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Posts na categoria "Todos os posts"

Figueirense é o rei catarinense do ranking da CBF e Chapecoense consolida presença entre os grandes

09 de dezembro de 2014 16

O atual ranking da CBF em seu novo critério, levando em conta os últimos cinco anos, aboliu questões históricas para sua formulação. Ficou mais adequado ao desempenho recente dos clubes, mas ainda não chegou a um formato consistente. Se bem que ele serve somente para questões mínimas referentes a vagas remotas na Copa do Brasil.

Fato é que o Figueirense chegou ao topo dentre os representantes de SC com o novo formato. E se tecnicamente pouco adianta, do ponto de vista de marketing tem alto valor. Afinal é o melhor momento do futebol catarinense em nível nacional.

O torcedor alvinegro pode encher o peito de ar e gritar, somos os melhores! Pelo menos para a CBF.

Agora com quatro na Série A e um na Série B, a luta por esta liderança está mais acirrada (clique aqui e confira as posições).

No resumo da obra, a Capital segue na liderança com o Figueira em 21º, seguida de perto pelo Tigre em 25º e pelo Avaí, que caiu quatro posições, em 27º. E a grande ascensão da Chape, hoje em 30º é destaque. O Verdão definitivamente é um dos grandes de SC. O JEC vem subindo também, hoje é o 33º.

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A bandeira do Avaí tremula na entrada da Ilha de Santa Catarina

01 de dezembro de 2014 36

bandeira1esta

E a prefeitura de Florianópolis foi ágil. A bandeira do Avaí já tremula na entrada da Ilha, logo na descida da Ponte Pedro Ivo.

A imagem é do nosso colega Jorge Jr, editor do Hora de SC.

Segue o baile.

A nação avaiana orgulhosa, e a polêmica completa.

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Prefeito Cesar Souza Júnior, a Torcida do Avaí aguarda a bandeira do clube na entrada da Ilha

01 de dezembro de 2014 33

Então, um dos folclores da Ilha de Santa Catarina é justamente este. Sempre que um time de Florianópolis consegue um feito de nível nacional ou um título, a bandeira é hasteada junto às bandeiras de Florianópolis, Santa Catarina e do Brasil.

A localização é privilegiada, já da Ponte Pedro Ivo, se vê a bandeira. Ao se contornar em direção à Beira-Mar, o pavilhão se escancara.

Este revezamento provoca muita polêmica. É fato que o hasteamento neste período de verão é uma grande propaganda para o clube que consegue ter a entrada da Ilha com seu símbolo.

Mais que lembrar o rival de um feito, é também mostrar ao grande número de turistas o símbolo máximo do clube.

Alguns governantes demoram um pouco, mas cedem à pressão. E o prefeito Cesar Souza Júnior? Age rápido? Ainda hoje pela manhã? Ou quebra esta escrita?

Então vamos ver se o post é atualizado ainda hoje…

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Um milagre azul que eu me orgulho muito de ter testemunhado na mágica Ressacada

29 de novembro de 2014 37

Certas coisas fazem valer a pena toda a luta de décadas na crônica esportiva. A tarde deste sábado na Ressacada foi um destes momentos únicos.

Lá estava eu, ao vivo, junto com o Faraco, no gramado da Ressacada. E minha primeira intervenção foi: “Só estou aqui fazendo este programa porque eu acredito que o Avaí pode terminar o dia de hoje na Série A”.

Está lá gravado para depois conferir no site do DC, que fez a cobertura especial em conjunto.

Por que eu acreditava?

Mesmo sabendo que era difícil, diria até quase-impossível, já vimos muita coisa acontecer no futebol.

Também conheço muito bem o Avaí. Ali não há só futebol. Há uma comunhão torcida e clube, é uma religião azul, algo que, eu acredito, sim, adentra o terreno místico.

E vivenciar o clima do que lá aconteceu, vivenciar este momento no futebol, foi um dos que fazem a diferença para um profissional.

Aqui está falando um cara que já viu Usain Bolt cruzar um recorde mundial numa Olimpíada, a 50 metros de distância. Que já cobriu finais de brasileiros, Copa do Mundo, clássicos etc.

E o dia de hoje na Ressacada, está no mesmo nível.

A nação avaiana está presente na Série A.

Vamos torcer muito para a Chapecoense. Seremos quatro na elite.

E que o Tigre suba e ninguém caia.

Impossível? Cuidado com este pensamento!

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Povão de volta ao Scarpelli é desafio do Figueirense. Time só supera Goiás em média de público

25 de novembro de 2014 42

O futuro presidente do Figueirense (seja ele Wilfredo Brillinger ou outro que venha a assumir) precisa atacar com vigor um detalhe no futuro alvinegro.

