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Finalistas do Estadual Figueirense e JEC no Z-4, Chapecoense e Avaí tranquilos

24 de maio de 2015 28

Qualquer análise colocaria Figueirense e Joinville como os dois catarinenses com a tendência de fazer um Brasileiro da Série A mais equilibrado.

Não é o que vemos.

A Chapecoense, que está às portas do G-4, tudo bem, sabíamos que tinha todas as condições do mundo de ser regular e forte. E está sendo principalmente pelo fator Condá, onde é 100%.

Avaí x Flamengo

Torcida avaiana feliz. Foto Cristiano Estrela

Agora, o Avaí é surpresa. Um time que se reinventou e mesmo sendo eliminado na Copa do Brasil para o Figueirense, se apresenta consistente.

Já Alvinegro e JEC preocupam (veja a classificação). O Figueira por estar numa imensa crise de criação no meio-campo (e sem nomes para solucionar o imbróglio) e agora com seu ataque em um marasmo assustador.

E o Tricolor do Norte porque precisará entender rapidamente que para jogar a Série A precisa ousar (e tem time e condições para isso). Porque se for se defender primeiro e só depois atacar, vai ser rebaixado antes de terminar o primeiro turno.

Então temos os seguinte quadro: o Figueirense com dificuldade de foco por disputar paralelamente a Copa do Brasil, o Joinville assimilando golpes de Série A, bem mais fortes que os de Série B e tentando entrar na briga.

A Chapecoense sendo Chapecoense. Sempre centrada, forte, focada, inteligente e determinada. É um time de alto nível e que vai fazer novamente bonito. E o Avaí sendo Avaí. Imprevisível, ousado, orgulhoso, inesperado e surpreendente.

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12 minutos estranhos em Figueirense x Botafogo que ninguém cala pela Copa do Brasil

21 de maio de 2015 33
Argel, Figueirense, Botafogo

Argel reclama com árbitro. Foto: Cristiano Estrela

Lembrei da musiquinha: “Ninguém cala, esse nosso amor…” que foi popularizada pela torcida do Botafogo. Gente, que amor é este do árbitro paulista Marcelo Aparecido de Souza que “achou” 12 minutos de acréscimo, entre primeiro e segundo tempo, para a partida que deu empate entre Figueirense x Botafogo? (confira aqui a crônica do jogo).

Olha, não se contesta o resultado aqui nessa reflexão. Apenas registro o estranhamento, porque tenho certeza que a crônica carioca faria um chororô (aliás, marca registrada do Rio de Janeiro e especialmente do Botafogo).

Não acho que devamos ignorar motivos técnicos e táticos que resultaram no fato de o Figueira não segurar o resultado. Mas não podemos ser ingênuos ao ignorar que o empate veio nos acréscimos.

Fui à súmula da partida (clique aqui e veja o relado na CBF) para ver o que deu causa. Aliás, lá no documento consta expulsão do preparador físico e do próprio Argel. E lá, como justificativa para dar mais tempo, apenas está dito que foram faltas, atendimento com maca etc, ou seja coisa normal de jogo. Pergunto: é motivo para 12 minutos? E respondo: Claro que não. Conta para o bonequinho.

Concordo com o desabafo de Argel (confira a matéria), ele não é fruto de paranóia. Dá a entender que o Figueira, por algum motivo, não é bem-vindo na próxima fase.

 

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Por que Marquinhos, ídolo do Avaí, faz o sangue escorrer pelos olhos de Argel, comandante Alvinegro

12 de maio de 2015 33
Argel e Marquinhos

Os personagens do clássico. Quem vai rir por último?

Bate-papo de rua. Passeava pela rua com minha cachorrinha Mel e encostou em mim dois vizinhos, um Figueira e outro Avaí. Claro que o papo girou em torno do clássico. Meu vizinho avaiano só falava do Marquinhos; meu vizinho alvinegro, só falava de quem? Ora, do Marquinhos também. Aí eu provoquei meu amigo alvinegro: quem para o Galego?

