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Posts na categoria "Figueirense"

Não adianta cuidar da cereja e esquecer o bolo. Este o recado para a dupla da Capital

19 de maio de 2013 5

É aquela coisa: confiar num trabalho, na consolidação de algo que supostamente foi construído e será incrementado? Ou apostar no fit de dois nomes de alto nível, que podem fazer a diferença na hora decisiva?

Esta a construção de Avaí e Figueirense pré-Série B, com a diferença que o Alvinegro ainda pensa em Copa do Brasil, o Leão não.

É óbvio que no jogo de ontem, recheado de testes por parte do técnico Adilson Batista, o que menos importa é o resultado.

De consistente para uma critica, ficou apenas um trabalho psicológico que o técnico Adilson Batista terá de realizar com o grupo para evitar o que, insistentemente, tenho chamado aqui de “mandrakes”.

 Acometem indistintamente atletas do Figueira e praticamente concedem gols aos adversários. Foi assim contra o Criciúma e duas vezes contra a Chapecoense na reta final, foi assim no primeiro gol do Vasco.

Quanto ao Avaí, não adianta caprichar na cereja e esquecer do bolo. São problemas diferentes da dupla na formação do time, mas o resultado final é o mesmo por falta de grupo equilibrado.

Um cuida do coletivo, mas precisa de investimento para uma ala e para o ataque, isso rezando para ter menos lesões e o meio-campo funcionar.

O outro tem altíssima qualidade no meio, mas precisa também de um ou dois zagueiros (Série B é grupo, é longa), e um ala, no mínimo.

Bom, agora é foco na decisão, até ali pelas 18h30min, falando do campeão catarinense.

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A posição de Figueirense e Avaí nas marcas mais valiosas de times brasileiros

15 de maio de 2013 25

Enquanto aguardamos os jogos de hoje e amanhã da Copa do Brasil, vale mais uma reflexão sobre números e estudos em relação a marcas (clique aqui e confira post com o ranking de arrecadação e dívidas dos clubes). Esta delimita o valor de um clube.

Neste outro ranking interessante publicado esta semana, portanto "fresquinho".

A BDO RSC Auditores Independentes fez um estudo para avaliar as marcas mais valiosas  dos clubes do futebol do Brasil,levando em consideração 18 diferentes variáveis entre dados financeiros,históricos dos clubes,pesquisas e informações publicadas.Confira:

     1-Corínthians   - R$ 1,1 bi
     2-Flamengo      - R$ 855,4 mi
     3-São Paulo      - R$ 848,2 mi
     4-Palmeiras      - R$ 496,4 mi
     5-Internacional- R$ 412,9 mi
     6-Santos           - R$ 377,4 mi
     7- Grêmio         - R$ 359,6 mi
     8-Vasco             - R$ 323,2 mi
     9-Atlético MG  - R$ 214,9 mi
     10-Cruzeiro      - R$ 202,8 mi
     11-Fluminense - R$ 170,2 mi
     12-Botafogo     - R$ 124,4 mi
     13-Coritiba       - R$   92.4 mi
     14-Atético PR   - R$   89,1 mi
     15-Bahia           - R$   66,5 mi
     16-Portuguesa - R$   51,4 mi
     17-Goiás           - R$  47,7 mi
     18-Vitória         - R$  44,9 mi
     19-Sport           - R$  41,5 mi
     20-Náutico       - R$  38,0 mi
     21-Figueirense - R$  35,4 mi
     22-Avaí             - R$  29,6 mi
     23-Ponte Preta- R$  28,0 mi

Não precisa ser economista para prever mudanças no próximo ano que refletirão as performances técnicas dos clubes no ano passado e neste. O Figueirense provavelmente vai sair desta lista no próximo ranking.

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O alto risco que representa a contratação de Zé Carlos vale a pena para o Figueirense

13 de maio de 2013 73

A contratação de Zé Carlos pelo Figueirense é daquelas que costumam quebrar comentarista que se arrisque a fazer previsões.

Há sempre o medo de que Zé Carlos seja o Zé Carlos ídolo do Criciúma somente nesta sua passagem fantástica pelo clube tricolor.

Porque, antes, o atacante mais colecionou confusões extra-campo do que glórias dentro deste.

