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Posts com a tag "alvinegro"

Fabinhos determinaram o empate. Agora é no Condá, com vantagem do Verdão diante do Figueira

27 de abril de 2013 33

Não dá para bobear. A primeira coisa que faço quando vou acompanhar um jogo que requer mais atenção é, com o apito inicial, disparar o cronômetro. No jogo desta noite eu bobeei. Fiquei atento à questão do Botti não jogar, prestando atenção na torcida, no estádio, no conjunto tático dos times antes da partida iniciar e esqueci de acionar o tempo do jogo.

Quando me dei conta que o apito inicial trilara baixei rapidamente a cabeça para acionar a função do I Phone e... bom, quando eu levantei os olhos, naqueles dois segundinhoss, a Chapecoense estava marcando seu gol.

Então, eu bobeei. E não fui somente eu. A zaga do Figueirense bobeou. A diferença entre eu e a zaga do Figueira começar o jogo dormindo é que, de minha parte, vi e revi o gol depois. Já o empate em casa, no 1 a 1 que acabou advindo do lance de Mandrake do time, não tem mais como virar vitória.

Imediatamente lembrei-me das bobeiras contra o Criciúma (com 10 minutos o time levava 2 a 0), que custaram, diga-se de passagem, caso não houvesse derrota, a chance de lutar pela vantagem que daria o mando ao Figueirense.

Como é possível um grupo de jogadores começar uma partida de mata-mata sem estar atenta justamente ao veloz Fabinho? Sem explicação plausível.

Não havia aprendido a lição diante de outro Fabinho, o do Criciúma, que pelo mesmo setor fez estrago igual? Sem argumento lógico.

O que houve após o gol foi uma tentativa cirúrgica da Chapecoense de segurar o resultado, e a melhor defesa da competição teria conseguido o intuito, mas uma expulsão estragaria os planos. Fechadinha, consciente e contra-atacando era a receita para um Figueirense escancarar toda sua fragilidade técnica.

Afinal, diante de um time absolutamente encorpado, só o toque de bola consistente e variado poderia desconstruir. Não tinha ninguém vestido com o manto alvinegro que pudesse impor esta situação.

Até a expulsão. Finalmente um Fabinho resolveu colaborar com o Figueira. O Fabinho Gaúcho levou o segundo amarelo e deixou o gramado.

Aí, com um volume de jogo maior, o Verdão pagou pelo pecado de falta de ousadia. O Figueira martelou até empatar.

Tudo igual. Vantagem mínima mantida pelo Verdão. Há esperança para o Alvinegro, mas a tendência de ganhar a vaga repousa com mais força para o time do Oeste.

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Dupla da Capital demonstra crescimento na relação extracampo com acordo por ingressos

04 de abril de 2013 14

Exemplo da dupla da Capital
Exemplo da nova fase nas relações de Avaí e Figueirense, é a questão do espaço dedicado à torcida visitante no clássico. Neste jogo de domingo, na Ressacada, a torcida do Figueirense terá a curva ampliada (20% da carga de ingressos). O espetáculo fica mais bonito e democrático.

Inteligência emocional
E como gentileza gera cordialidade, com certeza nos demais clássicos a recíproca será verdadeira. Com as direções dando mostras de inteligência emocional (lembram o abraço dos presidentes, no gramado, no clássico anterior?) a tendência é a atitude ganhar força também entre as torcidas.

Atitudes concretas
Só falta atacar agora a questão da violência que gravita sobre as torcidas organizadas. Pelo menos em Florianópolis, a ação da PM consegue ser preventiva. A duras penas nossos comandantes estabelecem uma normalidade. Mas o risco sempre é grande e o esforço desproporcional para manter a ordem. As famílias ainda ficam em segundo plano.

Espaço em Criciúma
No Heriberto Hülse aquele cantinho que abriga o visitante é meio cruel, com visibilidade comprometida. O clube abre, em demandas maiores, uma área anexa, melhorando a condição. Como a torcida do JEC deve ser grande, acredito que o espaço será revisto (estamos tentando a informação com o clube, assim que rolar eu altero aqui).

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O clássico mais importante do próximo final de semana no Catarinense é...

09 de fevereiro de 2013 53

Estou vendo um amplo debate nos comentários sobre qual clássico tem mais valor no próximo final de semana, se Figueirense x Avaí, ou Joinville x Criciúma.

A turma da Capital se defende em relação à antecipação: o Sportv solicitou o jogo para transmitir para todo o Estado.

A turma do Norte e do Sul alega que, interesse para o Estado mesmo, é o seu clássico, que o da Capital tem um âmbito muito restrito, por este motivo emplaca no domingo na RBS TV.

