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Posts na categoria "Todos os posts"

As constrangedoras apresentações de jogadores sem currículo nesta semana pesada para futebol de SC

24 de abril de 2014 0

Sou partidário da tese que apresentação de jogador tem que obedecer uma hierarquia. Só acontece aquele tradicional chamado da mídia para divulgar a chegada do atleta quando este for motivar o torcedor.

Ou seja: o cara foi goleador em determinado lugar, o cara fez um grande campeonato em um time de menor expressão, o cara vem de boas participações no futebol do exterior, o cara já teve história no clube e está voltando, é um garoto que frequentou seleções de base, enfim…

O que não dá é o espetáculo constrangedor que os catarinenses promoveram esta semana, apresentando, na maioria, como reforços atletas que, no máximo, comporão o grupo ou, num golpe de sorte, se destacarão.

O Figueirense trouxe um jogador que marcou um gol no Paulista para o ataque (clique aqui e veja) a Chapecoense trouxe atletas que já estão no banco, mesmo à disposição (confira) o Criciúma aposta num atleta do Cruzeiro que até foi bem no Boa, mas na Raposa pouco mostrou (veja), enfim.

Todos nomes que, no máximo, se enquadram em apostas dos diretores de futebol, nunca em notícia daquelas que mobiliza a torcida.

De tudo que foi anunciado até agora, somente o goleiro Vagner, do Avaí, me parece uma contratação que reflete um bom estudo de mercado. Também, no Avaí seria quase um crime errar neste momento.

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Marquinhos Santos: que o Avaí ame-o ou deixe-o

23 de abril de 2014 8
Marquinhos Santos, Avaí, Série B, renovação

Momento de renovação : perder tempo é fatal. Foto: Cristiano Estrela

Marquinhos Santos. O segredo para o futuro do Avaí. Por não saber o que quer com este jogador, o Avaí passa por sérios problemas.

Leio que está tudo encaminhado (clique aqui e confira). Se for será a opção por ter o jogador e, então, repensar o grupo de jogadores.

Penso que no meia Marquinhos está a solução para o Leão e, também, por paradoxal que pareça, a desgraça para o Avaí.

O projeto de time avaiano com Marquinhos é um, sem Marquinhos é outro. Que o meia é o principal ídolo do Avaí, encarna o espírito do Leão, simboliza o amor ao clube, não há dúvida nenhuma, todos os torcedores sabem.

Que Marquinhos não está rendendo o que pode e sabe, também não há discussão.

E que seu contrato está para ser renovado é outra verdade.

Então, se antecipar a renovação do jogador o Avaí dará um recado a Marquinhos e o craque ao Avaí: o clube te quer, queira a agremiação também.

É o ame-o. O Avaí declara seu amor com a renovação, Marquinhos devolverá o amor que tem pelo Avaí com futebol.

Agora, se identificar que tem de ter um time enxuto para poder pagá-lo, se esperar milagre dele, ou até se identificar que sua liderança não está sendo positiva, então o Avaí deveria desistir.

É o deixe-o. Então, Marquinhos continuará ídolo, seguirá tendo uma ótima relação com a torcida mas não se desgastará. E poderá procurar um bom clube para desenvolver seu ótimo futebol.

Com Marquinhos ou sem Marquinhos?

PS: claro, tem que contratar um goleiro, um zagueiro e, imediatamente, para ontem, um atacante. Afinal, do dramático início catarinense nos Brasileiros, o do Avaí é o mais terrível.

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Série B não vai ter hexagonal para se recuperar e nesse ritmo de lanterna o Avaí vai rumar para a Série C do Brasileiro

23 de abril de 2014 36

Todas as amostras que o Avaí está repassando este ano são de que teremos um 2014 desastroso para o Leão. O quase rebaixamento no Catarinense foi um alerta que não soou como sinal de mudança para a Série B. Duas derrotas na Série B, e a de hoje a noite diante do Bragantino (veja crônica do jogo)

Se o time não demonstrou condições de fazer algo aproveitável no Estadual, então como esperar algo de novo, de diferente no Nacional?

Um time que não tem um camisa nove há pelo menos dois anos (pelo menos um jogador que produza, que encante) dificilemente terá sucesso.