Não há dúvida que o feito de Zé Carlos na última Série B do Brasileiro é algo grandioso. Como se diz na gíria do futebol, ele bateu escanteio e correu para cabecear. Jogou muito. Gastou a bola.

Vejamos como ele será conduzido no Figueira, como vai reagir a Florianópolis, como a torcida alvinegra vai tratar este atleta.

É um risco que, ao meu ver, vale a pena. Melhor um Zé Carlos dando trabalho fora de campo que um milhão de "Hebers" bem quietinhos e comportados.

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Estou cansado de ver jogos com futebol constrangedor como o de Arapongas e Figueirense

08 de maio de 2013 65

Ao término de 90 minutos de um jogo como o do empate sem gols entre Arapongas e Figueirense o meu sentimento é de constrangimento.

Quando percebo que dediquei 90 minutos para ver um espetáculo pobre tecnicamente, com jogadores visivelmente abaixo de um mínimo que se exige para um padrão do Alvinegro, sinto tristeza.

É uma pena que o Figueira esteja num momento com tão pouco a apresentar para seus fãs.

A questão e até mais ampla que o jogo do Figueira em si. Ela reflete, com certeza, o estado de ânimo da torcida. Uma das nações que sempre deu uma das maiores respostas em campo, tanto em motivação como em presença, certamente esta mudada graças a momentos como o vivido neste jogo.

O futebol não comporta mais, hoje em dia, para cobrar ingresso, tantas leviandades com a bola como protagonizaram os profissionais que estavam em campo.

Certamente uma partida do futebol amador de Florianópolis está um degrau acima do que vimos.

Muito triste mesmo.

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O sagrado gol fora na Copa do Brasil disse presente nas ações de Criciúma e Avaí

08 de maio de 2013 28

 Copa do Brasil não se mede por qualidade de adversário, não se julga por desempenho, a grande sacada é jogar pelo regulamento. E o golzinho fora que o Tigre achou no 1 a 1 diante do São Bernardo é a senha para a classificação futura.

Mas tudo que eu disse acima pode ser eliminado se junto ao “sagrado” gol fora pudermos aliar bom desempenho com vitória fora de casa. Aí o que é bom, aceitável, até recomendável, vira tranquilidade. Claro, estamos falando da vitória do Avaí sobre o América, por 1 a 0, na Arena Independência.

Hoje temos a tarefa mais difícil dos catarinenses. Forjar um bom resultado diante do Santos é a missão do JEC. Terá que ser na empolgação da torcida, na raça. Porque só um bom resultado leva esperanças para o jogo de volta. A Arena lotada estará linda.

E o Figueirense fica na “obriga” como dizemos na gíria do futebol. É em Arapongas e voltar de lá classificado seria a matemática perfeita.

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Neném falou em "futebolzinho da Capital" e puxou discussão sobre decadência de Avaí e Figueirense

06 de maio de 2013 134

"Não via por que o Avaí e Figueirense com o futebolzinho que vinham jogando chegarem na final."

A frase é de Neném, da Chapecoense. Está em destaque no DC Esportes (clique aqui e confira) e é a notícias mais lidas do site todo, batendo até material de geral e polícia.

O contundente desta frase é que parte de um jogador, que geralmente tem uma avaliação técnica da sua classe, o que torna mais ofensivo aos companheiros da Capital.

Este troco que o interior deu é um grito que ecoa entre as torcidas.

Acho demais falar em decadência de Avaí e Figueirense, mas que o momento é um dos piores dos últimos anos, não há dúvida.


 

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Com Heber e Paulo Henrique, jogador que incomodar vai para o chuveiro mais cedo

02 de maio de 2013 18

Heber Roberto Lopes, em Chapecó. Paulo Henrique Bezerra, em Criciúma. São dois árbitros que vão obrigar os times a tentar ganhar na bola.

Porque, se os jogadores tentarem ganhar no grito vão para o chuveiro mais cedo. São dois nomes que têm moral para isso.

Me parece, inclusive, que a FCF antecipou os árbitros que devem fazer os dois jogos da final do campeonato.

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Os públicos do Condá e do Heriberto Hülse vão revelar verdades sobre o momento regional

02 de maio de 2013 27

Se tivermos acima de 16 mil torcedores no Heriberto Hülse, como está previsto acontecer, e superar os 12 mil torcedores no Condá, como a direção da Chapecoense estima, então Chapecó e Criciúma terão mostrado à Capital que estão num melhor momento em termos de motivação.

