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Posts com a tag "Botafogo"

Obrigado Grêmio e Botafogo, para Criciúma e Figueirense encarar vocês é sempre bom

15 de julho de 2015 18

Se tem dois times que mereciam uma injeção de ânimo do porte da chegada da New Horizon a Plutão, estas equipes eram Figueirense e Criciúma.

E quando isso é necessário, pergunte para Furacão e Tigre o que lhes agrada mais?

Ora, recuperar-se no padrão Figueira e no padrão Tricolor do Sul.

E qual este padrão?

No caso destas equipes, altíssimo. São clubes que têm DNA para apresentar armas em momentos épicos. O Criciúma “só” é o maior vencedor catarinense em nível nacional, com conquista de Copa do Brasil associada à participação histórica em Libertadores, conquistas nacionais e boas participações em Série A.

Já o Figueira beliscou a Copa do Brasil, e é o catarinense mais acostumado com Série A em sua nova versão, sendo também um dos maiores papa-títulos em SC.

Plus, a cereja no bolo para animar estes dois times, um melhorando na Série B mas ainda abatido por um mau início, o outro com dois revezes perigosos na Série A? No caso do Tigre, vencer fora um Grêmio embalado (confira), num resultado cheio de significados Rio de Janeiro (que por duas vezes foi salão de festas recente no Maracanã e no Engenhão) e diante também de um adversário com significado marcante em termos de Copa do Brasil.

Então é isso, energia extra para estes dois símbolos de SC que tanto nos orgulham.

MAIS UMA TENTATIVA DE SOCO NO ARGEL?

PS1: o que foi o nova tentativa de agressão por soco a Argel (clique aqui e confira). Ou o técnico do Figueira está dizendo algo que provoca a ira de adversários (remember Eduardo Costa, aqui o vídeo) ; ou seu sucesso incomoda quem não consegue superá-lo. Qual a alternativa correta?

PS2: o blog tem sido atualizado com menos frequência por questão de readequação do site, que terá lançado novo lay out com readequação dos colunistas. Até lá, farei posts eventuais neste espaço, mas hoje à noite, após o julgamento, estaremos comentando neste espaço. Abraços, blogueiros.

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12 minutos estranhos em Figueirense x Botafogo que ninguém cala pela Copa do Brasil

21 de maio de 2015 34
Argel, Figueirense, Botafogo

Argel reclama com árbitro. Foto: Cristiano Estrela

Lembrei da musiquinha: “Ninguém cala, esse nosso amor…” que foi popularizada pela torcida do Botafogo. Gente, que amor é este do árbitro paulista Marcelo Aparecido de Souza que “achou” 12 minutos de acréscimo, entre primeiro e segundo tempo, para a partida que deu empate entre Figueirense x Botafogo? (confira aqui a crônica do jogo).

Olha, não se contesta o resultado aqui nessa reflexão. Apenas registro o estranhamento, porque tenho certeza que a crônica carioca faria um chororô (aliás, marca registrada do Rio de Janeiro e especialmente do Botafogo).

Não acho que devamos ignorar motivos técnicos e táticos que resultaram no fato de o Figueira não segurar o resultado. Mas não podemos ser ingênuos ao ignorar que o empate veio nos acréscimos.

Fui à súmula da partida (clique aqui e veja o relado na CBF) para ver o que deu causa. Aliás, lá no documento consta expulsão do preparador físico e do próprio Argel. E lá, como justificativa para dar mais tempo, apenas está dito que foram faltas, atendimento com maca etc, ou seja coisa normal de jogo. Pergunto: é motivo para 12 minutos? E respondo: Claro que não. Conta para o bonequinho.

Concordo com o desabafo de Argel (confira a matéria), ele não é fruto de paranóia. Dá a entender que o Figueira, por algum motivo, não é bem-vindo na próxima fase.

 

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Um recado ao torcedor do Figueirense, o time catarinense mais acostumado com a Série A

19 de novembro de 2014 64

O time catarinense mais acostumado com a Série A demonstra por que atingiu este patamar com ação.

