhou força no mercado jogando pelo Figueirense
Firmino - Revelado nas categorias de base do Figueira, está no Hoffenhein
Bruno - Um dos melhores laterais da última Série A, fechou com o Fluminense
Cícero - Ganhou notoriedade no Alvinegro, está no São Paulo e já defendeu a Seleção
Roger Carvalho - Zagueiro negociado este ano com o futebol italiano, está no Genoa
OUTROS NOMES DE URAM QUE PASSARAM NO ALVINEGRO:
João Filipe (São Paulo); Edson Silva (São Paulo); Egídio (Ceará); Elias (Atlético-GO); Lenny (Boa Vista-RJ); Lucas (Botafogo); Maicon (São Paulo); Nem (Fluminense); Diego Paulista (Salgueiro); Douglas (Tokushima Vortis-JAP); Dudu (Duque de Caxias); Elber (Ceará); Jonatas (sem clube); Jorge Felipe (Náutico); Junior Negrão (Lausanne); Marquinho (Anapolina); Renê (Salgueiro); Tassio (Busan-COR); Vitor Simões (Al Ahly); Vinicius Pacheco (Red Star-BUL)

Fonte: site brazilsoccer.com.br




 




Entenda o contexto
- 1994 - O Figueirense conquista o título do Catarinense depois de 20 anos
- 1997 a 1998 - José Carlos Silva assume a presidência do clube e começa a reerguer o clube com uma gestão mais profissional no Figueirense
- 1999 - Com o novo modelo de gestão em curso, com ênfase à reorganização e modernidade administrativa, o Alvinegro conquista o título do Catarinense. Paulo Prisco Paraíso já estava no comando nesta nova era
- 2001 - Figueirense conquista o acesso à Série A do Brasileiro
- 2002, 2003 e 2004 - Paulo Prisco Paraíso continua à frente do Figueirense, e o clube conquista o tricampeonato no Estado
- 2004 - Muda-se a gestão. Surge a Figueirense Participações, formada por um grupo de empresários, que assume o comando do futebol
- 2006 - O Figueirense conquista o título do Catarinense, seu 14º na história, e ultrapassa o rival Avaí. No Brasileiro, chega à 7º colocação, a melhor de um clube catarinense até então
- 2007 - O Figueirense vai à final da Copa do Brasil, mas perde para o Fluminense, no Estádio Orlando Scarpelli
- 2008 - O Figueirense conquista o título da Copa São Paulo de futebol júnior e o Catarinense. Só que o time cai para a Segunda Divisão do Brasileiro depois de sete anos e vê o rival Avaí ascender à elite do Nacional
- 2009 - Os laterais-esquerdos André Santos e Filipe, formados na base do Alvinegro, chegam à Seleção Brasileira. O clube luta para voltar à elite do Brasileiro e anuncia a intenção de fazer um novo modelo de gestão, com a entrada de investidores ligados ao futebol
- 2010 - Uma revolução acontece no futebol. Paulo Prisco deixa o Figueira e Nestor Lodetti assume com novo modelo de gestão. Seus principais parceiros iniciam um processo de retomada dos direitos sobre atletas e de incremento no. Numa resposta rápida em campo, ocorre a volta à elite
- 2011 - O Figueirense faz uma Série A consistente e projeta a construção da nova arena. Dentre os investidores, o empresário Eduardo Uram é um dos parceiros, vindo da gestão anterior, tendo influência importante, junto com Marcos Moura Teixeira e os empresários Wilfredo e Rodrigo Brilinger, nos caminhos do futebol do clube
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A insustentável instabilidade do Criciúma

15 de fevereiro de 2012 53

Impressionante é o mínimo que se pode dizer sobre a rotatividade de técnicos no Criciúma. É quase um case dentre os grandes do Estado.

Claro, sabemos que, infelizmente, trocar de técnico como se troca de camisa suada ou suja, é uma praxe não só no Brasil, mas até no mundo.

Porém, um técnico a cada dois meses desde 2010 é quase insano.

E o desencontro? O presidente garante oficialmente num dia. No outro cai? Quem manda, afinal?

Assisto de longe esta situação, leio os blogs da região, converso com colegas da imprensa, mesmo assim não tenho base para opinar os reais motivos.

Apenas constato a situação, como detalha o Blog do Tigre, no DC Esportes.

Toninho Cecílio? Ora, ninguém será bom suficiente se esta instabilidade continuar.

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Polêmicas e lições na parada de Carnaval

14 de fevereiro de 2012 46

As três manchetes do DC Esportes (diário.com.br/esportes) são interessantíssimas. Merecem e suscitam uma reflexão e até enceram, nelas, pequenas lições.

A chamada do DC Esportes é dinâmica, já pode até ter mudado, mas uma delas dizia assim: “Para Cleverson, Avaí deve jogar “feio” e vencer ao invés de dar espetáculo e perder a partida”. (clique aqui e leia).

