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Posts com a tag "Catarinense"

Primeiro mundo é assim, a força no futebol não fica totalmente concentrada na Capital

20 de maio de 2013 25

A distribuição de forças equânime em diversas regiões é coisa de primeiro mundo. Tanto a Capital ostentar títulos, quanto outras regiões incomodarem, e muito, é algo que só acontece onde há desenvolvimento econômico e intelectual.

Exemplos europeus são fartos entre os campeões: Juventus, Manchester, Porto e Barcelona só para ficar nestas grandes potencias que não são da capital. Tivemos Ajax, CSKA, PSG que são da Capital. Então este vai e vem é absolutamente saudável para a evolução do futebol.

Por este motivo, é muito interessante que em SC tenhamos cinco forças, com potencial para sete. Sem contar que regiões como o Planalto Serrano e o Alto Vale do Itajaí ainda têm campo para crescer.

Abaixo, dois vídeos para o delírio da galera tricolor do Sul:


 

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Criciúma no ambiente que lhe é devido: na elite e, agora, pela 10ª vez campeão catarinense

19 de maio de 2013 84

O que falar do título do Criciúma?

Um resgate para uma torcida que volta a habitar o patamar de campeão catarinense? Sim

Um tributo a uma região com força financeira e um jeito para o futebol vencedor e diferente de todo o Estado? Sim

Uma ratificação de força do time que é nosso Estado na elite? Sim

Um grito forte do time com os títulos mais importantes em SC? Sim

Segurar a Chapecoense, no Condá, é para os fortes. É missão para guerreiros e este time espelha o espírito desta torcida maravilhosa, aguerrida, apaixonada e que encanta e orgulha nosso Estado.

Parabéns à nação Verde. Fez sua parte e lutou junto com o time até o final. Valorizou a conquista.

O mundinho dos campeonatos estaduais muitas vezes não respeita cartão de visita. O Criciúma chegou com a força de quem é elite, construiu uma senhora vantagem no jogo de ida, mas para levar o título catarinense teria que ter algo mais: então peleou no Índio Condá diante de um adversário à moda do Oeste, e deixou o gramado com a taça.

Desafio para os fortes, algo que o Criciúma tem em seu DNA, desde que desbravou a Copa Libertadores até quase a semifinal. Um time que sabe conquistar sob adversidade: perder por 1 a 0 significava vitória (o jogo de ida fora 2 a 0).

Então, foi o trabalho perfeito para chegar à Série A do Brasileiro cheio de moral. Faixa no peito e sorriso de campeão. O time mais vencedor de Santa Catarina (uma Copa do Brasil, uma Série B e uma Série C são os destaques) está no seu ambiente natural, dos campeões.

A nação verde se limitou a aplaudir seus guerreiros e a parte amarela, preta e branca das arquibancadas soltou o grito de campeão. Pela 10ª vez na história, o Tigre estabeleceu a hegemonia em Santa Catarina.

Mais ainda, no duelo particular com o adversário, o Criciúma estabelece a vantagem em decisões: em cinco, três ficam com o representante do Sul, dois com a turma do Oeste.

Parabéns Criciúma, que esta noite não vai dormir.

Convido vocês a lerem minha crônica no DC Esportes, mais completa e com detalhes do jogo. (clique aqui)

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Encontrei a explicação por que estava escrito nas estrelas que Heber seria o árbitro da final

15 de maio de 2013 6

Heber Roberto Lopes apita a final. Estava escrito nas estrelas, desde que o campeonato começou.

Eu acredito no poder do Universo, numa força comum que move a todos nós e influencia nos acontecimentos. É tão forte este poder, que foge à nossa compreensão.

Assim, podemos explicar que o sorteio, de aleatório, não tem nada: desde a contratação de Heber que o acaso ficou em segundo plano.

Não haveria bolinha com mais poder que a da estrela contratada pela FCF. Dizia Einstein que Deus não joga dados com o Universo.

 

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No vídeo, a lição da fanática torcida do Criciúma: torcida também ganha jogo

13 de maio de 2013 22

Convido vocês a assistir ao vídeo abaixo, com imagens de Alvarélio Kurossu e André Podiacki. Além das belas imagens, chama atenção o poder da torcida do Criciúma. A paixão, a força, o grito apaixonado.

O estádio lotado e a confiança que passa fazem a diferença. Por este motivo, acredito que só há uma forma de o Verdão reverter: quando os jogadores entrarem em campo verem o Condá lotado e com a mesma confiança demonstrada pelos fãs do Tigre.

Sintam o clima fantástico do HH no vídeo abaixo:

 

 

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Decisão é no jogo de ida entre Criciúma x Chapecoense. A partida de volta é acessória

10 de maio de 2013 48

Stop.

Nem Cléber Santana (que será objeto de post); nem absurdos com estádios (vergonheira com o Maracanã é grande); nem Copa do Brasil, que bombou durante o meio de semana. Nem Libertadores, que está quente.

Para tudo.

Agora é a final entre Criciúma e Chapecoense.

E, desde já, renovo a minha tese. Que, diga-se de passagem, tem funcionado.

E a ideia é a seguinte: final, mesmo, é o primeiro jogo do mata-mata.

É nos primeiros 90 minutos que tudo se decide. Se o time da casa perpetra vantagem significativa (dois gols de diferença ou mais), passa a ser o favorito. Se vence apenas por 1 a 0, conquista apenas uma tímida vantagem. Se não reverte a situação (empate ou derrota) praticamente pode entregar a taça para o dono do jogo de volta, no caso a Chapecoense.

Reafirmo: o jogo de volta é acessório.