A resposta me surpreendeu: “O Argel”!

Parei, pensei e refleti: faz sentido. Argel não entra em campo, mas é o nome que pode dar um nó em Marquinhos, ou ser nocauteado de vez pelo ídolo avaiano.

O silêncio do Figueirense eu conheço bem. Porque aprendi mediante observação e muitos anos de futebol a compreender os bastidores. E o Figueira leva consigo o jeito Argel de lidar com seu grupo. O Alvinegro na muda é um acúmulo absurdo de energia que será liberado na noite desta quarta-feira, no Estádio Orlando Scarpelli.

Um perigoso acúmulo de energia. A explosão poderá vir em forma de futebol avassalador, com altas doses de motivação e desejo de dar o troco; mas pode vir sob a forma de perda do controle emocional.

Jamais Argel deixará barato três momentos constrangedores terem um desfecho pior. Não sair campeão catarinense (um título que o técnico está sedento por adquirir), perder um clássico em Copa do Brasil para o principal rival e, mesmo com time reserva, largar no Brasileiro com goleada não combina com o perfil de Argel.

Tem outro detalhe que imagino esteja como espinha atravessada na garganta do passional Argel: Marquinhos.

Marquinhos venceu, provocou e bateu. O meia avaiano ao final do clássico, ironicamente, falou no vice-campeão; e, no jogo, deixou uma joelhadinha básica como cartão de visitas.

Sabemos que, mudo, Argel não é: fala e, como diria Tite, as vezes “fala muito”, aliás como Marquinhos, que também “fala muito” em determinadas situações. Mas cego e surdo Argel também não é. Ouviu a provocação de Marquinhos, viu o lance da joelhada. Deve estar usando isso à exaustão nas palestras.

E agora? Marquinhos que já dançou créu no Scarpelli terá alguma outra coreografia guardada e uma coletiva cheia de recados depois do jogo? Ou quem “falará muito” por último e, quem sabe, sorrirá ao final será Argel?

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Chapecoense e Tigre, nossas alegrias; fator Marquinhos; Figueirense acuado; JEC defensivo

10 de maio de 2015 31

O saldo da primeira rodada da Série A do Campeonato Brasileiro me deixou algumas constatações saltando aos olhos. Vamos a algumas delas:

- Alegria na Série A só com o Verdão do Oeste, único vencedor dentre os quatro catarinenses (clique aqui e veja a crônica do jogo).

- Marquinhos é o centro das atenções do Avaí. Fez um golaço de falta (veja como foi o jogo) e evitou a derrota para o Santos. E agora será o centro das atenções no clássico de quarta-feira!

- O Figueirense está sendo testado ao nível máximo de sua concentração e poder de reação (confira como foi a derrota para o Sport). Não fez gols na final do Estadual (e por isso não evitou o Tapetão); perdeu o jogo de ida para o principal rival na Copa do Brasil; e, mesmo que com time misto, levou uma sapecada do Sport na estreia pela Série A! É pouco?

- O JEC, mesmo com um a menos durante boa parte do jogo (confira a crônica), segue o time defensivo no padrão Hemerson Maria de ser. Gosto muito do técnico do JEC, mas ele terá que evoluir na ousadia na Série A, do contrário o tricolor do Norte vai sofrer muito.

- O Criciúma buscou o resultado positivo na largada da Série B (veja como foi). Importante para oxigenar o início de trabalho. A jornada será longa, desgastante, desafiadora. Mas a volta à elite não é um sonho e sim uma possibilidade que precisa ser agarrada com dentes e garras de Tigre.

 

CLIQUE AQUI E VEJA COMO FICOU A CLASSIFICAÇÃO NA SÉRIE A

CLIQUE AQUI E VEJA COMO FICOU A CLASSIFICAÇÃO NA SÉRIE B

 

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Vídeo que mostra joelhada de Marquinhos promete esquentar bastidores de Avaí e Figueirense

07 de maio de 2015 134

O clássico é um campeonato à parte. É uma verdade absoluta. Deste clássico saiu um Avaí, antes destroçado, agora confiante. Tivemos um grande público. E muitas outras conclusões técnicas e táticas poderiam ser feitas.