O time catarinense mais acostumado com a Série A com esta vitória sobre o Botafogo encaminhou sua permanência na elite

A torcida do time catarinense mais acostumado com a Série A tem que fazer um agradecimento especial ao técnico Argel

Os torcedores do time catarinense mais acostumado com a Série A que vieram neste blog criticar Argel nos comentários, quando da sua contratação, tem que voltar aqui agora e concordar com este blogueiro. (clique aqui e relembre o que escrevi quando da sua contratação).

A torcida do time catarinense mais acostumado com a Série A precisa continuar sua mudança: está mais participativa, mais ativa, o Scarpelli voltou a ser um caldeirão o que fez toda a diferença. A pilha de Argel, a dedicação dos atletas, os acertos da direção ajudaram. Mas o grito quem dá é o torcedor: este calaram os poucos chatos do setor A. Estes corneteiros, constrangidos, estão quietinhos.

O time catarinense mais acostumado com a Série A fez um campeonato de respeito, com pouco dinheiro e muita entrega. Um exemplo.

Parabéns, Figueirense.

Parabéns, Alvinegros.

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Não precisa mais nada, Figueirense. Tendo raça basta para vencer Botafogo e cia do "campeonato paralelo"

20 de agosto de 2014 18

Flamengo, Botafogo são cariocas que certamente precisam estar com o Vasco na Série B. Aliás, pode incluir o Palmeiras nesta lista de grandes que já deixaram de sê-lo faz tempo.

Vamos fazer o seguinte: sobe JEC e Avaí, cai esta turma aí e ficamos com cinco na Série A?

Claro, uma brincadeira. Mas o ponto que quero destacar é justamente que não é preciso mais do que raça, determinação, aplicação tática e alguns jogadores com estrela (Cleyton parece ser um destes) para conseguir se reconstruir no campeonato.

Foi assim que o Figueirense venceu o Botafogo (clique aqui e veja como foi) e consegue manter-se numa briga difícil na tabela (clique aqui e confira). Uma luta que é bem diferente daquele aparente rebaixamento que parecia inexorável.

O Figueira de Argel é vencedor. Ganha mais do que empata e do que perde. O técnico tem os méritos de potencializar o que há de bom no grupo.

Não foi brilhante, sequer foi bastante superior ao adversário. Apenas venceu, o Figueirense. E isso basta!

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Figueirense honrou a camisa e caiu de cabeça erguida ao ser eliminado só nos pênaltis pelo Bota

25 de julho de 2013 51

Primeiramente, fica o registro de um grande parabéns aos torcedores do Figueriense, principalmente dos setores descobertos, que estiveram presentes no Scarpelli. Estes dão prova contundente de amor ao clube.

Chuva fina e fria, noite gélida, jogos em profusão pela televisão, jogo tarde da noite, enfim milhões de motivos para achar uma desculpa e não ir ao estádio.

Mas eles foram, sentaram nas cadeiras e fizeram o que mais gostam, torceram por seu alvinegro sem poréns, sem restrições, simplesmente por amar o clube.

Estes podem vaiar, xingar técnico, jogador, imprensa, aplaudir, perder a voz, estender faixa m fazer i que quiserem, pois são apaixonados de verdade.

Dito isso, vale outro forte elogio ao time do Figueira, na pessoa do técnico Adilson Batista. É um time que evolui taticamente e, mesmo com um grupo inferior tecnicamente, consegue equilibrar ações com times como Palmeiras e, agora, o Botafogo.

Nenhuma atuação brilhante, empolgante ou qualquer outro “ante”, mas honesta, com entrega, valorização dos atacantes e boa dinâmica de jogo.

Claro que no segundo tempo houve uma queda de rendimento, fruto de desgaste físico e melhora do adversário.

Mas o conjunto da obra foi o suficiente para levar aos pênaltis, inclusive com superioridade do Figueira nos minutos finais.

Nos pênaltis, Volí fez sua parte, mas Jeferson fez um pouco mais e ajudou o Bota a seguir adiante.

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Figueirense joga a Copa do Brasil sem a garra necessária para este tipo de competição

04 de julho de 2013 20

Ninguém pode ser mais do que suas capacidades permitem. O que dá é para tentar extrair a máxima potencialidade do que se tem em mãos ou, de outra parte, não usar bem o que há à disposição.

