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Posts com a tag "América-MG"

Previsão do tempo na Ressacada: instável, mas com chance de voltar à Série A

13 de agosto de 2014 12

Quem mora na Ilha da Magia sabe: aqui faz sol e chuva no mesmo dia. Aqui faz friozão e muito calor num espaço de 24 horas dentro do inverno. No Verão, um dia é lindo, no outro é carrancudo.

Aqui também falta luz (na terra dos apagões, ontem foi a vez do Carianos). Mas a luz da lua e a luz do Sol compensam, são mágicas, têm uma energia por aqui sem igual acolá.

E nessa Ilha mora o Avaí.

No Avaí um dia é de ataque que não funciona. No outro ele reaparece do nada.

Um dia é de futebol sofrível, no outro ele surge como que por encanto.

O que não falta nunca, como a luz do Sol e da Lua é raça.

Porque a Ilha é linda, muitas vezes inóspita, mas é guerreira. Assim é o Avaí. Clube de difícil compreensão para quem não é da Ilha, assim como o próprio lugar onde habita.

Este time, cheio de dificuldades, mas cheio de energia, numa noite onde o tempo migrava dos 28°C da tarde para os 10°C da noite, onde o sol deu lugar à chuva, 2000 avaianos corajosos viram o Avaí beliscar o G-4 ao superar o América-MG.

Previsão do tempo hoje é de volta à Série A. Amanhã pode não ser. Mas o Avaí é assim, surpreendente!

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É preciso fazer algo urgente para o Figueirense não entrar na UTI, se é que há algo a fazer

09 de setembro de 2013 75

Sempre que um clube catarinense está em dificuldade em nível nacional, acho que é dever da mídia e até dos times rivais do Estado em pensar como ajudar esta equipe. Porque perder um representante forte, lutando pelo G-4, na Série B, ou perder uma vaga na Série A é ruim para todos.

Quero dizer com isso que é bom a competitividade, mas em alto nível, não com a derrocada do rival.

Digo isso por estar extremamente preocupado com o Figueirense. Mais até do que estava quando o Avaí beirava o Z-4 ainda neste campeonato.

Falo por ver um Scarpelli com menos de 3 mil torcedores. Por ver um time que visivelmente definha. Por ver que a escolha do técnico provavelmente não vai atender à necessidade que o time teria para recuperar-se.

A pior coisa que pode acontecer para uma equipe é perder a parceria de sua torcida. O torcedor alvinegro, machucado, agredido pela briga de bastidores que viu acontecer no clube no último ano, cansou-se. Quem ainda tem indignação, vai a campo e manifesta. Os demais, deixaram de pagar e ir ao estádio.

Já vimos o clube em situações mais difíceis não estar “abandonado”. Ter o torcedor ao lado. Que situação para um clube que tem sua origem altamente popular. 

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A greve dos ônibus e o impacto no jogo do Avaí

10 de junho de 2013 31

O partida entre Avaí e América, amanhã, às 22h, será bastante afetada se, até lá, a greve dos ônibus estiver mantida.

Até porque o horário é tarde, o torcedor que vem da Grande Florianópolis, ou mesmo mora nos bairros certamente não vai comparecer.

Como o público na Ressacada não tem sido dos maiores, podemos ter um estádio com pouco mais de mil torcedores, se chegar a isso.

Agora, resta saber se isso é positivo para o momento que vive Ricardinho, que é de pressão por parte da torcida (que fica diminuída) ou se é ruim para o time, caso o torcedor optasse por incentivar o time.

Enfim, vai que a greve termina hoje ou amanhã, o que parece difícil de acontecer, mas vale a reflexão.

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Grande atuação da rodada ficou para o Figueirense, menção para o Avaí que fez dever de casa

29 de maio de 2013 65

Chapecoense perde pontos em casa e JEC é o primeiro de SC a ser derrotado na Série B do Brasileiro

Quase pirei zapeando pelo pay-per-view com os três jogos dos catarinenses simultâneos. Antes, curtimos a vitória do Avaí, por 2 a 1, sobre o Guaratinguetá.

Foi uma rodada produtiva, em termos de pontos, para a Capital. Porque o Figueirense goleou o América-MG, por 4 a 2, no Independência. Mais impactante que o resultado para a nação alvinegra seria ostentar a liderança da competição. O time está lá no encalço do Palmeiras, mas o golzinho bobo levado botou o Verdão na ponta.