As dificuldades financeiras são claras, mas é preferível cair de divisão tentando do que apostando num projeto que está torto.

O vento Sul com chuva maltratou os poucos torcedores que se dignaram (e são poucos mesmo, mal chega a 3 mil), o time maltratou estes torcedores, as perspectivas de futuro maltratam estes torcedores, que são os verdadeiros, que vão tarde da noite de terça-feira hostil prestigiar o clube.

Aí alguém vai dizer que o campeonato é longo, que não dá para fazer terra arrasada, mas o problema é o conjunto da obra no ano.

Há peças importantes no grupo, mas é preciso uma organização melhor destas peças e o acréscimo urgente de outras, entre elas um novo goleiro, um zagueiro e, claro, um atacante urgente.

Se foi assim contra o América-RN e o Bragantino, dois times que poderiam representar um início promissor para o Avaí, então o futuro é mesmo amedrontador.

O técnico Pingo tem o meu respeito, mas ele tem de lidar com a realidade. E vir na coletiva dizer que viu “evolução nos treinos que não aparecem nos jogos” é brincar com a inteligência dos torcedores.

 

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Joinville apanha por não fazer valer as vantagens dos regulamentos: perdeu assim o título Estadual e saiu da Copa do Brasil

22 de abril de 2014 22

Parece consenso que o Joinville tem um bom time de futebol. Pelo menos, para quem discordar, talvez reconheça que o JEC tem pelo menos potencial para montar uma equipe equilibrada. A boa notícia é que esta constatação possa funcionar nos pontos corridos, onde regularidade é importante. Embora, na minha opinião, falte ainda um pouco mais de peças de reposição.

Agora, a má notícia até agora é que não adianta ter um time competitivo se não cuidar de detalhes do regulmento. Por exemplo, o empate com o Metrô tirou o mando de campo do JEC na final do Estadual: pimba, decidiu na Capital e perdeu para o Figueira.

Nesta terça-feira à noite, até ia bem quando empatava em 1 a 1 com o Novo Hamburgo (levou gol logo no início, buscou a igualdade com tempo para reagir e levou o 2 a 1 já quando partia para o desespero e ainda empatou nos acréscimos de pênalti). Assisti ao jogo e fiquei com a nítida impressão de que a equipe catarinense é mais forte, embora o NH (antigo Floriano, com certa tradição de bons times no RS) tenha uma equipe forte. Já mostrou isso no Gauchão.

Mas classificou-se não necessariamente o melhor, porém aquele que fez gols fora e não tomou em casa. Mais que isso, teve ousadia, porque manteve uma vitória com um jogador a menos quando jogou o primeiro duelo em casa e buscou o contra-ataque nos momentos certos. Ou seja, lidou muito melhor com o regulamento, administrou melhor a situação favorável que ele mesmo criou.

Então fica a lição. É preciso ousadia no momento em que o regulamento exige. E isso o bom técnico Hemerson Maria parece não ter compreendido. Vai bem nas fases de classificação, mas não sabe passar ousadia na hora de decidir, pelo menos nesta sua etapa no comando do tricolor do Norte.

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Erro de arbitragem, pênalti duplo não dado, influiu no resultado. Uma vergonha o que aconteceu em Criciúma!

20 de abril de 2014 61

lance

O que está acontecendo com a arbitragem brasileira? Pelo amor de Deus, o que foi o pênalti não dado para o Criciúma no jogo desta noite?

O senhor André Castro, de Goiás, estava a poucos metros da jogada, bem posicionado, e não viu o pênalti duplo? Além de mão na bola o jogador deu um golpe de Taekwondo no adversário.

Tá, vamos dar de barbada que o senhor árbitro não viu (repito, quase impossível). Então para que serve o árbitro auxiliar na linha de fundo? E os auxiliares das laterais. E o árbitro de fora?

Aí veio o empate e a virada do Palmeiras. E quem devolve este prejuízo incalculável?

É aquela história, arbitragem sempre favorecendo o time de mais nome. Ninguém mais aguenta isso, esta barbaridade que é feita na cara dura.

O tricolor do Sul foi seria o único catarinense a vencer dos que disputam as duas séries que já começaram.

Destaque positivo para o excelente futebol de alguns jogadores, especialmente Eduardo, Baier e Serginho.