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Neném falou em "futebolzinho da Capital" e puxou discussão sobre decadência de Avaí e Figueirense

06 de maio de 2013 134

"Não via por que o Avaí e Figueirense com o futebolzinho que vinham jogando chegarem na final."

A frase é de Neném, da Chapecoense. Está em destaque no DC Esportes (clique aqui e confira) e é a notícias mais lidas do site todo, batendo até material de geral e polícia.

O contundente desta frase é que parte de um jogador, que geralmente tem uma avaliação técnica da sua classe, o que torna mais ofensivo aos companheiros da Capital.

Este troco que o interior deu é um grito que ecoa entre as torcidas.

Acho demais falar em decadência de Avaí e Figueirense, mas que o momento é um dos piores dos últimos anos, não há dúvida.


 

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Festa do interior

05 de maio de 2013 109

 Festa do interior

Seria muita hipocrisia qualquer um questionar esta final do interior. Criciúma, nosso representante da elite, e Chapecoense, o time que mais cresce (proporcionalmente) em SC, estão numa final das mais justas. O melhor do turno contra o melhor do returno.

Fator local

É mais que decisivo. O que só reforça tese que sempre defendo: decisão, mesmo, é no primeiro jogo. Se o time da casa não “construir placar” dificilmente vai levar.

Nivaldo e Gral

Um tem goleiro seguro e atacante efetivo: Nivaldo e Gral. O outro? Mandou o ídolo embora e não tem centroavante confiável, com gol-contra não dá.

É preciso dizer

Que o Figueirense, com o futebol que jogou, foi longe demais. Série B assim é rebaixamento encaminhado.

Copa do Brasil

Tigre e Verdão assegurados. Calendário na poupança. Os demais vão depender de ranking, e das politicagens da CBF caso haja nova mudança das regras.

Os mandrakes alvinegros

Não há time que resista a sucessão de mandrakes que o Figueirense colecionou ao longo deste campeonato.  Ainda mais em jogos decisivos, como diante do Tigre e duas vezes contra a Chapecoense, tomando gols nos minutos iniciais.

Dois títulos para cada lado

Verdão levou duas finais, tricolor levou duas. Tira-teima dos bons nessa final quentíssima do Estadual.

Troco a Marquinhos

As homenagens impublicáveis que Marquinhos ouviu foram  a cereja no bolo usada pela torcida do Criciúma em sua grande festa. Torcida mais empolgada do campeonato, disparado, a do Tigre.

Arbitragem vai bem

Jogo difícil em Criciúma, Paulo Henrique de Godoy Bezerra foi, mais uma vez, um árbitro que conseguiu conduzir a partida. Sei, o torcedor, passional, jamais aceita a análise profissional neste quesito. Parabéns Paulo Henrique. Em Chapecó? Trio perfeito para Heber e cia.

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Classificação justa do Criciúma teve coro impublicável de despedida para Marquinhos, simbolizando queda do Avaí

04 de maio de 2013 125

A conquista do segundo turno pelo Criciúma mostrou-se fundamental neste encontro equilibrado, que colocou o Tigre na final do Catarinense e eliminou o atual campeão.

Afinal, o fator local conspirou neste acumulado de 3 a 3 que resultou das duas partidas. O jogão da Ressacada deu um sopro de esperança para os avaianos, mas na dureza, na dificuldade, na luta o tricolor do Sul reverteu.

Foi o típico jogo brigado, com gol estranho e ingredientes tensos, que colocou na final um time que cresceu no segundo turno.

Méritos no gol para o abafa do Tigre. Quanto à reclamação de mão na bola simplesmente não é cabível. Lance normal, o jogador Tartá jamais conseguiria ter intenção num lance deste.

A vitória foi justa pelo primeiro tempo do dono da casa. O segundo tempo foi totalmente do que chamamos de “mind games”. A parte psicológica atuou o tempo todo.

O Tigre fez uma revolução interna que o colocou no patamar que deve estar o representante de SC na elite, ou seja a final. Era fundamental para o projeto.

Agora, como conspirou a favor, o fator campo vai atrapalhar na decisão, já que Chapecoense ou Figueirense terão esta vantagem.

O Criciúma terá que descobrir uma fórmula para fazer o que lhe ajudou não servir ao adversário na hora de levantar a taça.

A torcida do Tigre deu um show de presença e de postura, com incentivo totalmente próprio e emprestando vigor ao time.

Ao final, presenteou Marquinhos com uma despedida impublicável.

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Com Heber e Paulo Henrique, jogador que incomodar vai para o chuveiro mais cedo

02 de maio de 2013 18

Heber Roberto Lopes, em Chapecó. Paulo Henrique Bezerra, em Criciúma. São dois árbitros que vão obrigar os times a tentar ganhar na bola.

Porque, se os jogadores tentarem ganhar no grito vão para o chuveiro mais cedo. São dois nomes que têm moral para isso.

Me parece, inclusive, que a FCF antecipou os árbitros que devem fazer os dois jogos da final do campeonato.

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Os públicos do Condá e do Heriberto Hülse vão revelar verdades sobre o momento regional

02 de maio de 2013 27

Se tivermos acima de 16 mil torcedores no Heriberto Hülse, como está previsto acontecer, e superar os 12 mil torcedores no Condá, como a direção da Chapecoense estima, então Chapecó e Criciúma terão mostrado à Capital que estão num melhor momento em termos de motivação.

Mais ainda. Se estes dois caldeirões estiverem no nível que costumam estar em dia de decisão, ouso dizer que a vantagem vira favoritismo.

E, no caso do Tigre, mesmo com a desvantagem no placar.

Agora, favoritismo não ganha jogo. As vezes, até atrapalha quem entra em campo ostentando esta condição.

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