Quero dizer que discordo de Cléverson. Acho que é aceitável  jogar “feio” e vencer, mas não pode ser condição. Aceitável porque os jogos do Catarienense, assim como as arbitragens, estão feias. Agora, ter esta filosofia como conceito, é atestado de mediocridade. Se o jogador pensa assim, é dever imediato do técnico e do departamento de futebol  trabalhar a parte psicológica e mudar esta lógica que esteja fixada em qualquer atleta do grupo.

A outra chamada dizia assim: “Roni garante que o Figueirense nunca desistiu do título” (clique aqui e leia).

Roni já demonstrou ter a língua tão solta quanto o bom futebol que o fez ser o melhor jogador do Catarinense do ano passado. Não acho que atleta tenha de ser cordeirinho e politicamente correto. Sempre dá um molho uma declaração interessante, com pimenta. Não se deve podar o atleta. Apenas que esta manifestação traz à tona um episódio em que o técnico branco foi “realista” e admitiu (obviamente em momento inoportuno) estar praticamente fora da disputa do título. O que se provou errado. O técnico aprendeu uma lição desta sua nova profissão, não duvidar nunca da matemática. E o atleta precisa não colocar lenha na fogueira que já causou estresse ao treinador.

E, por fim, a última chamada dizia: “Lopes é dispensado do Metrô”.

Bom, nessa a opinião do colega Rodrigo Braga, no seu blog (clique aqui e leia) já é suficiente. Fico apenas com a máxima: “De onde menos se espera, é que não sai nada mesmo”. E com o alerta de que, no futebol atual, mágica não existe. Nem com alguém do talento de um Adriano, do Corinthians, quanto mais com um Lopes. O cara chegou gordo, seguiu gordo e festando. Completamente fora da casinha. Mais uma para o folclore.

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A fantástica briga entre Verdões, Leão, Alvinegro e atleticanos no turno do Catarinense

13 de fevereiro de 2012 49

Basicamente, e felizmente, temos uma reta final de turno do Catarinense emocionante. E surpreendente.

Emocionante porque a líder Chapecoense tem duas cascas grossas pela frente. E é perseguida por um Avaí e um Figueirense, este último apesar da desvantagem em pontos, com a tabela à feição. (detalho mais adiante).

Surpreendente, porque dois times um pouco menos cotados tomaram o lugar de “grandes” na briga, emprestando um nível maior de exigência na competição e de tensão também. Falo, obviamente, de Metrô e Atlético-Ib em relação ao Joinville e Criciúma.

Futebol é momento. Vejo o Figueirense com a faca e o queijo na na mão, como já esteve a Chapecoense a algumas rodadas. Mas, lembremos, não só o Figueira não é totalmente confiável, como os demais demonstram instabilidade.

Sempre lembrando que a classificação geral é importante e todos têm que pontuar, idependente de não ter mais chances de título no turno.

Confira aqui a tabela e classificação no DC Esportes.

Vamos à situação por ordem de classificação, na luta pelo título do turno:

Chapecoense – Complicou. Terá o Atlético interessadíssimo na Baixada. Detalhe: lá, o Atlético é casca grossa. Depois, o Tigre fora. Não conseguiu se impor sobre o JEC fora, nem sobre o Metrô em casa, conseguirá mudar esta situação fora de de seus domínios?

Avaí – Complicou também. Joinville, em alta, fora. E Metropolitano, provavelmente na briga, em casa. Chegou a hora do time de Ovelha ser testado contra um grande e um time embalado, se passar ganha moral de vez. Se perder fôlego, compromete o trabalho.

Figueirense – Em tese, um tabela favorável. Brusque em casa. Se coloca três pontos na conta, pode se aproximar de pelo menos um dos ponteiros. Depois, o Camboriú fora. Um jogo difícil, mas pode valer o turno, aí fala mais alto a qualidade dos times.

Atlético-Ib – Faz uma final particular diante da Chapecoense, o tal “jogo de seis pontos”. Depois, é se superar diante do Marcílio, fora. Mas, nesse caminho, precisa de tropeços, pelo menos um, de Figueira e Avaí. Corre por fora.

Metropolitano – Situação parecidíssima com o Atlético em pontos e tabela. Mas diferente em nível de dificuldade nas rodadas. Pode resolver seu problema, em casa, contra o Criciúma. Mas depois terá que encarar outra encrenca na Ressacada, com o Avaí. Dos candidatos, é o com menos possibilidades.

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Na qualidade de Luiz Fernando e Roni, o Figueira fez a vitória sobre o Avaí na Ressacada

12 de fevereiro de 2012 127

O post do jogo será curto, porque estou na Ressacada indo
agora para o Show de Bola, na TVCOM e não dá tempo para elaborar a crônica.
 

