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Posts com a tag "América-MG"

Vergonheira gelada

16 de maio de 2013 87

Olha, em partidas como esta da eliminação do Avaí por 3 a 0 diante do América-MG, querer entender o porque de uma goleada é algo muito complexo, ainda mais da forma como ocorreu, dentro de casa, quando o time inclusive tinha a vantagem do empate.

Não é proibido perder do América. Nem seria uma catástrofe, se ocorresse ao natural, com escores coerentes.

Mas foi anormal. A forma como o Avaí perdeu foi muito tranquila (para o América, claro).

Foi, na realidade, uma vergonheira do ponto de vista competitivo. Porque não é admissível vender uma derrota tão barato como o Leão proporcionou esta noite.

A perda de uma renda fantástica contra o Internacional é o mínimo nesta análise. Há o moral para encarar a Série B que fica muito abalado.

Bom, fato é que o Avaí conseguiu a façanha nesta noite gelada e sombria para a torcida avaiana: é o primeiro catarinense eliminado na Copa do Brasil.

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O sagrado gol fora na Copa do Brasil disse presente nas ações de Criciúma e Avaí

08 de maio de 2013 28

 Copa do Brasil não se mede por qualidade de adversário, não se julga por desempenho, a grande sacada é jogar pelo regulamento. E o golzinho fora que o Tigre achou no 1 a 1 diante do São Bernardo é a senha para a classificação futura.

Mas tudo que eu disse acima pode ser eliminado se junto ao “sagrado” gol fora pudermos aliar bom desempenho com vitória fora de casa. Aí o que é bom, aceitável, até recomendável, vira tranquilidade. Claro, estamos falando da vitória do Avaí sobre o América, por 1 a 0, na Arena Independência.

Hoje temos a tarefa mais difícil dos catarinenses. Forjar um bom resultado diante do Santos é a missão do JEC. Terá que ser na empolgação da torcida, na raça. Porque só um bom resultado leva esperanças para o jogo de volta. A Arena lotada estará linda.

E o Figueirense fica na “obriga” como dizemos na gíria do futebol. É em Arapongas e voltar de lá classificado seria a matemática perfeita.

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Volta ao torneio em 90 minutos. E de bicicleta pilotada por Julinho e com centroavante que marca

15 de junho de 2012 60

Eu respeito muito jogador que faz coisas extraordinárias. Ou melhor, explicando com mais detalhes, é o cara diferenciado em ações de alta complexidade técnica o dono de credenciais que me levam brilhar os olhos, a ter expectativa, a cultivar esperança.

Sim, porque o sujeito pode “jogar para a torcida” e, taticamente, não ajudar em nada.

Mas Julinho, neste jogo, protagonizou uma pintura, um golaço, uma bicicleta clássica que, além de resultar em gol, o primeiro do 2 a 0 sobre o América-MG, foi um recurso técnico inteligente para ganhar tempo no lance. Um milésimo de segundo que o cérebro decide por brilhar e que poucos conseguem perpetuar nos gramados.

E Julinho não jogou “para a torcida”. Jogou para o time. Uma equipe que, no primeiro tempo, mandou no jogo. Um duelo truncado, sim; de pouca plasticidade tática, sim. Mas só um grupo de jogadores, e este foi o avaiano, desejou o gol, tentou o tento e, por este motivo, colecionou algumas chances.

E, convenhamos, de que interessa a beleza tática quando ganhamos um presente como o golaço de Julinho?

Veja, na primeira etapa falamos de um Avaí melhor que um América que aqui na nossa bela Ilha chegou com crachá de líder.

Na segunda etapa, um Avaí competitivo, precavido, um pouco daquele time consciente que ganhou o Estadual desfilou na grama pesada e em mutação para adequar-se ao inverno.

Então Hemerson Maria merece, nesta noite, mérito por articular um conjunto consistente, com compreensão do adversário, com ímpeto e se impondo psicológica, física e taticamente.