Destaque negativo para Caio Júnior, que recuou o time muito cedo no segundo tempo. Chamou o Palmeiras. E para o miolo de zaga do tricolor, muito ruim, precisa ser revisto para o campeonato.

Vale a ressalva de que o JEC poderia ter sido um dos catarinenses a sair vencedor. Em campo, claro. Fora dele vai levar tranquilo os três pontos pelo W.O.diante da Portuguesa

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Figueirense perde ao natural e diferença de qualidade gritante deixa impressão de que se é para sofrer melhor seria não entrar na Série A

19 de abril de 2014 33

A estreia catarinense na Série A não poderia ser mais preocupante. Não pelo escore: 3 a 0. Não por perder para o Flu, o que deve estar na programação da comissão técnica. Não por ser estreia. Mas, muito, por ter sido ao natural, meio que “é para ser asism”, tipo “é a ordem natural dos fatores”.

Pô, se tá na Série A é para fazer diferença. É para surpreender, para perder, até… mas com sinais de ousadia.

Mas se é para passar batendo o ponto, entrando em campo e perdendo como se fosse algo natural, sem comer grama, sem criar um fato, sem sangue nos olhos, então melhor não entrar.

Porque o dinheiro é cruel. Ele determina qualidade, sim… E para quebrar esta lógica, só querendo muito mais, lutando muito mais, mergulhando de cabeça no projeto…

Do contrário, é apenas mais um.

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Em Joinville, o circo dos horrores na Arena: o que mais falta acontecer no futebol brasileiro? Desrespeito total com os torcedores do JEC e brasileiros

18 de abril de 2014 59

E agora? Os torcedores do Joinville pagaram ingresso, entraram para ver futebol na Arena e o que ganharam em troca? Um oficial de Justiça impedindo um jogo já iniciado de continuar.

Resta ao Joinville requerer W.O. Mas isso é apenas a ponta do Iceberg.

A bagunça no futebol está instalada. Nem na minha imaginação mais fértil, quando escrevi o post abaixo (clique aqui e confira), imaginava que teríamos um capítulo tão ridículo para incorporar às barbaridades que descrevi na postagem anterior. Aliás, parecia que eu estava prevendo, acho que incoscientemente, por ter formação jurídica, sabia que vinha chumbo grosso (ver esta postagem).

A Justiça brasileira já não atende mais os anseios da sociedade. São complicados meandros processuais que permitem bandidos serem presos e soltos milhares de vezes, menores bandidos colocarem o terror na sociedade e não há ordem que persista com o sistema jurídico e político que temos na atualidade.

São os cartolas que perderam as rédeas desta bagunça generalizada. Todos querem o seu pirão e não pensam no coletivo.

É a CBF perdida no meio deste rolo, com eleição maluca, em abril, para tomar posse em 2015, com uma Copa que ninguém entende como será realizada. Estádios superfaturados, incompletos, nenhum prazo respeitado, obras de infra-estrutura sem conclusão, aeroportos um caos (teve até jogo do Avaí adiado pela Série B por falta de passagem!)

São nossos políticos, que estão testando o limite do povo. Eu mesmo não sei mais qual é este limite, impressionante como o brasileiro aguenta ser humilhado sem exigir seus direitos.

E os torcedores absolutamente abandonados, usados, com cara de palhaço. Pessoas que vieram prestigiar o JEC e foram lesadas. Se sou torcedor neste estádio, entraria na Justiça por reparação.

Agora é assim. Racismo rolando nos estádios. Pior, o cara sai de casa para ir ao jogo e não sabe se chega ou se volta pela violência nas ruas. E se entrar no estádio, não sabe se apanha das organizadas. E se não apanhar, não sabe se o jogo vai até o final.

Chegamos ao fundo do poço.

PS: impressionante como o centro da mudança no futebol brasileiro pode se transformar Joinville. Primeiro, a vergonha da violência (relembre o episódio que sacudiu o país nas agressões durante a Série A do Brasileiro), depois a vergonha da cartolagem, má administração e desmando. Tudo sem o JEC ter a menor culpa!

