Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Todos os posts"

Albeneir, os 99% do bem que gostam de futebol te amam. Os 1% do mal não merecem nem pena

18 de maio de 2016 16
Foto: Cristiano Estrela

Foto: Cristiano Estrela

Estava viajando pelo interior de SC quando aconteceu o episódio em que o Albeneir foi homenageado pelo Avaí quando da apresentação do João Paulo.

Não foi algo planejado pelo clube, nem pelo Bena. Por acaso, nosso craque e ídolo do futebol catarinense estava na Ressacada comprando uma camisa para presentear o médico que está cuidando de sua companheira, que estava com problema de saúde.

Albeneir é grandão, chama atenção por onde passa. Foi visto pelo presidente, ganhou uma camisa do clube que defendeu com muita honra e dedicação. Além disso, foi gentilmente convidado a participar da cerimônia.

Tudo absolutamente normal, bacana e elogiável sob todos os aspectos.

As coisas só mudaram de figura porque, infelizmente, nossa sociedade está doente. Há “haters” por todos os lados. Os 99% do bem estão sendo engolidos pelo 1% do mal.

Assim é na política, assim é em todas as áreas, não seria diferente no futebol.

Quem conhece o Albeneir sabe que ele é um vencedor dentro e fora de campo. Dentro, porque foi um baita jogador. Fora, porque superou drama pessoal. Todos os dias, dia a dia, ele renasce para a vida superando o alcoolismo. E o faz com amor no coração, com coragem, uma pessoa incrível e que merece a minha e a sua admiração.

O Albeneir não nega seu amor pelo Figueirense. Ele é torcedor do Figueira. Mas este fato não significa que não seja respeitado e admirado no Avaí, clube em que jogou.

Em que momento alguém decide que, por vestir a camisa do Avaí, o Bena deve ser hostilizado? Qual o curto circuito na mente de uma pessoa que o impele a tal implosão mental? Por mais que tente entender, não consigo.

O Albeneir tem simplicidade, brilho próprio e alegria tão grandes quanto seu tamanho. Ele é grandão de coração.

Quem gosta de futebol na Capital, sendo Avaí o Figueirense, e não gosta do Albeneir por qualquer motivo deve repensar o que o move a admirar o mundo da bola. Amor, alegria, descontração, rivalidade sadia, por exemplo, não devem estar na lista destes.

Tenho certeza que o Figueirense, como instituição, tem amadurecimento suficiente para deixar as portas abertas para este craque da vida. Que ele circule pelo Scarpelli e seja abraçado e protegido pelos 99% do bem.

Bookmark and Share

Imprensa nacional coloca Figueirense como maior candidato ao rebaixamento da Série A do Brasileiro

13 de maio de 2016 13

Longe de contestar a avaliação de que os dois catarinenses da Série A mereçam estar em listas de candidatos ao rebaixamento da elite do Brasileiro. Tenho a consciência de que Chapecoense e Figueirense, ao começarem a disputa da Série A do Brasileiro, o fazem com o primeiro objetivo de acumular pontos contra o descenso.

Só acho que a visão da mídia brasileira já não acompanha a realidade dos fatos na velocidade que eles se apresentam. E falo de que, se reconheço Chapecoense e Figueirense na lista de equipes que vão lutar para não cair, ao mesmo tempo já não vejo o determinismo com que o assunto é tratado na mídia nacional.

Para citar duas listas, da ESPN e do Lance! (mas poderia falar do Globo.com, Folha, Estadão etc) os dois catarinenses aparecem em quase todos os candidatos ao rebaixamento.

Sendo que no Lance!, dos 15 analistas, somente três não colocam o Figueirense e, a maioria absoluta, coloca o Alvinegro como o 20º da lista, ou seja, como o principal time candidato ao rebaixamento. Na ESPN, ídem.

Acho que contribui para esta imagem do Alvinegro o péssimo turno no Catarinense. Mas, não vejo o time tão inferior assim. Ponte, Coritiba, América-MG, Vitória, Botafogo e Santa Cruz, acredito, não estão um patamar acima do Figueira.

E, em relação à Chape, que aparece com menos frequência que o Figueirense, mas é bastante citada, vou além: não colocaria o Verdão do Oeste na lista de possíveis rebaixados.

Claro, a realidade, começado o campeonato, pode me desmentir. Mas, pelo que acompanhei dos estaduais, das contratações, da escalações previstas para as estreias, vejo a Chapecoense com um time apto a fazer bonito no torneio.

Bookmark and Share

Sinal verde para o melhor time de Santa Catarina. Parabéns Chapecoense!

08 de maio de 2016 11

Não muita discussão, né? Geralmente Campeonato Catarinense abre espaço para polêmicas, discussões, etc. Este ano, não. O título ficou incontestavelmente nas mãos mais capazes.

