Por um lado, é triste ver o estádio do Figueirense com um público tão acanhado, numa Série A de Brasileiro. O motivo todos sabemos. Por outro, quando despenca uma impiedosa chuva logo no início da segunda etapa e alguns torcedores, não mais que algumas centenas, ficam pulando e incentivando nas arquibancadas,chega a ser compensador.
Isso porque a essência de quem é alvinegro esta ali. O jogo era para tentar se manter vivo numa competição, algo que ainda é um sonho, mesmo após o 3 a 1 sobre o Atlético-GO.
A qualidade técnica não favorece. Mesmo assim, sob chuva e um vento frio que chegou, aqueles torcedores mandaram um recado aos jogadores: lutem até o fim.
Por este motivo que achei estranho ver o Aloisio fazendo sinal de silêncio para a torcida ao comemorar o primeiro gol. Não precisava.
E eu não quero o Ronny brilhando contra o Atlético-GO. Reformulando a frase: não quero SÓ brilhado contra o lanterna, gostaria de vê-lo sempre focado, concentrado e fazendo a diferença em jogos como os que estão por vir: São Paulo e Inter.
Bom, resumo da obra: onde há vida, há esperança. Agora é secar o Coritiba. E descobrir de que forma dá para aprontar algo para o São Paulo e Inter.
Difícil? Sim. Sonho? Sim. Improvável? Sim. Mas a matemática não matou, então segue o baile.
Galera, a partir de amanhã entro em férias, para gozar a segunda parte que tenho direito. No início de novembro estou de volta. Abraços. Paz e alegria no coração de todos.

