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Posts com a tag "Atlético-PR"

Vamos torcer para Julio Cesar jogar pelo Figueirense, domingo, contra o Corinthians

25 de novembro de 2011 73

Contra o Fluminense, a história daquela partida poderia ter sido diferente. Se Aloísio marca aquele gol, cara a cara, no primeiro tempo, ou se o pênalti é marcado e o Figueira sai na frente, a coisa seria diferente. O Flu passaria a ter de agredir, e o famoso contra-ataque alvinegro estaria à espreita. O “se” não joga, mas ensina muita coisa para o futuro.

 A mecânica do Figueira funciona melhor com Nem e Julio Cesar. Nem continuou jogando bem naquela partida. O problema foi Aloísio. Sem querer queimar o atleta. Pelo contrário. Merece quantas chances forem necessárias. Mas precisaria um ajuste tático, ele gosta de jogar diferente.

Pois bem, diante deste quadro, atualmente julgo fundamental que Julio Cesar volte ao time. Se puder jogar só 45 minutos, que comece jogando e seja substituído no intervalo. Agora, se não tiver condições, então o melhor é não arriscar.

Neste caso, eu utilizaria Nem e Héber. Este um jogador que perdeu espaço e o técnico deve ter suas razões. Mas esta ali, já mostrou qualidade e pode dar sua contribuição.

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Alguém tem que avisar ao Figueirense sobre o fato de o Corinthians já ser o campeão brasileiro. Não precisa nem entrar em campo no Scarpelli

24 de novembro de 2011 71

Pelo menos é este o encaminhamento de alguns dentro do clube, nos bastidores, da torcida e, também, de grande parte da mídia.

Tem um ditado muito usado pelo mané: “jogo é jogado, lambari é pescado”.

Lembro sempre desta sabedoria quando leio matérias como esta (clique aqui e confira) da Folha de São Paulo.

É um jornal muito conceituado, porém algumas vezes arrogante. E, nesta matéria, já trata de como serão entregues as faixas de campeão, diante do Palmeiras. É só um exemplo.

Tá certo, é necessário anteceder uma “possibilidade”, mas ouvi alguém dizer por aí que já há champanhas compradas com antecedência em uma casa noturna da cidade, com câmeras já sendo instaladas para registrar o brinde. Aí já passa apenas de uma prévia preparação.

É bom não esquecer que a “consciência” de que pode algo, às vezes, é um passo para desandar a maionese. É o caso do Figueira contra o Flu. A empolgação, a vontade, a confiança, viraram uma sonora goleada.

O Figueira, tenho certeza, aprendeu sua lição. E o Timão? E sua torcida?

Posé, não esqueçam, que o Figueira fazer o “crime” não será uma zebra. E o Flu conseguir duas vitórias também não. Ou o Vasco conseguir vitórias não é nada anormal. Eu sugeriria calma aos fieis, mas acho que, neste momento, não escutam mais nada.

E à assessoria de imprensa do Figueira não é preciso nem recomendar. Competentes, já devem ter clipado todo este oba-oba. Não é preciso mais que 15 minutos com um vídeo de matérias dos jornais paulistas, um print screen do site corintiano e duas ou três declarações de torcedores do Timão para que o time catarinense entre em campo mordendo a grama.

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O aprendizado com a questão dos ingressos para grandes jogos do Figueirense no Orlando Scarpelli

23 de novembro de 2011 113

Sobre a questão dos ingressos, esperei passar o processo todo para fazer um post. Fica um grande aprendizado para o futuro do Figueirense. Já que, sabemos, pode vir uma Libertadores por aí e, também, o clube está com o pé na Copa do Brasil do ano que vem pelo ranking da CBF (isso é assunto para post posterior).

Primeiro, quero recomendar ao torcedor que freqüente direto o cover 400 horas (clique aqui), iniciativa inédita do dirio.com e clicesportes. Ali, os torcedores, com muita maturidade e diversidade de opinião, estão discutindo tudo, inclusive ingressos, deste jogão.

Segundo, quero convidar a todos a acompanhar o pré-jogo inédito, em conjunto com a TVCOM, no dia do jogo. Informações detalhadas para alvinegros dos dois lados, para ajudar na organização deste dia de Scarpelli com 19 mil torcedores.

Em relação ao que ocorreu, acho muito cômodo por parte da torcida achar que o clube deve rasgar dinheiro.Ou seja, não vender os ingressos, cuja receita é importantíssima. Já que está mais do que provado que a torcida do Figueirense, em todas as oportunidades que teve, não comprou a carga que ficou a sua disposição. Praticamente só sócios vão.