Foi uma vitória justa do Figueirense, por 1 a 0, pela qualidade na
finalização. Mas o jogo foi equilibrado.
 

Apenas a constatação de que os dois times erraram muitos passes na primeira etapa, ninguém mereceria sair com a vitória. Roni e JC não
deram as caras pelo Alvinegro e Cléverson e Robinho não fizeram a diferença.
 

Na segunda etapa, Branco soltou o time, com a entrada de Luiz Fernando na vaga de Toró. O Avaí não valeu-se de Nunes, ou Cléber Santana,
preferiu esperar.
 

Mas o erro ficou claro e logo Nunes entrou. Ovelha foi surpreendido pela mexida de Branco.Até surgir o gol, fruto da qualidade de
Roni, o Alvinegro era melhor.

 Depois entrou Cléber Santana e Neílson, mas saiu Robinho, o que me pareceu um erro. 

O Leão martelou, mas sem qualidade para marcar. 

Como disse, o tempo é curto, estou entrando no ar daqui a pouco. Depois ampliamos a discussão. 

Fiquei impressionado com a quantidade de empates da rodada. E quem agradeceu esta situação foi o Atlético, de Ibirama, que venceu e ainda
vai enfrentar o Verdão em casa.

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Avaí 9 x 6 Figueirense

10 de fevereiro de 2012 67

A tradicional brincadeira do blog volta, mesmo com o risco dá não-compreensão sobre o fato de ser uma brincadeira, como já disse.

Vamos lá, o homem a homem do clássico

Moretto/Wilson - Moretto anda falhando, Wilson está mais seguro. Avaí 0 x 1 Figueirense
Arlan/Pablo - Arlan faz um campeonato mais consistente. Avaí 1 x 1 Figueirense
Rafael/Canutto - Os dois estrearam marcando gols. Empate. Avaí 2 x 2 Figueirense
Renato Santos/Fred - Renato Santos ganha disparado na comparação. Avaí 3 x 2 Figueirense
Guilherme Santos/Pirão - O primeiro jogou só uma. Pirão já fez 3 gols. Avaí 4 x 2 Figueirense
Bruno/Ygor - Ambos tem regularidade. Empate. Avaí 5 x 3 Figueirense
Diogo Orlando/Túlio - Mesma avaliação dos outros dois volantes. Avaí 6 x 4 Figueirense
Robinho/Roni - Robinho está com mais moral no momento. Avaí 7 x 4 Figueirense
Cléber Santana/Toró - Toró, por estar jogando, tende a ter mais ritmo. Avaí 7 x 5 Figueirense
Aloísio/Capixaba - Dá Aloísio disparado. Avaí 7 x 6 Figueirense
Cleverson/Júlio César - Cléverson quando entra, vai bem. Júlio está mal. Avaí 8 x 6 Figueirense
Ovelha/Branco - Ovelha é líder, Branco quarto colocado. Dá Ovelha. Avaí 9 x 6 Figueirense.

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Avaí goleia ao estilo Ovelha. E o clássico de domingo com o Figueirense vira jogo quentíssimo

09 de fevereiro de 2012 82

Um jogo que tinha tudo para ratificar a superioridade individual, técnica e tática, do Avaí sobre o Marcílio Dias, teve seu roteiro modificado (ou adiado) pela arbitragem. O senhor Jefferson Schimidt viu uma falta absolutamente inexistente na entrada da área do Avaí, que resultaria em cobrança perfeita de Sergipano e no 1 a 1 do Marcílio Dias. O resultado final, 5 a 2, explica um pouco do que contarei a seguir.

Até então, o gol avaiano saiu de uma jogada típica de um time que está “ligado”, “esperto”. Pirão fingiu desistir da cobrança,mas era só “pegadinha”. Fez a jogada, a bola rebateu e Rafael contou com precisão para cabecear.

Com influência ou não da arbitragem, é fato que o Leão sentiu o empate. Perdeu o conjunto, a objetividade e sofreu com a movimentação de Tiaguinho. Aliás, é este rapaz e mais 10 no Marinheiro.

No segundo tempo, um “mais do mesmo” bastante constrangedor para o que se esperava do Avaí até começar a chuva de gols. Sim, porque se houve um erro prejudicando o Leão, nada justificava o futebol acanhado e sem imposição que víamos nos primeiros minutos.

Então, dois gols-relâmpago resolveram a questão para o novo líder. Um golaço de Cleverson e outro de Capixaba. Cleverson ainda fez o quarto e Robinho o quinto gol para não deixar dúvida. Um golzinho de "rabeira" do Diego, em falha de Morteto, cravou o segundo marcilista.

Ao estilo Ovelha, sem brilho mas com resultado (e agora saldo também), assim caminha o Avaí.

E o clássico?

Ora, esquentou. Se der Avaí, segue firme a luta pelo título contra o Verdão ou Metrô, ou ambos.

Se der Figueira, entra mais um na briga.

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