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Posts com a tag "clássico"

Com a mídia nacional esclarecendo o lance polêmico, agora dá para mudar de assunto

09 de abril de 2013 29

Precisou uma análise meticulosa feita pelo árbitro Fifa Leonardo Gaciba, incluindo recursos eletrônicos (confira matéria no DC Esportes clicando aqui), e o Programa Bem Amigos, para definir que o gol do Avaí foi legal. Mesmo assim, alguns mais fanáticos jamais vão aceitar, é a cegueira movida pelo fanátismo, que impede a ação da razão.

É o mesmo ímpeto que leva a alguns trogloditas a se comportarem como assassinos no trânsito, a quererem machucar ou xingar outro ser humano só porque difere de opinião, a praticar a intolerância racial, religiosa e a xenofobia. Infelizmente, alguns irmãos ainda vão precisar de outras vidas para ajustar sua passagem na terra, se é que esta vai resistir à nossa raça.

Mas já dá para mudar o seletor. Agora vem a questão da Copa do Brasil. Quem passar de primeira, entre Avaí e Figueira, ganha calendário para cuidar só do Estadual. Nessa rodada, o Criciúma vai colher este benefício. Mas terá a Copa do Brasil pela frente em meio à decisão do Estadual se obtiver a vaga.



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No dia do sorteio da arbitragem, Marquinhos volta a atacar Célio e bota pressão para em Ronan

04 de abril de 2013 71

Frases fortes de Marquinhos na coletiva de hoje do Avaí (confira matéria completa no DC Esportes). O capit0ão avaiano, como sempre acontece nas entrevistas, joga aberto, responde com coragem, e não foge do assunto Célio Amorim. Veja abaixo as frases fortes que colocam fogo no quesito arbitragem.

Agora, vamos combinar: no dia que ocorre o sorteio da arbitragem, Marquinhos reafirma a sua impressão de que seu clube foi prejudicado. De certa forma, indiretamente coloca pressão no árbitro Ronan Marques da Rosa, escolhido para o clássico. E agora? Vejam a imagem acima. Ronan dando cartão a Marquinhos num clássico. Como vai ser a relação neste jogo?

- Eu pergunto para o procurador, quem vai trazer os dois pontos de volta para o Avaí? Porque eu não ia errar aquele pênalti. E outra coisa: a gente foi prejudicado, sim.

- Quando atrasa salários, vocês são os primeiros a cobrar. Às vezes, o salário não vem porque a torcida não vai ao estádio, porque o resultado não vem, e por quê? Por causa de um erro grosseiro do árbitro. Ele nos prejudicou, todo mundo viu, ele foi ciente disso, mas é o seguinte: ele não vai vir aqui pagar o nosso salário.

-  Eu vou lá (no julgamento) e vou falar a mesma coisa. Vou dizer  que ele vaio aqui e nos prejudicou, não é a primeira vez. Se o Avaí pegar todas as imagens do Célio Amorim apitando na Ressacada,  vocês vão ver vários pênaltis a nosso favor que não foram marcados. Eu nunca falei que ele é um péssimo árbitro, pelo contrário, mas contra o Avaí ele não dá pênalti. Quero pensar que ele leva azar, acredito que não seja questão de caráter. Mas ele não dá pênalti, e quando eu usei a palavra roubo, disse por causa disso, e não para desmoralizá-lo.

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Dupla da Capital demonstra crescimento na relação extracampo com acordo por ingressos

04 de abril de 2013 14

Exemplo da dupla da Capital
Exemplo da nova fase nas relações de Avaí e Figueirense, é a questão do espaço dedicado à torcida visitante no clássico. Neste jogo de domingo, na Ressacada, a torcida do Figueirense terá a curva ampliada (20% da carga de ingressos). O espetáculo fica mais bonito e democrático.

Inteligência emocional
E como gentileza gera cordialidade, com certeza nos demais clássicos a recíproca será verdadeira. Com as direções dando mostras de inteligência emocional (lembram o abraço dos presidentes, no gramado, no clássico anterior?) a tendência é a atitude ganhar força também entre as torcidas.

Atitudes concretas
Só falta atacar agora a questão da violência que gravita sobre as torcidas organizadas. Pelo menos em Florianópolis, a ação da PM consegue ser preventiva. A duras penas nossos comandantes estabelecem uma normalidade. Mas o risco sempre é grande e o esforço desproporcional para manter a ordem. As famílias ainda ficam em segundo plano.

