Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts na categoria "Todos os posts"

Figueirense, um “amigão” à disposição para ajudar quem precisar no campeonato

13 de fevereiro de 2016 5

Olha, a expectativa é de que o Figueira lute pelo título. Digo no presente, porque, em tese, tem time para isso.

Mas a fotografia de hoje mostra uma equipe que está muito longe de lutar pelo tricampeonato (veja a tabela e os jogos).

Aliás, mesmo com um jogo a menos, praticamente deu tchau para o turno ao perder em casa para o Criciúma.

Quantas rodadas vão ser necessárias para perceber que sem criação de meio não se faz um time? E o goleiro? Sei não… Arriscar começar o ano sem um goleiro conhecido é inacreditável.

A continuar assim, vai ganhar o prêmio de “amigão”. Está jogando melhor que o JEC na Arena, mas melhor não acabar com tabu por lá… Quer consagrar goleiro e meia do Guarani? Chama o Figueira. Quer acabar com o tabu interminável do Tigre de não ganhar fora de casa? Sem problema, visita o Figueira.

Trata-se de um time que está sem alma.

No jogo, o  Tigre começou melhor, e teve as melhores chances na etapa inicial. O Elvis tá de brincadeira em enfeitar sozinho em frente ao goleiro. Quando o time está sem vencer fora há tanto tempo, não há espaço para preciosismo. Imagino o que o Cavalo falou para o rapaz no intervalo.

O Figueira criou também, mas de forma acanhada para quem joga em casa.

Na conta do Heber um pênalti não dado a favor do Figueira. Preferiu dar falta anterior à sequência do lance. Se deu vantagem, segue a vantagem. Não quer se incomodar? Então nem vem para o jogo.

Mas, independente do erro do árbitro, e abstraindo dos lances de perigo, foi um primeiro tempo que maltratou a imagem dos dois times.

Aliás, o futebol apresentado justifica o público indigno de um clássico que tem tanta história. Dois times cheios de buracos e problemas técnicos/táticos.

No caso Alvinegro, a se levar em conta a possível perda de Clayton, o cenário ficará mais assustador ainda. Clayton, aliás, que não viu a cor da bola no primeiro tempo.

O segundo tempo começou mais lento e chato que o primeiro. A diferença, é que desta vez Elvis não brincou. No contra-ataque que apareceu, foi lá abriu o placar. Outra diferença, o fato de o meio do Tigre ser mais consciente, armar os atacantes.

Sinal de que Cavalo trabalhou no intervalo, ao contrário de Hudson. Ou Hudson pediu e por falta de qualidade não foi atendido .

O segundo gol praticamente encaminhou a vitória do Tricolor do Sul. O Tigre é um time que vai oscilar, por conta da juventude, mas tem qualidade suficiente para almejar algo na competição.

Já o Figueira está num marasmo produtivo que pode condenar o clube no turno e, se nada for feito, até mesmo no Estadual.

Ninguém vai chacoalhar esta passividade? Incrível. Vamos ver o que rola com o Inter. E, depois, no clássico da Capital. Repito: o Alvinegro é grande o suficiente para, com atitude, emergir. Mas, como está, é carta fora do baralho.

Bookmark and Share

FCF faz blindagem aos árbitros no começo do Campeonato Catarinense

12 de fevereiro de 2016 3

A Federação Catarinense de Futebol (FCF) adotou postura conservadora e ponderada na largada do Campeonato Catarinense. E a constatação é simples: basta ver que o Avaí fez protesto formal pela atuação de Edson Silva, em relação a descontentamento pela atuação no jogo de Camboriú, como informou o colunista Roberto Alves, e foi solenemente ignorado (confira aqui a escala de arbitragem para a rodada).

Há dois aspectos implícitos no fato de a FCF ter colocado Edson a apitar um jogo da rodada (ou seja, nada de geladeira), mesmo com o forte descontentamento avaiano. O primeiro, é de que a comissão de arbitragem não vai ceder a protestos facilmente. Pelo menos, acredita-se. Porque se colocar alguém na geladeira a pedido de outro clube, mandará recado de que o Avaí está sem moral.

Outra questão implícita é a técnica: alguns erros de interpretação que resultaram em expulsão indevida podem ser considerados graves, mas não merecem suspensão na avaliação da comissão. Tem dois lados: ou fortalece a confiança dos apitadores para errar menos no futuro, ou cria uma bola de neve por não mandar recado a quem erra e manter a turma atenta e mobilizada.

