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Posts com a tag "campeonato catarinense"

Chapecoense bate JEC e instala um dos maiores favoritismos dos últimos tempos em final de SC

01 de maio de 2016 15

Se havia um leve favoritismo para a Chapecoense na final do Campeonato Catarinense, o jogo de ida mudou este status. (clique aqui e veja a crônica que escrevi para o DC sobre o jogo).

Poucos podem contestar que o Verdão do Oeste passa a ter um grande favoritismo para ser campeão. É o maior favoritismo em decisão que me vem a mente no sempre equilibrado Campeonato Catarinense.

Obviamente não dá para sepultar o JEC. Jogo é jogado, lambari é pescado, diz a sábia gíria do mundo do futebol. Mas, os fatores se unem em favor da Chape. Fator local, possibilidade de perder por um gol de diferença e, o que todos concordam, um time com melhores recursos técnicos.

A Chapecoense, definitivamente, está inserida entre os grandes do Estado e deve ampliar este status da única forma possível: com mais um título.

E o JEheber1C tem que se manter mobilizado. Desistir é para os fracos. O futebol apronta das suas. Embora seja complicadíssimo. Levando-se em consideração que o JEC terá compromisso pela Copa do Brasil na quarta-feira, dá para imaginar o nível de pressão que este grupo vai ter para conseguir bom desempenho e ainda pensar nas finais com tanta desvantagem. Aliás, o JEC perdeu Anselm
o e talvez Naldo e Donato, ambos por lesão. É mole? Que situação.

Até a semana que vem.

E Heber: ganhou um presentão. Jogo absolutamente tranquilo. E ele também estava tranquilo. Ótima arbitragem, discreta, precisa, digna de uma final. Parabéns.

Confira, abaixo, um comentário que fiz em vídeo, resumindo um pouco deste post:

 

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O que têm a temer e a comemorar JEC e Chape em relação à arbitragem da final do Catarinense

28 de abril de 2016 3
arbitragem: Sandro Meira Ricci e Heber Roberto Lopes

arbitragem: Sandro Meira Ricci e Heber Roberto Lopes

 

Só o mais ingênuo dos ingênuos acredita que uma final de campeonato é jogada somente dentro de campo. E só o mais paranoico dos paranoicos acredita que somente manobras de bastidores podem garantir um título.

Quem acompanha futebol sabe: é preciso estar atento a tudo fora de campo e, obviamente, jogar o melhor futebol para ser campeão. É um conjunto de medidas.

Mas hoje, falarei somente da questão arbitragem, que, acredito, pelo ótimo nível dos profissionais, permite uma análise somente em relação ao que pode ocorrer dentro de campo.

Na minha opinião, o quilate dos árbitros escalados garante segurança para os dois times do ponto de vista da arbitragem. Mas acredito que, pelo estilo de Heber e Sandro (veja aqui matéria sobre os árbitros), a ordem dos fatores altera o produto.

Teoria matemática sobre a arbitragem da final? Sim. Se fosse Sandro no primeiro jogo e Heber no segundo, acredito que o JEC estaria mais à vontade. Com Heber no primeiro e Sandro no segundo confronto, vejo a Chape mais confortável.

Explico: Heber, na minha opinião, está em melhor fase, apitando mais solto, confiante e deixando o jogo correr com segurança. Sandro, para mim, está mais agitado, segurando mais a partida.

E aí? Aí que, se o JEC conseguir abrir vantagem em Joinville, terá mais dificuldade de fazer o jogo contido ao estilo Hemerson Maria com Sandro apitando até pensamento em Chapecó. REceberá borbotões de amarelos e de faltas perigosas perto de sua área. Heber deixa a partida correr mais. Se não abrir vantagem, o raciocínio fica mais reforçado, já que terá que se expor, o que não é do perfil jequeano atual.

Vejam, são estilos. E, como disse, tudo é importante em uma decisão.

