Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Todos os posts"

"El Chape" já recebe destaque e respeito na argentina e mostra evolução internacional da marca

28 de outubro de 2016 0

Definitivamente, a Chapecoense não é mais um time desconhecido no cenário sul-americano.

O Verdão do Oeste, que já conquistou defitivamente seu espaço entre os grandes de SC, não para de avançar para consolidar sua imagem potencial em mercados maiores.

O Brasil não foi o limite para a ascensão da Chape. Chegar à Série A e em apenas duas edições do modelo “moderno” da competição o time de Chapecó cravou sua assinatura verde.

Ninguém mais recebe a Chapecoense como um patinho feio, ou o “candidato ao rebaixamento”. A não ser aqueles cronistas de resultado, que todo ano fazem seus prognósticos com base em preconceito, sem estudar a fundo as equipes que vão analisar.

Neste erro ainda cometido no Brasil, os colegas argentinos não estão incorrendo.

Basta ver a edição de hoje do Olé. Tão pronto o San Lorenzo conseguiu a vaga, surgiu o alerta no site: “El Chape en la mano”.

O confronto com o River, em 2015, veio depois de o representante do Oeste eliminar o Libertad, do Paraguai. E a luta do “Milionário” não foi fácil.

Pronto: era a construção do DNA sul-americano. Do respeito máximo no Estado, da consolidação no Brasil, agora fixando território na América do Sul.

Aliás, respeito é sempre um aprendizado. Os argentinos já o tem, os colombianos, que não o tiveram (clique na matéria listada abaixo do texto e veja por que), certamente agora pensarão duas vezes quando tiverem nosso Índio pela frente.

Relembre narração histórica da rádio Chapecó com a classificação
Vídeo em que Cleber Santana revela desprezo que custou caro aos colombianos

Bookmark and Share

Minha simulação para Chape, Figueira, Avaí, Tigre e JEC na Série A e na Série B do Brasileiro

21 de outubro de 2016 2

Meu artigo da última quinta-feira aqui no DC Esportes (clique aqui e confira) foi otimista. Elenquei cenários futuros (na verdade, duas situações) em que SC teria, ao final das séries A e B, três ou quatro times na elite e um ou dois na segunda divisão.

A repercussão entre os leitores foi positiva também. Dizem por aí os filósofos: pense positivo e os polos positivos do Universo aliarão forças às suas! Recebi e-mail, fui abordado na academia e até por um vizinho naquela caminhada básica com a cachorrinha Mel nas ruas, todos torcedores com cálculos de como salvar seu time.

Então, evoluo na abstração, mirando não só a rodada que se avizinha, mas também os jogos seguintes, buscando cenários adequados, positivos, otimistas, mas não surreais, para o que de melhor possa acontecer aos cinco grandes de SC.

Para simplificar o raciocínio, atribuindo vitória (V), empate (E) ou derrota (D) na minha simulação. Ao final, o total de pontos atingido e a probabilidade de Libertadores, permanência na Série A, acesso e permanência na Série B, segundo calculam os principais sites de estatísticas ligados ao futebol.

Ah, no confronto direto de Chapecoense e Figueirense, na simulação do Verdão vai vitória do Oeste; na simulação do Alvinegro, vai vitória da Capital.

O critério deste pensador esportivo é simples: puxar a brasa para a nossa sardinha, primeiro; pensar no momento do adversário e posição da tabela, num segundo momento; imaginar que, em jogos em casa, nossos times terão a força necessária para esta arrancada decisiva, é o terceiro critério.

Comecemos pela Série A:

CHAPECOENSE

Chapecoense x Santos (V); Corinthians x Chapecoense (E); Chapecoense x Figueirense (V); Botafogo x Chapecoense (E); Chapecoense x São Paulo (V); Palmeiras x Chapecoense (D); Chapecoense x Atlético-MG (V).

