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Posts na categoria "Todos os posts"

Constrangedoras vaias à Dilma? Torcida do Figueirense não poupou seu presidente

16 de junho de 2013 7

Estou em Belo Horizonte, na cobertura da Copa das Confederações, mas não deixo de ler tudo o que se passa por aí em Santa Catarina. Geralmente no final de noite, como agora. E não pude deixar de falar em post sobre esta notícia apurada pelo jornal Hora de SC.

O jornal revela que o presidente do Figueirense, à Dilma no Maracanã, foi vaiado no seu discurso no tradicional carreteiro alvinegro, comemorativo ao aniversário do clube. (clique aqui e leia a matéria).

O brasileiro parece ter despertado para botar para fora o que lhe incomoda. A seguir esta toada veremos muita gente boa repensando a forma de conduzir política, seja na vida pública, seja nos clubes.

O grande argumento e dúvida é se os dirigentes que gastam fortunas com os times, em nome de uma paixão, aceitarão tanta ingratidão. E não começarão a abandonar o barco.

A frase acima, é preciso que se diga, pode ter sido uma ironia deste blogueiro. Ou não.

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A primeira impressão, o futebol e a minha repulsa por qualquer uso político dele

15 de junho de 2013 4

Em deslocamento para Belo Horizonte, onde vou acompanhar para a RBS o grupo que rola por aqui, tive que ver credenciamento, ingressos para jogos e cheguei ao hotel somente ao final do jogo do Brasil. Ainda vou assitir ao teipe, mas já li atentamente à crônica do Diogo Olivier em Brasília (clique aqui e confira) e também as crônicas dos demais sites.

Vi também os lances no Sportv.

Então, sobre futebol, me parece claro que o gol logo na largada tirou toneladas das costas dos atletas. Seria a estrela de Felipão?

Independentemente disso, também ficou a sensação de que o Brasil jogou bem, foi superior, e que Neymar deu uma resposta à altura.

As boas são a reação da torcida absolutamente expontânea. Vaias a autoridades no estádio (Dilma e Blatter), jogadores hostilazados antes (Hulk) e aplaudidos depois, enfim tudo que só confirma a passionalidade do público brasileiro.

Agora, episódios de violência fora do estádio ainda não foram bem documentados. Aguardo os noticiários da noite para ver se não vão transformar possíveis vitórias da Seleção em uma mega propaganda política. E se os protestos não são populares, mas políticos, que se apure e critique também.

Sou patriota, quero o Brasil vencendo, quero o futebol bem e recuperando o terreno perdido. Mas quero também cada coisa no seu lugar: esporte no esporte, não misturado com política, seja de situação ou de oposição.

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Convulsão social ou oportunismo político. O difícil cenário em meio à Copa das Confederações

14 de junho de 2013 21

Que as coisas estão sem controle no país não é de hoje, nem de ontem. Faz uma década que, passado os anos de ouro do "milagre" da transformação de uma classe pobre em classe "apta" ao consumo, que uma outra realidade estava latente: o despreparo de um país em suas bases de infra-estrutura e sociais haveria de cobrar um preço.

Começou a cobrança.

Qual base a mais atingida? A educação, principalmente, é um caos, milhões de excluídos, outros milhões de incluídos mas com um nível altamente precário e uma parcela altamente elitizada com acesso ao alto nível de ensino e, o que pior, fazendo mau uso dele.

Mas há outras bases destroçadas, muitas delas fruto justamente da falta de educação ou altamente potencializadas pela negligência nessa área.

A que mais salta aos olhos é a segurança pública. Dos milhões de excluídos, alguns milhares optam pela bandidagem. E dos muitos com acesso ao dinheiro, alguns milhares também optam pela bandidagem (políticos, empresários, funcionários públicos, jornalistas, advogados,economistas, médicos, engenheiros etc). Este conjunto eclipsa a maioria (até então silenciosa, não sei começa a deixar de ser) de pessoas de bem. E faz gato e sapato do nosso Brasil.

E ficamos reféns da violência, da saúde elitizada, da mobilidade urbana caótica, de uma economia perversa.

Em meio a este cenário, eclodem, a partir do Movimento Passe Livre, manifestações em todo o país que se parecem muito com as que vemos na Turquia e em diferentes partes do mundo (Grécia, México, países árabes e alguns africanos).

E o momento da Copa das Confederações, em que o mundo voltará seus olhos para o Brasil, está propiciando uma intensificação das hostilidades nas ruas.

