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Posts com a tag "Brasileiro"

Ranking de valor dos clubes: Criciúma dispara, Avaí melhor que Figueira, JEC cresce e Verdão aparece

22 de maio de 2013 34

Saiu o mais novo estudo da Pluri Consultoria, com o ranking dos valores de clubes da Série A e B.

No caso catarinense, destaque para a evolução do Criciúma dentre os clubes que estão na Série A.

Em relação a 2012, os times que mais elevaram os valores de seus elencos foram: Criciúma (+144%), Ponte Preta (+46%) e Atlético-MG (+33%).

Em relação à Série B, o Avaí está à frente do Figueirense. O motivo é que o Figueira está entre os que mais perderam valor agregado. As três maiores quedas foram: Guaratinguetá (-

39%), Figueirense (-35%) e América-MG (-32%);

Destaque para o Joinville, que está entre os que mais elevou seu valor. Em relação a 2012, os times que mais cresceram foram  Paraná Clube (+66%), Joinville (+50%) e

Bragantino (+48%).

Abaixo as duas tabelas, confira:

 

A tabela da Série A em milhões

1 Santos  114,1

2 Corinthians 92,7

3 São Paulo 83,1

4  Atlético Mineiro-MG 72,1

5 Fluminense 70,1

6  Grêmio RS 65,8

7 Internacional 64,3

8 Cruzeiro MG

9 Botafogo 53,3

10 Flamengo 51,3

11 – Vitória 28,2

12 Vasco 27,9

13 Coritiba 27,0

14 - Atlético-PR  26,6

15 Ponte Preta 26,2

16 – Goiás 18,9

17 – Criciúma 16,1

18 Náutico 15,8

19 Bahia BA 14,1

20 Portuguesa 13,4

 

A tabela da Série B, em milhões

1 - Palmeiras 46,7

2 – Sport 16,4

3 - Atlético-GO 15,2

4 Avaí 13,9

5 - Figueirense 13,6

6 Ceará 12,8

7 Paraná 11,1

8 Joinville 10,2

9 América-MG 10,1

10 Bragantino 9,2

11 - Oeste 8,4

12 - Chapecoense 8,2

13 São Caetano 7,6

14 ASA 7,2

15 - Icasa CE 7,1

16 - Paysandu 5,8

17 América-RN 5,4

18 ABC RN 5,2

19 Boa Esporte MG 5,1

20 Guaratinguetá SP 4,9

 

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Foi uma Série B intensa. Muita alegria pelo acesso do Tigre e pela honra demonstrada por JEC e Avaí

24 de novembro de 2012 70

Bom, foi uma maratona com três times catarinenses lutando por um lugar ao Sol rumo à Série A. O sentimento é de orgulho pela campanha do Tigre. E de honra por ver Joinville e Avaí encerrando a Série B com uma campanha tão boa.

Claro, lá no íntimo, acreditei que dois times poderiam, no mínimo subir, algum dentre JEC ou Leão. Porque querer três seria muito, algo quase impensável, embora em determinado momento tenha sido uma construção viável.

O epílogo nos deu um resultado justo, um 1 a 1. Nem o Criciúma teve seu vice-campeonato maculado, nem o Avaí perdeu o clássico em casa, num dia de festa para Evando.

Aliás, o Iluminado recebeu as devidas homenagens justas, um momento bonito na Ressacada.

A excelente presença da torcida do Tigre também foi algo muito legal.

Lá em Goiás, o JEC mostrou muita dignidade, fez uma partida elogiável.

Enfim, só alegria com o decorrer desta Série B. No ano que vem tem mais, agora com o Tigre subindo e o Figueira e a Chapecoense na vaga.

Até lá!

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Cair é do jogo. Agora, cair sem garra e a devida luta é uma vergonha, Figueirense

11 de novembro de 2012 83

A grande questão neste momento de rebaixamento não é o fato em si. São 20 disputantes, quatro caem, um é campeão, alguém tem de cair. O problema nem é entender como se chegou a este rebaixamento, já que todos sabemos o que levou o clube a este Brasileiro desastroso. Tanto os problemas fora de campo, quanto a falta de qualidade do time em si.

