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Os técnicos e a figuraça

Duas pautas do dia. A queda de técnicos e o figuraça que deu show no Fantástico. A reportagem do DC já o encontrou, seu nome é Nereu e, amanhã, nas páginas do DC vamos conhecer mais deste torcedor.

Pelo que estou vendo, a segunda-feira foi de degola. Caiu técnico em Brusque, Jaraguá e em Chapecó. Mais informações sobre os técnicos no clicRBS.

É aquela velha cultura brasileira. Em alguns casos não fazem time, em outros os jogadores boicotam o treinador. Em outros, a torcida pressiona. Muitas vezes a culpa é do próprio comandante.

Vejam o Silas, lá no Grêmio. Foi perder um Gre-Nal e nem querem saber de seu potencial.

Mas quem é esta figura?

Torcedores, ajudem a descobrir quem é esta figura que está no vídeo abaixo. Promete virar celebridade. Roubou a cena nas arquibancadas do João Marcatto e brilhou nos gols do Fantástico!

Me ajudem a achar esta figura. Vamos entrevista-lo e ver o que passa pela cabeça deste torcedor, digamos, diferente!

Se você conhece a figura, clique aqui e ajude a gente.

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Avaí foi A, JEC foi D

Goleada com direito a “Olé”

Um passeio na Ressacada. Sabemos que, em clássico, sempre se espera dificuldade, jogos tensos, disputados. Mas, na noite abafada deste domingo, o que se viu não foi um clássico e sim um retrato da atual condição dos times: um com futebol de elite, de Série A, outro com postura de Série D. Um 5 a 1 até certo ponto humilhante para o JEC.

O JEC precisa de uma nova consciência para quando joga fora de casa. Se quiser beliscar o título, não pode ser arrasador na Arena e presa fácil fora de casa, como ocorreu em Imbituba e hoje em Floripa.

Olha, sei que muitos torcedores do Joinville vão contestar o pênalti que ajudou o Avaí a encaminhar esta goleada. Na minha visão, não foi pênalti, o árbitro estava acertando a marcação, fora da área, e foi induzido ao erro pelo bandeira.

Agora, não foi o pênalti que determinou os impressionantes 3 a 0 já na primeira etapa. Dois fatores estabeleceram um placar tão anormal em clássicos. O primeiro, a bagunça tática que assolou, de forma surpreendente, o Joinville. O segundo, a apresentação precisa, aguda, do Avaí, que percebeu a confusão do adversário e explorou os espaços generosamente concedidos.

Por que o Avaí é um dos favoritos ao título? Porque quando não jogou bem, como no clássico contra o Figueirense, mesmo assim evitou a derrota. Ou seja, quando a parte tática não ajudar, está na cara que individualmente sobra quem resolva.

E quando taticamente as coisas estiverem ajustadas, então o Avaí sobra.

Assim foi o primeiro tempo, onde aparecer de cara para o gol, guardar três vezes a bola no fundo da rede, foi só um resultado para a equação que misturou doses de bagunça do tricolor do Norte às estocadas impiedosas do Leão.

No segundo tempo, o que se esperava? Bom o técnico Ramirez ajustar as coisas, voltar organizadinho, tentar diminuir o prejuízo. Certo? Pois é, voltou igualmente desajustado. Incrível.

O Avaí, que não tem nada com isso, continuou jogando seu futebol produtivo, envolvente, chegou ao quarto gol e, só então, o treinador tirou do jogo o improdutivo Cesar Prates. Até uma criança perceberia que o seu desempenho comprometeu o time, mas só com o jogo perdido, o treinador resolveu mexer. Sem contar que já havia perdido Lima, machucado.

Assim o Avaí colocou um pé na semifinal. Dificilmente não vai ser um dos quatro.

Que houve, Atlético? Que houve Chapecoense?

Perder para o Metropolitano, em Blumenau não é anormal. Um time competitivo, o Metrô incomoda em seus domínios. O que não dá para entender é que o Atlético, um time ajustado, com um grupo entrosado, coeso, caia de quatro.

E a Chapecoense? Que o Imbituba possui um time bastante “chato”, que está na briga para ir às semifinais, todos sabemos. O que não sabíamos é que o Verdão, em teoria uma equipe para lutar até por título, esteja tão desarrumada e perigando lidar com o rebaixamento.

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Três pontos obrigatórios na conta

A euforia com o bom rendimento e o empate no clássico estava em teste nesta tarde de domingo. Afinal, o Figueira sequer poderia pensar em não contabilizar três pontinhos contra o pior time deste Estadual, o Juventus.

Esperar mais o que para reagir? O campeonato é curto, o turno está acabando e os times mais próximos têm bala na agulha para se segurar.

A goleada de 4 a 1 só foi encaminhada no segundo tempo, depois de uma primeira etapa que lembrou todas as deficiências bem conhecidas do Figueirense. A luta contra o rebaixamento não terminou, mas manter-se com chances de entrar nas semifinais é um estímulo.