A Chapecoense é o melhor time catarinense sob qualquer aspecto: tático, técnico e físico. Levou o campeonato como queria. Teve um sustinho aqui, outro ali, mas não dá para contestar o quinto título do Oeste.

Ouso dizer que o Estadual foi um laboratório para a Série A.

Restam os parabéns ao povo do Oeste, à direção, aos jogadores, à comissão técnica, a bela torcida.

Um povo educado, respeitador, lutador e que nos orgulha muito. E, tenho certeza, fará bonito na Série A.

É, literalmente, sinal verde para o bom futebol.

Ah, e o JEC foi valente. Honrou a disputa final.

Bookmark and Share

Silas quer um 10 para o Avaí. O que o Leão precisa, JEC, Figueira, Tigre e Chape é de líder e de ousadia

04 de maio de 2016 7

Não tem como não ser preocupante a atuação do Avaí, ontem, diante do Bragatino. Não pelo 1 a 0 (veja como foi). Mas pela evolução! Como assim? Ora, se o Avaí evoluiu (e evoluiu mesmo) e ainda se encontra em tal nivel para a Série B, há muito que temer. Vejam como estava mal o Leão.

Silas fala em um camisa 10. Vamos ser claros e sinceros, realistas e diretos: não existe mais camisa 10 no Brasil. Aliás, no mundo o camisa 10 até pode ser a estrela do time, mas não necessariamente um articulador.

Pensar num 10 não é falar naquele jogador técnico. Entendo Silas. É a forma encontrada para verbalizar a necessidade de um líder. O vocabulário do futebol no Brasil parou no tempo, assim como a evolução tática dos times.

Mas sou otimista. O futebol catarinense poderia surpreender o Brasil mudando conceitos.

Esta busca eterna do 10 atrasa taticamente nossos times, nosso futebol. Até porque, ao se estabelecer como meta ter um jogador técnico como referência, afasta-se da evolução tática que ocorre no futebol. O mundo evolui para marcação no campo adversário, para a não-função definida estática do atleta, para a versatilidade do jogador, para a velocidade, para a criatividade no ataque e não no meio-campo. O meio tem que ser rápido, ágil, servir como transição, não mais como manejo de bola.

Então, não se procure um 10, se procure um líder. Pode ser Marquinhos, no Avaí, sim; pode ser Marquinhos, no Figueira, sim; pode ser Agenor, no JEC, sim; pode ser Cléber Santana, na Chape, sim. Mas que seja um líder, não uma referência de modelo de futebol.

Gostaria muito de ver algum time catarinense propondo um futebol diferente. Não-conservador, fugindo de propostas táticas sem novidades. Vejo em três, Silas, Hemerson e Eutrópio, grandes possibilidades de evolução tática, apenas precisam de sustentação dos torcedores e da direçao. Guto e Cavalo também podem surpreender, têm conhecimento.

Gostaria de ver neste técnicos times bem preparados fisicamente, jogadores mentalmente preparados para um futebol-total, variações táticas, ousadia, cabeça sem medo, alegria em jogar. Qual catarinense quebraria esta barreira? Temos um Brasileiro aí, lutar para não cair na A é uma grande possibilidade, por que não fazê-lo com novidade, com experimentação?

Vem aí uma Série B, campeonato duro, pegado, feio. Por que não encará-lo de peito aberto?

Quem terá coragem?

 

Bookmark and Share

Chapecoense bate JEC e instala um dos maiores favoritismos dos últimos tempos em final de SC

01 de maio de 2016 15

Se havia um leve favoritismo para a Chapecoense na final do Campeonato Catarinense, o jogo de ida mudou este status. (clique aqui e veja a crônica que escrevi para o DC sobre o jogo).

Poucos podem contestar que o Verdão do Oeste passa a ter um grande favoritismo para ser campeão. É o maior favoritismo em decisão que me vem a mente no sempre equilibrado Campeonato Catarinense.

Obviamente não dá para sepultar o JEC. Jogo é jogado, lambari é pescado, diz a sábia gíria do mundo do futebol. Mas, os fatores se unem em favor da Chape. Fator local, possibilidade de perder por um gol de diferença e, o que todos concordam, um time com melhores recursos técnicos.

A Chapecoense, definitivamente, está inserida entre os grandes do Estado e deve ampliar este status da única forma possível: com mais um título.

E o JEheber1C tem que se manter mobilizado. Desistir é para os fracos. O futebol apronta das suas. Embora seja complicadíssimo. Levando-se em consideração que o JEC terá compromisso pela Copa do Brasil na quarta-feira, dá para imaginar o nível de pressão que este grupo vai ter para conseguir bom desempenho e ainda pensar nas finais com tanta desvantagem. Aliás, o JEC perdeu Anselm
o e talvez Naldo e Donato, ambos por lesão. É mole? Que situação.

Até a semana que vem.