Fiquei um pouco naquele mosaico que o pay-per-view oferece mas não gostei, você vê tudo e não vê nada. Então fui de zapping. Fiquei mais no jogo do Figueirense até a coisa se encaminhar.

Aí grudei no 1 a 1 da Chapecoense para torcer um pouco pelo Verdão.

Em Minas, o time do Figueira dava um banho de bola no América, quando resolveu que parte do jogo deveria ter emoção. O Alvinegro controlava de forma soberana as ações no primeiro tempo, mas cedeu o 2 a 1 no finalzinho da etapa. Então levava uma pressão no início do segundo tempo quando chegou ao 3 a 1 e aí passou a controlar a situação, até sofrer o segundo gol, que não passou de mais um susto no jogo, mas significou a perda da liderança.

A grande diferença do Figueira de agora para o Estadual chama-se referência de ataque. Seja com Rafa Costa e até mesmo com Pablo, que entrou, há gente preocupando os zagueiros adversários, então Ricardinho e Maílson têm muito mais produtividade.

Agora, o que não muda no time é a facilidade com que o setor defensivo se complica e transforma jogo fácil em algo mais tenso. Quando será que o ex-zagueiro Adilson vai achar um equilíbrio para o setor? Já é tempo.

Em Erechim, o Verdão bebeu do veneno que o Avaí havia tomado diante do Oeste. Construiu a vantagem e, pelo menos enquanto eu havia migrado para conferir a partida era dono do espetáculo. Cochilou e o visitante achou o empate num bonito gol, um chute de fora da área de Fernandes.

Já o Joinville, que foi o jogo que menos eu conferi, parece que não se encontra fora de casa. Levou 2 a 1 do Atlético e, dos catarinenses, é o pior colocado na tabela.

Isso porque o Leão venceu em casa. Ganhou, mas não convenceu. As menos de quatro mil almas que foram à Ressacada prestigiar o Avaí são um reflexo. Mostram que o torcedor diminui em número de forma proporcional à qualidade do futebol que é apresentada. O Avaí não corresponde em um vinte avos ao que se imagina possa produzir tendo ao seu dispor uma dupla do nível Marquinhos/Cléber Santana.

O técnico Ricardinho, por esta equação mal resolvida, já recebeu vaias contundentes, que só não foram maiores justamente pelo pequeno número de torcedores. Esta é uma realidade. Mas há outra: a boa campanha. Sim, o empate fora e a vitória em casa está absolutamente dentro da cartilha de um time que pensa em acesso.E, aí, não há argumento contra o técnico que pese. Uso as palavras do narrador Salles Júnior, da CBN/Diário, ao final da partida: “Série B é isso mesmo, no sufoco e na raça”.

Era isso, noite agitada para quem cobre futebol e para quem gosta de ver seu time e/ou conferir e, em alguns casos, secar os demais.

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Vergonheira gelada

16 de maio de 2013 88

Olha, em partidas como esta da eliminação do Avaí por 3 a 0 diante do América-MG, querer entender o porque de uma goleada é algo muito complexo, ainda mais da forma como ocorreu, dentro de casa, quando o time inclusive tinha a vantagem do empate.

Não é proibido perder do América. Nem seria uma catástrofe, se ocorresse ao natural, com escores coerentes.

Mas foi anormal. A forma como o Avaí perdeu foi muito tranquila (para o América, claro).

Foi, na realidade, uma vergonheira do ponto de vista competitivo. Porque não é admissível vender uma derrota tão barato como o Leão proporcionou esta noite.

A perda de uma renda fantástica contra o Internacional é o mínimo nesta análise. Há o moral para encarar a Série B que fica muito abalado.

Bom, fato é que o Avaí conseguiu a façanha nesta noite gelada e sombria para a torcida avaiana: é o primeiro catarinense eliminado na Copa do Brasil.

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O sagrado gol fora na Copa do Brasil disse presente nas ações de Criciúma e Avaí

08 de maio de 2013 28

 Copa do Brasil não se mede por qualidade de adversário, não se julga por desempenho, a grande sacada é jogar pelo regulamento. E o golzinho fora que o Tigre achou no 1 a 1 diante do São Bernardo é a senha para a classificação futura.