E aí, pelo menos eu, ainda não consigo uma leitura do cenário que me permita determinar (suspeitar podemos) se temos como determinante um oportunismo político-partidário em cena, ou se temos, realmente, o povo descobrindo sua força, alguns destes do "povo" talvez já conscientes de que tem muito pouco a perder e que vale a pena arriscar sua integridade física em protestos. Até porque ela já está ameaçada ao natural no ambiente onde vive, então ele se sente à vontade ameaçado!

Que a violência policial nestas manifestações é exagerada não precisa ser nenhum gênio, que ela reflete a prioridade dos nossos políticos também não precisa ter estudado em Harvard para entender. Que há um pouco de oportunismo de interessados está muito fácil de perceber.

 

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Por todos os motivos que você vai ler abaixo é que o Avaí escolheu Hemerson Maria como treinador

13 de junho de 2013 24

ATUALIZAÇÃO DO POST

E fechou Hemerson Maria. Não preciso escrever mais que o que está abaixo, já que apenas oficilizou-se o que eu já comentava no post.

Apenas acrescento que o Hemerson Maria que será avaliado agora não é o mesmo que brilhou na sua primeira passagem.

Mais rigor e exigência, inclusive dos torcedores. Ele sabe disso. E tem condições de dar conta do recado.

POST ORIGINAL (17h40min)

Algumas conversas que mantive hoje pela manhã com fontes importantes me deixaram claro que havia uma insatisfação do grupo de jogadores do Avaí com o comando.

A saída de Eduardo Costa deixou o jogador bastante descontente, o atleta achava que, quando poderia dar uma contribuição maior, foi sacado.

Boa parte do grupo concordava que o problema não estaria no volante.

Mais: havia uma convicção de jogadores que a forma com que Marquinhos estaria sendo usado não favorecia o bom rendimento do atleta.

Tudo isso minou o ambiente.

Outra coisa, o Avaí precisa ser transparente com os atletas sobre eventuais dificuldades financeiras e deixar claro como vai resolvê-las, com diálogo.

Assim vai recuperar o ânimo do grupo como um todo.

Com certeza será difícil contratar um técnico que receba altos salários, justamente pela conjuntura apertada que passa o clube. Não dá para fazer loucuras.

Por tudo isso: por entender bem os boleiros, por taticamente conhecer como pode fazer os atletas de mais nome renderem e por ter um entendimento da forma como lidar com a direção, e por entender os mecanismos que movem o Avaí, é que cresce o nome de...

Hemerson Maria.

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A possível solução Silas para o Avaí e o cuidado para não ficar refém de atletas e ter equilíbrio financeiro

12 de junho de 2013 55

A união entre Ricardinho e o Avaí nunca chegou a ser um casamento consolidado e, talvez por este motivo, terminou justamente no início da madrugada em que já era dia dos namorados.

O técnico jamais implantou um trabalho sólido, nunca casou o discurso com a prática. Foi uma tentativa interessante da diretoria, um nome que parecia promissor, mas não deu fit. Nós fizemos uma entrevista exclusiva com Ricardinho quando de sua chegada (clique aqui e relembre) e seus conceitos são interessantes. Mas não foram parar dentro do campo. (veja crônica do jogo de ontem e aqui a coletiva pós-jogo)

Tem um detalhe que não pode ser ignorado: não há milagre no futebol que faça conceitos virarem realidade se o grupo de jogadores não comprar a causa. Aliás, este drama é uma constante na vida recente avaiana. Quando o grupo se uniu, levou um título estadual sobre o principal rival com desempenho histórico (mesmo que o desempenho no Estadual não tivesse sido exemplar), abraçando a causa do técnico Hemerson Maria.

Porém, esta foi a exceção. A regra tem sido grupos de jogadores razoavelmente formados, com algum potencial, mas que naufragam em questões internas, sejam de falta de ligação apropriada do grupo com o dirigente de futebol, seja por briga interna de beleza entre os próprios atletas ou por falta de "pegar junto" com o treinador. Muitas vezes problemas financeiros provocam toda esta situação também.

Portanto, mais que um nome (o que é importante), o Avaí precisa se entender com Marquinhos, Cléber Santana e cia. O clube não pode ficar refém da aprovação dos atletas a um nome. Ao mesmo tempo, tem que cuidar para o grupo ser simpático a nova aposta.

Situação complexa, mas que com a intertemporada à disposição precisa ser resolvida rapidamente. É o futuro do ano em jogo.

Será inevitável ter em Silas um nome fortíssimo a ser analisado pelo clube. É uma questão histórica e que vai sempre aparecer, com chance de evoluir. Na minha opinião, bem articulado, pode ser uma solução.