O que deixa a todos perplexos é ver como os jogadores se comportaram nesta reta final de rebaixamento. Principalmente neste último, diante do Sport. Absolutamente como se fosse mais um jogo amistoso qualquer.

Uma falta total de respeito com a camisa alvinegra, com as tradições do clube, com sua torcida. Espero que o novo presidente tenha visto com atenção o jogo de hoje.

E que estes jogadores que, na maioria, hoje não mostraram raça não deem as caras na Série B.

 

Flu, campeão, sem emoção

 

Fazia tempo que eu não via um campeão brasileiro despertar tão pouca emoção em sua torcida. Talvez porque todos já soubessem o desfecho. Pareceu mais uma rodada, como tantas outras. Não gosto desta sensação de que um título é algo natural. Se não tem um quê de emoção, nem parece título.

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Parece que estão sem vontade é o relato que recebo treino do Figueirense. Vergonha! Bota os juniores

09 de outubro de 2012 46

Parece que estão sem vontade é o relato que recebo. Então coloca os juniores a jogar no Figueirense

Desanimadões. Cumprindo tabela. Seguindo uma rotina monótona, praticamente "batendo o ponto".

Esta é a avaliação que colho em conversa com quem tem assistido aos treinos do Figueirense que antecedem o jogo de amanhã.

Vejam que nem R$ 1 milhão oferecidos é capaz de colocar sangue nos olhos daquela turma.

Então que vão jogar futebol em outro time, porque há uma torcida que precisa ser representada por estes profissionais.

Tinham que estar envergonhados, lutando por sua honra. Mas não, estão lá treinando na mais pura rotina.

Se é para cair, seria preciso cair lutando. Com garra. Com choro. Não com conformismo.

Presidente Wilfredo, toma uma atitude. Se for preciso tira técnico, tira jogadores, coloca os juniores, mas é preciso dar uma resposta aos torcedores.

Se colocar os juniores para jogar, tenho certeza que a torcida aprovaria.

 

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É preciso uma ação emergencial para salvar a arbitragem brasileira. Profissionalização, já!

01 de outubro de 2012 21

É uma catástrofe o que estamos acompanhando na Série A do Brasileiro. Aliás, há alguns anos. O que deveria ser a elite de nossa arbitragem, demonstra uma falta de preparo que resulta em atuações comprometedoras, jogo após jogo.

Estamos falando de Série A. Então imagine o que acontece nas séries B, C, D e estaduais? Senhores, estamos chegando num nível falta de credibilidade, que vai chegar um momento em que será preciso paralisar o campeonato.

A comparação com as arbitragens europeias é triste. Lá existem erros, sim, é da profissão. Mas em muito menor proporção. Aí, uma coisa leva a outra: jogadores incomodam menos os árbitros, jogam mais, e o espetáculo fica muito melhor.

Em matéria do Jornal de Santa Catarina (clique aqui e confira) foi discutido com profundidade o assunto. Foi uma entrevistou Arnaldo Cézar Coelho, José Roberto Wright, Leonardo Gaciba e Renato Marsiglia, um material de fôlego. (clique aqui e confira).

Abaixo, uma lista com os 10 piores lances, também publicada no JSC. Leia e contribua nos comentários se você lembrar de outras.

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E o Figueirense foi deixar logo o Juninho livre para jogar, aí complica mais ainda a situação

29 de setembro de 2012 40

Convidos a todos para, amanhã, acompanhar a Maratona Caixa de Florianópolis. Eu estarei lá, correndo os 10K e, depois da corrida, me junto ao Renato Igor e à turma da CBN/Diário para comentar o restante da prova.

É muito bacana ver o esforço dos competidores. A turma vai passar em direção ao Sul da Ilha, depois toma a Beira-Mar, até o CIC, ida e volta. O apoio do público é sempre um incentivo extra na hora que a perna pesa ou o fôlego falta.

