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Posts com a tag "Corinthians"

Figueirense faz seis pontos em cima do freguês Corinthians e encaminha um feliz Supersetembro

25 de setembro de 2014 20

Freguesia se constrói com resultados. Assim como a dupla Gre-Nal já virou presa predileta para o Figueira na Série A, agora o Corinthians começa a entrar nesse clube.

Os mais de 10 mil presentes (parecia mais) vão dormir felizes.

O Alvinegro de SC carimbou a inauguração do estádio do time paulista, um gigante do futebol brasileiro.

E agora completou o serviço. De quebra interrompeu incômoda série sem vitórias.

Nosso Figueira respira legal em relação à zona de rebaixamento e flerta com a Sul-Americana.

Parabéns também à Chapecoense, que respirou legal com vitória de “seis pontos” sobre o Atlético.

Pena o Criciúma, que parece não achar seu caminho.

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Arena São Paulo? Arena Corinthians? Itaquerão? Que nada, Giovanni Augusto batiza o estádio: Itaqueirense

18 de maio de 2014 58

Onde estava escondido este Figueirense que entrou em campo contra o Corinthians? Que mágica havia que impedia este time de jogar como jogou nesta tarde histórica contra o Corinthians? Ou, refazendo a pergunta: que mágica fez o Figueirense jogar como jogou na inauguração?

Seja para qual for a pergunta nem eu, nem você blogueiro encontrará uma resposta fácil. Deixemos o crédito para a resposta aos autores da excelente partida do alvinegro catarinense aos jogadores, ao técnico, à diretoria. Eles encontraram uma fórmula para ter personalidade e encarar a Fiel em sua nova casa, e para ter futebol consistente.

Aliás, pouco importa como o Figueira reencontrou um caminho, como o time restabeleceu seu jeito de ser na Série A, aquele que fez do Figueirense o time com DNA mais adequado à elite do Brasileiro no Estado.

O que importa é que o time foi ao Itaquerão e, lembrando muito aquele time campeão do Estado, com contra-ataques mortíferos, atacantes verticais e precisos, achou o 1 a 0 e fez história: Giovanni Augusto é o autor do primeiro gol do Itaquerão. Aliás, entre nós, numa brincadeira saudável, já rebatizamos então o estádio de Itaqueirense.

E, para não deixar dúvidas, quero dizer que não adianta chorar: absolutamente não foi pênalti o lance no primeiro tempo reclamado pelo Corinthians. Basta ver o lance pela televisão e nota-se claramente o teatro do atleta corintiano. Parabéns ao árbitro Jaílson.

Depois do gol, muito cedo, o Figueirense meio que se apavorou. O técnico também apelou para o contra-ataque muito cedo, trazendo uma pressão forte do Timão. Para alegria catarinense, a vitória foi mantida.

Agora, os fãs corintianos devem estar, como se diz na gíria do futebol, de cabeça inchada: primeiro, o estádio está ligado a financiamentos espúrios com dinheiro público; segundo, teve incidentes lamentáveis com mortes em sua construção; terceiro, por não ter nome fixo, foi batizado com o nome do grande rival pela Fifa, Arena São Paulo; quarto, ninguém consegue chegar sem se perder na Arena; quinto, não vai ficar totalmente pronto para a Copa; sexto, a cobertura não funciona e já na estreia todo mundo levou aquela chuva na cabeça; sétimo, é inaugurado com derrota; oitavo, o autor do primeiro gol histórico é de um time adversário.

Os corintianos devem estar apavorados com o que está por vir, hein! Aliás, este um cenário bem apropriado para o que foi a preparação brasileira para a Copa: uma preparação desastrada e mal planejada.

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Versão “Chelsea” do Timão dita o ritmo no Heriberto Hülse e ganha ao natural do Criciúma

04 de agosto de 2013 39

Era o uniforme azul do antigo Comerciário para um jogo festivo? Era o Avaí, numa partida do Estadual? Era o Chelsea, num amistoso internacional? Não, era o Corinthians que entrou para jogar de azul contra o Criciúma, ontem, e mostrou que não perdeu sua característica: bom futebol.