E o estreante Diogo Acosta, no meio deste cenário, se movimentou, tentou, e foi premiado com um gol de persistência, o segundo avaiano. Vislumbra-se qualidade nesta peça, por seu posicionamento inteligente, por alguma qualidade no cabeceio e, principalmente, pele espírito de participação.

Uma menção mais que honrosa ao jogador Mika, tático, vertical, simples e perigoso nos arremates.

E, claro, à movimentação engenhosa e cadenciada de Cléber Santana. Este, aliás, arquitetou a jogada do segundo gol.

Também não dá para deixar de mencionar o rodízio de marcação que fez Gilberto capengar no meio e Fábio Júnior não mais que passear por Floripa. Jogar futebol, estes dois bons jogadores não o fizeram, muito por mérito da leitura feita por Hemerson de como neutralizá-los.

Não foi uma noite memorável do Avaí, um show de bola, um mergulho num futebol vistoso. Decididamente, não. Mas foi uma jornada na Ressacada em que, quem pagou o ingresso, teve seu dinheiro devolvido com juros e correção monetária por intermédio de um golaço, de atuações individuais de destaque e de um time honesto na aplicação e no respeito pela camisa que vestem.

Aliás, pequenos regozijos como o da noite de hoje constroem uma campanha forte em séries B. Dão combustível para uma equipe se sentir capaz, almejar voos maiores. Oxalá seja um abandono daquele início de campeonato insosso que fazia o Avaí e o início de um torneio mais dinâmico e inclusivo para o campeão catarinense.

Definitivamente, um jogo que merecia o dobro de torcedores, no mínimo, que os parcos e decepcionantes 4,8 mil presentes à Ressacada.

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Um favoritismo relativo do Figueirense, diante do Avaí, no duelo de domingo na Ressacada

02 de dezembro de 2011 67

O Figueirense é favorito. Mas não é "favoriiiitoooo" para o clássico do próximo domingo, na Ressacada.

Pela campanha que fez, pelos pontos a mais que o adversário que acumulou, demonstrou ter melhor time, mais conjunto.

Mas o melhor desempenho no Nacional, em clássico, não é o único ingrediente.

O Figueira vem de duas derrotas. Jogará pressionado para buscar a vitória, coisa que demonstrou não saber fazer ao longo do campeonato.

Neste mesmo campeonato, jogando melhor, pecou em detalhes e perdeu o jogo ida para o Leão.

Pegará um adversário com a honra ferida, querendo dar uma resposta à torcida, tentando tirá-lo da Libertadores e tentando evitar que o principal rival bata a melhor colocação na história em Brasileiros.

Então, o termo favorito é bastante relativo. Apenas para contextualizar. Em campo, teremos um jogo de tirar o fôlego.

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Fim da novela não foi legal. E diretorias de Figueirense e Avaí ficaram estremecidas

01 de dezembro de 2011 112

 Infelizmente, mesmo com a ação dos órgãos públicos, o Avaí optou por esvaziar o clássico. Ao invés de reduzir para R$ 50 o setor do Figueira, estabeleceu um preço mínimo de R$ 70 para todos (ou quase, porque tem a "costeirinha", no D).

 Ao invés de ceder e baratear para todos, deixaram caro para todos. A diretoria do Figueirense neste episódio lembrou de um acordo entre os clubes para manutenção dos preços. O que configuraria quebra de palavra, o que é grave. A direção do Avaí contra-atacou com um suposto não cumprimento de espaço de 3.000 lugares ao Avaí no primeiro clássico.

 A suposta boa relação que as diretorias tinham, foi para o espaço (confira matéria de hoje no DC, se você for cadastrado no site, e confira os valores no diario.com.br).

 Estamos vivendo um pré-clássico triste. Um exemplo de como não proceder.

 Bom, a partir de hoje vou tentar focar agora nos times e no jogo. Vamos ver se o dia vai permitir. Aí à tarde já coloco novo post para discutirmos algo mais legal.

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Agitação no Conselho do Avaí, novos preços de sócios e os ingressos dos visitantes no clássico

29 de novembro de 2011 68

O Conselho do Avaí esteve reunido ontem. Dei uma olhada nos blogs (Avaixonados, Tarnowsky, e DNA, que foram os que já trataram sobre o evento. E o clicEsportes e o site oficial do Avaí. Neles você já tem detalhes dos preços e de muito do que foi discutido e ainda causa polêmica.

