Não adianta cuidar da cereja e esquecer o bolo. Este o recado para a dupla da Capital
19 de maio de 2013 5É aquela coisa: confiar num trabalho, na consolidação de algo que supostamente foi construído e será incrementado? Ou apostar no fit de dois nomes de alto nível, que podem fazer a diferença na hora decisiva?
Esta a construção de Avaí e Figueirense pré-Série B, com a diferença que o Alvinegro ainda pensa em Copa do Brasil, o Leão não.
É óbvio que no jogo de ontem, recheado de testes por parte do técnico Adilson Batista, o que menos importa é o resultado.
De consistente para uma critica, ficou apenas um trabalho psicológico que o técnico Adilson Batista terá de realizar com o grupo para evitar o que, insistentemente, tenho chamado aqui de “mandrakes”.
Acometem indistintamente atletas do Figueira e praticamente concedem gols aos adversários. Foi assim contra o Criciúma e duas vezes contra a Chapecoense na reta final, foi assim no primeiro gol do Vasco.
Quanto ao Avaí, não adianta caprichar na cereja e esquecer do bolo. São problemas diferentes da dupla na formação do time, mas o resultado final é o mesmo por falta de grupo equilibrado.
Um cuida do coletivo, mas precisa de investimento para uma ala e para o ataque, isso rezando para ter menos lesões e o meio-campo funcionar.
O outro tem altíssima qualidade no meio, mas precisa também de um ou dois zagueiros (Série B é grupo, é longa), e um ala, no mínimo.
Bom, agora é foco na decisão, até ali pelas 18h30min, falando do campeão catarinense.