Pessoalmente, acho uma discussão sem um vencedor.

De um lado, estará o dono dos títulos mais importantes conquistados pelo Estado, o Tigre, contra o time com torcida mais fiel (atualmente) e que foi dominante em sequência de forma que dificilmente virá a ser igualado,o JEC.

Do outro estão, simplesmente, os dois times com mais títulos estaduais, Avaí e Figueirense.

Como chegar a um veredito? Impossível.

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Balanço do ano: Tigre ótimo; Chapecoense legal; Joinville e Avaí bem; Figueirense desastroso

01 de dezembro de 2012 41

Ainda temos uma última rodada, amanhã, para encerrar o futebol de 2012, mas é uma jornada desprezível para os catarinenses. A única luta do Figueira é para não terminar com uma campanha pior que a do Avaí, o que, convenhamos, é lamentável.

Mas já dá para fazer o balanço geral dos clubes catarinenses.

O grande vencedor do ano

- Criciúma, de volta à elite do futebol brasileiro

A torcida alegre

- A Chapecoense, que vê sua equipe mudar de patamar financeiro e de status

Podem dormir tranquilos

- O Avaí dorme com a taça de campeão estadual obtida sobre o principal rival e uma campanha razoável na Série B para o time que apresentou

- O JEC encorpou na Série B, para pensar grande no ano que vem tanto no Estadual quanto no Brasileiro e, de lambuja, pode ganhar um titulozinho amanhã que dá vaga na Copa do Brasil

Levou lambada sem dó

O Figueirense deixou a elite constrangido pela campanha, pelo comportamento dos dirigentes fora de campo e por perder o título estadual para o principal rival.

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Duas frases de impacto de Adilson Batista na sua apresentação pelo Figueirense

13 de novembro de 2012 42

Algumas frases emblemáticas de Adilson Batista em sua apresentação. A primeira:

"Chego com mais experiência, mas com fôlego de garoto para trabalhar no Figueirense".

A segunda:

"Já vivo 24 horas o Figueirense, analisando o mercado para reforçar o clube".

Bom, duas frases que pesquei ali do @radiofigueira, que transmite ao vivo a íntegra da apresentação de Adilson Batista.

Achei duas frases marcantes.

A primeira fala em foco no clube, o que Adilson vai precisar muito. Não se trata mais de crescer na carreira e buscar novos horizontes. Mas de marcar presença com um trabalho consistente. Para isso, a cabeça de Adilson precisa refletir suas palavras.

A segunda, é emblemática. Vai participar diretamente na escolha dos jogadores, o que foi sempre uma marca sua.

Sempre lembrando que eu divulgo os posts daqui, e compartilho outros assuntos lá na minha página do Facebook (clique aqui)

E no Twitter, o perfil é fechado, para discutir com aqueles que gostam de futebol (clique aqui)

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Levar meia dúzia de baga é para transformar de vez a campanha do Figueirense em vergonha e vexame

06 de outubro de 2012 195

Junte tudo. Um time visivelmente incapaz de permanecer na Série A, mais uma noite inspirada de Ronaldinho Gaúcho, mais um jogador expulso ainda no primeiro tempo da equipe que já é mais frágil.

Coloque estes ingredientes dentro de um estádio lotado de torcedores, pulsante, embalando uma equipe que quer o título brasileiro, o que pode acontecer?

Ora, a partida virar um constrangedor treino de luxo para o dono da casa. E um exercício de vergonha para o oponente.

Lembro a vocês que, contra o Grêmio, um cenário parecido se avizinhou, mas o tricolor gaúcho, lá no Olímpico, além de errar muitos gols, baixou o ritmo.

O que comentar taticamente? O que sugerir ao Figueirense? O que pedir a Márcio Goiano.

O que dizer a nação alvinegra, senão lamentar esta lenta agonia rumo à volta a Série B.

Uma campanha desastrosa, um clube fragilizado dentro de campo e ainda com um horizonte complexo fora dele.

Resta torcer para que a nova administração tenha sucesso em repensar o futuro, para evitar aquela derrocada em alguns times, que vão de série em série, quando entram num ciclo brusco de desestruturação como ocorre com o Figueira.

Nenhum 6 a 0 acontece impunemente. Ainda mais quando a vitrina é a Série A do Brasileiro. Jogadores profissionais, que têm hombridade, família e honram a profissão não podem admitir deixar o campo abatidos desta forma.