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Vestibular do Catarinense: Chapecoense na universidade, Figueirense e JEC passam nos simulados. Tigre mostra potencial. Avaí roda de ano

15 de abril de 2016 9

Como imagino que falaremos muito pouco de futebol neste final de semana agitado pelo mundo da política, acredito que vale uma filosofada nesta sexta-feira ainda sobre o mundo da bola catarinense.

Sei que as atenções estarão voltadas para este momento que vai revolucionar o país com ou sem saída da presidente, mesmo que o Catarinense tenha jogos importantes no final de semana. Será realmente difícil falar de futebol, seria muita alienação.

Mas nesta sexta-feira ainda tenho forças para visualizar situações. Uma delas, imaginando o Campeonato Catarinense como um vestibular, já passou nele e está quase pronto para a universidade da Série A, a Chapecoense.

O Figueirense pareceu, no início do ano, aquele aluno com alto potencial, mas que estudou pouco, não se comprometeu. Tomou “pau”, levou bronca dos pais, caiu na real, e se recuperou em tempo. Já até passou no simulado para o vestibular (recuperou-se no returno, classificou-se na Copa do Brasil), agora é só consolidar o momento.

Sobre os demais, a avaliação”escolar” do JEC é muito próxima do Alvinegro. O Tricolor do Norte foi um aluno que se descuidou no início do ano. Apenas que, com pais com menos recursos financeiros, o JEC obteve melhor desempenho na recuperação, e com menos recursos, já que o dinheiro que virá será bem menor que o disponível ao Figueira. Convenhamos, é é louvável (e sem cotas para ajudar). E antes que venha a patrulha, não estou condenando as cotas, apenas constatando a força da recuperação do JEC. Méritos nos dois casos para os professores Hemerson Maria e Vinícius Eutrópio.

O Tigre é aquele aluno de segundo ano do ensino médio, ainda não totalmente preparado, mas que vai bem nos simulados e mostra capacidade para evoluir.

E o Avaí? Rodou de ano. E ainda reprograma seu ano escolar, quase uma revolução pessoal, para mostrar à sociedade que é capaz.

Bom, era isso. Dei uma filosofada. Como disse, o final de semana será político, fortes emoções em outra área. Claro, não deixaremos de ver os jogos e comentá-los. Dever profissional. Mas vai ser difícil.

 

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Olé, gol no Fantástico, recorde de Rangel: pacote completo da Chapecoense para humilhar o Avaí

20 de março de 2016 26
Chapecoense x Avaí
Power Rangel. Foto: Sirli Freitas, especial

Tivemos um clássico desigual, que expôs qualidades da Chapecoense e limitações do Avaí em jogo deste domingo, na Arena Condá, pelo Campeonato Catarinense.

Avaí correu atrás da bola e ouviu torcedor do Oeste, várias vezes, gritar Olé (veja a crônica do jogo). Rangel marcou três, virou o maior goleador da história do Verdão. Quer mais? Tinha, foi só mudar o centroavante e o Hyoran também guardou o seu, para ficar mais feito para o time azul.

Um do Camboriú, dois do Criciúma, em casa, quatro do Metrô, três do Coritiba, quatro do Verdão… Gente, virou salão de festa de qualquer um? E um gol marcado? Um mísero golzinho… Pode ser pior?

Tá, eu sei que, em algum comentário abaixo no post, vai aparecer um daqueles torcedores raivosos, que têm em todo o lugar por este país (assim como na política). E vai dizer que o Avaí foi roubado. Que teve dois gols em impedimento, etc.

Me recuso a entrar nesta seara. Porque avaliar erros da arbitragem só é relevante quando temos um jogo parelho. O que tivemos em Chapecó foi um passeio de domingo, um time de elite contra uma equipe com história, mas que estava acuado, amedrontado, prostrado, dominado.

Como venho dizendo, a Chapecoense está na sintonia FM, o Avaí, assim como os demais, em AM.

O tempo todo, desde o apito inicial, percebia-se que, mais cedo ou mais tarde, a Chapecoense venceria.