Espaço em Criciúma
No Heriberto Hülse aquele cantinho que abriga o visitante é meio cruel, com visibilidade comprometida. O clube abre, em demandas maiores, uma área anexa, melhorando a condição. Como a torcida do JEC deve ser grande, acredito que o espaço será revisto (estamos tentando a informação com o clube, assim que rolar eu altero aqui).

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Não podemos esquecer as vergonhas do clássico Figueirense e Avaí

18 de fevereiro de 2013 30

Três situações marcaram o clássico que, se passarem batidas, servirão de combustível para futuras situações muito chatas.

VERGONHA 1

Sábado, no Scarpelli, antes do jogo, foi entregue ao Figueirense (imagem em anexo) uma lista com a escalação do Avaí fake.

Este tipo de conduta não é correta e nem saudável na relação das equipes. Se foi intencional, pior ainda. Se foi sem querer, um descuido inaceitável.

VERGONHA 2

Durante o jogo um objeto foi atirado dentro do campo e recolhido pela arbitragem. Em outros tempos, a própria torcida atacaria o agente e o entregaria, para salvar o clube da perda de mando.

Acho que isso não aconteceu, porque o arremesso veio de um setor bem conhecido no Figueirense por arrumar confusão.

VERGONHA 3

A investida de bandidos que se dizem torcedores para tentar arrumar confusão no final de jogo. O clube vai aceitar isso? A FCF vai aceitar? A PM vai aceitar? O Ministério Público vai aceitar?

Temos que ser justos. Aqui citei os bandidos que têm do lado avaiano (inúmeras ocorrências), reclamei dos bandidos no JEC (rolo lá na Arena com o Avaí), já reclamei de bandidos no Criciúma (lembram, dos carros atacados?). Pois é, não deixaria passar os do Figueirense também.

Abaixo, dois vídeos do You Tube do momento em que o helicóptero bota a galera para correr.

 

 

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O melhor jogo do campeonato. JEC 4 x 3 Tigre foi o grande clássico da rodada

17 de fevereiro de 2013 62

Se fossemos julgar somente pelos partidas que assistimos, o duelo deste domingo, Joinville 4 a 3 Criciúma foi muito mais "clássico" que o Figueirense 1 a 0 Avaí ontem.

Aliás, foi o melhor jogo do campeonato até agora.

O clássico da Capital não foi uma boa partida de futebol. Claras limitações técnicas foram observadas em campo, o que emprestou uma aparência de jogo comum.

Nem mesmo a pegada, a mordida, parecia apimentada com o tempero natural dos clássicos ontem.

No jogo da Arena, não. E nem é pelos quatro gols no primeiro tempo e o total de sete gols. Mas por dois times que transpiravam clássico. Mordiam, pegavam e, também, jogavam um futebol em alguns momentos empolgante.

No Norte, um jogo vertical, times buscando com sede o gol; na Capital, cadência, toque de bola e um pouco mais de emoção só nos minutos finais.

Em termos de resultado, polarizou a briga do turno. A Chapecoense e o Figueirense miram o título. Mas o Verdão tá com a mão na taça, já que pega Atlético-IB e Guarani.

O Figueira vai encarar o Criciúma e o Juventus.

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Semana com bom exemplos de Avaí e Figueirense para o clássico de sábado

15 de fevereiro de 2013 9

Estamos numa semana, aliás em meses, bastante inquietantes aqui em Florianópolis. Todos que moramos aqui queremos a cidade dentro de uma normalidade, mas esta insiste em fugir. A sensação de que o poder público não controla mais a Capital é grande, mas a também é enorme a esperança de que possamos voltar a ter paz, alguma mobilidade, ter pelo menos o direito de ir e vir, constitucional, mantido.

No meio disso tudo, as direções de Avaí e Figueirense, e os atletas optaram, de forma acertada, por silêncio, respeito, moderação.

O momento exige. Esperemos que as torcidas vão ao Scarpelli, curtam, vibrem, torçam, e voltem para suas famílias em paz. Não precisamos de outros episódios para nos preocupar.

Se depender do exemplo dos clubes, está bem encaminhado.

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O primeiro grande desafio de Heber e mais um clássico para Célio Amorim encarar

14 de fevereiro de 2013 10

Os dois árbitros escolhidos para comandar os clássicos do final de semana são fruto de um provável raciocínio lógico da FCF. Entidade, aliás, que nunca esteve tão tranquila para definir uma escala, já que o comportamento da arbitragem tem sido bom.

