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Povão de volta ao Scarpelli é desafio do Figueirense. Time só supera Goiás em média de público

25 de novembro de 2014 27

O futuro presidente do Figueirense (seja ele Wilfredo Brillinger ou outro que venha a assumir) precisa atacar com vigor um detalhe no futuro alvinegro.

A questão do público. Na próxima jornada de Série A (e o ensaio será o Estadual) não é admissível que o Figueira (antes conhecido como Trem Pagador de SC) tenha médias de público incompatíveis com a capacidade de seu estádio.

Um levantamento do Globo.com (clique aqui e confira) mostra a média de público até a última rodada. Nela, o Figueira perde para os outros dois catarinenses. Detalhe: o Criciúma foi rebaixado e a Chapecoense tem estádio com menos capacidade de público.

E, pior, só supera o Goiás. Por pouco não foi o lanterna neste quesito. Muito provavelmente, se o Goiás fizesse campanha mais sólida, passaria o Alvinegro.

Então não é uma situação a se ignorar.

Um primeiro passo foi dado: a torcida que estava um triste geladeira, mudou seu astral: hoje incentiva muito, está participativa.

O segundo passo é achar uma estratégia para ter público compatível com o espaço que dispõe. Incluindo um setor para o “povão”. Afinal, boa parcela da torcida do Figueira é popular, e se afastou do estádio.

Apenas como curiosidade, vale lembrar que neste lavantamento do Globo.com, a média de ocupação de nossos estádios é de ridículos 40%. Só este percentual já dá um termômetro do nível de organização e inteligência que rege nosso futebol.

Confira abaixo print screen do gráfico do Globo.com

grafico

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A linda festa da nação Figueirense no Scarpelli e a permanência na elite dos guerreiros do Argel

23 de novembro de 2014 44

Aproveitei meu domingo de folga para levar ao Scarpelli minha filha Júlia e curtir o jogo junto à torcida. E não me arrependi.

Está muito legal assisitir ao Figueira no estádio. A torcida está alegre, criativa, feliz, participante.

Há quem ache errado fazer festa por não cair. Acredito que no caso Alvinegro se jurtifica: pelo início de campeonato complicadíssimo, vale a comemoração.

Um presente para Argel e seus guerreiros. Um grupo que trouxe a torcida para próximo de si e jogou junto.

Argel, como havia previsto quando de sua contratação, é um treinador do grupo motivador, sim. Mas há qualidades nele que vão além: taticamente lê muito bem o jogo e seus adversários. Conhece bem o mundo do futebol, então sabe indicar bons atletas e isso é fundamental para clubes com pouco poder de investimento. Olha para as categorias de base, usa os atletas com timing e com olhar clínico para achar os valores certos entre os jovens. Lida muito bem com jogadores de muita personalidae (talvez porque tenha sido um deles) e tem aquilo roxo para lidar com as pressões.

Quem lê o que escrevi acima pode pensar: então é perfeito? Longe disso. Argel será um grande técnico do futebol brasileiro, tenho certeza. Precisa, sim, seguir crescendo, aperfeiçoando o relacionamento com todos, e evoluindo taticamente.

Mas a festa foi merecida. E eu que estava ali junto à torcida (o que não é sempre que dá para fazer) sou testemunha de que a galera alvinegra está de bem com a vida, feliz, alegre, vibrante, confiante.

 

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A galhofa carioca não tem limites. Como dizem no Oeste: Chapecoense deu de relho no Fluminense

20 de novembro de 2014 36

Sempre digo que o caixão do futebol carioca é a soberba. Viver no mundo da fantasia tem seus limites. Não é à toa que o Rio de Janeiro frequenta a Série B com vontade tanta, que lá vai acabar com a maioria de seus times em breve.

Digo isso não porque o Fluminense seja, no momento, um time de Série B. Mas agiu como os cariocas agem quando querem apanhar de relho. Vejam esta matéria que eu publiquei no DC hoje pela manhã (clique aqui e confira). Eu estava pilotando o site e vi a soberba do técnico do Flu falando em jogar ofensivo e em fazer saldo mirando o G-4.

Publiquei de propósito. Até imaginando que o material seria exibido nos vestiários da Chape, fato que um amigo de Chapecó me confidenciou seria feito. Não sei se rolou, mas se teve… funcionou.