Mais ainda. Se estes dois caldeirões estiverem no nível que costumam estar em dia de decisão, ouso dizer que a vantagem vira favoritismo.

E, no caso do Tigre, mesmo com a desvantagem no placar.

Agora, favoritismo não ganha jogo. As vezes, até atrapalha quem entra em campo ostentando esta condição.

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A interpretação da vitória do Figueirense no duelo de público com o Avaí na rodada semifinal

29 de abril de 2013 88

Ficou faltando um post para tratar da questão do público presente no Scarpelli e na Ressacada. Coloco para discussão entre os internautas.

O Figueirense colocou 12.377
O Avaí contou com 10.025

Está claro que, levando em consideração os números crus, deu Figueira.

Mas há fatores que merecem uma atenção. Algumas impressões que eu extraio:

- O ingresso, obviamente está caro. A boa presença da galera alvinegra é prova. Mais, melhorou a qualidade do público: o que era geladeira virou emoção. Voltou aquele público que vibra, que faz o futebol ser bacana no estádio.

- No caso avaiano, também dá para concluir o óbvio: houve majoração do ingresso e o preço conspirou contra. Então, mesmo com o jogo num domingo, horário perfeito, dia perfeito, presença da torcida adversária, partida com qualidade, jogo emocionante, a praça não lotou.

Vamos monitorar o comportamento no Heriberto Hülse e na Arena Condá. E, na segunda-feira que vem, faremos um comparativo dos quatro públicos. Até lá.

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Fabinhos determinaram o empate. Agora é no Condá, com vantagem do Verdão diante do Figueira

27 de abril de 2013 33

Não dá para bobear. A primeira coisa que faço quando vou acompanhar um jogo que requer mais atenção é, com o apito inicial, disparar o cronômetro. No jogo desta noite eu bobeei. Fiquei atento à questão do Botti não jogar, prestando atenção na torcida, no estádio, no conjunto tático dos times antes da partida iniciar e esqueci de acionar o tempo do jogo.

Quando me dei conta que o apito inicial trilara baixei rapidamente a cabeça para acionar a função do I Phone e... bom, quando eu levantei os olhos, naqueles dois segundinhoss, a Chapecoense estava marcando seu gol.

Então, eu bobeei. E não fui somente eu. A zaga do Figueirense bobeou. A diferença entre eu e a zaga do Figueira começar o jogo dormindo é que, de minha parte, vi e revi o gol depois. Já o empate em casa, no 1 a 1 que acabou advindo do lance de Mandrake do time, não tem mais como virar vitória.

Imediatamente lembrei-me das bobeiras contra o Criciúma (com 10 minutos o time levava 2 a 0), que custaram, diga-se de passagem, caso não houvesse derrota, a chance de lutar pela vantagem que daria o mando ao Figueirense.

Como é possível um grupo de jogadores começar uma partida de mata-mata sem estar atenta justamente ao veloz Fabinho? Sem explicação plausível.

Não havia aprendido a lição diante de outro Fabinho, o do Criciúma, que pelo mesmo setor fez estrago igual? Sem argumento lógico.

O que houve após o gol foi uma tentativa cirúrgica da Chapecoense de segurar o resultado, e a melhor defesa da competição teria conseguido o intuito, mas uma expulsão estragaria os planos. Fechadinha, consciente e contra-atacando era a receita para um Figueirense escancarar toda sua fragilidade técnica.

Afinal, diante de um time absolutamente encorpado, só o toque de bola consistente e variado poderia desconstruir. Não tinha ninguém vestido com o manto alvinegro que pudesse impor esta situação.

Até a expulsão. Finalmente um Fabinho resolveu colaborar com o Figueira. O Fabinho Gaúcho levou o segundo amarelo e deixou o gramado.

Aí, com um volume de jogo maior, o Verdão pagou pelo pecado de falta de ousadia. O Figueira martelou até empatar.

Tudo igual. Vantagem mínima mantida pelo Verdão. Há esperança para o Alvinegro, mas a tendência de ganhar a vaga repousa com mais força para o time do Oeste.

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