Mas tudo que eu disse acima pode ser eliminado se junto ao “sagrado” gol fora pudermos aliar bom desempenho com vitória fora de casa. Aí o que é bom, aceitável, até recomendável, vira tranquilidade. Claro, estamos falando da vitória do Avaí sobre o América, por 1 a 0, na Arena Independência.

Hoje temos a tarefa mais difícil dos catarinenses. Forjar um bom resultado diante do Santos é a missão do JEC. Terá que ser na empolgação da torcida, na raça. Porque só um bom resultado leva esperanças para o jogo de volta. A Arena lotada estará linda.

E o Figueirense fica na “obriga” como dizemos na gíria do futebol. É em Arapongas e voltar de lá classificado seria a matemática perfeita.

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Volta ao torneio em 90 minutos. E de bicicleta pilotada por Julinho e com centroavante que marca

15 de junho de 2012 60

Eu respeito muito jogador que faz coisas extraordinárias. Ou melhor, explicando com mais detalhes, é o cara diferenciado em ações de alta complexidade técnica o dono de credenciais que me levam brilhar os olhos, a ter expectativa, a cultivar esperança.

Sim, porque o sujeito pode “jogar para a torcida” e, taticamente, não ajudar em nada.

Mas Julinho, neste jogo, protagonizou uma pintura, um golaço, uma bicicleta clássica que, além de resultar em gol, o primeiro do 2 a 0 sobre o América-MG, foi um recurso técnico inteligente para ganhar tempo no lance. Um milésimo de segundo que o cérebro decide por brilhar e que poucos conseguem perpetuar nos gramados.

E Julinho não jogou “para a torcida”. Jogou para o time. Uma equipe que, no primeiro tempo, mandou no jogo. Um duelo truncado, sim; de pouca plasticidade tática, sim. Mas só um grupo de jogadores, e este foi o avaiano, desejou o gol, tentou o tento e, por este motivo, colecionou algumas chances.

E, convenhamos, de que interessa a beleza tática quando ganhamos um presente como o golaço de Julinho?

Veja, na primeira etapa falamos de um Avaí melhor que um América que aqui na nossa bela Ilha chegou com crachá de líder.

Na segunda etapa, um Avaí competitivo, precavido, um pouco daquele time consciente que ganhou o Estadual desfilou na grama pesada e em mutação para adequar-se ao inverno.

Então Hemerson Maria merece, nesta noite, mérito por articular um conjunto consistente, com compreensão do adversário, com ímpeto e se impondo psicológica, física e taticamente.

E o estreante Diogo Acosta, no meio deste cenário, se movimentou, tentou, e foi premiado com um gol de persistência, o segundo avaiano. Vislumbra-se qualidade nesta peça, por seu posicionamento inteligente, por alguma qualidade no cabeceio e, principalmente, pele espírito de participação.

Uma menção mais que honrosa ao jogador Mika, tático, vertical, simples e perigoso nos arremates.

E, claro, à movimentação engenhosa e cadenciada de Cléber Santana. Este, aliás, arquitetou a jogada do segundo gol.

Também não dá para deixar de mencionar o rodízio de marcação que fez Gilberto capengar no meio e Fábio Júnior não mais que passear por Floripa. Jogar futebol, estes dois bons jogadores não o fizeram, muito por mérito da leitura feita por Hemerson de como neutralizá-los.

Não foi uma noite memorável do Avaí, um show de bola, um mergulho num futebol vistoso. Decididamente, não. Mas foi uma jornada na Ressacada em que, quem pagou o ingresso, teve seu dinheiro devolvido com juros e correção monetária por intermédio de um golaço, de atuações individuais de destaque e de um time honesto na aplicação e no respeito pela camisa que vestem.

Aliás, pequenos regozijos como o da noite de hoje constroem uma campanha forte em séries B. Dão combustível para uma equipe se sentir capaz, almejar voos maiores. Oxalá seja um abandono daquele início de campeonato insosso que fazia o Avaí e o início de um torneio mais dinâmico e inclusivo para o campeão catarinense.

Definitivamente, um jogo que merecia o dobro de torcedores, no mínimo, que os parcos e decepcionantes 4,8 mil presentes à Ressacada.