Venceu por 2 a 0 e empurrou o Tigre novamente para a briga contra o rebaixamento.

O uniforme, uma alusão às vestes usadas em 1965, quando o time representou a Seleção num amistoso diante do Arsenal, realçou a força dentro de campo e animou o “bando de loucos” nas arquibancadas.
O estilão “Chelsea”, time que os corintianos superaram no Mundial, realmente inspira.

Os fanáticos do Timão cantarem alto num Heriberto Hülse onde seu time deu as cartas e construiu a vitória como e quando desejou.

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Figueirense nos top 20 do Brasil em arrecadação, mostrando potencial do clube

14 de maio de 2013 36

Um dado importantíssimo foi publicado no site MTK Esportivo, especializado em marketing esportivo (clique aqui e confirma o portal). O especialista em gestão e marketing esportivo Amir Somoggi divulgou seu levantamento anual com as receitas e dívidas dos clubes brasileiros em 2012.

E, neste estudo há um, e somente um catarinense, entre as 20 maiores receitas, e este clube é o Figueirense. (veja o quadro abaixo no blog).

O problema ainda está na dívida (veja o outro quadro), onde o Figueira aparece em 18º lugar.

De forma simplista, mas aceitável, dá para dizer que não adianta muito uma grande receita se esta é totalmente comprometida com a dívida. É uma realidade econômica. Por outro lado, se você tem poder de investimento por deter capacidade de receita, então sanar a dívida fica mais à mão.

Se o Figueira apresenta uma capacidade de investimento grande, controlar a dívida fica mais à mão, então o clube é viável. Com o que fica a torcida para que consiga encaixar um bom time, seria a senha para ampliar mais ainda a receita (associados voltam, por exemplo, como acontece de forma exponencial com o Criciúma agora).

Vale destacar o gigantismo do Corinthians e seu potencial. E a decadência absoluta do Flamengo, em 7º em arrecadação e em primeiríssimo nas dívidas.

Confira as tabelas:


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O mundo foi dominado por um bando de Loucos! Parabéns Timão

16 de dezembro de 2012 14

O mundo tem que se render, novamente, ao futebol brasileiro. E desta vez quem representou nossa força neste esporte esteve à altura de nossas tradições. O Corinthians foi guerreiro, foi inteligente e aliou força com técnica. O 1 a 0 sobre o Chelsea teve nos ingredientes competência acima de tudo.

Tudo em uma decisão de Mundial é diferente. A começar pelo horário, cedinho pela manhã. Para o torcedor mais fanático, provavelmente houve uma virada de sábado para domingo sem dormir. Para aqueles não envolvidos, assistir a uma partida de tamanha importância, com pão quentinho e café, é uma experiência diferente. E legal.

Também é incomum o ambiental. Aqui em Floripa, onde tem uma colônia corintiana grande, pelo menos no Centro, onde moro, ouvia-se gritos angustiados aqui e acolá, perdidos pela manhã cinzenta. Lá no estádio, o contraste do “bando de loucos” com a frieza mais apropriada ao gélido japão.

Dentro de campo, também é estranho. A escola europeia x a escola brasileira. E o empate do primeiro tempo foi justo. Mais chances claras de gol para os azuis, três, com duas para os corintianos.

Gostei do Timão na primeira etapa. Guerreiro, como seu santo Jorge, taticamente aplicado e vítima de dois de seus defeitos já bem conhecidos: alguns momentos em que sua zaga joga em linha, e a dificuldade para clarear os sentimentos na hora de concluir a gol.

No Chelsea, os defeitos apontados neste ano complicado também estiveram presentes. Um time um tanto sem alma, que abre mão de um Oscar para ver um meio desconjuntado e uma zaga que “faz água” pelo setor direito.