E concordo com a torcida que o Figueira deveria ter estabelecido que o setor B e C teriam a venda de ingressos casada com sócios. E, mais para sexta-feira, se não houvesse esgotamento da carga, aí vender liberado. Garantiria uma possibilidade de mais torcedores do Figueira (e é possibilidade porque ainda assim os ingressos teriam a grande chance de não serem adquiridos).

A solução, neste caso, seria um segundo isolamento, informal, feito por seguranças e homens da PM, feito na hora, de acordo com a demanda. Mas e o sócio, aceitaria se deslocar de sua cadeira?

Bom, como disse foi um aprendizado. Acho que não há mais dúvida. Em jogos com Inter, Grêmio, Flamengo, Vasco e Corinthians, o setor D será sempre do visitante. Pelo menos até que o Figueira consiga rechear de sócios aquele setor. E, em grandes jogos, o Figueira tem que limitar a venda de outros setores só a sócios. E, mais tarde, conforme a demanda, abrir na sexta-feira a venda para a outra torcida no setor C, trabalhando com uma barreir a móvel.

No mais, espero um bom jogo e muita civilidade.

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A tese da “tamancada didática” que pode ter sido útil ao Figueirense para encarar o Corinthians domingo

22 de novembro de 2011 123

O título do post é meio maluco, mas explica muito do que vou dizer aqui. A tradicional desculpa de técnico para resultados mais expressivos (contra seu time, obviamente) é de que em todo tropeço a um aprendizado.

De fato, se não for mera desculpa, há o que se tirar de derrotas doloridas, em caso de times com recurso para reagir, claro (time ruim apanha num dia, e no outro leva bordoada de novo). E este o caso do Figueirense é o de quem tem farinha no saco para reagir.

E a principal lição é justamente a de não querer ser “superior” a times que lutam pelo título, como Fluminense e/ou Corinthians.

Jogar de igual para igual o Figueira pode, já provou. Mas neste momento da competição, algumas peças fazem o alto investimento de grandes clubes serem justificados.

Então é preciso descer um patamar, jogar como “decisão” e, não, mais um jogo. E, partida decisiva, todos sabem, tem características particulares.

Quando eu disse, na TVCOM e na CBN/Diário, na semana passada, que eu esperava um jogo “feio” diante do Flu, era porque queria um Figueirense compacto, jogando no erro do adversário, esperando e cutucando, como faz fora de casa com sucesso.

Muitos torcedores, no Twitter, me detonaram por tal postura. E, agora, adotam o mesmo discurso. Depois é fácil digitar; detonam antes, e adotam, na maior cara de pau, o discurso que criticavam.

Então, agora é hora de ver se a lição foi absorvida. A tamancada foi grande, mas, se a lição também valeu, essa pode ter sido, na realidade, uma benção ao Figueira.

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A derrota era a mais previsível da história. E não serviu para Ovelha observar (quase) nada no Avaí

19 de novembro de 2011 123

O que mais restava ao Avaí, senão fazer uma partida digna? O que propôs Mauro Ovelha ao manter Neguinho no comando dos três últimos jogos do Brasileiro? Observar atletas.

E Júnior Urso pisou na bola nesta observação. Convenhamos, ser expulso antes dos 20 minutos é brincadeira, né?

E os demais? Para não ficar um deserto de observação ao novo técnico, sobrou um jogador.

Quem não pisou na bola foi o goleiro Moreto, fez uma bela partida, ótimo cartão de visita.

No mais, William cumprindo tabela. Será que já está indo para o exterior, mesmo? Mas jogou, pelo menos, dignamente, como sempre.

Os demais? Não demonstraram um pingo de suor a mais para impressionar ninguém. Burocráticos, frios. Façam as malas, senhores, e a porta da rua é a serventia da casa.

Bom, em resumo, o Avaí perdeu como (quase) sempre neste Brasileiro, não ajudou o Figueirense (e isso a torcida azurra agradece), pouco Ovelha pode extrair desta observação (como todos os outros técnicos que passaram) e o Leão não conseguiu alimentar a ideia de escapar da lanterna.

É isso. Meio constrangedor um post para este tipo de situação, confesso. Como todos os avaianos, torço para chegar o ano que vem logo.

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Agora é #puedefigueira. E pode muito. Fla já foi. 19 mil no Scarpelli. Nem mais, nem menos contra o Flu

17 de novembro de 2011 80

Não há a menor dúvida. Se houvesse justiça, o Figueira sairia vencedor do Engenhão. O 0 a 0 foi uma punição, até justa, para o pênalti mal batido por Aloísio.

Mas o atacante não merece ser crucificado. Ele deu o passe que virou penalidade. Só acho que não deveria ter batido, não estava bem no jogo. Mas, repito, não é culpado de nada.