No sábado o Tigre  superou o Brusque. Ampliou, portanto, a responsabilidade alvinegra. Ainda mais que o Brusque vai roubar seus pontinhos quando joga em casa e o Imbituba deixou, com seu bom futebol, o status de candidato ao rebaixamento. E a Chapecoense (joga à noite) certamente vai reagir na competição.

Estádio sem pressão, dono da casa desacreditado, desfalcado de três titulares expulsos contra o Imbituba e o Figueira motivado por uma atuação de garra e superação no clássico. Tudo ao dispor e mais um ingrediente para ajudar: um gol-relâmpago de Jean Carioca, aos dois minutos.

É, senhores, acontece que o time do Figueirense é complicado. Nem com estes ingredientes citados acima a vida seria fácil.

Goiano tem à disposição uma proteção de zaga lamentável. E aí vem aquela questão, um time que tem Coutinho como titular não pode produzir nada além de um rendimento medíocre. Até porque, com a lua que estava fazendo, dificilmente Bilu conseguiria abraçar sozinho a distribuição. Ou seja, só com Maicon, que não é lá uma Brastemp, fica complicado.

E dessa falta de consistência no meio, com atletas sem porte físico, saiu o gol de empate, num ataque que pegou a zaga alvinegra em linha.

Desgastado pelo calor, pela falta de peças de reposição, carente de jogadores que possam mudar a situação, o segundo tempo parecia que preparava um cenário dramático para a família alvinegra.

A entrada de Roberto Firmino e o melhor preparo físico do conjunto visitante, mais a falta de qualidade do Juventus permitiram que o Figueira encontra-se, ao natural, os gols e desse esperança de que o time possa, pelo menos, não conviver por muito tempo com o drama da luta na parte de baixo da tabela.

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Viola é estrela,Criciúma é galáxia

Quando Viola cabeceou aquela bola no poste, a ficha caiu.

O futebol é didático. É feito de heróis e de lendas.

Viola, que poderia ser herói virou lenda.

A agremiação Criciúma, esta acostumada a viver de títulos e fabricar heróis, mostrou que camisa vale mais que marketing. Aplicou 2 a 0 no Brusque e mostrou que nome ganha jogo sim.

Um clube como o Tigre não habita impunemente a parte baixa da tabela de classificação.

É preciso muito mais que Viola para subjugar um time com essa história.

E agora Figueirense?

Ou vence o Juventus, ou dorme na zona de rebaixamento.

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Outros ângulos do clássico Figueira x Avaí

Um jogo de futebol não termina na transmissão de TV, nem se esgota dentro das quatro linhas. O repórter Renan Koerich, do diario.com.br, foi ao Orlando Scarpelli na noite de quinta-feira e captou a energia da torcida, a tensão dos dois lados e outros detalhes dos bastidores da partida que terminou empatada em 2 a 2.

O resultado está aí:

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Arbitragem apocalíptica

Amigos, 2012 será mesmo o fim do mundo. Os sinais estão aí. O maior calor já sentido nessa terra onde o ar fresco já foi algo tradicional. Estamos literalmente assando lentamente.

Infelizmente, não é o calor que está atrapalhando o discernimento dos árbitros catarinense, porque já tivemos momentos lamentáveis em dias/noites mais amenas.

Faça chuva, faça sol, os nosso representantes do apito estão protagonizando espetáculos dantescos.

O campeonato está ameaçado. Gente,o que houve? Cada jogo que assistimos são erros gritantes de impedimento, más interpretações de pênaltis, falta de critério nas faltas, um festival de lambanças como nunca vimos antes.

Federação, quem é o responsável por este departamento? Ninguém é punido, afastado, não há uma justificativa para a opinião pública?

A coisa está tão complicada, se for feito vistas grossas e uma medida não for tomada, corre-se o risco de voltar ao nível amador, das décadas do início do futebol.

Alguém dê um jeito nessa vergonha.

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Um jogão. Como é bom clássico assim


Depois de um Cover it Live furioso, estou meio sem pique para fazer um post detalhado. Quero agradecer a enorme participação na cobertura ao vivo, gente do mundo todo, foi muito legal.

Quanto ao jogo, destaco a estrela de Márcio Goiano, o bom futebol de Lucas e o oportunismo do William. Bilu também não se omitiu e ajudou muito.

No Avaí, valeu a insistência do Leão, não desistiu nunca. Medina entrou bem. Leonardo mostrou que gosta de fazer gols em clássicos. Sávio ficou devendo.

Da arbitragem, só posso falar depois que ver os lances na TV, daqui da cabine, ainda conversando com os blogueiros, ficou difícil. O lance no Gustavo pareceu mesmo pênalti, mas quero conferir depois na TV.

E a história do Davi e Golias mostrou-se verdadeira. Clássico é mesmo clássico.

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Acompanhe e comente Figueira x Avaí

Acompanhe aqui o primeiro clássico da Capital neste ano e bata um papo com este blogueiro durante o jogo. Toda a preparação para a partida você confere no blog Pré-jogo.