Mas nada, absolutamente nada vai render mais do que a imagem que viralizou na internet com Marquinhos dando uma joelhada em Paulo Roberto.

Assim que o STJD ver o vídeo, certamente vai sobrar, novamente, para o galego. E diante da repercussão nas redes sociais, será inevitável a imagem chegar em um auditor, até porque a torcida do Figueirense cuidará disso, não tenham dúvida.

Como vemos, novamente o clássico não vai terminar tão cedo.

Clique aqui e veja o vídeo.

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Extra, extra... bomba, bomba! Informação quentinha: tese do Figueirense ganha corpo no STJD e taça pode deixar as mãos do JEC

04 de maio de 2015 196

Olha, desde ontem, logo após o jogo na Arena eu já tinha algumas conversas enigmáticas com fontes que me deixaram pensativo, mas ainda sem convicção para fazer um post.

Mas hoje, a partir de informações que colhi ao longo da festa dos Melhores do Catarinense (que está acontecendo agora enquanto fujo para redigir este post) já dá para fazer o alerta aos torcedores.

Falei com uma fonte muito próxima ao STJD, outra muito próxima à FCF, mais outra ligada ao Figueirense e conclui: o julgamento no STJD não será a barbada que se pensava pró-JEC,

Há o entendimento que o caso do JEC e os casos de Cruzeiro e América não são análogos. E a explicação para isso vamos desdobrar com mais tempo, já que os meios jurídicos são complexos.

Vejam que sempre preguei aqui que taça no armário não volta, mas a convicção que firmei em torno da possibilidade de reviravolta é tão grande, que sou obrigado a fazer o alerta.

Agora, é esperar as duas instâncias do TJD e se a coisa avançar, ver o que vai acontecer no Rio.

Se tudo for contrário ao JEC, restará a FCF três opções: trocar a taça de mãos, determinar dois novos jogos com mandos corrigidos, ou usar o segundo jogo da final como primeiro da “nova final” e fazer mais um jogo no Scarpelli.

É, se 1968 foi o ano que não terminou, este pode ser o campeonato que não terminou.

MAIS DUAS INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Primeiro, é consenso que, se torcidas organizadas se dirigirem a Camboriú nesta terça-feira, serão barradas pelo Bope na rua de entrada da FCF. O pedido de proteção é da própria entidade. Esperemos que não evolua para batalha campal.

Há quem veja muitas complicações para o jogador França a partir da citação na súmula de uma agressão ao filho do presidente Delfim Pádua Peixoto Filho. Punição das grandes nos tribunais.

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Um título ao JEC que faz bem ao futebol catarinense

03 de maio de 2015 81

É muito saudável para o futebol catarinense este título conquistado pelo Joinville. O tempo que afastava o JEC das conquistas não era compatível com sua grandeza.

Sair da fila significa encorpar mais ainda o clube e, por tabela, turbinar os catarinenses para encarar a dureza da Série A.

Claro, teremos o tapetão pela frente. Mas é uma questão de tempo para ratificar o que foi obtido em campo, já que o STJD tem entendimento favorável quando o jogador não entra em campo, caso do JEC.

Quanto ao jogo final, sem dúvida houve justiça nos resultados. Arbitragens irretocáveis e times que fizeram seu máximo. Equipes equilibradas, e os dois empates sem gols mostram isso.

Agora também ficou claro que os dois times precisam de ajustes importantes para encarar a elite.

O JEC tem material humano para fazer mais do que fez nas finais, é claro que dando o desconto para o fato de que decisões são geralmente partidas pegadas e que não privilegiam a técnica.

E o Figueirense não pode se dar ao luxo de ficar na dependência de um armador só. Até por que a solução para substituir Rafael Bastos, no momento, inexiste.