O Botafogo falava em arrancada contra o Figueira. Tomou taco. O Flu em saldo contra o Verdão. Tomou laço. Pelo menos o Inter, quando apanhou, demonstrou respeito e vergonha na cara.

Não e à toa que o Bota ruma à Segundona. O Flu por lá passeou e só voltou na ajudinha (isso que esteve na Série C). O Vasco a duras penas retorna à elite, mas vai caducar por ali. E o Fla só não cai porque na hora do desespero forças ocultas ajudam.

Valeu Verdão. Valeu povo de Chapecó. Vamos ficar na Série A com três catarinenses. Muito orgulho deste time do Verdão!

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Um recado ao torcedor do Figueirense, o time catarinense mais acostumado com a Série A

19 de novembro de 2014 63

O time catarinense mais acostumado com a Série A demonstra por que atingiu este patamar com ação.

O time catarinense mais acostumado com a Série A com esta vitória sobre o Botafogo encaminhou sua permanência na elite

A torcida do time catarinense mais acostumado com a Série A tem que fazer um agradecimento especial ao técnico Argel

Os torcedores do time catarinense mais acostumado com a Série A que vieram neste blog criticar Argel nos comentários, quando da sua contratação, tem que voltar aqui agora e concordar com este blogueiro. (clique aqui e relembre o que escrevi quando da sua contratação).

A torcida do time catarinense mais acostumado com a Série A precisa continuar sua mudança: está mais participativa, mais ativa, o Scarpelli voltou a ser um caldeirão o que fez toda a diferença. A pilha de Argel, a dedicação dos atletas, os acertos da direção ajudaram. Mas o grito quem dá é o torcedor: este calaram os poucos chatos do setor A. Estes corneteiros, constrangidos, estão quietinhos.

O time catarinense mais acostumado com a Série A fez um campeonato de respeito, com pouco dinheiro e muita entrega. Um exemplo.

Parabéns, Figueirense.

Parabéns, Alvinegros.

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Avaí goleia a Portuguesa por 22 a 0

18 de novembro de 2014 17

Não é erro de digitação: sei muito bem que foi 2 a 0 a partida.

É apenas um exagero para mostrar o valor desta vitória.

Vitória que começou nos pés de quem gritou na hora certa. Marquinhos colocou os pingos nos is e reconstruiu as condições para retomar a essência do Avaí.

O galego gritou e o técnico apenas para consumo externo contra-atacou, só para não perder a autoridade. Porque, na prática, tomou as medidas de saneamento reclamadas pelo capitão.

Depois teve gol de Roberto, que aparentemente voltou na hora certa, nos jogos finais.

E teve a participação de um garoto, Rômulo, que fez sua primeira partida com a camisa do Avaí. É a cara do time que “faz coisa”.

Sim, o futebol continuou ruim, a vitória foi sobre um time rebaixado, mas valeu três pontos, não? Manteve o Leão na briga, não? E a tabela não é tão ruim, nem se comparada ao Atlético-GO, nem ao Boa (que depende do JEC), nem do Ceará (que ainda vai jogar quando do post). Claro, tem o Santa, mas um biquinho não está proibido.

Foi goleada!

 

 

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Um acesso à Série A conquistado pela persistência da nação tricolor: JEC vai nos honrar na elite

04 de novembro de 2014 32
Alegria do JEC no Maranhão. Foto: Divulgação JEC

Alegria do JEC no Maranhão. Foto: Divulgação JEC

Nos moldes como a Série A é conhecida, desde a formatação em séries A, B, C e D, Santa Catarina sempre teve motivos de sobra para se orgulhar. Se nosso futebol tinha pouco destaque antes, passou a ser respeitado na nova era.

::: Confira o site especial do JEC

De todos os grandes catarinenses, quatro já provaram do gostinho da elite: Figueirense, Avaí, Criciúma e mais recentemente a Chapecoense. Todos têm histórias sofridas na Série A, mas com episódios de muito respeito e até de algum brilho em determinados momentos.

Faltava um para completar esta ascensão do futebol de SC. Era inadmissível não ver o JEC com pelo menos uma passagem na elite. Não era aceitável porque não é preciso fazer muita pesquisa para ver o DNA vencedor desta região. América e Caxias já demonstraram fartamente a força do futebol na região.

E o próprio Joinville já enfileirou títulos estaduais. Aliás, o JEC já teve ótimas participações em nível nacional na disputa de Brasileiros.