Ronaldinho Gaúcho, com o perdão da palavra forte, foi ridículo na partida. Em parte, porque parece sem vontade. De outro lado, porque foi implacavelmente marcado principalmente por Roger Carvalho.

Wellington Nem jogou muito. Aloísio estava meio travadão, normal já que não está de titular. Pena Júlio César ter sentido tão cedo.

Wilson trabalhou pouco, mas quando foi exigido? Fez um milagre. Ponto para ele.

A zaga do Figueira foi perfeita. Os volantes fizeram uma partida regular. Bruno foi muito bem, Juninho discreto porém eficiente.

Jorginho, taticamente, foi muito bem no jogo. Não pôde mudar muito pelas lesões, incluindo Túlio. Então foi obrigado a retardar a entrada de Fernandes.

O Flamengo mergulhou na marcação estilo “teia de aranha” do Figueira. Se enredou, ficou travado e dominado.

Bom, o negócio é o seguinte: o Figueirense está firme na luta pela Libertadores. Duas decisões em casa: Fluminense e Corinthians.

19 MIL NO SCARPELLI DOMINGO.

E o Furacão enlouquece sua nação. Haja coração.

Convido a todos para acompanhar o cover que está aberto 24 horas no diario.com e no clicEsportes (clique aqui e confira).

Ali haverá chats, entrevistas e a galera pode manifestar suas opiniões direto com a #puedeFigueira.

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Futebol ruim, confusão na arquibancada, descenso virtual e mais sofrimento para torcida do Avaí

16 de novembro de 2011 106

Depois de um campeonato inteiro no Z-4, de uma lanterna praticamente consolidada, à jornada desastrosa do Avaí faltava anexar, somente e infelizmente, o carimbo: “Matematicamente rebaixado”. A consolidação não aconteceu por mera formalidade matemática. Acontece que se houver empate entre Cruzeiro e Atlético, ainda sobraria um caminhão de gols separando o Avaí da Raposa. Virtualmente rebaixado.

Sinceramente, acho que até teria sido melhor que ocorresse logo o rebaixamento matemático. Encerraria este sofrimento da torcida, como um parente que pena com um ente desenganado, mas este não morre.

Sim, porque vamos combinar, sem rodeios: já é por demais constrangedor assistir a partidas como esta protagonizada por Avaí e Cruzeiro, um 0 a 0 que assassinou, sem dó nem piedade, a bola de futebol e a paciência da torcida.

Ah, mas houve chances de gols para o Avaí e até um gol mal anulado! Sim, é verdade. Mas falo do conjunto da obra e não de momentos isolados.

Valências físicas maltratadas. Alguns jogadores visivelmente se arrastam em campo, padecendo de condições físicas competitivas.

Outros apresentam deficiências técnicas incompatíveis com Série A.

Poupo nomes, é um momento que não carece de que personificar o fracasso ou alguém que simbolize o que houve de errado.

Não foi só o Avaí quem consolidou,com a apresentação pífia, sem inspiração tática, técnica e motivacional, o rebaixamento quase matemático. O próprio Cruzeiro não é digno, com este time, de permanecer na elite. Se conseguir, sua torcida tem de rezar para todos os santos.

Enquanto isso, nas arquibancadas, bombas no intervalo, e confusão onde? Ora, não preciso nem dizer, né?

Bom, a partir de agora é com Ovelha. Brasileiro de Série A já era. O negócio é entrar forte no Estadual e na Série B.

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Post três em um: Figueira e a luta pela lotação; Avaí e o flerte com Prisco; Tigre e o acesso emperrado

09 de novembro de 2011 73

Motivação para lotar o Scarpelli

Os ingressos para encarar o Galo e dar o primeiro passo rumo à Libertadores e ao sonho do título começam a ser vendidos amanhã (clique aqui e confira informação no DC). Sei, sábado não é dia de futebol. Às 19h não é horário de costume de torcedor. Mas dane-se. A hora é agora. Para o momento do Alvinegro, não aceito menos de 15 mil torcedores do estádio. Abaixo, um vídeo legal que está na internet, produzido por Premiere Futebol Clube. Confira:

 Aproximação Prisco/Avaí é complicada

Uma coisa parece bem clara nesta possibilidade de Paulo Prisco Paraíso investir no Avaí. Ele, PPP, não entrará no Leão como coadjuvante, não é seu estilo, sua forma de trabalhar. E, da maneira como Zunino comanda, não haveria química. Prisco não trabalha e nunca trabalhará como subordinado. O que pode acontecer é o filho Rodrigo funcionar como “aproximação”, Carlito como gerenciador e o pai PPP apenas entrar com o dinheiro. Mesmo assim, acho complicado. Matéria do DC deixa isso claro hoje. (se você for cadastrado no diario.com, clique aqui e leia)

Fato é que o Avaí, novamente, demora para sinalizar seu futuro. Se ainda acredita num milagre, deveria ter trocado o técnico para as últimas rodadas. A menos que vá ficar com Toninho Cecílio em 2012. Ou não tenha dinheiro para uma rescisão. São as três hipóteses que restam. Destas possibilidades não dá para fugir. 

