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Marquinhos provocou lá: "quem é o ídolo deles?" França respondeu pisando no escudo e simulando enterro do Avaí

01 de março de 2015 25

Muitos me criticaram por ter alertado para que França e Marquinhos seriam os personagens do clássico. Apenas refleti o que passava na cabeça dos torcedores.

Dos avaianos, que seu ídolo poderia fazer a diferença e devolver alma ao clube. E foi o que aconteceu no jogo e depois dele. Marquinhos fez o gol, ditou o ritmo do Avaí e ainda na saída de campo provocou: “Até hoje não sei quem é o ídolo deles”.

E o França fez um belo jogo, marcou, armou, deu arrancadas, não caiu em provocação e ao final foi até o escudo do Avaí, pisou em cima, simulou estar enterrando o time azul e foi para o vestiário.

Vejam: os personagens que eu alertei foram quem eles são. Não inventei nada. Tenho culpa de ter feeling para o que vai ser notícia?

No jogo, um Avaí com mais volume, até por imposição da situação. Geninho armou um bom time e taticamente fez tudo que tinha à disposição.

Argel optou pelo contra-ataque, foi conservador quando poderia, não quis export seus grupo a um desgaste maior.

E a arbitragem foi uma aula. Sandro Meira Ricci deu um banho!

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Marquinhos Créu x França Sinistro: quem disse que o clássico Avaí x Figueirense não vale nada?

27 de fevereiro de 2015 53
Avaí x Figueirense

Créu x Sinistro é garantia de emoção

Só quem não conhece um Avaí x Figueirense pode imaginar que as coisas, em algum momento, possam ser simples. Do tipo: um está classificado por antecipação, o Alvinegro, o outro, o Leão, está eliminado por antecipação (confira a tabela do Campeonato Catarinense).

Não, definitivamente está longe de ser assim.

A semana já mostrou com o vídeo do França (clique aqui e confira) e com a aparição de Marquinhos junto a Thiago Tavares (veja aqui).

Primeiro que a história comprova: derrota em clássico destrói muito mais que campanhas, dinamita o clima interno no clube.

Já vimos times superiores do Avaí caírem diante do Figueirense e entrarem em pane; já constatamos equipes muito mais fortes do Figueirense perderem o clássico e desabarem vertiginosamente no campeonato.

Já vimos heróis surgirem, reputações serem questionadas.

Não, definitivamente o jogo deste domingo não é para cumprir tabela.

Nele temos a volta de Marquinhos, um cara que vive o clássico para o bem e para o mal. Já fez e aconteceu, já causou, já ganhou, já perdeu.

Teremos França, um cara que fora de campo faz das suas, mas em campo pede passagem para ser o símbolo da raça alvinegra.

Sim, a torcida do Figueirense já lotou seu espaço (serviço do jogo aqui), e não vai perdoar o rival. Está com as cartas na manga para ter uma tarde gloriosa de zoação e de consagração.

Mas calma aí. Do outro lado há honra, e uma vitória em clássico é tudo que é preciso para iniciar mais uma reconstrução, das muitas que o Avaí consegue e que, geralmente, levam a grandes jornadas.

Mais um clássico na vida da Capital. Com certeza não será um jogo qualquer.

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Balanço: Avaí x Figueirense será só de zoação; JEC não vingou; Tigre sofre; Blumenau e Lages sorriem

27 de fevereiro de 2015 9
Avaí em momento difícil

Avaí passa por momento difícil. Foto: Cristiano Estrela

Quem imaginava, ao início do Campeonato Estadual, o quadro que teríamos configurado antes da rodada final da competição (confira a tabela)? Acredito que poucos.

Eis que chegamos ao clássico da Capital, que todos esperavam um duelo decisivo e cheio de emoções, uma prévia de um possível encontro em Copa do Brasil e de confrontos de Brasileiro. Mas não. Teremos apenas os “verdadeiros” avaianos na Ressacada, aqueles dispostos a serem zoados por uma torcida rival que não vai dar trégua.