Fato é que, no jogo entre Avaí e Chapecoense, no Aníbal Costa, estava presente o presidente da Anaf, Marco Antônio Martins, e Perrone foi bem sob o olhar do presidente da Associação Nacional dos Árbitros. Aliás, tirando os lances de expulsão no jogo Guarani x Figueira e Cambura x Avaí, e o confuso jogo JEC x Figueira, as arbitragens contam com bom nível até o momento.

Aliás, leio na coluna do Bob que saiu o ranking sul-americano de arbitragem e Sandro Meira Ricci é o número 1, com Heber Roberto Lopes em 10º. Estamos bem representados não só por clubes entre Série A e B, mas na arbitragem também.

Bookmark and Share

Na lógica dos pontos corridos, os melhores vão abrindo. E a Chapecoense é melhor que o Avaí

11 de fevereiro de 2016 7
Avaí x Chapecoense

Avaí x Chapecoense. Foto Marco Fávero

A vitória que não veio para a Chapecoense diante do Guarani, que era considerada favas contadas, foi compensada com os três pontos no clássico diante do Avaí (confira a crônica do jogo).

É preciso dizer, com todas as letras, que a Chapecoense é um time superior ao Avaí. Isso não quer dizer que mandou no jogo. Mas foi mais objetiva e consciente e por este motivo levou a vitória.

O Avaí foi esforçado, deve melhorar ao longo da competição, vai oscilar bastante e, olhando pelo lado positivo, até poderia ter assumido a lideraça se vencesse, o que mostra um campeonato em aberto.

Mas o favorito vai avançando. Tem o Figueira, com um jogo a menos, ainda na perseguição. A lógica mostra que Chapecoense, esta um passo à frente, e o Figueira, pelo potencial e qualidade, vão disputar o título. Avaí, Tigre e JEC correrão por fora. É o que os prognósticos diziam, é o que a realidade vai mostrando.

É definitivo? Não, muita água vai rolar. Mas pontos corridos têm disso. Em geral, o melhor vai abrindo aos poucos. E o melhor é a Chapecoense.

Ah, sobre o lance de pênalti do primeiro gol, na minha opinião o zagueiro foi estabanado e cometeu a falta.

Bookmark and Share

Cônicos e icônicos: Campeonato Catarinense não tem gambá de lanche, mas promete muita bizarrice

11 de fevereiro de 2016 4

Há duas coisas legais no futebol (na minha visão, claro): o jogo em si, quesitos táticos, técnicos, o que é sempre algo que me faz ter interesse numa partida; e o que cerca o ambiente competitivo, torcer e ver os torcedores, ir ao estádio com a família, vibrar, cantar, extravasar, rir, chorar, se emocionar.

Há duas coisas que não gosto no futebol (sempre lembrando, na minha opinião): futebol de baixa qualidade (o que no Brasil é um grande complicador nas últimas décadas) e o ambiente que eu costumo chamar de poluído, formado por torcidas organizadas violentas, torcedores de mal com a vida, infra-estrutura precária, preços abusivos etc.

Sergio Ramirez

Sergio Ramirez

No limiar do que curto e o que não valorizo no mundo da bola, estão alguns folclores, ações e episódios recorrentes. No Catarinense tivemos alguns. Dentre os que acho válidos, está certamente o polêmico “cone” do Sergio Ramirez. Sei que não pode, mas não vejo mal algum, interpreto como volúpia em se comunicar, desejo de ser ouvido, necessidade de dar suporte aos comandados. Este Ramirez, é folclórico e é bom técnico, é vencedor. Até coloco no final do post o famoso vídeo dele correndo atrás do Rivellino, para vocês relembrarem.

Também acho muito legal esta discussão de quem é favorito, quem não é. Coisas como: a Chape é mesmo favorita? O Inter de Lages vai decolar? O Avaí faz coisa? O Figueira será tricampeão? O JEC está sendo prejudicado pelas arbitragens? O Criciúma é Tigre em casa e gatinho fora? Quem tem mais torcida? Enfim, coisas que temperam as rodadas, desde que não levadas a sério.