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A greve dos ônibus e o impacto no jogo do Avaí

10 de junho de 2013 31

O partida entre Avaí e América, amanhã, às 22h, será bastante afetada se, até lá, a greve dos ônibus estiver mantida.

Até porque o horário é tarde, o torcedor que vem da Grande Florianópolis, ou mesmo mora nos bairros certamente não vai comparecer.

Como o público na Ressacada não tem sido dos maiores, podemos ter um estádio com pouco mais de mil torcedores, se chegar a isso.

Agora, resta saber se isso é positivo para o momento que vive Ricardinho, que é de pressão por parte da torcida (que fica diminuída) ou se é ruim para o time, caso o torcedor optasse por incentivar o time.

Enfim, vai que a greve termina hoje ou amanhã, o que parece difícil de acontecer, mas vale a reflexão.

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Seleção dá um pouco de alegria antes da Copa das Confederações, já é algo a comemorar

09 de junho de 2013 15

Tá, a França é uma das piores Franças dos últimos tempos. Mas o amistoso da Arena, que terminou 3 a 0 para o Brasil, foi muito válido na minha opinião.

Primeiro porque acabou com a zica de não vencer uma seleção considerada de alto nível. Por tabela, afastou uma outra zica, de historicamente sofrer contra os franceses.

Mas o significado é ainda maior: o de trazer um pouco de alegria ao torcedor brasileiro, mesmo que, quem conhece de futebol sabe, não houve um primor de apresentação tática.

Mas há esperança de uma evolução: é só achar como Neymar pode ficar à vontade (o que não aconteceu ainda).

Mas já se descobriu como Oscar pode ser útil. A zaga é complicada? Sim. Felipão ainda não está confortável em adaptar-se a três atacantes? Sim. Porém, um grupo de jogadores feliz facilita a sempre útil e efetiva "família Scolari".

O que todos queremos é um Brasil voltando a dar as cartas no futebol, tem que começar de algum lugar. Quem sabe começou.

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O balanço da parada nos Brasileiros será favorável a quem conseguir hibernar no G-4

08 de junho de 2013 34

O Inverno começa a engrenar e o Brasil vai parar com os campeonatos. Não é por causa da neve como ocorre na Europa, mas pela Copa das Confederações.

A intertemporada tem efeito terapêutico. Dos quatro catarinenses, Avaí e Figueirense ainda não conquistaram o direito de hibernar no G-4. O Figueira, com a derrota de agora há pouco para o Paraná, por 1 a 0, não vai permanecer entre os quatro. Terá que contar com a última rodada antes da parada.

Adilson Batista terá que reencontrar seu time, sem William Magrão, são duas derrotas consecutivas. O JEC precisa consolidar o bom momento. A Chapecoense só necessita não perder o pique. O Avaí precisa repensar muita coisa, a começar por entender de que forma o time vai fazer Marquinhos e Cleber Santana funcionarem num esquema tático inteligente. Há mais uma chance para todos na terça-veira que vem.

Já o Criciúma está numa zona intermediária. Poderia estar melhor não fosse o imprevisto 3 a 0 diante do Flamengo.

Não posso detalhar as atuações de Figueirense e de Tigre neste sábado, cheguei de Porto Alegre agora há pouco, peguei apenas o finalzinho das partidas. Estava lá num encontro do colegas de RBS que vão cobrir a Copa das Confederações. Estarei em Belo Horizonte, torcendo para que o Brasil chegue a semifinal por lá.

Agora é esperar o amistoso contra a França, neste domingo, e vermos o que nos reserva a segunda era Felipão.

Mas, antes, amanhã bem cedinho, tem Meia Maratona aqui em Floripa, que quiser ir à Beira-Mar dar uma força, é sempre legal para os corredores. Entre os quais estarei tentando baixar o meu tempo nesta prova

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Gol mal anulado, gol com falta na origem, Joinville vence e Avaí se revolta com arbitragem

08 de junho de 2013 108

“O árbitro disse que hoje ele me quer, mas eu sou muito bem casado”. Marquinhos sobre Ronan Marques da Rosa, no intervalo do jogo em que o JEC venceu o Avaí por 2 a 0. Esta frase mostra um pouquinho do clima quentíssimo em que o clássico ocorreu.

Minha opinião antes de descrever tudo que vi: o árbitro realmente não estava numa jornada feliz, mas houve demérito em o Avaí se abater e não buscar o futebol como solução e grande mérito do JEC em mostrar experiência e usar a seu favor o bom futebol que tem e a situação que se apresentou na partida.