E Heber: ganhou um presentão. Jogo absolutamente tranquilo. E ele também estava tranquilo. Ótima arbitragem, discreta, precisa, digna de uma final. Parabéns.

Confira, abaixo, um comentário que fiz em vídeo, resumindo um pouco deste post:

 

Bookmark and Share

O que têm a temer e a comemorar JEC e Chape em relação à arbitragem da final do Catarinense

28 de abril de 2016 3
arbitragem: Sandro Meira Ricci e Heber Roberto Lopes

arbitragem: Sandro Meira Ricci e Heber Roberto Lopes

 

Só o mais ingênuo dos ingênuos acredita que uma final de campeonato é jogada somente dentro de campo. E só o mais paranoico dos paranoicos acredita que somente manobras de bastidores podem garantir um título.

Quem acompanha futebol sabe: é preciso estar atento a tudo fora de campo e, obviamente, jogar o melhor futebol para ser campeão. É um conjunto de medidas.

Mas hoje, falarei somente da questão arbitragem, que, acredito, pelo ótimo nível dos profissionais, permite uma análise somente em relação ao que pode ocorrer dentro de campo.

Na minha opinião, o quilate dos árbitros escalados garante segurança para os dois times do ponto de vista da arbitragem. Mas acredito que, pelo estilo de Heber e Sandro (veja aqui matéria sobre os árbitros), a ordem dos fatores altera o produto.

Teoria matemática sobre a arbitragem da final? Sim. Se fosse Sandro no primeiro jogo e Heber no segundo, acredito que o JEC estaria mais à vontade. Com Heber no primeiro e Sandro no segundo confronto, vejo a Chape mais confortável.

Explico: Heber, na minha opinião, está em melhor fase, apitando mais solto, confiante e deixando o jogo correr com segurança. Sandro, para mim, está mais agitado, segurando mais a partida.

E aí? Aí que, se o JEC conseguir abrir vantagem em Joinville, terá mais dificuldade de fazer o jogo contido ao estilo Hemerson Maria com Sandro apitando até pensamento em Chapecó. REceberá borbotões de amarelos e de faltas perigosas perto de sua área. Heber deixa a partida correr mais. Se não abrir vantagem, o raciocínio fica mais reforçado, já que terá que se expor, o que não é do perfil jequeano atual.

Vejam, são estilos. E, como disse, tudo é importante em uma decisão.

Bookmark and Share

Vestibular do Catarinense: Chapecoense na universidade, Figueirense e JEC passam nos simulados. Tigre mostra potencial. Avaí roda de ano

15 de abril de 2016 9

Como imagino que falaremos muito pouco de futebol neste final de semana agitado pelo mundo da política, acredito que vale uma filosofada nesta sexta-feira ainda sobre o mundo da bola catarinense.

Sei que as atenções estarão voltadas para este momento que vai revolucionar o país com ou sem saída da presidente, mesmo que o Catarinense tenha jogos importantes no final de semana. Será realmente difícil falar de futebol, seria muita alienação.

Mas nesta sexta-feira ainda tenho forças para visualizar situações. Uma delas, imaginando o Campeonato Catarinense como um vestibular, já passou nele e está quase pronto para a universidade da Série A, a Chapecoense.

O Figueirense pareceu, no início do ano, aquele aluno com alto potencial, mas que estudou pouco, não se comprometeu. Tomou “pau”, levou bronca dos pais, caiu na real, e se recuperou em tempo. Já até passou no simulado para o vestibular (recuperou-se no returno, classificou-se na Copa do Brasil), agora é só consolidar o momento.

Sobre os demais, a avaliação”escolar” do JEC é muito próxima do Alvinegro. O Tricolor do Norte foi um aluno que se descuidou no início do ano. Apenas que, com pais com menos recursos financeiros, o JEC obteve melhor desempenho na recuperação, e com menos recursos, já que o dinheiro que virá será bem menor que o disponível ao Figueira. Convenhamos, é é louvável (e sem cotas para ajudar). E antes que venha a patrulha, não estou condenando as cotas, apenas constatando a força da recuperação do JEC. Méritos nos dois casos para os professores Hemerson Maria e Vinícius Eutrópio.

O Tigre é aquele aluno de segundo ano do ensino médio, ainda não totalmente preparado, mas que vai bem nos simulados e mostra capacidade para evoluir.

E o Avaí? Rodou de ano. E ainda reprograma seu ano escolar, quase uma revolução pessoal, para mostrar à sociedade que é capaz.

Bom, era isso. Dei uma filosofada. Como disse, o final de semana será político, fortes emoções em outra área. Claro, não deixaremos de ver os jogos e comentá-los. Dever profissional. Mas vai ser difícil.