Será um Figueirense, dentro de campo, respeitador e ciente que derrota em clássico custa caro, as vezes vale um campeonato. Argel sabe disso. E um Avaí previamente colocado num quadrangular da morte, antecipadamente por problemas administrativos, mas que lá estaria provavelmente por seus resultados de campo. Sobre o clássico, farei post específico amanhã.

E o restante do quadro?

Chapecoense e Figueirense dando as cartas não é novidade, é a única lógica que foi obedecida. Os dois melhores catarinenses na Série A de 2014 navegaram tranquilos rumou ao Hexagonal.

Do JEC, campeão brasileiro da Série B, esperava-se mais. Este blogueiro configurava o Joinville como segunda força do Estadual. Pessoalmente via o Figueira como o terceiro em potencial nesta largada de ano.

Não rolou. Problemas internos no Tricolor do Norte, um Hemerson Maria com algumas apostas erradas, apenas se manteve o comportamento exemplar da torcida. Descontente, mas com paciência até aqui. Dá um crédito e aguarda melhores momentos no muitíssimo provável Hexagonal.

Metropolitano e Internacional teriam complicado muito o Criciúma (clique aqui e veja as chances no blog do professor Kmarão), caso o Marinheiro não se complique com os tribunais. Mas os altos e baixos do Tigre estão no script, um time de jovens que funcionará o campeonato todo como franco atirador. Aí, na Série B, deve se reforçar e, acredito, fazer bonito.

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Marcado para segunda-feira: Conselho Deliberativo do Avaí terá encontro extraordinário e de impacto

26 de fevereiro de 2015 25
Alessandro Abreu

Alessandro Abreu, presidente do Conselho do Avaí. Foto: Ricardo Wolffenbüttel

A crise institucional no Avaí terá o primeiro desdobramento oficial extracampo na próxima segunda-feira. Trata-se de uma reunião, extraordinária, do Conselho Deliberativo do Clube.

Falo extracampo, porque o episódio que comprometeu a largada do ano do clube (clique aqui e confira) com uso irregular do zagueiro Antonio Carlos já virtualmente tirou o a equipe do Hexagonal, da chance de ser campeão e com um espinho no sapato para fugir do rebaixamento no Campeonato Catarinense.

Internamente, o terremoto foi grande na própria diretoria executiva. Agora o Conselho entra em ação. Precisamente às 20h haverá a formalização e aprovação dos novos conselheiros. E, imediatamente, estes terão já como grande tarefa de “boas vindas” tentar entender o que houve, eventualmente confrontar a administração, repensar o clube e propor soluções. Pepino grande.

Em algumas conversas que mantive agora pela manhã sei que o debate será severo e contundente. As consequências podem ser medidas fortes e até surpreendentes.

Não consegui falar com o presidente do Conselho Deliberativo, Alessandro Abreu, pela manhã não o localizei nos seus telefones, mas às 13h vou tentar novamente junto à Procuradoria Geral um contato com ele.

O Avaí é uma instituição gigante e precisa sair mais forte deste erro gigantesco cometido administrativamente mas que maculou a instituição como um todo. Talvez agir com coragem, internamente, seja o primeiro passo para voltar forte na Copa do Brasil e no Brasileiro, fazer do limão limonada.

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Vitórias de JEC e Internacional de Lages deixam aberta luta por vaga no Hexagonal do Catarinense

26 de fevereiro de 2015 23
Inter 3 x 1 Criciúma

Inter vence Criciúma. Foto: Nilton Wolff

Tivemos uma rodada interessantíssima para o quesito competitividade no Campeonato Catarinense.

A começar pela vitória do Internacional de Lages sobre o Criciúma por 3 a 1, no Vidal Ramos Júnior, em Lages (clique aqui e confira a crônica da partida). Coloca de vez o colorado lageano (ou seria paraibano desde o advento Marcelinho?) na disputa e demonstra o que temos comentado insistentemente sobre o Tigre: é um time de garotos, vai alternar ótimos momentos (pois os jovens têm qualidade) com tropeços (já que meninos ganham jogos, mas não têm consistência para aguentar a pressão de uma competição inteira).