Me assaltou este pensamento desde o primeiro minuto de Botafogo 1 x 0 Figueirense, pelo jogo de ida do mata-mata.

Acontece que a torcida do Figueirense, sempre que vai acompanhar um jogo de seu time (como qualquer torcedor do mundo) quer que seus representantes atuem o mais próximo possível da perfeição. Pelo menos dentro de suas capacidades. E, claro, com muita garra.

Sinceramente não sei que percentual o Figueirense está dentro de suas possibilidades técnicas. Mas sei que o time, como um todo, é claramente limitadíssimo. E o pior, sem entrega, sem alma.

O gol levado, anotado por Rafael Marques, é típico de uma zaga sem a máxima capacidade técnica. Até porque, com o tempo que teve para treinar, estar tão mal posicionada seria absurdo. Ainda mais com um técnico que foi zagueiro e deve bater muito nesta tecla.

Note-se que, até sair o gol, Volpi já havia feito um pequeno milagre numa bola na trave, também Seedorf quase marcou, e pelo menos por três vezes o sistema defensivo ofereceu o gol de mão beijada para o adversário, que não soube aproveitar. E o baixo aproveitamento poderia ser batizado por Lodeiro na primeira etapa.

Então é triste: porque você oferece chances ao adversário. É diferente de ser superado tecnicamente, é mais grave.

Esta noção, que já assalta o Alvinegro na Série B (mas que provoca menos danos ali), quando entra em pauta contra um time de Série A fica escancarada.

Quero dizer que há times limitados que são competitivos. O Figueira me parece não só sem recursos técnicos (o que até é aceitável pelo orçamento menor da segunda divisão), mas menos competitivo que muitos times de igual limitação técnica. E o pouquinho mais de entrega dos catarinenses na segunda etapa comprova esta tese.

Ah, alguém vai dizer: mas o Criciúma empatou sem gols com o Salgueiro, o que há de diferente em perder por 1 a 0 para um Botafogo?

Vejo diferença, sim! Embora tenha também criticado o Tigre (veja o post abaixo), não se percebe a notória passividade que identifico no Figueira.

Passividade (e repito a palavra de propósito) que tem irritado o torcedor, como já vimos em diversos sinais externados na última temporada e no início desta no Estadual.

Me preocupa muito um time que não vende caro derrotas, que não mostra indignação no rosto ao tomar um gol, em que atletas desfilam com caras “profissionais” e sem emoção, não aparentam querer comer grama nem doar um pouco mais para superar o status técnico inferior.

Quando isso acontece, a tal da apatia é manifesta, a derrota por 1 a 0 dói muito mais que qualquer goleada levada, por exemplo, pelo Taiti. Porque ali, pelo menos, havia alegria de jogar.

Menos mal, e aí mora uma esperança, foi um segundo tempo um pouco mais lutador por parte do grupo, em que houve duas boas chances de gol nos pés de Rafa Costa e até um erro de arbitragem gritante e, claro, o placar magro obtido por um Bota que está prontinho para entrar em crise.

Então, se mudar a postura, as chances são grandes no Scarpelli.

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Um favoritismo relativo do Figueirense, diante do Avaí, no duelo de domingo na Ressacada

02 de dezembro de 2011 67

O Figueirense é favorito. Mas não é “favoriiiitoooo” para o clássico do próximo domingo, na Ressacada.

Pela campanha que fez, pelos pontos a mais que o adversário que acumulou, demonstrou ter melhor time, mais conjunto.

Mas o melhor desempenho no Nacional, em clássico, não é o único ingrediente.

O Figueira vem de duas derrotas. Jogará pressionado para buscar a vitória, coisa que demonstrou não saber fazer ao longo do campeonato.

Neste mesmo campeonato, jogando melhor, pecou em detalhes e perdeu o jogo ida para o Leão.

Pegará um adversário com a honra ferida, querendo dar uma resposta à torcida, tentando tirá-lo da Libertadores e tentando evitar que o principal rival bata a melhor colocação na história em Brasileiros.

