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Vergonheira gelada

16 de maio de 2013 78

Olha, em partidas como esta da eliminação do Avaí por 3 a 0 diante do América-MG, querer entender o porque de uma goleada é algo muito complexo, ainda mais da forma como ocorreu, dentro de casa, quando o time inclusive tinha a vantagem do empate.

Não é proibido perder do América. Nem seria uma catástrofe, se ocorresse ao natural, com escores coerentes.

Mas foi anormal. A forma como o Avaí perdeu foi muito tranquila (para o América, claro).

Foi, na realidade, uma vergonheira do ponto de vista competitivo. Porque não é admissível vender uma derrota tão barato como o Leão proporcionou esta noite.

A perda de uma renda fantástica contra o Internacional é o mínimo nesta análise. Há o moral para encarar a Série B que fica muito abalado.

Bom, fato é que o Avaí conseguiu a façanha nesta noite gelada e sombria para a torcida avaiana: é o primeiro catarinense eliminado na Copa do Brasil.

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O momento é do Criciúma

15 de maio de 2013 36

Futebol é muito momento, a famosa “fase”, esta palavra meio vaga, até filosófica, que no futebol ganhou a máxima: “Quando a fase é boa, até o gandula entra e resolve”.

É um pouco do que acontece com o Criciúma desde a Série B. Quando jogava bem, ganhava, quando jogava mal, ganhava também.

Na Copa do Brasil a coisa ameaçou se complicar, mas os gols vieram e a tranquilidade bateu à porta para, agora, só pensar em decisão.

Batata quente para Avaí, Figueirense e JEC, que ainda têm que buscar suas vagas na Copa do Brasil.

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Encontrei a explicação por que estava escrito nas estrelas que Heber seria o árbitro da final

15 de maio de 2013 6

Heber Roberto Lopes apita a final. Estava escrito nas estrelas, desde que o campeonato começou.

Eu acredito no poder do Universo, numa força comum que move a todos nós e influencia nos acontecimentos. É tão forte este poder, que foge à nossa compreensão.

Assim, podemos explicar que o sorteio, de aleatório, não tem nada: desde a contratação de Heber que o acaso ficou em segundo plano.

Não haveria bolinha com mais poder que a da estrela contratada pela FCF. Dizia Einstein que Deus não joga dados com o Universo.

 

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A posição de Figueirense e Avaí nas marcas mais valiosas de times brasileiros

15 de maio de 2013 25

Enquanto aguardamos os jogos de hoje e amanhã da Copa do Brasil, vale mais uma reflexão sobre números e estudos em relação a marcas (clique aqui e confira post com o ranking de arrecadação e dívidas dos clubes). Esta delimita o valor de um clube.

Neste outro ranking interessante publicado esta semana, portanto "fresquinho".

A BDO RSC Auditores Independentes fez um estudo para avaliar as marcas mais valiosas  dos clubes do futebol do Brasil,levando em consideração 18 diferentes variáveis entre dados financeiros,históricos dos clubes,pesquisas e informações publicadas.Confira:

     1-Corínthians   - R$ 1,1 bi
     2-Flamengo      - R$ 855,4 mi
     3-São Paulo      - R$ 848,2 mi
     4-Palmeiras      - R$ 496,4 mi
     5-Internacional- R$ 412,9 mi
     6-Santos           - R$ 377,4 mi
     7- Grêmio         - R$ 359,6 mi
     8-Vasco             - R$ 323,2 mi
     9-Atlético MG  - R$ 214,9 mi
     10-Cruzeiro      - R$ 202,8 mi
     11-Fluminense - R$ 170,2 mi
     12-Botafogo     - R$ 124,4 mi
     13-Coritiba       - R$   92.4 mi
     14-Atético PR   - R$   89,1 mi
     15-Bahia           - R$   66,5 mi
     16-Portuguesa - R$   51,4 mi
     17-Goiás           - R$  47,7 mi
     18-Vitória         - R$  44,9 mi
     19-Sport           - R$  41,5 mi
     20-Náutico       - R$  38,0 mi
     21-Figueirense - R$  35,4 mi
     22-Avaí             - R$  29,6 mi
     23-Ponte Preta- R$  28,0 mi

Não precisa ser economista para prever mudanças no próximo ano que refletirão as performances técnicas dos clubes no ano passado e neste. O Figueirense provavelmente vai sair desta lista no próximo ranking.

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Felipão Futebol Clube

14 de maio de 2013 21

Não é o caso de achar que Felipão está errado. Até porque Kaká e Ronaldinho Gaúcho, até hoje, em termos de Seleção, nunca vingaram. Por que dariam certo agora? Então, o treinador desistiu de apostas e partiu para tentar montar um time. Há a tese de quem tenta entrar no cérebro de Felipão e imaginar que o técnico quer manter Ronaldinho motivado, para depois convocá-lo. Não acredito nisso.

Mas vamos aos convocados. O time estará baseado em Fernando (consistência), Hernanes (versatilidade) e Oscar (movimentação). O resto é Lucas (velocidade) e/ou Neymar (criatividade) e bola para área (Hulk, Fred e/ou Damião). Claro, imaginando que os alas estarão em ótima fase, teremos Marcelo e Daniel Alves como opção de suprimento ofensivo.

Agora, não há dúvida: não temos um camisa 10 clássico, e justamente por este motivo vejo a tentiva de Felipão em montar um time. Porque, seleção, ainda mais brasileira, sem o 10, não pode ser chamada assim.

Nosso Filipe
Claro, um capítulo à parte é, novamente, a presença de Filipe Luís, o garoto
de Jaraguá do Sul. O garoto do Atlético, de Madrid, merece a convocação e é um orgulho para Santa Catarina, que será representada por ele. Nossa torcida e certeza de sua competência.