A Chapecoense voltou a ser Chapecoense. O Verdão do Oeste superou o Marcílio Dias com básicos 2 a 0, em pleno Hercílio Luz, em Itajaí (confira a crônica do jogo). Houve um momento de desequilíbrio do time treinado por Vinícius Eutrópio dentro da competição, o que é natural, mas nada que abale o favoritismo verde ao título catarinense deste ano. Quanto ao Marinheiro, parece que já se abateu sobre a equipe tricolor o desânimo diante da perda de pontos que deve rolar por uso indevido de atleta.

No clássico da noite, o JEC saiu na frente do Figueirense, com um gol fruto de uma imensa infelicidade de um lado e de uma gigantesca felicidade de outro. Falo da babada infantil, amadora, de Nirley, que entregou uma bola dominada para o ataque do Joinville; e falo também de um golaço de Tiago Luís, cheio de malícia, de inteligência e até de ironia. Vitória por 1 a 0 importantíssima para o Tricolor do Norte encontrar tranquilidade para colocar o excelente time que tem nos eixos.

Completando, a arrancada espetacular do Metropolitano (confira a crônica da partida). O time verde de Blumenau dá sinais da equipe que foi sólida no último Catarinense e pede passagem para integrar o grupo dos grandes de SC, inclusive sempre beliscando uma ascensão na Série D do Campeonato Brasileiro. Está virtualmente classificado.

Hoje o Guarani, diante o virtualmente eliminado Avaí (clique aqui e leia minha opinião sobre a confusão que desconstruiu o Leão), mostrará se colocará mais tempero nesta fantástica disputa pelas seis vagas no Hexagonal(clique aqui e confira a tabela do Campeonato Catarinense).

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A lógica que rege os 100% de Chapecoense e Figueirense e os 0% do Avaí

25 de fevereiro de 2015 5

O professor Kmarão fez uma releitura em seu blog das chances de classificação no Campeonato Catarinense. Obviamente, o Avaí aparece sem chances matemáticas (veja quadro publicado no final do post) e Figueirense e Chapecoense classificados (clique aqui e confira o blog do professor Kmarão).

Os números são frios (confira a tabela do Estadual). E nem sempre o futebol reflete a realidade da matemática. Mas o quadro atual do Catarinense segue alguns padrões que não desmentem a lógica.

Conversava aqui na redação sobre isso com o Emerson Gasperim, o popular Tomate, grande crítico de música mas também profundo conhecedor do futebol catarinense, autor do melhor livro sobre história do futebol catarinense em co-autoria com o Zé Dassilva (clique aqui e veja o que o Tomate e o Zé falam sobre qual seria o maior clássico catarinense).

Mas o Tomate comentou e eu concordei que os únicos classificados são justamente os dois times que melhor desempenho tiveram na Série A do ano passado.Criciúma, que caiu, e JEC, que subiu, ainda enfrentam altos e baixos, mas na lógica numérica (achávamos que o JEC seria um pouco mais regular) a situação é plausível.

E o Avaí? Além de estar irregular (tentava uma reação) pagou pelo conturbado momento também fora do campo que o clube vive, incluindo toda a Série B quando atrasou salários e se desfez de patrimônio para quitar dívidas.

Então, senhores, sabemos que o futebol não é algo cartesiano, mas no caso catarinense, uma lógica está em voga.

Abaixo a tabela elaborada pelo professor Kmarão:

Chances no Catarinense

Fonte: Professor Kmarão

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O Avaí só não pode culpar o mordomo pela babada histórica que pode destruir seu Catarinense

24 de fevereiro de 2015 61

Muitos blogueiros perceberam que neste final de semana o espaço ficou parado e mandaram e-mails e mensagens. O motivo foi eu ter ido a Porto Alegre acompanhar o UFC. Já de volta retomo o espaço para falar desta caso do Avaí que, convenhamos, é de arrepiar os cabelos.

Antes, preciso dar uma passada rápida pelo caso França (relembre o fato), já que ele também ocorreu neste período de recesso. Não há como engolir mais uma vez o Figueirense acobertando o atleta. Também acho que não importa o que o sujeito faz fora do clube, na sua vida particular. Desde que renda em campo, claro. Mas há um abismo de diferença quando o jogador invade as páginas policiais. Aí é a imagem da instituição que fica arranhada. Neste caso, o preço de não tomar uma atitude enérgica será pago a longo prazo. É esperar para ver.