Parabéns à nação tricolor, um título que é que coube direitinho onde ficou. Campeão da Série B e campeão catarinense. Mais alguém para criticar o Hemerson

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Taça no armário, um abraço... JEC e Figueirense: quem levar em campo não devolve a taça

01 de maio de 2015 29

Não se trata de desrespeitar, ou de desmerecer nossa Justiça Desportiva. Pelo contrário: ela é fundamental para o bom andamento do futebol.

Desde que provocada quando realmente necessário: casos de violência, grandes fraudes, desrespeito flagrantes à regra do jogo, etc. O que contesto é o uso que se faz dos tribunais hoje em dia.

São verdadeiros exércitos jurídicos capinando particularidades na letra da lei para tentar, fora de campo, mudar o que dentro dos gramados foi sacramentado. E aí um jogador amador, que sequer entrou em campo, vira motivo para contestar um possível título, até mesmo para deixar em aberto uma final de campeonato.

Percebam, não digo que é ilegal, Apenas reputo injusto. E nocivo ao futebol, ao torcedor que gosta de bola rolando e vê sua emoção desperdiçada, já que vibrou e chorou nas arquibancadas por algo que pode não ter valido nada.

Dito isso, apenas reafirmo: o resultado de campo, neste domingo, que colocar a taça no armário de alguém, vai ser o que vale. O resto, é um abraço. Será espetáculo para a mídia, sem tirar o título de ninguém.

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Delfim tem aquilo roxo: presidente da FCF vai entregar a taça em qualquer situação, incluindo o empate

30 de abril de 2015 26

Publiquei matéria no DC Esportes agora há pouco com a manifestação do presidente da FCF, Delfim Pádua Peixoto Filho (clique aqui e confira). O presidente, quando me atendeu ao telefone, ainda meditava sobre a questão do empate.

Delfim Peixoto

Presidente da FCF garante entrega da taça

A medida que fazia e entrevista, Delfim resolveu abrir o jogo. Se ele não receber uma intimação judicial, uma notificação que seja do TJD (e pelo que sei de bastidores não há nem haverá), a taça será entregue. Incluindo no caso de empate.

Ressalte-se que esta decisão é absolutamente legal. Apenas se houver reviravolta judicial no julgamento de terça, e nos que por ventura houver em caso de recursos, então a taça teria que ser devolvida ou não.

Querem saber? Estou com o presidente Delfim nessa.

Sempre defendo o futebol em campo. Quem for melhor, leva a taça. Se der empate, o melhor foi o JEC.

Depois, se o direito de mando passar ao Figueira, devolva-se a taça ao novo melhor, o Figueira.

Mas, nos 90 minutos de agora, a festa tem que ser completa, com volta olímpica e taça para o ar.

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Agora Figueirense pegou pesado com o Joinville ao pedir para investigar adulteração de documento do jogador André

29 de abril de 2015 92

A final estava morna. Um empatezinho protocolar, um jogo respeitoso, uma arbitragem tranquila, tudo nos conformes. Nem parecia o tradicionalmente quente futebol catarinense nos bastidores.

Leia tudo sobre este imbróglio na página especial do Catarinense

Aqui, sabemos, uma verdade não dura 24 horas, como gosta muito de lembrar o comendador Roberto Alves. Acho que o Bob terá que reformular seu conceito: não dura minutos.

Como disse, estava morno. Na segunda-feira discutia-se amenidades.

Na terça-feira, esquentou. A denúncia de irregularidade do JEC colocou a água para ferver. Vai ter ou não julgamento, vai ter ou não final, vai se entregar a taça ou não, enfim… O bicho pegou.

E nesta quarta-feiura, o termômetro estourou e tudo entrou em ebulição. Tudo porque o que era para todos uma irregularidade, para o entendimento do Figueirense pode não ser mais. Acontece que o clube quer averiguação de uma possível adulteração de documento no caso do atleta André.

O JEC já repudiou o fato. Os próximos passos… a qualquer minuto.

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