Pessoalmente, e não é advogar em causa própria, prefiro ele a Marcelo. Aliás, este ala, assim como Jadson e o próprio Bernardo são nomes que eu não incluiria, mas devemos respetar as preferências dos técnicos, elas nunca serão unânimes.

Compartilhe mais sua opinião comigo. Estou no Twitter e no Facebook com a Funpage.  Por e-mail, registro opiniões na coluna do DC (marcos.castiel@diario.com.br)

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Figueirense nos top 20 do Brasil em arrecadação, mostrando potencial do clube

14 de maio de 2013 36

Um dado importantíssimo foi publicado no site MTK Esportivo, especializado em marketing esportivo (clique aqui e confirma o portal). O especialista em gestão e marketing esportivo Amir Somoggi divulgou seu levantamento anual com as receitas e dívidas dos clubes brasileiros em 2012.

E, neste estudo há um, e somente um catarinense, entre as 20 maiores receitas, e este clube é o Figueirense. (veja o quadro abaixo no blog).

O problema ainda está na dívida (veja o outro quadro), onde o Figueira aparece em 18º lugar.

De forma simplista, mas aceitável, dá para dizer que não adianta muito uma grande receita se esta é totalmente comprometida com a dívida. É uma realidade econômica. Por outro lado, se você tem poder de investimento por deter capacidade de receita, então sanar a dívida fica mais à mão.

Se o Figueira apresenta uma capacidade de investimento grande, controlar a dívida fica mais à mão, então o clube é viável. Com o que fica a torcida para que consiga encaixar um bom time, seria a senha para ampliar mais ainda a receita (associados voltam, por exemplo, como acontece de forma exponencial com o Criciúma agora).

Vale destacar o gigantismo do Corinthians e seu potencial. E a decadência absoluta do Flamengo, em 7º em arrecadação e em primeiríssimo nas dívidas.

Confira as tabelas:


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O alto risco que representa a contratação de Zé Carlos vale a pena para o Figueirense

13 de maio de 2013 73

A contratação de Zé Carlos pelo Figueirense é daquelas que costumam quebrar comentarista que se arrisque a fazer previsões.

Há sempre o medo de que Zé Carlos seja o Zé Carlos ídolo do Criciúma somente nesta sua passagem fantástica pelo clube tricolor.

Porque, antes, o atacante mais colecionou confusões extra-campo do que glórias dentro deste.

Não há dúvida que o feito de Zé Carlos na última Série B do Brasileiro é algo grandioso. Como se diz na gíria do futebol, ele bateu escanteio e correu para cabecear. Jogou muito. Gastou a bola.

Vejamos como ele será conduzido no Figueira, como vai reagir a Florianópolis, como a torcida alvinegra vai tratar este atleta.

É um risco que, ao meu ver, vale a pena. Melhor um Zé Carlos dando trabalho fora de campo que um milhão de "Hebers" bem quietinhos e comportados.

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No vídeo, a lição da fanática torcida do Criciúma: torcida também ganha jogo

13 de maio de 2013 22

Convido vocês a assistir ao vídeo abaixo, com imagens de Alvarélio Kurossu e André Podiacki. Além das belas imagens, chama atenção o poder da torcida do Criciúma. A paixão, a força, o grito apaixonado.

O estádio lotado e a confiança que passa fazem a diferença. Por este motivo, acredito que só há uma forma de o Verdão reverter: quando os jogadores entrarem em campo verem o Condá lotado e com a mesma confiança demonstrada pelos fãs do Tigre.

Sintam o clima fantástico do HH no vídeo abaixo:

 

 

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Agora, temos um favorito ao título catarinense: o Criciúma fez sua parte no jogo de ida

12 de maio de 2013 48

Um espetáculo a festa da torcida do Criciúma. O 2 a 0 foi um resultado absolutamente justo. E, sendo coerente com minha tese de que decisão em mata-mata é no primeiro jogo, sustento que temos um favorito.

A Chapecoense terá que devolver o 2 a 0 para habilitar uma decisão por pênaltis. Ou aplicar um 3 a 0 para sair campeã direto. Não que isso não seja possível no Índio Condá.

O problema é quando uma equipe precisa programar um resultado elástico. Quando acontece ao natural, é algo do jogo. Quanto se tenta planejar, é muito complexo, ainda mais com o Tigre consistente como tem se apresentado.

Convido a todos a ler a crônica do jogo que escrevi para o DC Esportes (clique aqui e leia) e comente aqui. Nela avalio taticamente, o desempenho dos atletas, a importância de Marcel, os erros de Nivaldo, enfim, tá tudo lá.

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Decisão é no jogo de ida entre Criciúma x Chapecoense. A partida de volta é acessória

10 de maio de 2013 48

Stop.

Nem Cléber Santana (que será objeto de post); nem absurdos com estádios (vergonheira com o Maracanã é grande); nem Copa do Brasil, que bombou durante o meio de semana. Nem Libertadores, que está quente.

Para tudo.

Agora é a final entre Criciúma e Chapecoense.

E, desde já, renovo a minha tese. Que, diga-se de passagem, tem funcionado.

E a ideia é a seguinte: final, mesmo, é o primeiro jogo do mata-mata.

É nos primeiros 90 minutos que tudo se decide. Se o time da casa perpetra vantagem significativa (dois gols de diferença ou mais), passa a ser o favorito. Se vence apenas por 1 a 0, conquista apenas uma tímida vantagem. Se não reverte a situação (empate ou derrota) praticamente pode entregar a taça para o dono do jogo de volta, no caso a Chapecoense.

Reafirmo: o jogo de volta é acessório.

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