Chega agora para apresentar credenciais para o Brasil inteiro conferir depois de superar o Sampaio Corrêa e contar com a ajuda do Avaí, que não venceu o Oeste (confira como foi a rodada na página do DC Esportes)

Como disse no título deste post, é uma conquista não só de um time (e uma “senhora” equipe) mas de toda uma nação tricolor.

Ao contrário da maioria das torcidas, nunca a torcida do Joinville deixou de dizer presente na Arena. Mesmo estando desde de 2001 sem um título regional, mesmo tendo sofrido para chegar até a Série D, sempre a Arena esteve cheia.

Prova inequívoca de amor ao clube, de devoção dos fãs, de confiança. Recompensada com a maturidade de um clube que cresceu na medida certa, passo a passo, plantou e colheu.

Como Joinville é uma cidade trabalhadora, organizada, certamente seremos muito bem representados Brasil afora.

É um imenso orgulho ver que chegou a hora do JEC, conferir a festa nas ruas e torcer muito para que o time brilhe cada vez mais.

Parabéns, nação tricolor! Agora é manter a concentração para ser campeão.

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Fortes emoções: pitada de Toninho Cecílio no caldeirão Criciúma

28 de outubro de 2014 10
Técnico tenta salvar o Criciúma na Série A

Cecílio, novo técnico do Criciúma. Foto: Flávio Neves, BD, 26/10/2011

Criciúma é uma cidade fortemente colonizada por italianos. E os italianos adoram o lado passional da vida. Vibram intensamente com os momentos explosivos da existência.

Só pode ser este viés temperamental que fez o Criciúma optar pela contratação de Toninho Cecílio.

A história deste ex-jogador e treinador é por demais conhecida por quem acompanha o dia a dia do futebol. E também por nós, catarinenses.

Vejam que alguns de seus momentos mais intensos foi junto ao Palmeiras, também um clube passional ao extremo (e não por coincidência de origem italiana).

O Avaí, por onde Cecílio passou, também é um clube onde a paixão e o coração falam mais alto.

O Tigre opta por Cecílio. Inegavelmente um conhecedor do futebol: muito bom taticamente falando, e um conhecedor da parte administrativa.

Parasse por aí, diríamos que o Tigre estaria já pensando em reestruturação para a Série B do ano que vem.

Mas conhecendo como Toninho cuida de cada detalhe interno, como não se curva a desvios de conduta (além de tudo é um sindicalista, preza a relação de trabalho), fico só imaginando a bomba-relógio que teremos no HH,

Pode dar certo. Mas se a lógica se confirmar e o Tigre for rebaixado, então o Criciúma de Cecílio terá que promover uma revolução interna no grupo de jogadores. Porque as suas ações imediatas simplesmente não têm como serem brandas e, daí, vão resultar feridas abertas.

Boa sorte, Tigre!

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Contra o Figueirense foi pênalti, para o Grêmio não seria pênalti. Assim será na reta final da Série A

23 de outubro de 2014 18
Pênalti em Grêmio x Figueirense

Lance para ser discutido entre Grêmio e Figueirense. Foto: Mauro Vieira

Peço que observem este lance flagrado no ato pelo repórter fotográfico, Mauro Vieira. Ele é fantástico, porque nos permite discutir um lance que decidiu o jogo entre Figueirense e Grêmio sem meias palavras.

Fica claro que a bola tocou na mão e que houve uma jogada imprudente dentro da área (confira a crônica do jogo).

Fica claro, também, que, por estar com os olhos fechados, não há intensão de tocar a bola.

Mas a discussão não me parece técnica. Ela é mais profunda. Se este lance fosse na área do Grêmio, com papéis invertidos, não seria dado o pênalti.

Infelizmente assim será na reta final deste Brasileiro. O time que tiver mais dinheiro, mais nome, mais influência, terá toda a boa vontade da arbitragem.

Aquele que tem menos poder, vai sofrer.

Um detalhe importante: no momento do lance (que é o que importa para o árbitro) até os companheiros das rádios gaúchas não viram pênalti. Depois, com recurso da TV, é fácil mudar.

 

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Ao fincar pé na Série A, JEC transfere ao Avaí a responsabilidade para o clássico da Ressacada

22 de outubro de 2014 20
Joinville faz festa na Série B

Edgar Júnio fez três gols no ABC;. Foto: Rodrigo Philipps

A discussão rodada de ontem passou a ser apenas “quando” o JEC vai ratificar sua volta à elite do futebol brasileiro (confira a tabela da Série B).