Mas acho muito ruim quando vejo atletas simulando, ludibriando. Casos dos jogos de Palhoça com atleta do Guarani e Camboriú, no lance da expulsão do William. Prefiro ver destaques como o “senhor” goleiro do Guarani, o ótimo Róger Guedes do Tigre, o assustador Isac do Inter, o belo grupo da Chapecoense, o diferenciado Clayton, o valente Avaí que até pode virar líder, a sempre presente torcida do JEC, o Metrô investindo, o Brusque forte, o Maranhão do Bugre, enfim…

Numa temporada de verão em SC com gambá pronto para servir em restaurante, praias lindas mas grande parte poluídas em todos os cantos, espero que no Catarinense fiquemos no limite das amostras que temos. O sumiço da taça do ano passado já vale por uma década de patacoadas.

Bom, tem muito campeonato pela frente, muita gente que não vai usar cone mas pode se transformar em ícone, e muita gente que vai pisar na bola.

Novos capítulos, e esses por demais importantes à noite. Na Arena e no Aníbal, jogos que podem mudar muito a tabela (clique aqui e veja a classificação). Nos vemos aqui logo depois dos jogos.

Bookmark and Share

Empate dramático em Palhoça, com Guarani e Figueirense em disputa radical

10 de fevereiro de 2016 4
Guarani x Figueirense

Guarani x Figueirense, foto Marco Fávero

Como era de se esperar, o Figueirense encarou uma encrenca gigantesca em Palhoça. O Guarani é um time valente e muito bem treinado pelo folclórico Ramirez.

No primeiro tempo, justiça. Maranhão fez seu cruzamento com perfeição, o conjunto da zaga alvinegra babou e caixa. E Claytinho aproveitou a devolução do presente (de zaga para zaga) e empatou.

No segundo tempo, a coisa esquentou no início. A expulsão de Bruno Alves foi daquelas em que o atleta dá chance ao árbitro. Colocou a mão no rosto do adversário, foi imprudente.

Agora, convenhamos, o teatro feito por Paraíba é daquelas coisas tristes no futebol brasileiro. O levar vantagem com encenação. Tem que ser punido pelas imagens.

Everton Santos ampliou para o Figueira, mas Maranhão, um baita jogador, empatou novamente.

Outra coisa, o Ramirez subiu num telhado e pegou um cone para ficar mandando instruções aos jogadores depois de expulso. Pergunta: pode?

Vale registro, ainda, os dois excelentes goleiros de Guarani e Figueira. Thiago e Gatito foram muito bem no jogo.

Bookmark and Share

Inter de Lages volta a ser o "inferno vermelho" no Tio Vida e também carrasco do Criciúma

10 de fevereiro de 2016 3
Isac, Inter de Lages

Isac, do Inter de Lages. Foto: Fom Conradi

Sempre disse aqui nesse espaço que o Inter, de Lages, era muito importante para a geografia do futebol catarinense. O Planalto Serrano esteve por um tempo fora do circuito e isso não era bom para SC.

O Inter voltou com tudo, consolidando-se no ano passado, mas já me preocupava o início de campeonato do Leão Baio. Mas nesta quarta-feira, diante do Criciúma, vi um time que finalmente mostrou quem manda em seu território (confira a crônica do jogo).

O Criciúma até esboçou contra-ataques, mas o Inter foi sempre voraz, e encontrou em Isac o cara para resolver os gols. Uma vitória com gostinho de goleada do colorado lageano que chega na hora certa para o time encaminhar uma campanha melhor na competição.

Tomara que o Inter consolide a região na elite e use o potencial de sua querida torcida para deixar nosso futebol mais equilibrado do que ele já é.

Quanto ao Tigre, é um time que precisa encontrar uma fórmula de manter o padrão de jogo também fora de casa, do contrário será complicado almejar o título.

E o Tio Vida segue o “inferno vermelho”, principalmente para o Criciúma, que perdeu duas no ano passado por lá.

Bookmark and Share

Saldão de Carnaval: felicidade para Criciúma, Guarani e Figueirense

07 de fevereiro de 2016 8

Bom, vamos lá: final de semana com saldão positivo (até agora) para três times. O Criciúma, com uma largada de vitória em dois clássicos, deixou sua torcida motivada. Cavalo sabe fazer valer o mando de campo e começa a moldar a eterna promessa Bruno Lopes para que o atleta seja um destaque.. De outra parte, a turma do Joinville vai encarar o resto de Carnaval um pouco preocupada.