O problema é que, quando esta análise diz respeito à Chapecoense x Camboriú, só para usar um exemplo da rodada passada, é uma coisa.

Mas quando diz respeito à imensa superioridade sobre um Avaí, aí é dramático para o torcedor azurra.

Qualquer torcedor de time que tem camisa sofre muito quando vê sua agremiação tão inferior técnica, tática e fisicamente.

O sentimento de impotência é grande. Quando você vê, em determinado momento da partida, uma posse de bola de 80% para um time, algo de muito errado tem de um lado e de muito certo tem do outro.

Raul Cabral? Bom, cinco derrotas consecutivas (incluindo a Sul-Minas) é o suficiente para derrubar qualquer técnico.

Mas resolveria? Quem seria o substituto? Aliás, sobre isso, reza a lenda que Silas está por Florianópolis

A torcida do Avaí vive no returno uma realidade que imaginou poderia sofrer no turno e não ocorreu.

E a galera da Chape revive, com alegria e alma lavada, os bons momentos do turno. Aliás, até em situação mais confortável (veja a classificação).

He-Man marca e Figueira ganha nova cara

Como o Cambura tinha vencido, o Figueira precisava dos três pontos para não dormir na zona de rebaixamento. Mas o time acertou a pontaria, fez 3 a 0 no Guarani, e o Rafael Moura guardou o dele.

Falta muito ainda para uma melhora confiável e concreta. Mas, aos poucos, a turma nova entra no time. Há muito trabalho para Eutrópio, porém o time tende a ganhar corpo, visando à Série A. Antes, contudo, é preciso afastar a ameaça de rebaixamento, o que ainda incomoda.

Olhando por outro lado, se der uma boa arrancada, pode sonhar com o returno, embora seja missão muito difícil.

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Lanterna azul expõe feridas do Avaí. Farol verde mostra força do Verdão. Destaques também para JEC e Figueirense

18 de março de 2016 22

Fiz questão de fazer um post após a rodada e não especificamente de um jogo. Primeiramente, porque eu precisava saber o que faria a Chapecoense. E esta mostrou que este campeonato tem sérias chances de terminar sem uma final. Parabéns também a Rangel, agora o maior goleador da história do Verdão, com Índio.

Por outro lado, a entrada do JEC no cenário é um tempero muito legal para o returno. Na pegada do Maria, o Tigre tomou o primeiro nocaute em clássicos. Não é pouco. Cem porcentão do Tricolor do Norte.

Na cola, Metrô, Tigre e Brusque. Destes, só vejo o Criciúma em condições de manter a pegada. Mas o campeonato é parelho, tirar da briga seria faltar com consideração ao Bruscão e o Verdão de Blumenau.

Dos que tem 3, olho vivo e faro fino para com o Figueira. Ganhou fora do Inter, deixou o colorado zerado, e pode aos trancos e barrancos tentar chegar. Seis pontos de distância dos ponteiros é muita coisa. Mas…

Deixei por último o Avaí. A bordoada, o porre, a trombada da rodada. Simplesmente faltam palavras para dizer o que significou esta derrota do Avaí. Vindo de uma goleada, perder em casa, para o Cambura, foi a pá de cal no campeonato azul. O Avaí desafinou no returno, contrastando com a orquestra afinada da Chapecoense. É muuuuita diferença.

 

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Rodada forma o Clube dos 100% no returno e arrisco dizer que deste grupo sai o campeão catarinense

13 de março de 2016 6

Está formado o Clube dos 100% no returno. Terminada a segunda rodada, Chapecoense, Criciúma, Joinville e Metropolitano têm seis pontos (confira a tabela completa).

O Verdão do Oeste, invicto até aqui, é favorito disparado ao título. A Chapecoense, repito o que já escrevi em outro post, está operando em FM, enquanto os demais estão em AM. É superior, é mais qualificada, tem mais farinha no saco, só perde o Catarinense se quiser.