::: Confira a página especial do Joinville
::: Veja o site dedicado ao Avaí

Este feito fantástico do tricolor do Norte (veja como foi a vitória sobre o ABC) é para ser comemorado. Depois que a Chapecoense conseguiu ingressar no seleto grupo de times que já fincaram o pé na Série A, faltava o Joinville carimbar este passaporte.

Ele, JEC, que em muitas oportunidades já nos representou muito bem na elite, com grandes times, ainda não tinha tido o gostinho de chegar entre os 20 melhores no novo modelo de Série A.

Time e torcida ainda têm que manter a concentração, claro. O famoso “Já Ganhou” é sempre um perigo. Mas a matemática não desmente.

Agora o clássico, sexta-feira.

O que dizer deste jogo com o Avaí, depois do tropeço em campinas (veja como foi o jogo com a Ponte Preta)?

Apenas que, a partir de agora, inicia-se uma campanha de compreensão da torcida avaiana do que significa tentar superar o tricolor.

Simplesmente é o divisor de águas para que o time abra uma pequena vantagem sobre o Ceará.

Se o time entrar em campo e ver o “mar azul” confiando e pronto para mudar o destino, é uma coisa; se encontrar um público pequeno, o papo é outro.

Para o Joinville, não é preciso nem dizer: venceu? Vai para as ruas continuar a festa, agora regada a mais chopp das festas de outubro.

Temos que torcer muito hoje à noite por nossos três representantes na Série A. Principalmente pelo Tigre.

São 12% de chances de termos cinco na elite. Para aumentar este percentual, só se o Criciúma vencer o Atlético-PR.

Figueirense e Chapecoense, por sua vez, têm pedreiras. É assunto para post à noite.

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A polêmica declaração de Hemerson Maria reacende eterna discussão: qual maior torcida de SC

20 de outubro de 2014 58

A declaração polêmica do técnico do Joinville, Hemerson Maria, um manezinho da Ilha, dizendo em alto e bom som que o JEC é o time com maior torcida de Santa Catarina ainda reverbera na Ilha. (clique aqui e veja a matéria).

Muitos torcedores tiveram seu orgulho ferido, se sentiram traídos, já que esta é uma questão que nenhuma torcida abre mão no Estado. E quando o assunto é trazido assim, sem uma pesquisa, na empolgação, sempre gera pequenos terremotos.

Todos: avaianos, alvinegros, tricolores do Norte e tricolores do Sul, os verdões do Oeste, todos têm convicção que sua torcida é a maior.

Não há dúvida que, em ocupação do estádio, a do JEC há muito dá um banho. Esteja o time bem ou mal, sempre há lotação. Isso é um fato e não se pode desconsiderar.

Assim como fazia a torcida do Figueirense, que sempre acumulava as melhores médias até que, aos poucos, perdeu este posto. Faz tempo que não superlota o Scarpelli ou termina o ano com a melhor ocupação do estádio, embora a empolgação nos jogos tenha voltado. O clima “geladeira” já foi superado, hoje em dia o Scarpelli voltou a ser um grande aliado do Figueira.

A torcida do Avaí, por outro lado, escolhe momentos para apoiar. Quando pega junto, praticamente não tem igual no Estado. Transforma a Ressacada num caldeirão que mexe com qualquer atleta. Mas são momentos, porque na prática o estádio em geral tem estado com ocupação bastante baixa.

E o Criciúma talvez seja a torcida que, em ocupação, mais se aproxime da galera do Joinville. Em animação, contudo, a do Tigre é única, tem característica própria e vibra bem mais que os joinvilenses e, na média, está mais participativa que a do Avaí.

Dá para incluir tranquilamente a Chapecoense na análise. O sucesso do Verdão é flagrante, a ocupação da Arena Condá é grande, a torcida dá um apoio legal, a inclusão do time como um “grande” de SC é inexorável, já é uma realidade.

Hemerson Maria gosta de balançar com o sentimento mais profundos das pessoas. Todos sabem que ele se criou no Figueirense: quando mudou-se para o Avaí, disse ser “torcedor” avaiano. Muitos alvinegros, na época, se sentiram traídos.

Agora foi para o JEC e renegou a Capital com uma declaração que sabidamente dói na alma dos manezinhos, como ele.

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