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Posts na categoria "Todos os posts"

Figueirense perde ao natural e diferença de qualidade gritante deixa impressão de que se é para sofrer melhor seria não entrar na Série A

19 de abril de 2014 20

A estreia catarinense na Série A não poderia ser mais preocupante. Não pelo escore: 3 a 0. Não por perder para o Flu, o que deve estar na programação da comissão técnica. Não por ser estreia. Mas, muito, por ter sido ao natural, meio que “é para ser asism”, tipo “é a ordem natural dos fatores”.

Pô, se tá na Série A é para fazer diferença. É para surpreender, para perder, até… mas com sinais de ousadia.

Mas se é para passar batendo o ponto, entrando em campo e perdendo como se fosse algo natural, sem comer grama, sem criar um fato, sem sangue nos olhos, então melhor não entrar.

Porque o dinheiro é cruel. Ele determina qualidade, sim… E para quebrar esta lógica, só querendo muito mais, lutando muito mais, mergulhando de cabeça no projeto…

Do contrário, é apenas mais um.

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Em Joinville, o circo dos horrores na Arena: o que mais falta acontecer no futebol brasileiro? Desrespeito total com os torcedores do JEC e brasileiros

18 de abril de 2014 58

E agora? Os torcedores do Joinville pagaram ingresso, entraram para ver futebol na Arena e o que ganharam em troca? Um oficial de Justiça impedindo um jogo já iniciado de continuar.

Resta ao Joinville requerer W.O. Mas isso é apenas a ponta do Iceberg.

A bagunça no futebol está instalada. Nem na minha imaginação mais fértil, quando escrevi o post abaixo (clique aqui e confira), imaginava que teríamos um capítulo tão ridículo para incorporar às barbaridades que descrevi na postagem anterior. Aliás, parecia que eu estava prevendo, acho que incoscientemente, por ter formação jurídica, sabia que vinha chumbo grosso (ver esta postagem).

A Justiça brasileira já não atende mais os anseios da sociedade. São complicados meandros processuais que permitem bandidos serem presos e soltos milhares de vezes, menores bandidos colocarem o terror na sociedade e não há ordem que persista com o sistema jurídico e político que temos na atualidade.

São os cartolas que perderam as rédeas desta bagunça generalizada. Todos querem o seu pirão e não pensam no coletivo.

É a CBF perdida no meio deste rolo, com eleição maluca, em abril, para tomar posse em 2015, com uma Copa que ninguém entende como será realizada. Estádios superfaturados, incompletos, nenhum prazo respeitado, obras de infra-estrutura sem conclusão, aeroportos um caos (teve até jogo do Avaí adiado pela Série B por falta de passagem!)

São nossos políticos, que estão testando o limite do povo. Eu mesmo não sei mais qual é este limite, impressionante como o brasileiro aguenta ser humilhado sem exigir seus direitos.

E os torcedores absolutamente abandonados, usados, com cara de palhaço. Pessoas que vieram prestigiar o JEC e foram lesadas. Se sou torcedor neste estádio, entraria na Justiça por reparação.

Agora é assim. Racismo rolando nos estádios. Pior, o cara sai de casa para ir ao jogo e não sabe se chega ou se volta pela violência nas ruas. E se entrar no estádio, não sabe se apanha das organizadas. E se não apanhar, não sabe se o jogo vai até o final.

Chegamos ao fundo do poço.

PS: impressionante como o centro da mudança no futebol brasileiro pode se transformar Joinville. Primeiro, a vergonha da violência (relembre o episódio que sacudiu o país nas agressões durante a Série A do Brasileiro), depois a vergonha da cartolagem, má administração e desmando. Tudo sem o JEC ter a menor culpa!

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Sem festa para abrir Brasileiros das liminares, estádios inacabados e da Copa vergonhosa

18 de abril de 2014 11

É impossível não notar, não destacar, não chamar atenção. Incrível como nossos maiores produtos, nossos grandes campeonatos darão a largada no dia de hoje absolutamente sem nenhum tipo de jogo inaugural, de solenidade. Tratam a competição como se estivesse acontecendo há meses.

Pior, para agravar, em ano de Copa do Mundo, os campeonatos (séries A e B) começam com liminares, com a CBF desesperada na Justiça para garantir jogos, vítima de sua própria teia confusa de articulações no STJD.

Até jogo adiado na Copa do Brasil (do Avaí) por falta de passagem aérea tivemos. Em ano de Copa do Mundo! Repito: jogo que muda de data por falta de passagem aérea? Não é o caos, a perda do controle?

Arenas inacabadas, ou mal acabadas, nenhuma obra no entorno urbano sequer em fase de finalização, criminalidade em alta, insegurança para ir ao estádios maior ainda, ingressos caros, dirigentes patéticos, qualidade duvidosa dos times…

Enfim, começa o Brasileiro. Maltratado produto que não sei até quando a população vai engolir do jeito que lhe é empurrado goela abaixo.

