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Posts com a tag "Bahia"

Voa, Verdão!

12 de outubro de 2014 13

Espetacular o fato de a Chapecoense garantir, fora de casa, esta vitória de seis pontos sobre o Bahia. Foi magrinho, mas vale muuuito. Manteve o embalo pós apresentação mágica diante do Internacional (os inesquecíveis 5 a 0 que ficarão eternos na Arena Condá).

Para comprovar que a jornada diante do colorado gaúcho foi espetacular, basta ver que o Inter venceu o Fluminense por 2 a 1 neste domingo jogando muito bem.

Antes do jogo do Figueirense (que vamos comentar aqui também), o Verdão fica como melhor catarinense na Série A (confira a classificação clicando aqui).

Era importantíssimo este resultado, já que a sequência é contra um Galo em ascensão (está entrando no G-4), novamente fora de casa.

Que momento do nosso representante do Oeste na Série A. Um debut de alto nível. Para impor respeito.

 

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Pastana deixará o Figueirense pelo Bahia num desfecho natural de um roteiro que já estava pronto

29 de julho de 2014 11

Rodrigo Pastana está indo para o Bahia. Ponto.

Este fato deve ir a público, de fato, ainda hoje oficialmente pelo Figueirense, que aguarda seu presidente, Wilfredo Brillinger, para a manifestação oficial.

Mas o acerto com o Bahia, que a mídia baiana já trata como certa (clique aqui e confira) tem um roteiro que começou a nascer antes.

Acontece que Pastana teria saído do Figueirense antes da escolha do técnico Argel. Até porque Argel não era a sua opção. Ele gostaria de ter contratado Gilmar Dal Pozzo.

Mas a direção do Alvinegro ficou engessada: a saída recente do diretor Rodrigo Passoni, impediu uma saída honrosa de Pastana. Passoni criticou duramente Pastana, e se o presidente Wilfredo tirasse Pastana, pareceria que o motivo fora a ação de Passoni.

Seria dar avala a um dirigente que também criticara Wilfredo.

Agora com a investita do Bahia, criou-se um ambiente favorável. Os baianos já “namoravam” com Pastana no início do ano, mas o Figueira bancou a permanência do dirigente.

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A síndrome do maldito 2 a 0, um mal brasileiro, acometeu o Criciúma no jogo contra o Bahia

12 de setembro de 2013 10

“Era para vencer e vencer sobrando”. Estas palavras de Silvio Criciúma, após o jogo, foram as que balançaram com minha análise. Porque bateram com o pensamento que fiquei em mente no empate do Tigre com o Bahia: por que este maldito resultado de 2 a 0 é tão danoso aos times brasileiros?

Ora, convencionou-se dizer que 2 a 0 é um “resultado perigoso”, o que considero uma das grandes bobagens analíticas do futebol nacional.

De tanto se martelar este mantra na cabeça dos atletas, culpa dos técnicos e da mídia, os caras acreditaram.

Ora, 2 a 0 é muito melhor que 1 a 0, não há dúvida. O problema é que, quando está 1 a 0, o time não se acomoda, não se acovarda, não pensa pequeno, afinal está “apenas 1 a 0”.

Este pensamento pequeno, este complexo de inferioridade típico do Brasil, de que quando se ganha de 2 a 0 é preciso segurar a qualquer jeito, recuar, é que transforma o 2 a 0 em perigoso.

Ora, se está jogando melhor, se aplicou o 2 a 0, então parte para o 3 a 0, 4 a 0, com coragem, audácia, imposição.

Mas não, no Brasil 2 a 0 tá bom, precisa segurar, precisa garantir e aí o que se vé são jogadores que descreditam seu próprio potencial.

É um componente psicológico. O clube que quebrar este comportamento estará dando uma imensa contribuição ao futebol nacional.

E o Tigre pode começar com isso a partir desta lição. E contra o Inter. Um time fortíssimo, mas em crise. É preciso vencer no HH para receber o carimbo de quem pode por méritos permanecer na Série A.

Afinal, jogo contra o Bahia, mesmo fora, no “campeonato do Tigre”, quando se está ganhando por 2 a 0, deixa de ser bom resultado e passa a ser apenas aceitável.

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Criciúma já começou a Copar!

26 de maio de 2013 63

 

Duas frases que ouvi ao longo do jogo do Criciúma: a primeira dizendo que “o time está redondinho” e a outra de que “não tem gol feio”. 

São lugar-comum as manifestações mas se aplicam com perfeição à largada do nosso Criciúma na Série A do Brasileiro. Nosso, sim, de Santa Catarina, representante legítimo do Estado numa das competições mais importante do mundo.

Este orgulho está estampado no semblante de cada torcedor que lotou o Heriberto Hülse neste domingo e vai abarrotar o estádio nos próximos duelos em casa.