Pontuação final: 56 pontos. Probabilidade de G-6: 40%

FIGUEIRENSE

Atlético-MG x Figueirense (D); Figueirense x Grêmio (E); Figueirense x Chapecoense (V); Figueirense x Corinthians (E); Vitória x Figueirense (E); Figueirense x Fluminense (V); Sport x Figueirense (V)

Pontuação final: 44 pontos. Probabilidade de ficar na elite: 70%

Agora, a Série B:

AVAÍ

Vasco x Avaí (D); Avaí x Paraná (V); Oeste x Avaí (E); Avaí x Náutico (V); Londrina x Avaí (E); Avaí x Brasil-Pe (V) .

Pontuação final: 65 pontos. Probabilidade de subir à elite: 95%

CRICIÚMA

Criciúma x Atlético-GO (V); Criciúma x Londrina (V); Luverdense x Criciúma (E); Criciúma x Ceará (V); Paraná x Criciúma (V); Criciúma x Vasco (V); Paysandu x Criciúma (E).

Pontuação final: 63. Probabilidade de subir à elite: 70%

JOINVILLE

CRB X JEC (E); JEC X Brasil- Pe (V); Sampaio Corrêa x JEC (V); JEC x Bragantino (V); Goiás x JEC (D); Oeste x JEC (E); JEC x Vila Nova (V).

Pontuação final: 43. Probabilidade de permanecer na Série B: 90%

Confira a tabelas da Série A

Confira a tabela da Série B

Confira as últimas notícias no DC Esporte

 

Bookmark and Share

Aposta do técnico Claudinei Oliveira é empoderar Marquinhos no Avaí para melhorar na Série B

30 de agosto de 2016 0

O termo empoderar está na moda. E ele se aplica com perfeição ao que se espera de Marquinhos junto ao Avaí.

E o novo técnico Claudinei Oliveira, que estreia hoje contra o Luverdense, percebeu isso e agiu neste sentido.

Nas definições de dicionário, empoderar é “conceder poder, obter mais poder; tornar-se ainda mais poderoso”.

Confira detalhes do jogo de hoje à noite
O que pensa o técnico sobre Marquinhos

Este tipo de roupa veste bem a Marquinhos. Ele se sente confortável e, normalmente, tem moral para retribuir com liderança e bom futebol.

É disso que o Avaí precisa muito para um projeto de returno que não inclua o sofrimento contínuo com a ameaça de rebaixamento.

Confira no comentário em vídeo acima também minha opinião sobre os jogos do Criúma em Goiás e da tentativa do JEC, diante do Bahia, na Arena, de buscar uma sequência de vitórias

Bookmark and Share

Tuca passa no vestibular do Figueirense com superajuda de He-Man e Gatito

28 de agosto de 2016 0

Definitivamente não foi um resultado qualquer. Empatar com o Santos na Vila Belmiro já não é tarefa filé mignon, quanto mais vencer o Peixe (confira a crônica do jogo by André Podiacki). Feito hercúleo que vem aliado ao fato de o Figueirense cravar sua primeira vitória fora de casa na Série A do Brasileiro.

No post anterior (clique aqui e relembre) cravei: é o vestibular de Tuca! Ali mencionei como é casca grossa essa prova: não seria para qualquer um comandar uma vitória com goleada sobre um Fla em alta e depois bater um fortíssimo time do Santos na Vila, pegando um time destroçado tática e psicologicamente.

Vale ressaltar a importância de sempre de He-Man. Desta vez cobrando com segurança um pênalti. E, claro, a defesa que Gatito protagonizou num momento chave do jogo (um quarto do segundo tempo), que foi simplesmente monumental.

Relembrou feito de Rodolfo Rodriguéz. Este encantou o mundo com uma das obras mais sensacionais da história, defendendo o próprio Santos neste mesmo gol. Lembra? Confere no vídeo aí abaixo:

Bookmark and Share

Por que Tuca vai a Santos com o Figueirense fazer vestibular na Vila Belmiro?