Sobre o jogo do Figueirense, vou ser breve. Até porque estou quase dormindo. Sim, acordei ás 4h da madruga hoje, para ter sono cedo e dormir bem. Já que, para correr, é preciso madrugar, fazer um bom desjejum, ficar desperto para o aquecimento e para a força que a prova requer.

Sobre o resultado, foi uma pena, mas previsível. Nos gols do Vasco, uma situação preocupante: Juninho livre para armar? E, no segundo gol, a verdadeira desgraça que é a zaga do Figueirense mostrou por que ocorrem tantos gols de cabeça.

Ou seja, não adiantou sair na frente, o motivo de o Figueira estar por cair de divisão é muito claro: falta conteúdo técnico ao time como um todo. Até há individualidades que têm valor, mas o conjunto é frágil. Especialmente as alas e a zaga. E a criação de meio também.

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Um cenário bastante complicado para o Figueirense

16 de setembro de 2012 109

Estou hoje na edição do caderno de esportes do DC e não consegui prestar atenção no jogo do Figueirense. Estava, ao longo da partida, feliz por ver que o Júlio César havia marcado um gol e, depois, nem achava o empate um mau resultado.

O problema foi o gol, nos acréscimos. Este derrubou qualquer visão otimista da situação. Primeiro, porque o Bahia era adversário direto; segundo por ter dado um brusca interrompida no embalo do time sob o comando de Márcio Goiano; terceiro porque tudo ficaria encaminhado, já que o próximo adversário é justamente o Palmeiras.

O fato é que o Figueirense ainda tem sete confrontos diretos: Palmeiras, Atlético-GO, Portuguesa, Flamengo, Sport, Santos e Coritiba.

Num cenário de sonhos, com cinco vitórias e dois empates, por exemplo, ainda daria, com uns pontinhos extras, sonhar com escapar da degola.

Mas, a realidade, é muito dura. Não dá para fugir desta constatação.

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Não cair passa de sonho a possibilidade para o Figueirense após vitória sobre Cruzeiro

12 de setembro de 2012 60

Não gosto da expressão muito usada em futebol: “grupo fechado”. Mas sou obrigado a admitir que, com a chegada de Márcio Goiano, o grupo de jogadores do Figueirense “fechou”.

As limitações, principalmente defensivas, seguem existindo, mas minimizadas ao extremo fruto da ação de Goiano, um especialista no setor, já que foi zagueiro.

Junto a isso, o ataque passou a funcionar muito bem. Note-se a coragem do treinador, que terminou a partida com Aloisio, Caio e Julio César, ou seja, três atacantes.

Qual o recado? Ora, nada de recuar só porque está vencendo. Os jogadores entendem esta mensagem e seguem jogando.

Falava do grupo fechado. Isso inclui o torcedor, que deu uma trégua com a chegada do treinador. Não abraçou o time em grande número, mas os que vão ao jogo estão lá para torcer.

A capacidade de perceber fragilidades e minimizá-la foi a inteligência de Goiano. Sem contar um plano tático, que antes não existia.

Assim, os meias protegem e jogam e os alas, que não são nenhuma Bratemp, não comprometem.

Aos poucos, com melhor distribuição em campo, o time cansa menos. E consegue manter um bom ritmo até o final. Inclusive marcando o segundo gol nos minutos finais, o que é reflexo desta situação.

Veja, com um gol de falta (agora tem cobrador) e um do artilheiro Aloísio, finalmente posicionado e nutrido por bons garçons, o Figueirense fez seu 2 a 0.

O que era sonho, vira possibilidade.

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A lição para o Avaí é a de que ninguém está proibido de ser feliz na Série B

11 de setembro de 2012 35

Bom, aí você está há três jogos sem vencer. Uma nhaca daquelas. Tem uma barca passando que pode significar mais travamento, ou uma réstia de esperança dentro da competição.