A luta truncada do Criciúma

Sempre serei partidário da luta com garra e todas as forças enquanto houver chance. Até porque, em futebol, já vi muita coisa nestas minhas andanças de décadas de crônica esportiva. Por este motivo não jogo a toalha em relação ao Tigre. Mesmo com mais um empate em uma partida decisiva e fundamental, ontem, diante da Ponte Preta (clique aqui e veja como foi).

Nem em relação ao Avaí eu jogaria a toalha. Apenas não contrario a lógica (clique aqui e veja a classificação na reta final), por uma questão de coerência. A tendência é que o Tigre não consiga o acesso. Mas será por pouco, o que é um estímulo para o Estadual e para o ano que vem.

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Luta pela Libertadores já é realidade total com o G-5. Agora Figueirense tem que mirar o título

05 de novembro de 2011 173

Que o Figueirense está lutando pela vaga na Libertadores não acredito nem que o rival mais voraz, ou que o torcedor de times grandes mais arrogante não aceite. A presença no G-5 está lá, reluzindo e orgulhando nosso Estado.

Agora, eu já penso diferente: imagino uma campanha 100% a partir de agora, para chegar a 68 pontos, o que, hoje, daria um percentual próximo a 70% de chegar ao título.

Ora, porque não sonhar alto? Quem proíbe o direito de querer? Querer é poder.

Sem muitos detalhes táticos sobre o jogão de bola que assisti. Aliás, mais um do Figueirense fora de casa. Sem detalhar por um motivo muito simples: é absolutamente normal este desempenho maduro, organizado, efetivo e até mesmo empolgante com que o Alvinegro joga fora de casa. Especialmente contra times que ousam lhe atacar.

Desprovido das amarras do medo, da necessidade de pensar em rebaixamento, encontrou, ao natural, sua força, sua ousadia, permitiu-se (o grupo, o técnico, a própria torcida) sonhar alto, jogar sem medo, com gana, com organização, marcação incansável, contra-ataques mortais, moral assustadora.

Sim, o primeiro tempo foi mais incisivo no que descrevi acima. O segundo, por conta de um Botafogo com volúpia, com necessidade, um time que nunca perdera no Engenhão, que luta pelo título, precisava mais e procurou mais. O Figueira foi martelado à exaustão, já sem Bruno, e foi um time mais recuado, até pela ausência de seu braço ofensivo pela ala direita.

Tudo bem, o 1 a 0 já havia sido construído e foi mantido, para delírio da nação alvinegra. O Bahia fez sua parte e consolidou o Furacão lá, no G-5. Espetacular, histórico, orgulho para o Estado.

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Que o Figueirense e os jogadores assediados dêem uma banana ao Corinthians e respondam em campo

02 de novembro de 2011 43

Sobre a prática abominável de alguns grandes clubes de minar jogadores em ascensão com propostas, espero que a resposta seja dada em campo. Principalmente ao Corinthians.

O Figueirense está sofrendo uma prática abominável, condenável, sem ética por parte do Corinthians.

Eu sei bem como funciona. Um dirigente liga para a redação de um grande meio (no caso foi o Lance) e diz que está em negociação com fulano e beltrano.

Pronto. Por mais que o time assediado negue, a força da grande imprensa patrola e mina o ambiente do clube.

Espero que Julio Cesar e Roger Carvalho, experientes, rodados, não caiam nessa.

Podem e devem ir para desafios maiores por seus méritos e ótimas atuações. O mesmo vale para Cabeção, Juninho e 90% do grupo alvinegro.

Mas podem ficar, também, e fazer história como Wilson e Fernandes.

Há vida inteligente, próspera, com qualidade e futuro aqui em Floripa. As coisas mudaram.

Esta prática do Corinthians, que também é de outros clubes “grandes” já não deve pegar tanto por aqui, pessoas mais inteligentes, com mais poder de reflexão e visão de futuro.

Em outras praças ainda funciona.

Espero que o Figueira, como já fez com o Grêmio recentemente, dê uma banana ao Corinthias. E se quiser mesmo levar Julio Cesar, o que eu duvido, que pague a multa grande de seu contrato, que vai até 2012.

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