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Tese de que os três catarinenses serão rebaixados na Série A já toma conta da mídia nacional

17 de abril de 2014 63

Assim serão as análises na ESPN, no Lance, e em todos os lugares. Santa Catarina começará o campeonato rebaixada integralmente. O primeiro a lançar a tese foi o Globo.com (clique aqui e confira). O companheiro blogueiro Rodrigo Santos faz uma análise também sobre este assunto (confira a opinião dele).

Numa lógica que viu fatores e atribui pesos a elenco, retrospecto, finanças etc times como os paranaenses, os baianos e até o Goiás ficaram na frente. Aliás, o melhor catarinense, o Figueirense, só ficou à frente do Sport.

Não vejo como ofensa, apenas questiono o fato de que se estamos com três entre os 20 isso quer dizer algo. Algo, aliás, que não aparece como fator de peso em nenhuma análise.

É fato que nossos times lutarão, num primeiro momento, contra o rebaixamento. Mas a distância dos três não é grande para os demais, sendo que Figueira e Tigre já estão acostumados à Série A. A Chapecoense terá uma difícil adaptação.

Mas o Figueirense já passou por sete temporadas na Série A, tem retrospecto respeitável contra muito time grande (Santos e Grêmio só para citar dois) e ainda é visto com preconceito.

No Estadual, em parte, incorremos no mesmo erro. Previmos dos cinco grandes quatro classificados, dois ficaram de fora, um deles, o campeão Figueira, quase não entrou.

Vamos ver o que este início de elite do Brasileiro vai nos dizer dos nossos grandes. Acredito que pelo menos um, torço para dois e ficaria surpreendido se o três fossem bem. Mas não determino rebaixamento de ninguém com antecedência.

Até acertei o rebaixamento do Brusque indicando este time para cair antes do início do Estadual, mas reconheço, foi puro acaso, poderia ter errado feio.

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Agora é o Icasa, e a palhaçada do tapetão não tem fim no futebol brasileiro, ninguém mais aguenta

15 de abril de 2014 102

Para completar a palhaçada, eu só estou esperando um daqueles anúncios estapafúrdios: jogaremos o Brasileiro com 22 clubes! Ou joga-se com 18 times. Ou viradas de mesa para subir um e descer outro. Ou qualquer outra baboseira que seja forjada em tribunais.

Já estou esperando nos comentários aqueles que vem com o papinho que, se está na Lei, tem que cumprir. Aí o cara vai ver a tal lei, tem 40 interpretações da mesma. E o futebol, que tem de ser validado em campo, fica sendo discutido com liminares.

Falo, claro, do Icasa tentando entrar na Série A, ameaçando a permanência do Figueirense, e abrindo nova batalha jurídica na Série A.

O torcedor brasileiro está de saco cheio. O povão, aquele que queria pão e circo, não vai mais aos estádios, está sem dinheiro para tal.

E quem tem dinheiro, também não tem mais paciência de gastar em bagunça. Paixão tem limites. Por mais que se ame um time e o futebol, dinheiro não é capim. E gastar uma grana para ver seu time prejudicado em tapetão, ou sofrer com violência, o cara acaba partindo para outra diversão.

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A resposta do Avaí, a indignação do presidente do JEC e a falha nos melhores do Catarinense

15 de abril de 2014 46

Tá difícil mergulhar no Brasileiro. Bem que o blog quer começar a discutir as séries A e B, mas ainda tem muito respingo pós Estadual. Ontem o clima entre os presidentes do Figueirense e do Joinville, na festa dos melhores do Catarinense (clique aqui e confira como foi o evento)  definitivamente não era bom.

Wilfredo Brillinger e Nereu Martinelli não cruzaram olhares no palco. Receberam prêmios no palco e sequer se cumprimentaram, observei da plateia Nereu apertar o passo ao sair. O presidente não aceita o que considerou tratamento indigno no Scarpelli (clique aqui e confira). Ele vai torcer para o Figueira ser rebaixado no Brasileiro.

Meu colega do AN, Edenilson Leandro, o Deco, estava sentado pertinho da escada e viu na subida para receber a premiação Nereu reclamando com Wilfredo.

Aliás, sobre prêmio, Everton Santos não estar na lista dos melhores é uma aberração. Inaceitável. Há uma comissão que avalia, pós-campeonato, a lista. Se esta comissão não for inteligente e consultar amplamente a mídia, cometerá gafes.

Mas voltanto aos dirigentes. Tanto a atitude de Brillinger permitindo o Face do clube provocar o Avaí no título contra o Joinville, quanto a de Nereu são atos que chamo de “jogar para a torcida”. O Alvinegro amplia a empatia com o torcedor, que andava em baixa (não dele, presidente, mas da confiança na diretoria como um todo) e o tricolor desvia a atenção da derrota.

Já o Avaí respondeu em seu face (clique aqui e veja) a provocação do Figueira (relembre) o que ocasionou uma indisposição entre os clubes (veja matéria no DC online).