O outro membro do Clube dos 100% é o Tigre. Não só no returno, como no Heriberto Hülse desde que Cavalo chegou. Aliás, para mim, disparado, Roberto Cavalo é o melhor técnico do Campeonato Catarinense. Corre por fora o Tigrão na luta pelo título.

E, com a chegada de Hemerson Maria, consigo enxergar um JEC competitivo o suficiente para mirar uma final. Maria é assim: ganha de meio a zero, mas consegue seus objetivos. Muita gente não gosta. Mas têm que engolir a efetividade deste treinador.

Outro que arrancou bem é o Metrô, mas prefiro esperar mais um pouco para ver se o time embala mesmo.

E é isso: destes três deve sair o campeão catarinense.

Porque o Avaí vai oscilar muito e não acredito que atropele como fez no turno.

Porque o Figueirense está arrasado psicologicamente. E já está seis pontos distantes de três times com a mesma grandeza.

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A vitória do JEC vale seis pontos, derrota do Figueirense vale seis negativos e Chape rumo ao título

06 de março de 2016 10

Vamos falar de resultados. Algo que os analistas esportivos fogem a todo o custo.

Mas a rodada inicial do segundo turno do Catarinense impõe que se fale de resultados.

No sábado, a vitória do Criciúma significa que o Tigre se habilitou a ser novamente o calcanhar de Aquiles da Chapecoense.

E a vitória do JEC sobre o Guarani vale seis pontos. Hemerson Maria gosta do aperto; se compraz com a dificuldade; ganha estímulo com o drama. Assim, ele vai conduzir o JEC, como já o fez, a patamares elevados.

A vitória do Metrô é um cartão de visitas atrasado. “Estou no páreo”, avisa com delay o Verdão de Blumenau.

Os três pontos da Chape fora de casa são protocolares. O melhor do turno, o melhor grupo, o time mais estruturado, a equipe mais consciente, vai lutar pelo returno. O risco de não termos final? Enorme!

Deixei por último a vitória do Brusque. Que o Figueirense do “se” tem potencial, é inegável. Agora o Figueira real, vai lutar contra o rebaixamento. Uma situação, é o “se”; a outra, é a realidade. Seis pontos negativos na largada do turno.

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Teremos "final" entre Chapecoense e Tigre. Figueirense é de dar dó

28 de fevereiro de 2016 17

Uma rodada protocolar, sem novidades. E quando falo em algo que já esperávamos, é literalmente. Vejamos:

- O Criciúma ganhou e fez saldo contra o Metropolitano. Normal, diante de um Tigre irregular mas que tem qualidade e só tende a crescer na competição. E um Metrô que dificilmente vai decolar, não vai entregar o que prometeu.

- A Chapecoense (com um a menos, até dois quando Rafael Lima machucou) segurou o JEC. Previsível, com um Tricolor do Norte que vai demorar a decolar, se acontecer com o cauteloso Hemerson Maria, e um Verdão que joga com o regulamento na mão.

- O Avaí, de virada, sofrido, venceu o Guarani. Sem novidade, já que é mais time e está motivado com a vitória no clássico e o Guarani, esforçado, não estava preparado para a elite.

- O Inter é o melhor time que não está entre os grandes. Ou o terceiro melhor do torneio. Também não surpreende. Lages voltou forte para o cenário catarinense.

- E o Figueirense patinou no Scarpelli contra o Lanterna. Poderia até dizer que é algo surpreendente. Mas não é. Até que haja uma mudança de fotografia na escalação, o time lutará contra o rebaixamento. Inacreditável, mas real.

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Clayton é passado, qualificação do grupo do Figueirense para o Catarinense é a cobrança agora

23 de fevereiro de 2016 19
Clayton

 Clayton (E) fora do clássico. Foto: C. Estrela

Eu prefiro comentar sobre fatos, não sobre suposições.

É fato que, após longa negociação (alguns diriam leilão) chegou-se à negociação de Clayton (confira a matéria no DC).