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Sem festa para abrir Brasileiros das liminares, estádios inacabados e da Copa vergonhosa

18 de abril de 2014 11

É impossível não notar, não destacar, não chamar atenção. Incrível como nossos maiores produtos, nossos grandes campeonatos darão a largada no dia de hoje absolutamente sem nenhum tipo de jogo inaugural, de solenidade. Tratam a competição como se estivesse acontecendo há meses.

Pior, para agravar, em ano de Copa do Mundo, os campeonatos (séries A e B) começam com liminares, com a CBF desesperada na Justiça para garantir jogos, vítima de sua própria teia confusa de articulações no STJD.

Até jogo adiado na Copa do Brasil (do Avaí) por falta de passagem aérea tivemos. Em ano de Copa do Mundo! Repito: jogo que muda de data por falta de passagem aérea? Não é o caos, a perda do controle?

Arenas inacabadas, ou mal acabadas, nenhuma obra no entorno urbano sequer em fase de finalização, criminalidade em alta, insegurança para ir ao estádios maior ainda, ingressos caros, dirigentes patéticos, qualidade duvidosa dos times…

Enfim, começa o Brasileiro. Maltratado produto que não sei até quando a população vai engolir do jeito que lhe é empurrado goela abaixo.

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Tese de que os três catarinenses serão rebaixados na Série A já toma conta da mídia nacional

17 de abril de 2014 63

Assim serão as análises na ESPN, no Lance, e em todos os lugares. Santa Catarina começará o campeonato rebaixada integralmente. O primeiro a lançar a tese foi o Globo.com (clique aqui e confira). O companheiro blogueiro Rodrigo Santos faz uma análise também sobre este assunto (confira a opinião dele).

Numa lógica que viu fatores e atribui pesos a elenco, retrospecto, finanças etc times como os paranaenses, os baianos e até o Goiás ficaram na frente. Aliás, o melhor catarinense, o Figueirense, só ficou à frente do Sport.

Não vejo como ofensa, apenas questiono o fato de que se estamos com três entre os 20 isso quer dizer algo. Algo, aliás, que não aparece como fator de peso em nenhuma análise.

É fato que nossos times lutarão, num primeiro momento, contra o rebaixamento. Mas a distância dos três não é grande para os demais, sendo que Figueira e Tigre já estão acostumados à Série A. A Chapecoense terá uma difícil adaptação.

Mas o Figueirense já passou por sete temporadas na Série A, tem retrospecto respeitável contra muito time grande (Santos e Grêmio só para citar dois) e ainda é visto com preconceito.

No Estadual, em parte, incorremos no mesmo erro. Previmos dos cinco grandes quatro classificados, dois ficaram de fora, um deles, o campeão Figueira, quase não entrou.

Vamos ver o que este início de elite do Brasileiro vai nos dizer dos nossos grandes. Acredito que pelo menos um, torço para dois e ficaria surpreendido se o três fossem bem. Mas não determino rebaixamento de ninguém com antecedência.

Até acertei o rebaixamento do Brusque indicando este time para cair antes do início do Estadual, mas reconheço, foi puro acaso, poderia ter errado feio.

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Agora é o Icasa, e a palhaçada do tapetão não tem fim no futebol brasileiro, ninguém mais aguenta

15 de abril de 2014 102

Para completar a palhaçada, eu só estou esperando um daqueles anúncios estapafúrdios: jogaremos o Brasileiro com 22 clubes! Ou joga-se com 18 times. Ou viradas de mesa para subir um e descer outro. Ou qualquer outra baboseira que seja forjada em tribunais.

Já estou esperando nos comentários aqueles que vem com o papinho que, se está na Lei, tem que cumprir. Aí o cara vai ver a tal lei, tem 40 interpretações da mesma. E o futebol, que tem de ser validado em campo, fica sendo discutido com liminares.

Falo, claro, do Icasa tentando entrar na Série A, ameaçando a permanência do Figueirense, e abrindo nova batalha jurídica na Série A.

O torcedor brasileiro está de saco cheio. O povão, aquele que queria pão e circo, não vai mais aos estádios, está sem dinheiro para tal.

E quem tem dinheiro, também não tem mais paciência de gastar em bagunça. Paixão tem limites. Por mais que se ame um time e o futebol, dinheiro não é capim. E gastar uma grana para ver seu time prejudicado em tapetão, ou sofrer com violência, o cara acaba partindo para outra diversão.

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