O que dizer à torcida do Figueirense? Perder um estadual para o principal rival, dentro de casa, no primeiro semestre. E amargar um terremoto nos bastidores e um tsunami dentro de campo no segundo semestre. Difícil.

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Figueirense: quando irmãos de infância viram inimigos. Um vai às feras, o outro surge presidente

27 de setembro de 2012 62

 

Quem diria, amigos de infância, Nestor Lodetti e Wilfredo Brillinger vislumbraram um Figueirense modernizado, com novo estádio e um futuro promissor. A novela ganhou roteiro que nem o dramaturgo mais maquiavélico efetivaria: irmãos de fé, parceiros de infância, rompem, viram inimigos irreconciliáveis e, na queda de braço, um é jogado às feras, o outro ressurge como salvação, ocupando a vaga do ex-parceiro.

Desfecho lógico com Wilfredo

Fica até difícil escrever algo sobre o Figueirense. Porque, em minutos, fatos novos acontecem no clube. Eis que Wilfredo Brillinger será referendado como novo presidente do clube.

Basicamente, resumindo de forma bastante simples para compreensão, quem tem dinheiro, quem tem bala na agulha, é o cara que prevalece na hora da guerra de poder.

E quando se faz esta análise, sem juízo de valor, apenas à luz da lógica, percebemos que o desfecho está longe de ser surpreendente.

 Destrato com a Alliance

O quebra-cabeça não encaixava na totalidade. A peça que faltava junto ao comitê gestor era o desconforto com a Alliance. Uma renúncia coletiva de diretoria e um distrato amigável foram a solução para um acordo.

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Divulgado o aditamento do contrato da Alliance com o Figueirense no site Meu Figueira

26 de setembro de 2012 48

Uma série de questões dos bastidores alvinegros estão em ebulição. O mais recente foi divulgado pela manhã, onde o aditivo do contrato foi divulgado e analisado por um dos advogados em pontos que julgam abusivos. (Os dados estão no portal Meu Figueira, clique aqui e confira)

Não entro no mérito da avaliação feita pelo site, mas destaco a importância da leitura do documento pelos torcedores do Figueirense.

Assim vai se entender melhor o que o comitê de transição está discutindo, o que está sendo proposto para o futuro.

De minha parte, cultivo muita cautela em julgamentos neste quesito, principalmente para emitir opiniões sem entender direito contratual, algo bastante complexo.

O que não quer dizer que, jornalisticamente, ouvindo diversas fontes capazes de desvendar as cláusulas, não se chegue a uma conclusão.

Aliás, já estamos (eu e equipe) cuidado deste processo para seguirmos adiante.

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A violência de torcidas - coluna desta segunda-feira do Diário Catarinense

10 de setembro de 2012 24
  • Vandalismo

Até quando vamos negar a realidade? Como é possível, pela segunda rodada consecutiva, eu abrir este espaço falando de confusão com torcidas? Na segunda-feira passada, foi um grupo que se tocou de Itajaí para tentar confrontar uma torcida rival no jogo do Figueirense. Ontem, uma conhecida torcida que usa o Avaí como motivo de sua insanidade chegou com tudo em Joinville, errou o caminho e desceu do ônibus quebrando carros e atacando tudo e todos. A PM teve muito trabalho.

A coleção de episódios é constante e relacionada a todos os clubes catarinenses. O que falta para o poder público dar um basta e proibir organizadas no estádios, fechar sedes, investigar e punir líderes? Será por questões políticas? Será por interesse dentro dos clubes?

Tiro já houve em Itajaí, com um grupo ligado ao Marcílio Dias, que voltou a agir na semana passada; mutilação já houve em Criciúma; e assassinato em Florianópolis, relacionados à turma ligada ao Avaí. Aliás, na Capital, já aconteceu também batalha campal com torcida de outro Estado, atacando rival relacionada com o Figueirense; esta, do Figueirense, já bateu até em gente de sua própria torcida; e teve emboscada com turma que diz torcer para o JEC.

Ou seja, ninguém é santinho. Tem que banir todo mundo, oras! O Estado é conivente.

  • Aplausos como elixir

O 4 a 0 que o Criciúma levou em casa poderia ser devastador. A perda dos 100% em casa também traria dúvidas em relação ao futuro. A infelicidade do goleiro Michel Alves seria algo constrangedor. Tudo isso é verdade. Mas os aplausos da torcida do Criciúma servem como um entendimento dos fãs de que tudo isso é menor neste momento. O que vale é consolar o grupo, que deu tantas alegrias até aqui. Uma reação coletiva que surpreende e que é mais um golaço da torcida do Tricolor do Sul.