Pontos positivos

- Houve real baixa nos valores para associados, com valores competitivos no mercado a aceitáveis para a atual conjuntura.

- Houve presença grande de conselheiros, o que é significado de que o clube terá amparo na Série B

- Vejo nos blogs pedidos de esclarecimentos importantes ao clube, que, parece, serão respondidos oficialmente aos conselheiros. Isso é importante se ocorrer.

Pontos negativos

- Se o afluxo de conselheiros foi significativo, o de torcedores ainda não demonstra uma mobilização.

- A oposição se manifestou ostensivamente via twitter, mas não ficou claro para mim o que realmente discordam pela aprovação em massa do plano. O máximo que compreendi é que gostariam de mais tempo de discussão e avaliação. Porque a redução nos valores, houve.

Aumento abusivo dos preço dos ingressos no clássico? 

Mudando de assunto: espero sinceramente que a diretoria do Avaí não aumente ingressos abusivamente para o clássico (se você for cadastrado, leia matéria de hj do DC, se não for, é gratuito, vale a pena).

Não seria uma atitude de cavalheiro elevar a R$ 100 ou mais o visitante. O setor do Figueira lotado é uma conseqüência que vai ocorrer pela fase do time em contraste com a do Avaí, evitar isso de forma artificial seria até ruim para a imagem avaiana.

O que pode ser feito é a venda só para sócios de ingressos que não são no setor de visitantes, para evitar mistura de torcidas.

Hoje isso deve ser definido e vamos discutir aqui.

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Espião? Ahahahahahah

26 de novembro de 2011 26

Piada tem hora. Esta notícia veiculada pelo Globo.com (clique aqui e confira) é válida para o folclore do futebol. E só.

Ora, todos conhecem por A + B como joga o Figueirense. Seus pontos fortes e fracos.

Agora achar que o Jorginho, neste treino citado, ensaiou alguma jogada pontual é, no mínimo, ingenuidade. Para não dizer outra coisa. Aliás, as constatações do tal Mauro são absolutamente conhecidas de qualquer garoto acima de 7 anos de idade que entenda de futebol.

O treino em que Jorginho posicionou jogadores para bolas paradas e em que distribuiu taticamente a equipe pensando no adversário foi totalmente fechado.

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Vamos torcer para Julio Cesar jogar pelo Figueirense, domingo, contra o Corinthians

25 de novembro de 2011 73

Contra o Fluminense, a história daquela partida poderia ter sido diferente. Se Aloísio marca aquele gol, cara a cara, no primeiro tempo, ou se o pênalti é marcado e o Figueira sai na frente, a coisa seria diferente. O Flu passaria a ter de agredir, e o famoso contra-ataque alvinegro estaria à espreita. O "se" não joga, mas ensina muita coisa para o futuro.

 A mecânica do Figueira funciona melhor com Nem e Julio Cesar. Nem continuou jogando bem naquela partida. O problema foi Aloísio. Sem querer queimar o atleta. Pelo contrário. Merece quantas chances forem necessárias. Mas precisaria um ajuste tático, ele gosta de jogar diferente.

Pois bem, diante deste quadro, atualmente julgo fundamental que Julio Cesar volte ao time. Se puder jogar só 45 minutos, que comece jogando e seja substituído no intervalo. Agora, se não tiver condições, então o melhor é não arriscar.

Neste caso, eu utilizaria Nem e Héber. Este um jogador que perdeu espaço e o técnico deve ter suas razões. Mas esta ali, já mostrou qualidade e pode dar sua contribuição.

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Alguém tem que avisar ao Figueirense sobre o fato de o Corinthians já ser o campeão brasileiro. Não precisa nem entrar em campo no Scarpelli

24 de novembro de 2011 71

Pelo menos é este o encaminhamento de alguns dentro do clube, nos bastidores, da torcida e, também, de grande parte da mídia.