É ou não uma teia de acontecimentos. Definitivamente, foi um título que mexeu com brios? Abaixo, a publicação no Face do Avaí:

faceavai

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Só para lembrar da bandeira na ponte e não deixar passar a "intizicada" do Figueirense com o Avaí no Facebook oficial

14 de abril de 2014 31

Este post vem cobrar a bandeira do Figueirense na praça da Ponte Pedro Ivo, na entrada da cidade. Porque do contrário as autoridades deixam passar batido, que quando há um campeão catarinense de Floripa, ou um dos times perpetra um grande feito, o manto é erguido em homenagem. O prefeito Cesar Souza Júnior, mesmo avaiano, deve estar orgulhoso pelo fato de o Figueira trazer para Floripa a hegemonia do futebol catarinense.

Não poderia deixar passar batido, também, a questão da “intizicada” com o rival Avaí. Particularmente não gosto, em veículos oficiais, de provocações, embora respeite o direito. Há que se ter elegância na vitória e na derrota

Veja abaixo print screen do Face do Figueira (ou vá à página clicando aqui), elogiando o vice-campeonato do Hexagonal obtido pelo Avaí. E aí, o que você pensa disso, alvinegro e avaiano?

 

facefigueira

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Figueirense foi campeão porque sabe jogar sob pressão, mérito de Eutrópio e dos jogadores

13 de abril de 2014 74

Envolvido na cobertura intensa da decisão, convido o internauta a conferir minha crônica do jogo publicada no DC Esportes, ali mostro minha visão da final (clique aqui e confira).

Mas neste espaço deixou registrado algumas impressões que vamos tratar mais a fundo:

- Everton Santos pelo conjunto da obra mereceria ser o craque do campeonato.

- Wellington Saci roubou a cena, merecia ter sido expulso no primeiro jogo, decidiu lá e em circunstâncias diferentes poderia ter decidido em Floripa.

- Houve erro de Heber no pênalti. Deveria ter expulsado Ivan e, antes de anotar a penalidade, esperado a conclusão da jogada (ou seja deveria ter marcado gol).

- Heber provavelmente não viu, mas o árbitro auxiliar atrás do gol dever ter visto. Nirley, no primeiro tempo, usou o cotovelo e deveria ter sido expulso.

- A bola bateu, sim, na mão de Maranhão, mas o toque foi involuntário. Na minha opinião gol legal.

- A festa foi civilizada e linda em Joinville. Está sendo (tomara que eu não morda a língua, a noite é longa) linda e civilizada em Florianópolis.

- Que bom que a arte da intimidação se limitou a dentro de campo, ali é que o futebol deve se resolver.

- Por fim, uma característica que me chama atenção desde a subida para Série A. Como o técnico Vinícius Eutrópio devolveu a garra ao time, recuperou a relação com o torcedor e sabe fazer seus atletas renderem sob pressão.

 

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A arte da intimidação será decisiva em Figueirense e Joinville. Que este componente do futebol fique somente dentro de campo

12 de abril de 2014 15

Intimidação. Uma arte . Um olhar, uma chegada mais dura, um grito mais alto, associado à técnica e à tática ganham jogo. 

É o famoso lado psicológico. Até agora, nos encontros entre Joinville e Figueirense, a habilidade e a leitura do jogo foram equilibradas. Como o JEC conseguiu a vantagem? No psicológico. Naquilo que no futebol se conhece como raça, ou garra, e que para o vencido soa como violência. Wellington Saci chegou “mais junto”, arriscou mais (poderia ter sido expulso) e venceu.

Marcos Assunção, então, chamou a responsabilidade e disse: “Deixa ele comigo, irmão”, via Instagram, ao companheiro Leandro Silva, que reclamava na rede social do que julgou excesso de violência de Saci no primeiro jogo.

A partir das 16h deste domingo aguarda-se este último capítulo. No tapete do Scarpelli, Assunção vai dar a resposta, em campo: uma falta daquelas certeiras, quem sabe? Já que Saci usou uma falta à Assunção para detonar o Figueira no jogo de ida. Ou Saci, com sua vontade de dar o troco ao time que o desprezou, desequilibrará com suas jogadas e levantará a taça?

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Everton Santos e Saci vão jogar por Joinville e Figueirense. Final completinha em suas emoções

10 de abril de 2014 22

Ainda há pressão do Figueirense para que na sessão de hoje à noite no TJD da FCF haja uma punição para Saci.

Mas já se sabe por fontes que não vai prosperar. Everton Santos também foi liberado (veja matéria do DC aqui).

Então teremos Saci e Everton Santos em campo. Garantia de todas as emoções e condições técnicas para as duas equipes, até porque Assunção vai jogar também.

Ou seja, quem for campeão domingo, será sem desculpas. O JEC quase com força máxima (não terá Jael) e Figueira com todos os titulares (mas Assunção fora da melhor forma), arbitragem do Heber, estádio lotado.

Uma das decisões mais imprevisíveis dos últimos tempos.

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