E que vai cantar com força como fez na partida contra o Bahia. Já que estamos vivenciando a retomada de algo que já conhecíamos, porém estava adormecido. Trata-se do DNA para conviver entre os grandes que o tricolor do Sul ostenta.

É um estado de espírito, um portar-se naturalmente em um ambiente, sem precisar forçar a barra. Por este motivo “estar redondinho” é um termo que merece o destaque, já que em uma estrutura bem arrumada é muito mais fácil crescer e aparecer.

E o gol feio onde entra? Ora, o primeiro gol do Tigre não foi um primor de beleza. E daí? Gol é gol, e ponto. O gol marcado por Matheus Ferraz não foi “lindo”, mas teve o mesmo valor que o segundo gol, anotado por Lins, e o terceiro, por João Vitor.

Estes foram pinturas, especialmente o terceiro. O tento feito pelo substituto justamente de Ivo aliviou as coisas quando o jogo estava 2 a 1 e foi, simplesmente, um golaço.

Se o time está “encaixado”, se os gols saem (sejam bonitos ou não), e a torcida está vigorosa, barulhenta, o  que faltaria? Ora, absolutamente nada na receita para ser feliz.

Tudo pronto para Copar!

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Um cenário bastante complicado para o Figueirense

16 de setembro de 2012 109

Estou hoje na edição do caderno de esportes do DC e não consegui prestar atenção no jogo do Figueirense. Estava, ao longo da partida, feliz por ver que o Júlio César havia marcado um gol e, depois, nem achava o empate um mau resultado.

O problema foi o gol, nos acréscimos. Este derrubou qualquer visão otimista da situação. Primeiro, porque o Bahia era adversário direto; segundo por ter dado um brusca interrompida no embalo do time sob o comando de Márcio Goiano; terceiro porque tudo ficaria encaminhado, já que o próximo adversário é justamente o Palmeiras.

O fato é que o Figueirense ainda tem sete confrontos diretos: Palmeiras, Atlético-GO, Portuguesa, Flamengo, Sport, Santos e Coritiba.

Num cenário de sonhos, com cinco vitórias e dois empates, por exemplo, ainda daria, com uns pontinhos extras, sonhar com escapar da degola.

Mas, a realidade, é muito dura. Não dá para fugir desta constatação.

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"Ataque de nervos" prejudica o Figueirense

24 de junho de 2012 122

Momento 1

1º tempo de enlouquecer
O termo “ataque de nervos”, no futebol, é lugar-comum para definir o setor ofensivo que não tem calma para colocar a gorduchinha a dormir no fundo das redes. Assim foi o primeiro tempo do Figueirense. Assim foram os dois tempos da rodada anterior, diante do Cruzeiro. Assim não poderia continuar.
Vimos uma série de “ooohs” do torcedor alvinegro na primeira etapa. Todos fruto de conclusões de Julio Cesar e de Aloisio. Não custa lembrar que Caio não entrou neste rol. Não parece totalmente adaptado à sobra de outros dois atacantes.

Momento 2
Intervenção consciente no intervalo
Então, vem a compreensão do porquê o técnico Argel insinuar, nos bastidores, a todo o momento, o desejo por um atacante de área. Totalmente justificado. Porque, como crucificar um técnico que ousa, mas que vê seu projeto descambar nos pés e cabeças de atacantes? O comandante alvinegro colocou o time para cima. Um 4-3-1-2, onde Julio Cesar começou mais recuado, o que não funcionou, mas logo foi reposicionado mais à frente, o que deu volume de jogo. Na segunda etapa, provavelmente angustiado, como o torcedor, Argel lançou Botti, aliás numa opção bastante treinada nos coletivos. E acertadamente na vaga de Caio. Um técnico que evoluiu na sua visão dos acontecimentos. Passamos a ter um 4-4-2, ou, com boa vontade, imaginando Almir mais avançado, o mesmo esquema.

Momento 3
Quem não faz, leva no 2º tempo
Botti mostrou uma transição rápida, até criou uma chance clara de gol logo no primeiro minuto. Mas, novamente, esbarrou na conclusão. Até que a mudança surtiu efeito. E a inteligente mudança de posicionamento fez Júlio Cesar acabar com um jejum: não marcava desde 1º de abril. Fez o gol que poderia – e deveria – ser o da vitória, e com um passe de Aloisio. Este, contudo, segue devendo: errou um daqueles famosos “gol feito”, só para mostrar que ainda há muito trabalho para ser feito no quesito conclusão a gol. O 1 a 0, que deveria ser dois, três até quatro a zero, virou 1 a 1, após o gol de Vander. Nem a entrada de Fernandes, nem a de Luiz Fernando, resolveram a falta de mira.

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Um favoritismo relativo do Figueirense, diante do Avaí, no duelo de domingo na Ressacada

02 de dezembro de 2011 67

O Figueirense é favorito. Mas não é “favoriiiitoooo” para o clássico do próximo domingo, na Ressacada.