27 de agosto de 2016 1
tuca, figueirense, técnico

Técnico do Figueirense. Foto: Cristiano Estrela

Tuca ficará como técnico do Figueirense? Para responder a esta pergunta é preciso um “nariz de cera”, para usar um jargão jornalístico, ou um “textão” para ficar com a designação nas redes sociais para posts cheios de “papo cabeça”.

Como o profissionalismo ainda é algo que apanha feio no futebol brasileiro, jogadores e comissões técnicas ainda são submetidos a situações rotineiras que deveriam ser exceção.

Não que atletas, técnicos e cia não tenham sua forte parcela de culpa nesse contexto. Dirigentes e profissionais envolvidos com o futebol contribuem substancialmente para situações anômalas e que conspiram contra a boa gestão.

Maus exemplos? Estamos cheios: mudanças constantes de datas de jogos, preços de ingressos, qualidade técnica inferior, imagem pública mal cuidada, calendário mal pensado, etc. A principal causa que acarreta a presença de fatores poluidores como estes, entre centenas de outras ruins para o futebol, é a instabilidade.

Técnicos entram e saem, diretores de futebol são escolhidos e substituídos, jogadores contratados e dispensados, reforços anunciados e rejeitados, projetos iniciados e abandonados. Tudo se troca de roupa. E, pior, como se sobrasse dinheiro no país.

Tuca faz parte deste contexto. Imagina se, depois de golear o Flamengo, ele contribui para que o time segure o Santos na Vila Belmiro? Bingo. Pode ser efetivado sem maiores ruídos por parte da torcida. Note-se que o fator decisivo será o resultado e não uma filosofia.

Se perder, segue como interino, com certeza. Até a direção achar uma solução. Que, inclusive, conhecendo a agilidade do Figueira, já deve estar mapeada.

Tuca está fazendo seu vestibular particular. Passar não é fácil, tem que ter nota altíssima. A diferença é que, se entrar nessa faculdade chamada Figueirense, sair dela serão bem mais fácil do entrar. Bastará o time perder alguns jogos seguidos.

Bookmark and Share

Mistérios da meia-noite, que voam longe nos insondáveis Avaí e Figueirense

26 de agosto de 2016 0

Depois da rodada que envolveu a dupla da Capital lembrei da música de Zé Ramalho (os mais novos deem um google aí) que dizia: “Mistérios da meia-noite, que voam longe, que você nunca, não sabe nunca, se vão se ficam, quem vai quem foi…”.

O motivo? É que mistérios são especialidade da Ilha (e do Estreito também) dos casose ocasos raros e um deles me assaltou de forma avassaladora: como dois times, quebrados técnica e psicologicamente, com uma simples demissão de técnicos, mudam tudo da noite para o dia, obtêm resultados expressivos a ponto de acordar pela manhã chorando e lambendo feridas e ir dormir à noite sorrindo e exibindo saúde? Ora, a resposta são os tais mistérios…

Medalhões como Silas e Argel, em tese, tinham tudo para entender a realidade dos times, terem estabilidade e carta branca para agir. Não é que, depois de quase 20 dias de intertemporada, o Avaí demite o comandante na primeira rodada do returno. Peraí… Mas se iria trocar, não deveria tê-lo feito antes da parada para treino e recuperação? Lógica para quê, se os mistérios tudo resolvem no time que “faz coisa”. Até obter a primeira vitória fora de casa após um turno inteiro e mais um pouco!

E Argel? Volta para resolver tudo e, surpreendentemente, chega sem força? Mas não deveria ser o contrário? Aí é substituído por Tuca. Sim, Tuca, conhecem? Não, porque nunca teve um trabalho como técnico principal de uma equipe de elite. E, no primeiro grande desafio, deixa como cartão de visita uma goleada sobre um Flamengo em alta.

Então é isso, fica combinado: por aqui você não sabe nunca quem vai quem fica, pois os mistérios costumam voar longe do alcance de meros mortais.