Quanto ao critério, diante da calmaria, certamente seria ter Heber em um dos clássicos, para ele pegar o espírito dos jogos decisivos daqui e um outro árbitro experiente, caiu o Célio Amorim.

O que deixa mais claro este critério é o fato de o sorteio ter colocado Heber/Célio na Capital e Heber/Bráulio para o jogo do Norte.

É o primeiro grande desafio para Heber no cenário catarinense. E mais um clássico na vida de Célio Amorim.

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Ingressos salgados é uma realidade mal gerenciada no Brasil. R$ 50 em Figueirense x Avaí é caro

13 de fevereiro de 2013 38

Os R$ 50 cobrados para assitir ao clássico entre Figueirense e Avaí, pelo Campeonato Catarinense, é um preço caro.

Pela insistência de nossos administradores em praticarem uma política de preços fora da realidade de 90% da população brasileira, está claro que o futebol para o povão é algo para ser consumido na televisão.

Nos estádios, é artigo para uma fatia de consumidores que pode abrir mão, em apenas um dia, de uns R$ 200 entre deslocamento, estacionamento, ingresso e alimentação. Isso, se o sujeito for sozinho, sem família.

A ideia sempre foi de estimular a associação. Fidelizar. O que me parece correto, mas mal executado.

Sócio é quase um parceiro, não um doador, um patrocinador. E parceria se faz com contrapartida, o que os clubes brasileiros, na maioria, não dão ao seu sócio.

Exemplos: clubes de lazer e esportes, descontos importantes em produtos oficiais, direito a voto na escolha de diretorias, serviços especiais nos estádios, como estacionamento facilitado, espaço infantil etc.

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Levíssimo favoritismo nos clássicos é do Criciúma e do Avaí, se Marquinhos "jogar"

12 de fevereiro de 2013 32

Ficar em cima do muro nunca foi comigo. Apostar em dois favoritos que jogam fora de casa, em clássicos, é sempre uma temeridade. Então, para atenuar o peso da afirmação, incluí um "levíssimo" no título.

Jogando na Arena, o JEC terá sua torcida empurrando e o Criciúma ainda não está consistente. Então, apenas os números do turno amparam a tese de que o Tigre chega mais encorpado.

No caso da Capital, são dois times irregulares. O Figueira teve dias sim, dias não; o Avaí, vários momentos "mais ou menos". Então, a única coisa que pode favorecer alguém, é o craque aparecer. Fica com Marquinhos a variável: se jogar muito, deixa o Avaí um passinho à frente. Se jogar como está jogando, equilíbrio total.

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Clássico é clássico. Deu JEC, com autoridade e festa do Tigre ficou para terça-feira

03 de novembro de 2012 63

A derrota do Criciúma, por 3 a 2, para o Joinville foi o resultado de uma realidade da Série B: muito equilíbrio durante toda a competição.

Um torneio desgastante até o último minuto. Comparo com a disputa de uma maratona, onde os limites do atleta, psicológicos, táticos e físicos estão em constante medição.

A explicação de cima é a mais evidente. Há outras, não contraditórias, apenas acessórias. Primeiro, é um clássico; segundo, o JEC, por estar atrás na tabela, não é, necessariamente, inferior; terceiro, o fator psicológico: um dos times à cavaleiro, outro pressionado.

Enfim, por tudo que falei, a confirmação virtual na elite ficou para mais adiante. Pena para o JEC que o Atlético ganhou. Que bom para o Tigre, que Vitória e São Caetano perderam.

Do jogo, acho que ficou cristalino a todos um primeiro tempo superior tático e técnico por parte do tricolor do Norte. Merecido o resultado.

Jogo pegado, nervoso, com expulsões justas, uma arbitragem boa.

No segundo tempo, Lima errou um gol cara a cara, a resposta veio com o empate, por Lins, mas não deu tempo de comemorar, já que William, que fez uma grande partida, ampliou. O terceiro gol, de Marcinho, foi a vantagem fundamental.

Porque Zé Carlos ainda ampliaria de pênalti, para dar aquela emoção que o Tigre adora em seus jogos. Mas, desta vez, o JEC não cedeu no final, como aconteceu em outras oportunidades.

Bola ao centro. E, agora, matematicamente, é contra o São Caetano, terça-feira.

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