Agora, entro no caso em que o Avaí está ameaçado de perder pontos que, se concretizado, colocará o time no quadrangular da morte. Olha, a triste campanha que o Avaí fazia até o momento já era suficiente para uma vergonha acentuada por parte do torcedor. Este imaginava dificuldades na recomposição do time, mas não esperava tanto sofrimento dentro das quatro linhas.

Quando uma luz no fim do túnel aparece, um erro de inscrição de atleta vem à tona. Inacreditável que o clube entre numa competição oficial, e possa bailar no Campeonato Catarinense justamente por um erro tão primário.

Vamos esperar, claro, todos os trâmites legais, a ação dos competentes advogados azurras, mas se for consolidado esta babada histórica que terá efeitos catastróficos na tabela de classificação, aí não adianta culpar o mordomo. Alguém mais graúdo terá que pagar este custo altíssimo.

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Lanternaço azul, contrangimento azurra, vergonha avaiana. Momento surreal e inacreditável do Avaí

19 de fevereiro de 2015 69
Avaí 1 x 2 Metropolitano

O Avaí está na lanterna. Foto: Cristiano Estrela

Aconteceu o primeiro gol do Avaí neste ano no Estádio da Ressacada. Parece inacreditável, surreal, mas rolou. E o primeiro e único instante de alegria da torcida Azurra veio de forma improvável. Quem marcou foi um garoto, Iuri, que entrou no segundo tempo para tentar salvar o clube de um desastre maior.

Este gol foi o de empate diante do Metropolitano, resultaria no 1 a 1, pelo Campeonato Catarinense.

Só que o Avaí está fadado ao desastre. Parece destino.

Até seu gol o Leão perdia por 1 a 0 em casa, havia errado pênalti e amargava uma lanterna maior ainda do que a já lhe seria imposta caso o empate permanecesse. Mas o 2 a 1 chegou ao finzinho do jogo e empurrou o Avaí para um dos momentos vergonhoso de sua história. É lanterna. É o pior início de ano de um time de Série A. O Brasil vê a agonia avaiana. (confira a classificação).

A situação fica, com certeza, insustentável com uma derrota.

A partir desta constatação, me parece que há uma situação que requer medidas drásticas.

Que fique bem claro: eu não mexeria no técnico Geninho. Mas diante da discussão que ele teve com alguns torcedores, com a aparente incapacidade de mudar o destino do time, não vou me surpreender se o próprio treinador optar por sair.

Não é do perfil de Geninho. Mas se ele constatar que não está ajudando, sei que poderá oferecer o cargo. Ao mesmo tempo, qual seria a solução? Qual culpa ele teria, quando está sem Marquinhos e sem um reforço de peso até o momento?

Enfim, fato é que, dos cinco grandes, só o Avaí não deverá ir ao Hexagonal e o Quadrangular de rebaixamento é já uma triste realidade.

Só milagre a partir de agora.

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Bater Chapecoense foi recado do Figueirense: não desprezem o campeão catarinense

18 de fevereiro de 2015 53
Chapecoense 0 x 1 Figueirense

Vitória do Figueirense sobre a Chapecoense na Arena Condá

Tivemos um clássico de ótimo nível em Chapecó (clique aqui e confira a crônica da partida). O 1 a 0 que o Figueirense conseguiu arrancar na Arena Condá, diante da Chapecoense, em Chapecó, pela 5ª rodada do Campeonato Catarinense foi um resultado justo, que premiou o time mais consistente no duelo da noite.

Mas o jogo foi bom principalmente porque dois técnicos de ótimo nível, Vinícius Eutrópio, do Verdão, e Argel Fucks, do Figueira, demonstraram coragem e colocaram times com gana de vitória.

E este é um quesito que diferencia estes dois treinadores. Eles poderiam fazer um jogo morno, e promover um empate que agradaria a ambos e não comprometeria ninguém. Mas não. Eutrópio não tem perfil para isso. Argel, muito menos.