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Golias leão x Davi povão

Avaí  favorito no 1º clássico do ano

Sete pontos, em apenas cinco rodadas, separam o Avaí do Figueirense. Mais: o azurra está na Série A, o alvinegro na B; um é o atual campeão e luta pelo turno, o outro tenta não flertar com o rebaixamento; politicamente, a instabilidade assola o Estreito, a tranquilidade reina no Sul da Ilha; o time da casa vai de técnico interino, Goiano, o treinador visitante, Chamusca, nem está ameaçado; o Leão escala a estrela Sávio, o mandante sequer tem Fernandes.

Há muito um clássico não opõe um Figueirense tão frágil, tão Davi, contra um Avaí tão poderoso, tão Golias. Será que o combalido Figueira conseguirá imitar a história bíblica e, na base da camisa, mudar o provável desfecho de combate tão desigual?

É bom lembrar, contudo, que em clássico muitas vezes uma análise é mera questão de ângulo. Pelo Catarinense, os avaianos podem gritar aos quatro cantos que estão há quase dois anos (completa no final de março) sem perder, desde o famoso clássico do créu, 2 a 0 no Scarpelli, em 2008. E os alvinegros contraporem que, ontem, completaram um ano sem perder (sem contar os clássicos com times B da Copa SC), já que vêm de dois empates pelo certame regional, o primeiro deles disputado em março de 2009.

Se der a lógica, se o Avaí sair com os três pontos, o sofrimento, que para a nação alvinegra já parece eterno, seguirá ao ver o rival partir rumo à disputa do título do turno e constatar que a luta contra o rebaixamento é mais que um pesadelo, uma dura realidade. A ressaca e a gozação serão perto do insuportável no dia seguinte.

Se der zebra, se o Figueira provar que “clássico é clássico”, que favoritismo é balela, então o time respira no turno e complica a vida do rival. E seus fãs podem, amanhã, desfilar pela Capital orgulhosos e dizendo algo do tipo: “Podem ser da elite brasileira, mas dentro de casa quem manda é a torcida alvinegra, a mais vezes campeã do Estado!”

Obs: este texto foi publicado hoje no DC e reproduzo aqui no blog.

Cobertura total

Uma cobertura completa está prevista para o clássico de hoje no on line. Começa com o Pré-Jogo, depois migra para a cobertura ao vivo aqui no blog.

Estarei lá no Scarpelli, interagindo com quem não puder ir ao estádio. Aquele povo tradicional, que está em outro país, outro Estado, aqui mesmo mas não não pôde vir (trabalha, sem grana, etc). Aqui discutimos na hora os lances, os movimentos dos técnicos, enfim, rola uma pegação de pé também. Tem fotos, vídeos e minha opinião, claro. Até lá.

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Figueirense 5 x 8 Avaí

O blog costuma provocar em clássicos. Pelo simples prazer de gerar a discussão saudável. Claro que é uma comparação descabida homem a homem, já que há a questão tática, o mistério dos técnicos, a escalação, por exemplo, pode ser outra.

Mas é uma tradição deste espaço, que volta neste Figueirense x Avaí. Tomei por base um 3-5-2 para facilitar o comparativo.

O sistema, os blogueiros já conhecem. Quem não lembra ou acessa pela primeira vez, é ponto para os dois quando dá empate, ou ponto só para o jogador que eu julgar melhor qualificado. A contestação, claro, é livre.

Wilson/Zé Carlos - O goleiro Wilson leva a melhor, Zé Carlos é mais instável e precisa se afirmar ainda no Avaí. Figueirense 1 x 0 Avaí.
Lucas/Luis Ricardo - Vale na avaliação o momento. E, no momento, Lucas está melhor do que Luis Ricardo. Figueirense 2 x 0 Avaí.
Roger Carvalho/Emerson -
Emerson é o melhor zagueiro de SC. Figueirense 2 x 1 Avaí.
João Filipe/Gabriel - O avaiano faz um grande campeonato, rende mais que João Filipe.
Figueirense 2 x 2 Avaí.
Kadu (ou Coutinho, se for 4-4-2)/Rafael -
Rafael é bem mais confiável que qualquer um dos dois.
Figueirense 2 x 3 Avaí.
João Paulo/Uendel -
João Paulo não vingou ainda. Uendel é mais versátil.
Figueirense 2 x 4 Avaí.
Diego Paulista/Rudnei -
Diego Paulista tenta a titularidade. Rudnei pode estar voltando ao time, mas está jogando mais.
Figueirense 2 x 5 Avaí.
Bilu/Roberto Andrade -
Bilu não jogou ainda, mas ainda é mais jogador que Robertinho.
Figueirense 3 x 5 Avaí.
Maicon/Davi -
Empate. Nivelando por baixo o rendimento de ambos.
Figueirense 4 x 6 Avaí.
Douglas/Sávio -
Sávio é muito mais jogador.
Figueirense 4 x 7 Avaí.
Júnior Negrão/Jandson -
Nenhum dos dois inspira confiança. Figueirense 5 x 8 Avaí.

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