 

Bookmark and Share

Figueirense apressa mais ainda a saída do presidente do Avaí na segunda-feira

10 de abril de 2016 34

Um clássico nunca é em vão. Este foi mais um. O preço a ser pago pelo rival, além do medo do rebaixamento, é a aceleração de um processo de troca de comando executivo do clube.

Convenhamos, não é pouca coisa. Afinal, a posição do Avaí na tabela (clique aqui e confira) e as oito derrotas consecutivas, maior sequência de sua história, são vexatórias

Com uma arbitragem de alto nível, e os dois times deixando claras suas deficiências técnicas, tivemos um primeiro tempo interessante em termos de chances de gol e sobrava pouca emoção na segunda etapa até que Guilherme Queiroz estabeleceu o gol da vitória.

No Geral, o Figueira apresentou, taticamente, mais corpo que o rival. Em chances, o Avaí colecionou algumas, principalmente no primeiro tempo. O Figueira também.

O Alvinegro não cai de jeito nenhum e, dependendo dos jogos da noite (atualizo aqui depois) pode até olhar um milagre de chegar no turno.

Já o Avaí está ali, pertinho de Guarani e Camboriu, e com um confronto direto com o Bugre. Vai ser drama até o final.

heber Roberto lopes

Heber Roberto lopes

Diante do quadro, me parece óbvio que o Figueira, de forma indireta, colocou adubo na semente que foi plantada para a renúncia da diretoria azul. E a articulação feita pela velha guarda avaiana para que Nilton Macedo Machado possa sair, junto com Battistoti, ganhou força total.

Heber Roberto Lopes foi muito bem. Um dos pontos altos foi acertar em não marcar pênalti (que realmente não houve) em lance logo no início do jogo, reclamado pelo Figueirense.

E a forma como administrou a disciplina, à Europeia, administrando confusões entre atletas com inteligência.

Novamente, o clássico não vai terminar neste domingo. Segunda-feira começa pelos lados da Ressacada.

Vale lembrar que, infelizmente, tivemos briga de torcida fora de campo e confusão em campo pós-jogo, ingredientes que não acrescentam nada para o futuro.

 

Bookmark and Share

Apito pesado do Fifa Héber Roberto Lopes para Figueirense x Avaí no Scarpelli

06 de abril de 2016 8

O presidente Delfim Peixoto Filho, impagável na apresentação do sorteio de arbitragem, não brincou em serviço. Aliás, recomendo quem nunca assistiu ao vivo, conferir. O Delfim dá um show.

Mas o presidente não brincou nos nomes, ele sabe o peso do clássico Avaí x Figueirense, atacou de Fifa nas duas possibilidades da famosa bolinha, que muitos dizem cair sempre o que o Delfim quer. Mas Delfim fez questão de dizer o horário do sorteio e ironizar seus detratores.

Ao vivo conferi o nome de Héber Roberto Lopes ser o escolhido, superando Sandro Meira Ricci.

Pronto, vai apitar o clássico um nome que apita Libertadores, o árbitro em melhor fase técnica do Brasil e da América do Sul. Agora, os jogadores têm que se preocupar com a bola. O extracampo é melhor esquecer. Tem apito pesado. Melhor não testá-lo. Jogar bola é a melhor, talvez a única opção, dos atletas.

Bookmark and Share

Pré-clássico Figueirense x Avaí: ansiedade pela arbitragem e presidente na panela de pressão

05 de abril de 2016 10

Dois assuntos extracampo já saltaram aos olhos na sempre agitada semana que antecede um Figueirense x Avaí.

O primeiro deles, a expectativa pela escolha da arbitragem. Ontem, no Estádio CBN/Diário, o presidente do Figueirense, Wilfredo Brillinger, não escondeu seu nome preferido: Heber Roberto Lopes.

Pelo lado Avaí, menos empolgação com o nome, mas não houve veto.

Evandro Bender, árbitro

Evandro Bender. Foto: Sindicato dos Árbitros

Outro fato que corre paralelo aos primeiros treinos do Leão, envolve os protestos pacíficos da torcida, mas que não podem ser negados. Faixas pedem a renúncia do presidente Nilton Macedo Machado (veja matéria publicada no DC).

Conversas com nomes fortes ligados ao Avaí dão conta de que será feita uma interlocução com o presidente, um convencimento que até pode ser de longo prazo (ou seja, não é para ontem), para que Nilton aceite a renúncia. Aliás, a articulação é pela renúncia coletiva.

Pessoalmente, acho que o torcedor pode até querer mostrar sua indignação, mas, indiretamente, prejudica o foco total no que interessa, sair do buraco na tabela, num jogo com o principal rival.

Voltando ao assunto arbitragem, realmente Heber soa como um bom nome. Mas Bender, acredito, demonstrou plena qualificação para encarar este desafio.

Imagino que corram por fora, além de Bender, Bráulio Machado e Sandro Meira Ricci.

Bookmark and Share