Bookmark and Share

Dos vários legados olímpicos, a provável única herança da Rio 2016

14 de agosto de 2016 0

Muito se fala em legado olímpico. E, quando é este o assunto em pauta, o papo converge para a infraestrutura. O que é válido, diga-se de passagem. As instalações são top e, se bem administradas, significam muito para o esporte.

Outro caminho comum para o papo sobre a herança dos Jogos é o viés econômico. Apenas uma administração escandalosamente caótica conseguiria não gerar lucro. São milhões de ingressos vendidos, patrocínios milionários etc. Em tese, fica um bom caixa à disposição do poder público.

Há um terceiro mote recorrente: a infraestrutura não-esportiva. Outro tópico meritório. Transporte renovado com metrô e afins, passeios públicos revitalizados, pontos turísticos rejuvenescidos.

A conversa também pode se direcionar para os ganhos esportivos, o que é motivo de orgulho: melhores tempos para atletas, mais dinheiro para preparações, incentivo para novos esportes.

De todos os legados, nenhum dos quatro acima é o que mais mobiliza minha emoção. Todos são palpáveis, materiais, porém um bem imaterial pede passagem. Trata-se da mensagem de amor ao esporte, de valor incalculável e que vem de mãos dadas com tolerância, saúde, comunitarismo, superação e patriotismo.

Estádios podem perder-se sob má administração, e o Pan e a Copa mostraram que, infelizmente, este posa ser o trágico caminho. O quase certo lucro tende a se esvair num país sem vergonha de pulverizar recursos públicos.

O que fica de infraestrutura é um percentual pequeno do que seria necessário para um Rio sem perspectiva de viabilidade. Os ganhos esportivos logo se diluem se a política esportiva não for mantida, o que, a se conhecer o Brasil, deve acontecer à reboque da crise econômica. Então, sobrou o quê? Justamente o inconsciente coletivo acariciado com o mais saudável e cheiroso perfume possível: o espírito esportivo.

Bookmark and Share

Terrorismo no Rio 2016 é a bola da vez de uma Olimpíada que não fala de esporte

21 de julho de 2016 2

Tive a oportunidade de cobrir dois jogos olímpicos pelo Grupo RBS, Pequim e Londres, e em ambos a preocupação com a segurança foi tão extrema quanto a que vemos hoje às vésperas do Rio 2016.

O DC se antecipou à discussão fora do eixo-Rio de Janeiro com matéria na quarta-feira mostrando como a delegação da Alemanha não tem esquema especial de segurança para a equipe de natação em Palhoça (clique aqui e confira).

Nesta quinta-feira eclodiu a prisão de vários suspeitos de planejarem atos de terrorismo visando aos Jogos no Brasil.

Está instalada, de vez, a paranoia. Na minha humilde opinião, de quem já tem experiência olímpica, as cidades que abrigam delegações deveriam estar melhor vigiadas. Sei que seria um contingente expressivo de homens para cobrir o país todo e sei também que a proteção brasileira ocorre por demanda dos próprios países. Mesmo assim, sabendo que a delegação paralímpica de Israel está para chegar em SC, me dou o direito de ficar preocupado. E a Alemanha, convenhamos, é um alvo, tanto que teve atentado recente em seu território.

Além da preocupação que exponho acima, há um sentimento meu de que esta Olimpíada brasileira é a com maior anticlímax já vivida na história. Se a Copa do Mundo já foi meio estranha para os brasileiros, que não engoliram a competição (será que fomos punidos com o 7 a 1 ou alertados?), as Olimpíadas viraram um alienígena em solo pátrio.

Fale com qualquer um nas ruas sobre a Olimpíada. A passagem da tocha teve e tem momentos emocionantes, sim, e eu valorizo o símbolo olímpico. E desprezo as tentativas de apagá-la. Mas reconheço, também, um contraste absurdo com o momento do país, que não permite às pessoas pensarem em qualquer coisa que não seja insegurança, injustiça social e indignação com corrupção.