O Bugre tem um goleiro, Thiago, mágico, que já defendeu três pênaltis, e achou Maranhão, que tá gastando a bola. O empate fora, com a favoritíssima Chape, foi uma benção não só para o aguerrido time de Palhoça, mas para os demais times que secaram o Verdão do Oeste para este não disparar na classificação. (veja a tabela como está).

O Figueira arriscou fazer experimentação na Sul-Minas-Rio e se deu bem: venceu o mistão do Atlético-MG (com méritos, o time tinha nomes como Dátolo em campo, por exemplo) e aproveitou para observar alguns nomes. O destaque foi Guilherme Queiroz, de excelente atuação, e Gabriel Esteves, que pode ser o meia atacante que o Figueira procura. Dibau e Biro foram discretos mas ganharam ritmo. Apenas Gatito não brilhou, o que é um pouco preocupante.

Em Jaraguá, não pude assistir o 2 a 2 do Brusque. Empate não foi bom resultado para nenhum dos dois em termos de tabela.

E o Avaí não decolou. Realmente, como andou dizendo o técnico Raul Cabral, o time vai oscilar bastante na competição. Diego Jardel não foi o mesmo, o meio-campo vai mal, e o time acusa o golpe.

Bookmark and Share

Pênalti nos acréscimos da vitória ao guerreiro Criciúma diante de um JEC indignado com árbitro

06 de fevereiro de 2016 5

Nove longos jogos sem marcar. Bruno Lopes foi lá e finalmente deu seu recado de atacante. E tomara que este jogador que apontou altíssimo potêncial nas categorias de base encontre seu caminho. Mas não seria suficiente para mais uma vitória do Tigre em clássico, como aconteceu diante do Avaí. O JEC buscou o empate. Seria terrível para os dois. Aliás seria um jogo que em nada lembraria um clássico, não fosse um final bastante polêmico. Veio um gol nos acréscimos, de pênalti polêmico, e o Criciúma garantiu três pontos.

O “come back” de Bruno Lopes seria em momento importante. Num clássico diante do JEC que valia bastante, mesmo em início de campeonato, seu gol destravaria um jogo que ameaçava se alongar lentamente. Até porque o técnico Cavalo foi obrigado a optar por Alex Santana na vaga de Roger Guedes, demonstrando uma fragilidade na reposição do ataque.

O gol marcado aos 32 minutos da primeira etapa veio de escanteio, bola parada, e o oportunismo é importante. Não foi de cabeça, como no clássico diante do Avaí, mas foi na base da presença de área.

Já falei sobre a importância desta partida no contexto do começo de competição no último post. Neste momento, está começando o jogo de Chapecó (mais tarde falaremos sobre ele no blog), mas algumas constatações são óbvias. Primeira: o Tigre confirmou ser bom de clássico em casa, o que resolve muita coisa em pontos corridos; segunda: Cavalo trabalha bem posicionamento, o que para um time que precisa se encorpar ao longo da competição é fundamental, apenas foi punido por uma falha individual como comentaremos adiante no gol do JEC; terceira: o JEC não venceu clássico, um empate com o Figueira, uma derrota para o Tigre, terá que desesperadamente recuperar-se em casa na próxima rodada, diante do Metrô. E o Tigre vai encarar a dureza de Lages, com o Tio Vida e a torcida vermelha prontinha para incomodar o tricolor do Sul.

Na primeira etapa, o JEC foi punido por ter vindo “a não jogar”. Este estilo, esta proposta, é algo ultrapassadíssimo no mundo do futebol. Se PC Gusmão vai nessa vibe no Estadual, acho que não deve durar muito no cargo.

No segundo tempo, o técnico do JEC colocou Trípodi e deu um pouquinho, e bota pouquinho nisso, de velocidade. Achou o gol graças a uma falha de posicionamento da zaga, especialmente do experiente Giaretta.

Só que o Tigre é Peleador. A partida nunca termina antes do apito final quando se trata do Criciúma. Destaco, além de Bruno Lopes, Ezequiel, que jogou muito.

Sobre o pênalti, vai ser um eterno dilema enquanto não for tomada uma decisão sobre bola na mão ou mão na bola. O torcedor do Tigre se vê na razão, o do JEC vai cuspir marimbondo.