Pela campanha que fez, pelos pontos a mais que o adversário que acumulou, demonstrou ter melhor time, mais conjunto.

Mas o melhor desempenho no Nacional, em clássico, não é o único ingrediente.

O Figueira vem de duas derrotas. Jogará pressionado para buscar a vitória, coisa que demonstrou não saber fazer ao longo do campeonato.

Neste mesmo campeonato, jogando melhor, pecou em detalhes e perdeu o jogo ida para o Leão.

Pegará um adversário com a honra ferida, querendo dar uma resposta à torcida, tentando tirá-lo da Libertadores e tentando evitar que o principal rival bata a melhor colocação na história em Brasileiros.

Então, o termo favorito é bastante relativo. Apenas para contextualizar. Em campo, teremos um jogo de tirar o fôlego.

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Fim da novela não foi legal. E diretorias de Figueirense e Avaí ficaram estremecidas

01 de dezembro de 2011 112

 Infelizmente, mesmo com a ação dos órgãos públicos, o Avaí optou por esvaziar o clássico. Ao invés de reduzir para R$ 50 o setor do Figueira, estabeleceu um preço mínimo de R$ 70 para todos (ou quase, porque tem a “costeirinha”, no D).

 Ao invés de ceder e baratear para todos, deixaram caro para todos. A diretoria do Figueirense neste episódio lembrou de um acordo entre os clubes para manutenção dos preços. O que configuraria quebra de palavra, o que é grave. A direção do Avaí contra-atacou com um suposto não cumprimento de espaço de 3.000 lugares ao Avaí no primeiro clássico.

 A suposta boa relação que as diretorias tinham, foi para o espaço (confira matéria de hoje no DC, se você for cadastrado no site, e confira os valores no diario.com.br).

 Estamos vivendo um pré-clássico triste. Um exemplo de como não proceder.

 Bom, a partir de hoje vou tentar focar agora nos times e no jogo. Vamos ver se o dia vai permitir. Aí à tarde já coloco novo post para discutirmos algo mais legal.

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Agitação no Conselho do Avaí, novos preços de sócios e os ingressos dos visitantes no clássico

29 de novembro de 2011 68

O Conselho do Avaí esteve reunido ontem. Dei uma olhada nos blogs (Avaixonados, Tarnowsky, e DNA, que foram os que já trataram sobre o evento. E o clicEsportes e o site oficial do Avaí. Neles você já tem detalhes dos preços e de muito do que foi discutido e ainda causa polêmica.

Pontos positivos

- Houve real baixa nos valores para associados, com valores competitivos no mercado a aceitáveis para a atual conjuntura.

- Houve presença grande de conselheiros, o que é significado de que o clube terá amparo na Série B

- Vejo nos blogs pedidos de esclarecimentos importantes ao clube, que, parece, serão respondidos oficialmente aos conselheiros. Isso é importante se ocorrer.

Pontos negativos

- Se o afluxo de conselheiros foi significativo, o de torcedores ainda não demonstra uma mobilização.

- A oposição se manifestou ostensivamente via twitter, mas não ficou claro para mim o que realmente discordam pela aprovação em massa do plano. O máximo que compreendi é que gostariam de mais tempo de discussão e avaliação. Porque a redução nos valores, houve.

Aumento abusivo dos preço dos ingressos no clássico? 

Mudando de assunto: espero sinceramente que a diretoria do Avaí não aumente ingressos abusivamente para o clássico (se você for cadastrado, leia matéria de hj do DC, se não for, é gratuito, vale a pena).

Não seria uma atitude de cavalheiro elevar a R$ 100 ou mais o visitante. O setor do Figueira lotado é uma conseqüência que vai ocorrer pela fase do time em contraste com a do Avaí, evitar isso de forma artificial seria até ruim para a imagem avaiana.

O que pode ser feito é a venda só para sócios de ingressos que não são no setor de visitantes, para evitar mistura de torcidas.

Hoje isso deve ser definido e vamos discutir aqui.

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Espião? Ahahahahahah

26 de novembro de 2011 26

Piada tem hora. Esta notícia veiculada pelo Globo.com (clique aqui e confira) é válida para o folclore do futebol. E só.

Ora, todos conhecem por A + B como joga o Figueirense. Seus pontos fortes e fracos.

Agora achar que o Jorginho, neste treino citado, ensaiou alguma jogada pontual é, no mínimo, ingenuidade. Para não dizer outra coisa. Aliás, as constatações do tal Mauro são absolutamente conhecidas de qualquer garoto acima de 7 anos de idade que entenda de futebol.

O treino em que Jorginho posicionou jogadores para bolas paradas e em que distribuiu taticamente a equipe pensando no adversário foi totalmente fechado.

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