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Um favoritismo relativo do Figueirense, diante do Avaí, no duelo de domingo na Ressacada

02 de dezembro de 2011 67

O Figueirense é favorito. Mas não é “favoriiiitoooo” para o clássico do próximo domingo, na Ressacada.

Pela campanha que fez, pelos pontos a mais que o adversário que acumulou, demonstrou ter melhor time, mais conjunto.

Mas o melhor desempenho no Nacional, em clássico, não é o único ingrediente.

O Figueira vem de duas derrotas. Jogará pressionado para buscar a vitória, coisa que demonstrou não saber fazer ao longo do campeonato.

Neste mesmo campeonato, jogando melhor, pecou em detalhes e perdeu o jogo ida para o Leão.

Pegará um adversário com a honra ferida, querendo dar uma resposta à torcida, tentando tirá-lo da Libertadores e tentando evitar que o principal rival bata a melhor colocação na história em Brasileiros.

Então, o termo favorito é bastante relativo. Apenas para contextualizar. Em campo, teremos um jogo de tirar o fôlego.

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Fim da novela não foi legal. E diretorias de Figueirense e Avaí ficaram estremecidas

01 de dezembro de 2011 112

 Infelizmente, mesmo com a ação dos órgãos públicos, o Avaí optou por esvaziar o clássico. Ao invés de reduzir para R$ 50 o setor do Figueira, estabeleceu um preço mínimo de R$ 70 para todos (ou quase, porque tem a “costeirinha”, no D).

 Ao invés de ceder e baratear para todos, deixaram caro para todos. A diretoria do Figueirense neste episódio lembrou de um acordo entre os clubes para manutenção dos preços. O que configuraria quebra de palavra, o que é grave. A direção do Avaí contra-atacou com um suposto não cumprimento de espaço de 3.000 lugares ao Avaí no primeiro clássico.

 A suposta boa relação que as diretorias tinham, foi para o espaço (confira matéria de hoje no DC, se você for cadastrado no site, e confira os valores no diario.com.br).

 Estamos vivendo um pré-clássico triste. Um exemplo de como não proceder.

 Bom, a partir de hoje vou tentar focar agora nos times e no jogo. Vamos ver se o dia vai permitir. Aí à tarde já coloco novo post para discutirmos algo mais legal.

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Agitação no Conselho do Avaí, novos preços de sócios e os ingressos dos visitantes no clássico

29 de novembro de 2011 68

O Conselho do Avaí esteve reunido ontem. Dei uma olhada nos blogs (Avaixonados, Tarnowsky, e DNA, que foram os que já trataram sobre o evento. E o clicEsportes e o site oficial do Avaí. Neles você já tem detalhes dos preços e de muito do que foi discutido e ainda causa polêmica.

Pontos positivos

- Houve real baixa nos valores para associados, com valores competitivos no mercado a aceitáveis para a atual conjuntura.

- Houve presença grande de conselheiros, o que é significado de que o clube terá amparo na Série B

- Vejo nos blogs pedidos de esclarecimentos importantes ao clube, que, parece, serão respondidos oficialmente aos conselheiros. Isso é importante se ocorrer.

Pontos negativos

- Se o afluxo de conselheiros foi significativo, o de torcedores ainda não demonstra uma mobilização.

- A oposição se manifestou ostensivamente via twitter, mas não ficou claro para mim o que realmente discordam pela aprovação em massa do plano. O máximo que compreendi é que gostariam de mais tempo de discussão e avaliação. Porque a redução nos valores, houve.

Aumento abusivo dos preço dos ingressos no clássico? 

Mudando de assunto: espero sinceramente que a diretoria do Avaí não aumente ingressos abusivamente para o clássico (se você for cadastrado, leia matéria de hj do DC, se não for, é gratuito, vale a pena).

Não seria uma atitude de cavalheiro elevar a R$ 100 ou mais o visitante. O setor do Figueira lotado é uma conseqüência que vai ocorrer pela fase do time em contraste com a do Avaí, evitar isso de forma artificial seria até ruim para a imagem avaiana.

O que pode ser feito é a venda só para sócios de ingressos que não são no setor de visitantes, para evitar mistura de torcidas.

Hoje isso deve ser definido e vamos discutir aqui.

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