Então, o termo favorito é bastante relativo. Apenas para contextualizar. Em campo, teremos um jogo de tirar o fôlego.

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Fim da novela não foi legal. E diretorias de Figueirense e Avaí ficaram estremecidas

01 de dezembro de 2011 112

 Infelizmente, mesmo com a ação dos órgãos públicos, o Avaí optou por esvaziar o clássico. Ao invés de reduzir para R$ 50 o setor do Figueira, estabeleceu um preço mínimo de R$ 70 para todos (ou quase, porque tem a “costeirinha”, no D).

 Ao invés de ceder e baratear para todos, deixaram caro para todos. A diretoria do Figueirense neste episódio lembrou de um acordo entre os clubes para manutenção dos preços. O que configuraria quebra de palavra, o que é grave. A direção do Avaí contra-atacou com um suposto não cumprimento de espaço de 3.000 lugares ao Avaí no primeiro clássico.

 A suposta boa relação que as diretorias tinham, foi para o espaço (confira matéria de hoje no DC, se você for cadastrado no site, e confira os valores no diario.com.br).

 Estamos vivendo um pré-clássico triste. Um exemplo de como não proceder.

 Bom, a partir de hoje vou tentar focar agora nos times e no jogo. Vamos ver se o dia vai permitir. Aí à tarde já coloco novo post para discutirmos algo mais legal.

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Agitação no Conselho do Avaí, novos preços de sócios e os ingressos dos visitantes no clássico

29 de novembro de 2011 68

O Conselho do Avaí esteve reunido ontem. Dei uma olhada nos blogs (Avaixonados, Tarnowsky, e DNA, que foram os que já trataram sobre o evento. E o clicEsportes e o site oficial do Avaí. Neles você já tem detalhes dos preços e de muito do que foi discutido e ainda causa polêmica.

Pontos positivos

- Houve real baixa nos valores para associados, com valores competitivos no mercado a aceitáveis para a atual conjuntura.

- Houve presença grande de conselheiros, o que é significado de que o clube terá amparo na Série B

- Vejo nos blogs pedidos de esclarecimentos importantes ao clube, que, parece, serão respondidos oficialmente aos conselheiros. Isso é importante se ocorrer.

Pontos negativos

- Se o afluxo de conselheiros foi significativo, o de torcedores ainda não demonstra uma mobilização.

- A oposição se manifestou ostensivamente via twitter, mas não ficou claro para mim o que realmente discordam pela aprovação em massa do plano. O máximo que compreendi é que gostariam de mais tempo de discussão e avaliação. Porque a redução nos valores, houve.

Aumento abusivo dos preço dos ingressos no clássico? 

Mudando de assunto: espero sinceramente que a diretoria do Avaí não aumente ingressos abusivamente para o clássico (se você for cadastrado, leia matéria de hj do DC, se não for, é gratuito, vale a pena).

Não seria uma atitude de cavalheiro elevar a R$ 100 ou mais o visitante. O setor do Figueira lotado é uma conseqüência que vai ocorrer pela fase do time em contraste com a do Avaí, evitar isso de forma artificial seria até ruim para a imagem avaiana.

O que pode ser feito é a venda só para sócios de ingressos que não são no setor de visitantes, para evitar mistura de torcidas.

Hoje isso deve ser definido e vamos discutir aqui.

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Espião? Ahahahahahah

26 de novembro de 2011 26

Piada tem hora. Esta notícia veiculada pelo Globo.com (clique aqui e confira) é válida para o folclore do futebol. E só.

Ora, todos conhecem por A + B como joga o Figueirense. Seus pontos fortes e fracos.

Agora achar que o Jorginho, neste treino citado, ensaiou alguma jogada pontual é, no mínimo, ingenuidade. Para não dizer outra coisa. Aliás, as constatações do tal Mauro são absolutamente conhecidas de qualquer garoto acima de 7 anos de idade que entenda de futebol.

O treino em que Jorginho posicionou jogadores para bolas paradas e em que distribuiu taticamente a equipe pensando no adversário foi totalmente fechado.

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