A questão do público. Na próxima jornada de Série A (e o ensaio será o Estadual) não é admissível que o Figueira (antes conhecido como Trem Pagador de SC) tenha médias de público incompatíveis com a capacidade de seu estádio.

Um levantamento do Globo.com (clique aqui e confira) mostra a média de público até a última rodada. Nela, o Figueira perde para os outros dois catarinenses. Detalhe: o Criciúma foi rebaixado e a Chapecoense tem estádio com menos capacidade de público.

E, pior, só supera o Goiás. Por pouco não foi o lanterna neste quesito. Muito provavelmente, se o Goiás fizesse campanha mais sólida, passaria o Alvinegro.

Então não é uma situação a se ignorar.

Um primeiro passo foi dado: a torcida que estava um triste geladeira, mudou seu astral: hoje incentiva muito, está participativa.

O segundo passo é achar uma estratégia para ter público compatível com o espaço que dispõe. Incluindo um setor para o “povão”. Afinal, boa parcela da torcida do Figueira é popular, e se afastou do estádio.

Apenas como curiosidade, vale lembrar que neste lavantamento do Globo.com, a média de ocupação de nossos estádios é de ridículos 40%. Só este percentual já dá um termômetro do nível de organização e inteligência que rege nosso futebol.

Confira abaixo print screen do gráfico do Globo.com

grafico

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A linda festa da nação Figueirense no Scarpelli e a permanência na elite dos guerreiros do Argel

23 de novembro de 2014 46

Aproveitei meu domingo de folga para levar ao Scarpelli minha filha Júlia e curtir o jogo junto à torcida. E não me arrependi.

Está muito legal assisitir ao Figueira no estádio. A torcida está alegre, criativa, feliz, participante.

Há quem ache errado fazer festa por não cair. Acredito que no caso Alvinegro se jurtifica: pelo início de campeonato complicadíssimo, vale a comemoração.

Um presente para Argel e seus guerreiros. Um grupo que trouxe a torcida para próximo de si e jogou junto.

Argel, como havia previsto quando de sua contratação, é um treinador do grupo motivador, sim. Mas há qualidades nele que vão além: taticamente lê muito bem o jogo e seus adversários. Conhece bem o mundo do futebol, então sabe indicar bons atletas e isso é fundamental para clubes com pouco poder de investimento. Olha para as categorias de base, usa os atletas com timing e com olhar clínico para achar os valores certos entre os jovens. Lida muito bem com jogadores de muita personalidae (talvez porque tenha sido um deles) e tem aquilo roxo para lidar com as pressões.

Quem lê o que escrevi acima pode pensar: então é perfeito? Longe disso. Argel será um grande técnico do futebol brasileiro, tenho certeza. Precisa, sim, seguir crescendo, aperfeiçoando o relacionamento com todos, e evoluindo taticamente.

Mas a festa foi merecida. E eu que estava ali junto à torcida (o que não é sempre que dá para fazer) sou testemunha de que a galera alvinegra está de bem com a vida, feliz, alegre, vibrante, confiante.

 

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A galhofa carioca não tem limites. Como dizem no Oeste: Chapecoense deu de relho no Fluminense

20 de novembro de 2014 37

Sempre digo que o caixão do futebol carioca é a soberba. Viver no mundo da fantasia tem seus limites. Não é à toa que o Rio de Janeiro frequenta a Série B com vontade tanta, que lá vai acabar com a maioria de seus times em breve.

Digo isso não porque o Fluminense seja, no momento, um time de Série B. Mas agiu como os cariocas agem quando querem apanhar de relho. Vejam esta matéria que eu publiquei no DC hoje pela manhã (clique aqui e confira). Eu estava pilotando o site e vi a soberba do técnico do Flu falando em jogar ofensivo e em fazer saldo mirando o G-4.

Publiquei de propósito. Até imaginando que o material seria exibido nos vestiários da Chape, fato que um amigo de Chapecó me confidenciou seria feito. Não sei se rolou, mas se teve… funcionou.

O Botafogo falava em arrancada contra o Figueira. Tomou taco. O Flu em saldo contra o Verdão. Tomou laço. Pelo menos o Inter, quando apanhou, demonstrou respeito e vergonha na cara.

Não e à toa que o Bota ruma à Segundona. O Flu por lá passeou e só voltou na ajudinha (isso que esteve na Série C). O Vasco a duras penas retorna à elite, mas vai caducar por ali. E o Fla só não cai porque na hora do desespero forças ocultas ajudam.

Valeu Verdão. Valeu povo de Chapecó. Vamos ficar na Série A com três catarinenses. Muito orgulho deste time do Verdão!

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Um recado ao torcedor do Figueirense, o time catarinense mais acostumado com a Série A

19 de novembro de 2014 64

O time catarinense mais acostumado com a Série A demonstra por que atingiu este patamar com ação.