Neste cenário, temos um momento desolador para a história do esporte. O símbolo do congraçamento entre os povos, que já sofreu boicotes, já sofreu atentados, já sofreu com o doping, chega com todos estes dramas em grau máximo ao Brasil. É a ameaça de terrorismo (que é mundial, diga-se de passagem), mais a certeza de que todo equipamento olímpico do Rio de Janeiro não vai reverter para o social, e de que os gastos serão muito maiores do que os lucros e que as contas como sempre quem vai pagar é o povo, não os gestores.

Torço muito para nas próximas semanas para que eu encontre dentro de mim forças para vibrar com os atletas e competições. Hoje, tá difícil.

Bookmark and Share

Argel volta ao Figueirense para reagrupar os soldados alvinegros e para reeditar suas famosas entrevistas quentes

11 de julho de 2016 6
Argel, Figueirense

Figueirense entrega de volta a bola a Argel

Este post está muito longe de avaliar se a volta de Argel será boa ou ruim para o Figueirense. E nem este é o propósito. Mas o espaço não vai ficar em cima do muro: acho muito legal que o treinador receba a bola de volta para tentar reerguer o Figueirense.

Os motivos são vários. Elenco alguns deles.

Primeiro: nunca vi uma direção, a menos que a insanidade reine, trazer de volta alguém que não tenha feito algo de muito bom para o clube. O presidente Wilfredo Brillinger e o departamento de futebol do Figueira aproveitaram a saída de Argel do Inter para trazê-lo de volta porque confiam no técnico. E sintonia entre direção e comandante é tudo no futebol de hoje em dia.

Segundo, a passagem de Argel pelo Alvinegro é positiva. Com ele, o Figueira tinha personalidade, revelava garotos, sabia lidar com os mais experientes, tinha bom padrão tático e tinha ótimos resultados de campo.

Terceiro, sequer encaro o que ocorre agora como uma volta e, sim, como uma continuidade. Interrompeu-se um trabalho que é retomado.

Quarto, podem até não gostar da personalidade de Argel e de suas entrevistas. Mas, eu, se fosse dirigente (e não sou, isso é um exercício de opinião) teria me representando alguém que é de iniciativa, que não espera acontecer, que não é morno. Argel pode não ser simpático com jornalistas, mas joga o jogo. Diz presente, bate de frente, compra a briga. No mundo do futebol, isso é fundamental.

Vai dar certo? Volto à frase inicial. Já que Série A é pedreira e imprevisível. Pode não funcionar, mas acredito que com o grupo à disposição, Argel pode colocar o Figueira nos trilhos. E até torço para isso, para o bem de nosso futebol.

Não tenho dúvida que ver os “soldados” em campo será salutar para o Figueira.

Bookmark and Share

Um final de semana de alegria só para o Avaí dentre os cinco catarinenses já estava se tornando raro

04 de julho de 2016 2
avaí x Vasco

Foto: Charles Guerra

Não foi uma vitória qualquer. Foi um 2 a 1 sobre a sensação da Série B (clique aqui e relembre). Nesta montanha russa que está o cenário do futebol brasileiro, já estava ficando raro, entre os cinco catarinenses das séries A e B, vermos o Avaí como único vencedor da rodada.

Estava claro para todos: o Tigre é o melhor da Série B e deve ser nosso candidato a tentar a elite no ano que vem, mesmo que aos trancos e barrancos. Também é nítido que o JEC terá que ralar muito para não descer à Série C.

A novidade, então, na Série B, é o Avaí esboçando uma reação para, pelo menos, não sofrer com o descenso. E em alto estilo. Claro, já tem jogo amanhã, e fora contra o Paraná, equipe que mira o G-4 (confira a tabela).

Na Série A, o quadro segue o mesmo, e preocupante. Para o Figueira, lidando com o Z-4 e precisando decidir se quer ou não continuar com Eutrópio. E, na Chape, um retorno à campanha mediana, depois de vislumbrar algo mais.

Bookmark and Share