  • Meio cheio, meio vazio

Afinal, o Figueirense está melhorando ou é uma ilusão? Só um ingênuo não vê um acréscimo no rendimento do time, no sitema de jogo, na melhora do ataque, e em alguns itens da defesa, mesmo que esta tenha sérios problemas. Todo o restante, é falta de material humano mesmo. Ou seja, pode faltar grupo de jogadores suficiente para uma reação, pode faltar tempo também. Mas que melhorou, melhorou.

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Maturidade, consistência, mas erros impedem vitória do Figueirense contra a Ponte Preta

08 de setembro de 2012 33

Começou tudo às avessas para o Figueirense no 2 a 2 com a Ponte Preta. Primeiro Fernandes, que seria o fator de equilíbrio do time, deixa o campo sentindo lesão.

Logo depois, gol de cabeça da Ponte, em mais um episódio, de tantos, de má colocação da zaga, que faz com que Wilson saia vendido e o time leve o gol.

Tudo para o time afundar como em muitos jogos. Mas não foi o que vimos. Já que Goiano pode ajudar muito o Figueira de forma pontual neste início de trabalho e, no que está ao seu alcance, ele consegue.

Goiano não pode é fazer milagre. Ou seja, lidar contra um departamento médico/físico/fisioterápico que deixa o time constantemente desfalcado e contra um problema de formação de time no setor defensivo. São duas coisas que só a médio ou longo prazo pode ser corrigido e talvez o Figueira não tenha este tempo dentro desta competição.

Mas Goiano pode ajudar o time a manter a calma em momentos difíceis. Em não deixar de acreditar. Em colocar o time sempre bem postado nas ações ofensivas. E, neste último item, foi que saiu o gol de Aloisio. O crescimento do atacante se dá exponencialmente pelo bom entendimento do material que Goiano tem em mãos.

Aliás, quase houve um empate numa arrancada de Caio. Outra “inteligência” de Goiano, que achou a fórmula para este jogador aproveitar seu potencial. E foi justamente ele que garantiu a virada, ainda na primeira etapa, oportunista, no lugar certo, na hora certa.

Literalmente, assistimos a um jogo casca grossa. A Ponte Preta vinha de quatro jogos sem perder. O Figueirense de quatro pontos em seis contra Fluminense e Corinthians. A Macaca era, nada mais nada menos, que um dos líderes, junto ao Grêmio, do returno.

No Moisés Lucarelli, muita coisa em jogo, principalmente para o Figueira, devido à necessidade de ter um pouco de gás na luta para sair do Z-4.

Na primeira etapa, passada a intensidade dos minutos em que aconteceram os gols do 1 a 1, a igualdade dos times preponderou, o que é boa notícia para o Figueira. Sinal de que uma consistência tática foi atingida. E golzinho no final foi um prêmio ao time mais vertical na etapa.

E na segunda etapa, o preparo físico cobraria sua conta como tem acontecido?

Não sei se dá para considerar problema físico o terreno que o Figueira cedeu para uma pressão inicial da Ponte. Mas que houve esta situação não há dúvida. Mas sempre uma ameaça que não era concreta. Ou seja, um risco sob controle do time de Floripa. O problema era abdicar do contra-ataque.

Fato é que, talvez para dar um gás, Goiano preparou Doriva ainda na faixa dos 20 minutos para entrar e dar sua contribuição. A saída de Tulio até é compreensível. Ele vem jogando de forma muito intensa. Deve estar no limite e precisando de um alívio. Mas que o time perde muito com sua saída é inegável.

Quanto à entrada de Julio Cesar, se deve a dois motivos: o primeiro, reintegrar e dar ritmo a este jogador que é fundamental numa campanha consistente; o segundo, pelo fato de Aloísio demonstrar sinais de desconforto muscular (olha a preparação física aí, novamente!).

A nova formação não encaixou redondinho e a Ponte seguiu com mais volume e quase marcou com Nicão, aos 30 minutos. Aos 35 minutos, o empate veio e, claro, via aérea.

E assim seguiu: a Ponte em cima, o Figueira se segurando, sem o contra-ataque. Ronny, por exemplo, além de individualista, coloca a gravata. Será por quê?

Resumo bom da obra: virtudes bem exploradas por Goiano: garra, motivação, o que tem de bom bem utilizado e um padrão tático mais ajeitado.

Resumo ruim da obra: zaga segue falhando, as alas são deficientes, o time sofre com falta de preparo físico e jogadores se machucam aos borbotões, fruto de um preparo físico inadequado.

Menos mal que, na balança, o Figueira pelo menos parou de perder.

 

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