Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "Chapecoense"

Criciúma no ambiente que lhe é devido: na elite e, agora, pela 10ª vez campeão catarinense

19 de maio de 2013 82

O que falar do título do Criciúma?

Um resgate para uma torcida que volta a habitar o patamar de campeão catarinense? Sim

Um tributo a uma região com força financeira e um jeito para o futebol vencedor e diferente de todo o Estado? Sim

Uma ratificação de força do time que é nosso Estado na elite? Sim

Um grito forte do time com os títulos mais importantes em SC? Sim

Segurar a Chapecoense, no Condá, é para os fortes. É missão para guerreiros e este time espelha o espírito desta torcida maravilhosa, aguerrida, apaixonada e que encanta e orgulha nosso Estado.

Parabéns à nação Verde. Fez sua parte e lutou junto com o time até o final. Valorizou a conquista.

O mundinho dos campeonatos estaduais muitas vezes não respeita cartão de visita. O Criciúma chegou com a força de quem é elite, construiu uma senhora vantagem no jogo de ida, mas para levar o título catarinense teria que ter algo mais: então peleou no Índio Condá diante de um adversário à moda do Oeste, e deixou o gramado com a taça.

Desafio para os fortes, algo que o Criciúma tem em seu DNA, desde que desbravou a Copa Libertadores até quase a semifinal. Um time que sabe conquistar sob adversidade: perder por 1 a 0 significava vitória (o jogo de ida fora 2 a 0).

Então, foi o trabalho perfeito para chegar à Série A do Brasileiro cheio de moral. Faixa no peito e sorriso de campeão. O time mais vencedor de Santa Catarina (uma Copa do Brasil, uma Série B e uma Série C são os destaques) está no seu ambiente natural, dos campeões.

A nação verde se limitou a aplaudir seus guerreiros e a parte amarela, preta e branca das arquibancadas soltou o grito de campeão. Pela 10ª vez na história, o Tigre estabeleceu a hegemonia em Santa Catarina.

Mais ainda, no duelo particular com o adversário, o Criciúma estabelece a vantagem em decisões: em cinco, três ficam com o representante do Sul, dois com a turma do Oeste.

Parabéns Criciúma, que esta noite não vai dormir.

Convido vocês a lerem minha crônica no DC Esportes, mais completa e com detalhes do jogo. (clique aqui)

Bookmark and Share

Encontrei a explicação por que estava escrito nas estrelas que Heber seria o árbitro da final

15 de maio de 2013 6

Heber Roberto Lopes apita a final. Estava escrito nas estrelas, desde que o campeonato começou.

Eu acredito no poder do Universo, numa força comum que move a todos nós e influencia nos acontecimentos. É tão forte este poder, que foge à nossa compreensão.

Assim, podemos explicar que o sorteio, de aleatório, não tem nada: desde a contratação de Heber que o acaso ficou em segundo plano.

Não haveria bolinha com mais poder que a da estrela contratada pela FCF. Dizia Einstein que Deus não joga dados com o Universo.

 

Bookmark and Share

No vídeo, a lição da fanática torcida do Criciúma: torcida também ganha jogo

13 de maio de 2013 22

Convido vocês a assistir ao vídeo abaixo, com imagens de Alvarélio Kurossu e André Podiacki. Além das belas imagens, chama atenção o poder da torcida do Criciúma. A paixão, a força, o grito apaixonado.

O estádio lotado e a confiança que passa fazem a diferença. Por este motivo, acredito que só há uma forma de o Verdão reverter: quando os jogadores entrarem em campo verem o Condá lotado e com a mesma confiança demonstrada pelos fãs do Tigre.

Sintam o clima fantástico do HH no vídeo abaixo:

 

 

Bookmark and Share

Agora, temos um favorito ao título catarinense: o Criciúma fez sua parte no jogo de ida

12 de maio de 2013 48

Um espetáculo a festa da torcida do Criciúma. O 2 a 0 foi um resultado absolutamente justo. E, sendo coerente com minha tese de que decisão em mata-mata é no primeiro jogo, sustento que temos um favorito.

A Chapecoense terá que devolver o 2 a 0 para habilitar uma decisão por pênaltis. Ou aplicar um 3 a 0 para sair campeã direto. Não que isso não seja possível no Índio Condá.

O problema é quando uma equipe precisa programar um resultado elástico. Quando acontece ao natural, é algo do jogo. Quanto se tenta planejar, é muito complexo, ainda mais com o Tigre consistente como tem se apresentado.