Esta barca ameaça passar batida. Mas você, sabe-se lá como acha uma solução. E tem um novo caminho aberto pela frente para repensar o futuro, para tentar voltar a sorrir.

Esta é a figura de linguagem que encontrei para exemplificar a sensação que ficou após assistir a este Avaí 2 a 1 sobre o Ipatinga.

Era um time absolutamente comprometido em sua auto-confiança. Sabia que era melhor que o adversário, sabia o que significava um tropeço, mas não conseguia jogar um futebol fluido, eficiente.

Mesmo após o primeiro tempo, o golaço de Cléber Santana foi uma exceção dentro de um conjunto mal construído de proposta tática.

O segundo tempo nem se fala. A coisa tá tão sofrida, que até o gol de pênalti não deu o alívio que deveria, já que Cléber Santana saiu machucado.

Bom, o que dizer disso tudo? Oras, “libertação” é a palavra. O Avaí está liberto do encalhe, seja qual for o motivo que o destino lhe emprestou esta condição de sorrir.

Então o negócio é o seguinte: junta os trapos, varre a sujeira, limpa a casa, organiza a mente e o time ruma a Minas para tentar vencer o América.

Porque ninguém está proibido de ser feliz neste campeonato.

 

E a síndrome dos acréscimos?

 

Bom, novamente apelo aos blogueiros do tricolor do Norte para que me expliquem: que mágica faz o Joinville, fora de casa, perder partidas nos minutos finais? Que sina é esta? É o acaso, ou o time fez por merecer? Me expliquem este enigma.

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A violência de torcidas - coluna desta segunda-feira do Diário Catarinense

10 de setembro de 2012 24
  • Vandalismo

Até quando vamos negar a realidade? Como é possível, pela segunda rodada consecutiva, eu abrir este espaço falando de confusão com torcidas? Na segunda-feira passada, foi um grupo que se tocou de Itajaí para tentar confrontar uma torcida rival no jogo do Figueirense. Ontem, uma conhecida torcida que usa o Avaí como motivo de sua insanidade chegou com tudo em Joinville, errou o caminho e desceu do ônibus quebrando carros e atacando tudo e todos. A PM teve muito trabalho.

A coleção de episódios é constante e relacionada a todos os clubes catarinenses. O que falta para o poder público dar um basta e proibir organizadas no estádios, fechar sedes, investigar e punir líderes? Será por questões políticas? Será por interesse dentro dos clubes?

Tiro já houve em Itajaí, com um grupo ligado ao Marcílio Dias, que voltou a agir na semana passada; mutilação já houve em Criciúma; e assassinato em Florianópolis, relacionados à turma ligada ao Avaí. Aliás, na Capital, já aconteceu também batalha campal com torcida de outro Estado, atacando rival relacionada com o Figueirense; esta, do Figueirense, já bateu até em gente de sua própria torcida; e teve emboscada com turma que diz torcer para o JEC.

Ou seja, ninguém é santinho. Tem que banir todo mundo, oras! O Estado é conivente.

  • Aplausos como elixir

O 4 a 0 que o Criciúma levou em casa poderia ser devastador. A perda dos 100% em casa também traria dúvidas em relação ao futuro. A infelicidade do goleiro Michel Alves seria algo constrangedor. Tudo isso é verdade. Mas os aplausos da torcida do Criciúma servem como um entendimento dos fãs de que tudo isso é menor neste momento. O que vale é consolar o grupo, que deu tantas alegrias até aqui. Uma reação coletiva que surpreende e que é mais um golaço da torcida do Tricolor do Sul.

  • Meio cheio, meio vazio

Afinal, o Figueirense está melhorando ou é uma ilusão? Só um ingênuo não vê um acréscimo no rendimento do time, no sitema de jogo, na melhora do ataque, e em alguns itens da defesa, mesmo que esta tenha sérios problemas. Todo o restante, é falta de material humano mesmo. Ou seja, pode faltar grupo de jogadores suficiente para uma reação, pode faltar tempo também. Mas que melhorou, melhorou.

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