O time catarinense mais acostumado com a Série A com esta vitória sobre o Botafogo encaminhou sua permanência na elite

A torcida do time catarinense mais acostumado com a Série A tem que fazer um agradecimento especial ao técnico Argel

Os torcedores do time catarinense mais acostumado com a Série A que vieram neste blog criticar Argel nos comentários, quando da sua contratação, tem que voltar aqui agora e concordar com este blogueiro. (clique aqui e relembre o que escrevi quando da sua contratação).

A torcida do time catarinense mais acostumado com a Série A precisa continuar sua mudança: está mais participativa, mais ativa, o Scarpelli voltou a ser um caldeirão o que fez toda a diferença. A pilha de Argel, a dedicação dos atletas, os acertos da direção ajudaram. Mas o grito quem dá é o torcedor: este calaram os poucos chatos do setor A. Estes corneteiros, constrangidos, estão quietinhos.

O time catarinense mais acostumado com a Série A fez um campeonato de respeito, com pouco dinheiro e muita entrega. Um exemplo.

Parabéns, Figueirense.

Parabéns, Alvinegros.

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Avaí goleia a Portuguesa por 22 a 0

18 de novembro de 2014 17

Não é erro de digitação: sei muito bem que foi 2 a 0 a partida.

É apenas um exagero para mostrar o valor desta vitória.

Vitória que começou nos pés de quem gritou na hora certa. Marquinhos colocou os pingos nos is e reconstruiu as condições para retomar a essência do Avaí.

O galego gritou e o técnico apenas para consumo externo contra-atacou, só para não perder a autoridade. Porque, na prática, tomou as medidas de saneamento reclamadas pelo capitão.

Depois teve gol de Roberto, que aparentemente voltou na hora certa, nos jogos finais.

E teve a participação de um garoto, Rômulo, que fez sua primeira partida com a camisa do Avaí. É a cara do time que “faz coisa”.

Sim, o futebol continuou ruim, a vitória foi sobre um time rebaixado, mas valeu três pontos, não? Manteve o Leão na briga, não? E a tabela não é tão ruim, nem se comparada ao Atlético-GO, nem ao Boa (que depende do JEC), nem do Ceará (que ainda vai jogar quando do post). Claro, tem o Santa, mas um biquinho não está proibido.

Foi goleada!

 

 

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Um acesso à Série A conquistado pela persistência da nação tricolor: JEC vai nos honrar na elite

04 de novembro de 2014 32
Alegria do JEC no Maranhão. Foto: Divulgação JEC

Alegria do JEC no Maranhão. Foto: Divulgação JEC

Nos moldes como a Série A é conhecida, desde a formatação em séries A, B, C e D, Santa Catarina sempre teve motivos de sobra para se orgulhar. Se nosso futebol tinha pouco destaque antes, passou a ser respeitado na nova era.

::: Confira o site especial do JEC

De todos os grandes catarinenses, quatro já provaram do gostinho da elite: Figueirense, Avaí, Criciúma e mais recentemente a Chapecoense. Todos têm histórias sofridas na Série A, mas com episódios de muito respeito e até de algum brilho em determinados momentos.

Faltava um para completar esta ascensão do futebol de SC. Era inadmissível não ver o JEC com pelo menos uma passagem na elite. Não era aceitável porque não é preciso fazer muita pesquisa para ver o DNA vencedor desta região. América e Caxias já demonstraram fartamente a força do futebol na região.

E o próprio Joinville já enfileirou títulos estaduais. Aliás, o JEC já teve ótimas participações em nível nacional na disputa de Brasileiros.

Chega agora para apresentar credenciais para o Brasil inteiro conferir depois de superar o Sampaio Corrêa e contar com a ajuda do Avaí, que não venceu o Oeste (confira como foi a rodada na página do DC Esportes)

Como disse no título deste post, é uma conquista não só de um time (e uma “senhora” equipe) mas de toda uma nação tricolor.

Ao contrário da maioria das torcidas, nunca a torcida do Joinville deixou de dizer presente na Arena. Mesmo estando desde de 2001 sem um título regional, mesmo tendo sofrido para chegar até a Série D, sempre a Arena esteve cheia.

Prova inequívoca de amor ao clube, de devoção dos fãs, de confiança. Recompensada com a maturidade de um clube que cresceu na medida certa, passo a passo, plantou e colheu.

Como Joinville é uma cidade trabalhadora, organizada, certamente seremos muito bem representados Brasil afora.

É um imenso orgulho ver que chegou a hora do JEC, conferir a festa nas ruas e torcer muito para que o time brilhe cada vez mais.

Parabéns, nação tricolor! Agora é manter a concentração para ser campeão.

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