Eu até estava em dúvida em qual jogo concentrar a atenção. Tinha uma tendência a ver o clássico entre Avaí e Joinville desde o início, afinal envolvia dois times de SC, mas uma curiosidade muito grande em ver o comportamento da Chapecoense no jogo que servia para consolidar a liderança. Comecei zapeando, mas a superioridade do Verdão era tanta e o placar imposto desde cedo tão cristalino que parti para o jogo de Floripa logo na largada.

O Verdão venceu por 5 a 1 no Oeste ao ABC, manteve a ponta e, na Capital, deu o Tricolor do Norte, espantando a falta de vitórias fora de casa.

Mas o placar só foi esse porque um gol legítimo do Avaí foi anulado antes dos gols que deram a vitória. A culpa é pela má colocação do bandeira, que deve auxiliar o árbitro nestes lances. Foi uma bola de Márcio Diogo que bateu na trave, dentro do gol e, pelo efeito, retornou em direção ao campo de jogo.

É verdade que um chip, que até hoje a Fifa não autorizou, resolveria fácil esta situação. Desde o primeiro momento, assim como os colegas Rodrigo Faraco e Miguel Livramento, da CBN Diário, fiquei com a forte impressão de gol. A repetição na televisão solidificou a ideia e, depois, o quadro parado comprovou que fora gol.

Na verdade, o que se viu foi uma injustiça maior que o erro da arbitragem. Porque o bom Joinville que vemos jogar na Arena insistiu em sumir fora dela até achar seus gols. Depois, sim, entrou de vez no duelo.

O tricolor foi amassado pelo Leão nos primeiros 25 minutos, com três chances de gol, fora a bola que realmente entrou mas não foi validada.

Somente perto dos 30 minutos que Lima foi construir a primeira chance do visitante. E, logo depois, aí sim numa jogada bem trabalhada pegou a sempre confusa defesa avaiana comendo mosca. E Ronaldo, que passa ótima fase, não perdoou, marcando o gol.

Aí veio mais rolo no segundo gol. O começo da confusão ocorreu em duas faltas claras em jogadores do Avaí na origem do lance, mas foi dado continuidade e, na sequência, veio o gol de Lima em contra-ataque. Aí já entra na conta do árbitro estar sentindo a pressão e quer se auto-afirmar, vendo um jogo que ninguém mais via.

Pronto estava criada a confusão e arbitragem comprometida. O primeiro tempo terminou com tumulto, dirigente do JEC mostrando radinho supostamente atirado pela torcida e proteção policial.

No segundo tempo, o JEC fez um jogo de marcação, o Avaí não achou soluções para superar seu nervosismo. Tauã entrou na vaga de Bovi, mais tarde entrou Reis na vaga de Alex para tentar pressionar, enquanto o tricolor somente renovou o gás com a saída de Lima para entrada de Francis e depois Jussani para fechar com a saída de Marcelo Costa.

Os atletas do JEC, aproveitando que Ronan Marques da Rosa estava perdidinho, usaram a experiência para amarrar o jogo caindo em campo e elevando o nível de nervosismo dos avaianos.

A arbitragem, portanto, seguiu tensa e os assistentes errando muito.

Será discussão que não acaba aí. A semana promete começar quente nos bastidores após esta partida.

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Falar em rodada decisiva no início da Série B? Não é loucura e sim entendimento dos pontos corridos

07 de junho de 2013 27

Vou bater numa tecla que eu vejo pouco explorada pelos clubes em campeonatos de pontos corridos. É o simples fato de que o jogo das primeiras rodadas, pelo menos matematicamente, têm o mesmo valor de qualquer outros. É tão decisivo quanto.

Por este motivo, aquele golzinho que o time toma, num 3 a 0 a seu favor que vira 3 a 1, o empate que cede no último minuto, enfim pequenas bobeadas não devem passar batidas. O saldo conta na reta final, o número de vitórias, então, nem se fala.

Fico indignado quando vejo jogadores em entrevistas pós-jogo dizendo coisas tipo: “Tem muito campeonato pela frente”; “jogamos bem, só faltou o resultado”; “O professor vai corrigir os erros”. Ou técnicos e dirigentes dizendo: “o entrosamento vai chegar”; “estamos contratando”; etc.

Acontece que o campeonato já começou e correr atrás é muito pior que tentar manter-se. Com este foco é que sabemos muito bem: a euforia da liderança já é passado em relação à Chgapecoense. Manter-se é que é o grande desafio e vencer o ABC, em casa, tem o significado de uma final de campeonato, mesmo em momento tão incipiente.

E Avaí x Joinville? Bom, nesse jogo não preciso nem falar do significado: seis pontos em jogo no mini-regional e permanência/entrada no G-4 em disputa.

Amanhã falamos do Figueira.

Até à noite!

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