E as qualidades, obviamente, estão nas conclusões precisas. E só não viraram vantagem graças a um brilhante primeiro tempo de Cássio. Simplesmente perfeito, o goleiro. Do outro lado, Petr Cech só não teve o mesmo trabalho porque Emerson não estava transformado em Sheik, tanto na conclusão, quanto no oportunismo ao não brindar Guerrero com um passe em momento decisivo.

Na segunda etapa, daria para copiar e colar a análise do tempo inicial, em termos de distribuição das ações na partida. Mas com uma diferença importante e, para alegria dos “Loucos”, favorável ao representante brasileiro. O Chelsea não era mais tão perigoso, enquanto o Timão mirava o gol com mais ambição.

Até que, aos 25 minutos, Guerrero, tão esquecido, tão negligenciado, teve uma chance e fez o que se espera destes homens da função nove: gol.

E o gol foi concretizado por Guerrero, mas foi obra coletiva, de envolvimento do adversário, o que dá mais brilho e valor ao feito.

Aí, faltando 20 minutinhos, é que o técnico Benitez aposta em Oscar. Um jogo inteiro com o lado azul clamando por criatividade e velocidade, mas o treinador não viu esta necessidade.

Já Tite foi magistral. Seu time sóbrio e concentrado foi mais concreto e intransponível após o tento. E, quando houve chance, Cássio mostrou para o mundo que tem DNA de campeão.

Parabéns ao Timão.

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Corinthians, na versão Timão de resultado

12 de dezembro de 2012 19

Gosto sempre de lembrar nas minhas análises, uma lei imutável do futebol: a história esquece de atuações e lembra de resultados.

Como o Corinthians chegou à decisão do Mundial é uma questão para debates intensos, porém efêmeros. O fato de estar na final, este é o ponto que fica marcado, não importa como foi o empreendimento para chegar ao objetivo.

O ruim que é bom

Existe, ainda uma outra lei do mundo da bola, que é o efeito moral e terapêutico de passar por um duelo que o técnico Tite qualificou com propriedade de “mata” e não mata-mata, pois não tem jogo de volta. Jogar muito bem, contra um time fraco, relaxa, muitas vezes tira a mobilização.

Passar com um futebol duvidoso, exige reflexão, mobilização e faz com que o o time mantenha a concentração para o que interessa, que é a decisão.

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Começa a ser algo real a luta do Figueirense para sair do Z-4 após vitória sobre Corinthians

06 de setembro de 2012 57

São Wilson foi fundamental

Quando Wilson fez aquela defesa milagrosa, logo após o gol marcado por Caio, me bateu uma certeza de que o Figueirense ganharia do Corinthians.

Não por estar praticando um futebol brilhante, nem por questões táticas, técnicas, ou mágicas. Simplesmente por demonstrar que havia gana de vitória a qualquer custo.

Porque foi uma defesa arrojada, que colocou em risco até mesmo sua integridade física.

E não venham com a história de que o Corinthians estaria desfalcado, ou desinteressado. São jogadores profissionais, respeitaram o alvinegro e tentaram o gol. E jamais apresentariam menos do que podem diante dos quase quatro mil corintianos presentes no estádio e os milhões espalhados pelo país.

O Figueira, com todas suas limitações, teve algumas coisas bastante positivas que eu atribuo a presença de Márcio Goiano.

Uma delas, serenidade para agir conforme a necessidade. Sim, como ocorreu diante do Flu, não houve desespero ante as dificuldades.

O Corinthians começou melhor, mas o Figueira teve o timing para esperar o momento de se impor, até terminar o primeiro tempo jogando melhor que o adversário.

E teve maturidade para voltar melhor no segundo tempo e chegar logo ao gol.

As qualidades do time estão claras, que é o bom momento de Tulio, a vitalidade de Aloísio, o crescimento do futebol Caio, e o bom empenho tático de Jakson. Ah, e Wilson, já anteriormente citado.