Convido a todos a ler a crônica do jogo que escrevi para o DC Esportes (clique aqui e leia) e comente aqui. Nela avalio taticamente, o desempenho dos atletas, a importância de Marcel, os erros de Nivaldo, enfim, tá tudo lá.

Bookmark and Share

Decisão é no jogo de ida entre Criciúma x Chapecoense. A partida de volta é acessória

10 de maio de 2013 48

Stop.

Nem Cléber Santana (que será objeto de post); nem absurdos com estádios (vergonheira com o Maracanã é grande); nem Copa do Brasil, que bombou durante o meio de semana. Nem Libertadores, que está quente.

Para tudo.

Agora é a final entre Criciúma e Chapecoense.

E, desde já, renovo a minha tese. Que, diga-se de passagem, tem funcionado.

E a ideia é a seguinte: final, mesmo, é o primeiro jogo do mata-mata.

É nos primeiros 90 minutos que tudo se decide. Se o time da casa perpetra vantagem significativa (dois gols de diferença ou mais), passa a ser o favorito. Se vence apenas por 1 a 0, conquista apenas uma tímida vantagem. Se não reverte a situação (empate ou derrota) praticamente pode entregar a taça para o dono do jogo de volta, no caso a Chapecoense.

Reafirmo: o jogo de volta é acessório.

Bookmark and Share

Neném falou em "futebolzinho da Capital" e puxou discussão sobre decadência de Avaí e Figueirense

06 de maio de 2013 134

"Não via por que o Avaí e Figueirense com o futebolzinho que vinham jogando chegarem na final."

A frase é de Neném, da Chapecoense. Está em destaque no DC Esportes (clique aqui e confira) e é a notícias mais lidas do site todo, batendo até material de geral e polícia.

O contundente desta frase é que parte de um jogador, que geralmente tem uma avaliação técnica da sua classe, o que torna mais ofensivo aos companheiros da Capital.

Este troco que o interior deu é um grito que ecoa entre as torcidas.

Acho demais falar em decadência de Avaí e Figueirense, mas que o momento é um dos piores dos últimos anos, não há dúvida.


 

Bookmark and Share

Festa do interior

05 de maio de 2013 109

 Festa do interior

Seria muita hipocrisia qualquer um questionar esta final do interior. Criciúma, nosso representante da elite, e Chapecoense, o time que mais cresce (proporcionalmente) em SC, estão numa final das mais justas. O melhor do turno contra o melhor do returno.

Fator local

É mais que decisivo. O que só reforça tese que sempre defendo: decisão, mesmo, é no primeiro jogo. Se o time da casa não “construir placar” dificilmente vai levar.

Nivaldo e Gral

Um tem goleiro seguro e atacante efetivo: Nivaldo e Gral. O outro? Mandou o ídolo embora e não tem centroavante confiável, com gol-contra não dá.

É preciso dizer

Que o Figueirense, com o futebol que jogou, foi longe demais. Série B assim é rebaixamento encaminhado.

Copa do Brasil

Tigre e Verdão assegurados. Calendário na poupança. Os demais vão depender de ranking, e das politicagens da CBF caso haja nova mudança das regras.

Os mandrakes alvinegros

Não há time que resista a sucessão de mandrakes que o Figueirense colecionou ao longo deste campeonato.  Ainda mais em jogos decisivos, como diante do Tigre e duas vezes contra a Chapecoense, tomando gols nos minutos iniciais.

Dois títulos para cada lado

Verdão levou duas finais, tricolor levou duas. Tira-teima dos bons nessa final quentíssima do Estadual.

Troco a Marquinhos

As homenagens impublicáveis que Marquinhos ouviu foram  a cereja no bolo usada pela torcida do Criciúma em sua grande festa. Torcida mais empolgada do campeonato, disparado, a do Tigre.

Arbitragem vai bem

Jogo difícil em Criciúma, Paulo Henrique de Godoy Bezerra foi, mais uma vez, um árbitro que conseguiu conduzir a partida. Sei, o torcedor, passional, jamais aceita a análise profissional neste quesito. Parabéns Paulo Henrique. Em Chapecó? Trio perfeito para Heber e cia.

Bookmark and Share

Os públicos do Condá e do Heriberto Hülse vão revelar verdades sobre o momento regional

02 de maio de 2013 27

Se tivermos acima de 16 mil torcedores no Heriberto Hülse, como está previsto acontecer, e superar os 12 mil torcedores no Condá, como a direção da Chapecoense estima, então Chapecó e Criciúma terão mostrado à Capital que estão num melhor momento em termos de motivação.

Mais ainda. Se estes dois caldeirões estiverem no nível que costumam estar em dia de decisão, ouso dizer que a vantagem vira favoritismo.