Seus times estavam pilhados, bem orientados sobre o potencial do adversário, com leituras inteligentes da parte tática, venenos e contra-venenos.

O primeiro tempo foi bastante equilibrado, mas as melhores chances de gol foram da Chapecoense.

Na segunda etapa, o Figueira foi mais time.

O gol do Figueirense foi lindo. Uma pintura executada por Clayton, um jogador em franco crescimento e que carrega consigo uma melhora do próprio Alvinegro.

E o Figueira só não marcou o segundo gol na sequência porque Mazola não teve calma para executar um contra-ataque à feição. No restante da partida o Figueira controlou as ações. Vale destacar que, no finzinho, Bruno Rangel perdeu chance incrivel de empatar.

Como resultado prático, o Figueirense igualou o número de pontos do time do Oeste, tirou a invencibilidade do adversário na própria casa deste e com o apoio de sua torcida e deixou claro para todos: o campeão está no páreo.

No restante da rodada, além do clássico disputado no Sul com vitória do Criciúma sobre o Joinville (clique aqui e veja o post), fiquei muito feliz com a vitória do Inter, de Lages (veja como foi o jogo). Nada contra o Marinheiro, mas tenho um carinho muito grande pelo time de Lages, uma região que precisa de seu representante forte. Tudo isso somado ao empate do Guarani com o Atlético-IB (confira detalhes do jogo aqui), deixou o Avaí temporariamente na lanterna (relembre o post em que alertei para o complicado momento para Avaí, JEC e Tigre). Que momento para o Leão amanhã, hein. Será que o time vai continuar como pior dentre os da Série A, como mostra levantamento do Kmarão (clique aqui e confira)

Se havia uma forma dos até aqui questionados comandados de Argel avisarem que são tão favoritos quanto qualquer outro, a melhor foi vencer a forte Chapecoense em seus domínios.

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Criciúma complica JEC, fica aliviado e coloca mais pressão sobre Avaí no Campeonato Catarinense

18 de fevereiro de 2015 5
Criciúma 3 x 1 JEC

Criciúma vence JEC. Foto: Ulisses Job, Especial

Sobre o jogo (clique aqui e veja a crônica), não é preciso dizer mais que, para um clássico, só um time estava à disposição. Só o Criciúma. Dos 22 jogadores que entraram em campo, somente os do Tigre estavam preparados para jogar uma partida diferenciada pelo Campeonato Catarinense.

Estavam na vibe emocional e emocionante que inspirava a triste morte do ídolo Alexandre Pandóssio (leia sobre a morte do atleta). Queriam lhe fazer uma homenagem, e fizeram. Com futebol honrado, com garra e com dedicação.

Tanto é verdade, que ao acorcdar, o JEC já levava constrangedor 3 a 0 que poderia ser mais. E aí entra a incapacidade atual do Joinville de se recuperar do furacão Ivan. Para desastre total das pretenções do técnico Hemerson Maria, seu goleiro Oliveira não vingou. Todos os gols do Criciúma foram fruto da incapacidade do goleiro ou de sair da meta, ou de comandar sua zaga para tal.

Sem querer, Ivan desestabilizou de tal forma o Joinville (relembre), que ameaça até o que antes era uma certeza: de que o JEC seria a segunda força da competição, de que seria o time com melhor organização e qualificação para superar a Chapecoense (embora o Figueirense também queira esta condição, e sobre isso falaremos em post mais tarde).

A diretoria do JEC tem experiência em segurar a comissão técnica. Não fosse assim, Hemerson Maria, em outros tempos, desceria em Florianópolis, nem iria a Joinville.

Depois que encaminhou o resultado, o Tigre se poupou. Evitou problemas que poderiam vir de seu jovem grupo, bastante qualificado, promissor, mais suscetível a instabilidades.

Respirou o Tigre. Complicou o JEC. E, por tabela, botou mais drama na vida do Avaí, que começa a ficar ameaçado de ser o único dos grandes a não estar presente no Hexagonal (confira a tabela).

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