E um grupo que tomou consciência de suas limitações o suficiente para evitar riscos desnecessários e sabe de suas qualidades para apostar nelas com frequência.

Bom, agora o cenário é o seguinte: jogar uma Copa do Mundo, ou melhor um torneio interplanetário contra a Ponte Preta, conseguir três pontos como se fosse um copo de água no deserto. E voltar para a luta real e não mais “milagrosa” para sair do Z-4.

Dá para acreditar ainda. Falo do torcedor. Os atletas, parece, já acreditam.

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O parabéns ao Corinthians, o Caio e o Loco no Figueirense e a Série B em dose tripla

05 de julho de 2012 55

Os blogueiros acostumados com este espaço devem ter estranhado: nenhum post ontem, nada sobre os movimentos dos catarinenses, nada sobre a Libertadores.

É que uma infecção estomacal de proporções colossais me abateu por completo. Passei o dia de cama, dormitando entre chás, bolachas e canjas.

Hoje, refeito, e de volta à redação, tento retomar um pouco do que perdi (inclusive a final da Libertadores, jogo que vou ver numa das fartas repetições que a Fox Sports deve fazer).

Quero, sem hipocrisia, parabenizar a nação corintiana. Antes dos jogos, é válida a provocação, a brincadeira (desde que sadia), a “intizica” como se fala por aqui.

Depois, diante de uma conquista invicta, diante de um Boca, jogando com moral e determinação, como foi, só resta dar os parabéns e reconhecer o grande feito corintiano.

Por aqui, a chegada de Caio, vindo da Europa. Dedos cruzados para ele ser aquela linha de costura de meio campo a tanto tempo procurada pelo Figueirense.

E o Loco? Bom, tudo que tinha de ser dito e escrito já foi. Agora é aguardar o desfecho, para o bem ou para mal.

Amanhã, uma dose tripla de Série B, para variar o cardápio um pouco.

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A rejeição à causa corintiana. E a analogia do fenômeno com o Figueirense em SC

26 de junho de 2012 162

O fato da grande maioria dos não-corintianos estar considerando o Boca “o Brasil na Libertadores”, é um fenômeno interessante.

Tento compreender, mas não chego a uma conclusão única.

Afinal, o Santos, recentemente, e outros como Cruzeiro, Grêmio, Inter, São Paulo, Flamengo, Palmeiras, Vasco etc nunca despertaram tal rejeição. No máximo a indiferença, as vezes até a simpatia.

O que será que provoca este fenômeno?

E, em nível estadual, me parece que são todos contra o Figueirense. Há uma analogia neste sentido?

Vejo a torcida do Criciúma e do Joinville, principalmente, mas a da Chapecoense também confrontando bastante os torcedores do Figueirense. Em bem menor proporção que o fazem entre si.

Não considero os avaianos nesta relação por motivos óbvios.

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Um favoritismo relativo do Figueirense, diante do Avaí, no duelo de domingo na Ressacada

02 de dezembro de 2011 67

O Figueirense é favorito. Mas não é “favoriiiitoooo” para o clássico do próximo domingo, na Ressacada.

Pela campanha que fez, pelos pontos a mais que o adversário que acumulou, demonstrou ter melhor time, mais conjunto.

Mas o melhor desempenho no Nacional, em clássico, não é o único ingrediente.

O Figueira vem de duas derrotas. Jogará pressionado para buscar a vitória, coisa que demonstrou não saber fazer ao longo do campeonato.

Neste mesmo campeonato, jogando melhor, pecou em detalhes e perdeu o jogo ida para o Leão.

Pegará um adversário com a honra ferida, querendo dar uma resposta à torcida, tentando tirá-lo da Libertadores e tentando evitar que o principal rival bata a melhor colocação na história em Brasileiros.

Então, o termo favorito é bastante relativo. Apenas para contextualizar. Em campo, teremos um jogo de tirar o fôlego.

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