Tem um ditado muito usado pelo mané: “jogo é jogado, lambari é pescado”.

Lembro sempre desta sabedoria quando leio matérias como esta (clique aqui e confira) da Folha de São Paulo.

É um jornal muito conceituado, porém algumas vezes arrogante. E, nesta matéria, já trata de como serão entregues as faixas de campeão, diante do Palmeiras. É só um exemplo.

Tá certo, é necessário anteceder uma “possibilidade”, mas ouvi alguém dizer por aí que já há champanhas compradas com antecedência em uma casa noturna da cidade, com câmeras já sendo instaladas para registrar o brinde. Aí já passa apenas de uma prévia preparação.

É bom não esquecer que a “consciência” de que pode algo, às vezes, é um passo para desandar a maionese. É o caso do Figueira contra o Flu. A empolgação, a vontade, a confiança, viraram uma sonora goleada.

O Figueira, tenho certeza, aprendeu sua lição. E o Timão? E sua torcida?

Posé, não esqueçam, que o Figueira fazer o “crime” não será uma zebra. E o Flu conseguir duas vitórias também não. Ou o Vasco conseguir vitórias não é nada anormal. Eu sugeriria calma aos fieis, mas acho que, neste momento, não escutam mais nada.

E à assessoria de imprensa do Figueira não é preciso nem recomendar. Competentes, já devem ter clipado todo este oba-oba. Não é preciso mais que 15 minutos com um vídeo de matérias dos jornais paulistas, um print screen do site corintiano e duas ou três declarações de torcedores do Timão para que o time catarinense entre em campo mordendo a grama.

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O aprendizado com a questão dos ingressos para grandes jogos do Figueirense no Orlando Scarpelli

23 de novembro de 2011 113

Sobre a questão dos ingressos, esperei passar o processo todo para fazer um post. Fica um grande aprendizado para o futuro do Figueirense. Já que, sabemos, pode vir uma Libertadores por aí e, também, o clube está com o pé na Copa do Brasil do ano que vem pelo ranking da CBF (isso é assunto para post posterior).

Primeiro, quero recomendar ao torcedor que freqüente direto o cover 400 horas (clique aqui), iniciativa inédita do dirio.com e clicesportes. Ali, os torcedores, com muita maturidade e diversidade de opinião, estão discutindo tudo, inclusive ingressos, deste jogão.

Segundo, quero convidar a todos a acompanhar o pré-jogo inédito, em conjunto com a TVCOM, no dia do jogo. Informações detalhadas para alvinegros dos dois lados, para ajudar na organização deste dia de Scarpelli com 19 mil torcedores.

Em relação ao que ocorreu, acho muito cômodo por parte da torcida achar que o clube deve rasgar dinheiro.Ou seja, não vender os ingressos, cuja receita é importantíssima. Já que está mais do que provado que a torcida do Figueirense, em todas as oportunidades que teve, não comprou a carga que ficou a sua disposição. Praticamente só sócios vão.

E concordo com a torcida que o Figueira deveria ter estabelecido que o setor B e C teriam a venda de ingressos casada com sócios. E, mais para sexta-feira, se não houvesse esgotamento da carga, aí vender liberado. Garantiria uma possibilidade de mais torcedores do Figueira (e é possibilidade porque ainda assim os ingressos teriam a grande chance de não serem adquiridos).

A solução, neste caso, seria um segundo isolamento, informal, feito por seguranças e homens da PM, feito na hora, de acordo com a demanda. Mas e o sócio, aceitaria se deslocar de sua cadeira?

Bom, como disse foi um aprendizado. Acho que não há mais dúvida. Em jogos com Inter, Grêmio, Flamengo, Vasco e Corinthians, o setor D será sempre do visitante. Pelo menos até que o Figueira consiga rechear de sócios aquele setor. E, em grandes jogos, o Figueira tem que limitar a venda de outros setores só a sócios. E, mais tarde, conforme a demanda, abrir na sexta-feira a venda para a outra torcida no setor C, trabalhando com uma barreir a móvel.

No mais, espero um bom jogo e muita civilidade.

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