Agora é a turma ficar de olho no Verdão do Oeste. Acho que o Guarani, de Palhoça, virou a maior torcida de SC… Todos os demais estarão secando a favoritíssima Chape, não só para o jogo, como para lutar pelo título.

Bookmark and Share

Futebol + Carnaval não dá samba em Santa Catarina

05 de fevereiro de 2016 8

Sei lá, acho que o raciocínio é até meio simples de se fazer: é necessário jogar o campeonato em meio ao Carnaval? Sim. Então, claro, a barra está sendo forçada. As datas disponíveis estão na estica.

Ora, é absolutamente nítido que os foliões em geral são, em grande parte, torcedores. Praticamente abre-se mão deste público ao se fazer futebol em meio ao Carnaval.

Mas Santa Catarina, premida pelo calendário, teve que manter a rodada no sábado e no domingo de festas pelo Brasil. Fato que foi alertado quando da decisão de se apelar à fórmula de pontos corridos no regional, que eu sempre fui contrário quando o assunto envolve estaduais. No caso do Brasileiro, sou sempre favorável aos pontos corridos.

Não adianta negar, até os atletas ficam indignados de atuar no Carnaval, e Victor, goleiro do Atlético-MG, falou forte sobre esta situação e contra o calendário.

Mas, a realidade está aí. Obviamente este blogueiro vai acompanhar detalhadamente a rodada e, se pudesse aconselhar o torcedor, estaria ao lado de seus times.

E, novamente, o motivo é óbvio: é só a terceira rodada, mas já vai direcionar muita coisa.

Neste sábado, por exemplo, o clássico Criciúma x Joinville precisa ter um vencedor para não deixar a Chapecoense rindo à toa. O Verdão do Oeste não tá nem aí: se confirmar o favoritismo diante do Guarani, vai de 100%. Então? Não era para o HH estar fervendo? E a Arena Condá também? Mas…

E neste domingo? Lá em Camboriú, o Cambura, zeradinho na tabela (confira a classificação), tem que superar o Avaí. Este, precisa embalar. Em Jaraguá, classiquíssimo entre Metrô e Brusque. Então? Não era para ter casas cheias? Mas a galera de Blumenau e Brusque vai em massa à cidade próxima? E a turma avaiana, vai deixar a festa de lado em Floripa? Sei não.

E no Scarpelli, tem Galo, que é um time que vale observar, e, claro, o Figueira, que mostrou bom futebol contra o JEC e precisa recuperação, do contrário pode bailar prematuramente no novo torneio da Liga Sul-Minas-Rio.

Bom, de minha parte, eu que já fui para lá de festeiro no Carnaval, ando numa fase mais tranquila. Pretendo ver a bola que vai rolar, trabalhar e continuar pilotando meu Kindle. Ainda bem que o Vinicius, dono da academia perto do DC, onde mantenho a forma, também pirou e vai manter o espaço aberto. Assim, para mim, o Carnaval vai passar batido. Vou de futebol, leitura, trabalho e malhação!

Bookmark and Share

Olelê, olalá, o Toshi vem aí e o bicho vai pegar... O Avaí faz côsa. Bela vitória sobre o Metrô

04 de fevereiro de 2016 2

O ano começou preocupante para o Avaí. E até poucos horas atrás, a torcida do Leão se mostrava bastante preocupada com o futuro. Mesmo que o primeiro jogo do time, na derrota para o Criciúma, tivesse sido razoável.

Há poucos minutos, quando soou o apito final, nos 4 a 0 contundentes e cheios de autoridade sobre o Metropolitano (confira a crônica aqui), os cerca de dois mil torcedores presentes no Renato Silveira, em Palhoça, não lembravam em nada aqueles preocupados fãs.

E a galera quase foi à loucura quando, com o jogo já garantido, finalmente Toshi apareceu. Efusivamente, o japonês foi saudado. Claro, com um pouco de ironia de alguns, permitida pelo alívio do bom resultado e do bom futebol.

Quem viu o jogo sabe: o Avaí com certeza precisa encarar este resultado com serenidade, como estímulo apenas, para encaixar e fazer um bom Catarinense; e sabe também que o Metrô terá de arrumar muita coisa para não ser facilmente batido pelos grandes do Estado.

Folclore à parte, vale o elogio ao desempenho avaiano, sim.

Bookmark and Share