Festa do interior
Seria muita hipocrisia qualquer um questionar esta final do interior. Criciúma, nosso representante da elite, e Chapecoense, o time que mais cresce (proporcionalmente) em SC, estão numa final das mais justas. O melhor do turno contra o melhor do returno.
Fator local
É mais que decisivo. O que só reforça tese que sempre defendo: decisão, mesmo, é no primeiro jogo. Se o time da casa não “construir placar” dificilmente vai levar.
Nivaldo e Gral
Um tem goleiro seguro e atacante efetivo: Nivaldo e Gral. O outro? Mandou o ídolo embora e não tem centroavante confiável, com gol-contra não dá.
É preciso dizer
Que o Figueirense, com o futebol que jogou, foi longe demais. Série B assim é rebaixamento encaminhado.
Copa do Brasil
Tigre e Verdão assegurados. Calendário na poupança. Os demais vão depender de ranking, e das politicagens da CBF caso haja nova mudança das regras.
Os mandrakes alvinegros
Não há time que resista a sucessão de mandrakes que o Figueirense colecionou ao longo deste campeonato. Ainda mais em jogos decisivos, como diante do Tigre e duas vezes contra a Chapecoense, tomando gols nos minutos iniciais.
Dois títulos para cada lado
Verdão levou duas finais, tricolor levou duas. Tira-teima dos bons nessa final quentíssima do Estadual.
Troco a Marquinhos
As homenagens impublicáveis que Marquinhos ouviu foram a cereja no bolo usada pela torcida do Criciúma em sua grande festa. Torcida mais empolgada do campeonato, disparado, a do Tigre.
Arbitragem vai bem
Jogo difícil em Criciúma, Paulo Henrique de Godoy Bezerra foi, mais uma vez, um árbitro que conseguiu conduzir a partida. Sei, o torcedor, passional, jamais aceita a análise profissional neste quesito. Parabéns Paulo Henrique. Em Chapecó? Trio perfeito para Heber e cia.