E, no caso do Tigre, mesmo com a desvantagem no placar.

Agora, favoritismo não ganha jogo. As vezes, até atrapalha quem entra em campo ostentando esta condição.

Bookmark and Share

Fabinhos determinaram o empate. Agora é no Condá, com vantagem do Verdão diante do Figueira

27 de abril de 2013 33

Não dá para bobear. A primeira coisa que faço quando vou acompanhar um jogo que requer mais atenção é, com o apito inicial, disparar o cronômetro. No jogo desta noite eu bobeei. Fiquei atento à questão do Botti não jogar, prestando atenção na torcida, no estádio, no conjunto tático dos times antes da partida iniciar e esqueci de acionar o tempo do jogo.

Quando me dei conta que o apito inicial trilara baixei rapidamente a cabeça para acionar a função do I Phone e... bom, quando eu levantei os olhos, naqueles dois segundinhoss, a Chapecoense estava marcando seu gol.

Então, eu bobeei. E não fui somente eu. A zaga do Figueirense bobeou. A diferença entre eu e a zaga do Figueira começar o jogo dormindo é que, de minha parte, vi e revi o gol depois. Já o empate em casa, no 1 a 1 que acabou advindo do lance de Mandrake do time, não tem mais como virar vitória.

Imediatamente lembrei-me das bobeiras contra o Criciúma (com 10 minutos o time levava 2 a 0), que custaram, diga-se de passagem, caso não houvesse derrota, a chance de lutar pela vantagem que daria o mando ao Figueirense.

Como é possível um grupo de jogadores começar uma partida de mata-mata sem estar atenta justamente ao veloz Fabinho? Sem explicação plausível.

Não havia aprendido a lição diante de outro Fabinho, o do Criciúma, que pelo mesmo setor fez estrago igual? Sem argumento lógico.

O que houve após o gol foi uma tentativa cirúrgica da Chapecoense de segurar o resultado, e a melhor defesa da competição teria conseguido o intuito, mas uma expulsão estragaria os planos. Fechadinha, consciente e contra-atacando era a receita para um Figueirense escancarar toda sua fragilidade técnica.

Afinal, diante de um time absolutamente encorpado, só o toque de bola consistente e variado poderia desconstruir. Não tinha ninguém vestido com o manto alvinegro que pudesse impor esta situação.

Até a expulsão. Finalmente um Fabinho resolveu colaborar com o Figueira. O Fabinho Gaúcho levou o segundo amarelo e deixou o gramado.

Aí, com um volume de jogo maior, o Verdão pagou pelo pecado de falta de ousadia. O Figueira martelou até empatar.

Tudo igual. Vantagem mínima mantida pelo Verdão. Há esperança para o Alvinegro, mas a tendência de ganhar a vaga repousa com mais força para o time do Oeste.

Bookmark and Share

O principal jogo dos mata-matas é o primeiro

26 de abril de 2013 4

A largada da semifinal
Tenho a tese de que o que estabelece o tom de um mata-mata é justamente o primeiro jogo. Por este motivo, ele é o mais importante. Se o time da casa coloca o pingo nos "is", algo como os alemães fizeram com os espanhóis na Liga dos campeões, então o segundo jogo passa a ser acessório.

No máximo, diante de uma goleada pró-time da casa, pode-se contar com um jogo heroico, mas improvável para uma reviravolta. Lembro da final do ano passado do Catarinense, em que o Avaí estabeleceu, diante de um Figueirense favorito, uma realidade que mostrou-se imutável depois.

Vantagem, sim
No Debate Diário de ontem estabeleceu-se a discussão. Não houve consenso, o que é sempre bom para a dialética e para a evolução das ideias. De minha parte, defendi que há, em ambas semifinais, um conjunto de fatores que, no máximo, estabelece algo que qualifico como vantagem no jogo de ida. E esta repousa junto aos mandantes, por mais óbvio que pareça. E, se não houver uma goleada, inverte-se a lógica para o duelo de volta.

Favoritismo, não
Por que sustento uma diferenciação entre vantagem e favoritismo? Porque este vem carregado de uma força que aquele não ostenta. A condição de favorito, no futebol e nos esportes em geral, é alguém que, em tese, deveria patrolar o adversário. Não é o que se configura nos dois encontros semifinais do Catarinense.

Cores e feras
Seguindo na tese acima e usando a figura de linguagem, no território do Leão este é quem manda. Quando o Leão tentar invadir o território do Tigre, a chance de ser ferido de morte é maior. Assim será em campo. E no duelo do Alvinegro com o Verdão, o preto no branco deve prevalecer

Bookmark and Share