É fato também que Clayton era o melhor jogador do Figueira e talvez o melhor de SC (ou vocês acham que um acerto de cinco temporadas é para qualquer um?)

É fato, igualmente, que o Figueirense, que já era carente no gol e na articulação de meio, agora está carente no ataque (quem funcionou no ataque até agora se não Clayton?)

Então, com base nos fatos, acima, não suposições, o que mais preocupa agora, como analista, do ponto de vista esportivo, de rendimento, é o próximo passo da diretoria do Figueirense. No Debate Diário se falou na vinda do He Man. Tem tudo para ser aquelas jogadas boas só no papel.

Porque o Rafael Moura vem de sérios problemas físicos e já manifestou (em sua soberba, que o fará rever conceitos muito em breve) de que não gostaria de jogar no Figueira. Mas, vá lá… supondo que o atleta escute conselhos de empresários e venha afim e entre em forma, aí vem a questão do salário.

Mesmo com parte paga pelo clube mineiro, os demais do grupo ficarão de olho no desequilíbrio da balança. Se o cara vier e resolver, tudo bem, mas se vier, ganhar bem e acima dos demais, e não produzir, mina o grupo inteiro. Então, bota arriscado nisso.

Falei do ponto de vista desportivo. Agora vamos ver o pós-Clayton do ponto de vista patrimonial. Neste quesito, eu não me meto, pois não tenho acesso aos dados, às fraçôes, o quanto coube a cada um. Até porque cada parte divulga um valor, que mais lhe convém.

Então, ficará a cargo do Conselho Deliberativo, o único que pode ter acesso aos dados para saber se o retorno ao clube (seja em dinheiro, seja em reforços) será proporcional.

Como disse, precisamos de fatos e não suposições. E para trabalhar com fatos e, depois, opinar, vamos aguardar os reforços, se vierem. Dando resposta esportiva, tudo se acalma. E o que e resposta esportiva? No caso do Figueirense, nada menos do que lutar pelo título. E jamais passar o constrangimento do tipo que passou em Chapecó, onde parecia um time da terceira divisão, acuado e com medo, diante da Chapecoense.

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Avaí x Figueira: um clássico decisivo para a dupla da Capital, que pode salvar, mas também iludir

22 de fevereiro de 2016 6
Cabral, Eutrópio

Cabral e Eutrópio: quem usará o clássico com sabedoria?

É sempre impossível determinar favoritismo em clássico. A história (incluindo momentos recentes) nos mostra que grandes favoritos desandaram a maionese em clássico.

A regra é o equilíbrio, um jogo feio e pegado, disputado palmo a palmo e sui generis, sem rótulos e desafiador de análises lógicas.

E, no atual momento de Avaí e Figueirense, novamente não sabemos o que esperar do clássico. O cenário atual indica equilíbrio, regado a desespero, pressão sobre os grupos de jogadores e inquietação dos atletas.

E o resultado destes temperos e ingredientes é sempre surpreendente. Poderemos ter um jogo aberto e “maluco”, ou fechadão e pegado. Seja qual for a configuração, a FCF precisa caprichar na escolha do árbitro. Tem que ser o melhor tecnicamente, o mais experiente, o mais respeitado pelos atletas e o que está em melhor fase. Nem mais, nem menos que isso.

Se houver empate, choram os dois. O Figueira se encalacra mais ainda na parte de baixo. O Avaí perde a chance de usar a Ressacada contra sua irregularidade de atuações.

E se houver três pontos para alguma das partes? Aí mora o perigo. Saber tirar proveito de uma vitória em clássico é uma arte difícil.

Pode representar uma arrancada em termos de confiança, pode arrumar time, arrumar clima interno, como pode iludir (confira a tabela). Se uma vitória no clássico vier oxigenar, dar fôlego, confiança, sem afastar o clube de sua realidade atual, Raul Cabral ou Eutrópio terão moeda valorizadíssima em mãos.

Se a ilusão for a herança, mais adiante a dívida vem cobrada sem perdão.

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