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Posts com a tag "Criciúma"

A campanha institucional do Criciúma pela volta à Série A, confiram o vídeo

24 de maio de 2013 21

Aí abaixo está o vídeo institucional da volta do Criciúma à Série A. Um vídeo feito para mexer com a emoção e os brios do torcedor.

Os ingressos ficaram salgados, mas pelo excelente número de sócios que o Tigre atingiu  me parece que o lucro ficará a partir da presença da torcida visitante. Uma vez que só os associados praticamente lotam o Heriberto Hülse.

Sugiro, ainda, a leitura da entrevista exclusiva do presidente Antenor Angeloni ao DC Esporte (clique aqui). Abaixo, o vídeo:

 

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Ranking de valor dos clubes: Criciúma dispara, Avaí melhor que Figueira, JEC cresce e Verdão aparece

22 de maio de 2013 34

Saiu o mais novo estudo da Pluri Consultoria, com o ranking dos valores de clubes da Série A e B.

No caso catarinense, destaque para a evolução do Criciúma dentre os clubes que estão na Série A.

Em relação a 2012, os times que mais elevaram os valores de seus elencos foram: Criciúma (+144%), Ponte Preta (+46%) e Atlético-MG (+33%).

Em relação à Série B, o Avaí está à frente do Figueirense. O motivo é que o Figueira está entre os que mais perderam valor agregado. As três maiores quedas foram: Guaratinguetá (-

39%), Figueirense (-35%) e América-MG (-32%);

Destaque para o Joinville, que está entre os que mais elevou seu valor. Em relação a 2012, os times que mais cresceram foram  Paraná Clube (+66%), Joinville (+50%) e

Bragantino (+48%).

Abaixo as duas tabelas, confira:

 

A tabela da Série A em milhões

1 Santos  114,1

2 Corinthians 92,7

3 São Paulo 83,1

4  Atlético Mineiro-MG 72,1

5 Fluminense 70,1

6  Grêmio RS 65,8

7 Internacional 64,3

8 Cruzeiro MG

9 Botafogo 53,3

10 Flamengo 51,3

11 – Vitória 28,2

12 Vasco 27,9

13 Coritiba 27,0

14 - Atlético-PR  26,6

15 Ponte Preta 26,2

16 – Goiás 18,9

17 – Criciúma 16,1

18 Náutico 15,8

19 Bahia BA 14,1

20 Portuguesa 13,4

 

A tabela da Série B, em milhões

1 - Palmeiras 46,7

2 – Sport 16,4

3 - Atlético-GO 15,2

4 Avaí 13,9

5 - Figueirense 13,6

6 Ceará 12,8

7 Paraná 11,1

8 Joinville 10,2

9 América-MG 10,1

10 Bragantino 9,2

11 - Oeste 8,4

12 - Chapecoense 8,2

13 São Caetano 7,6

14 ASA 7,2

15 - Icasa CE 7,1

16 - Paysandu 5,8

17 América-RN 5,4

18 ABC RN 5,2

19 Boa Esporte MG 5,1

20 Guaratinguetá SP 4,9

 

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Primeiro mundo é assim, a força no futebol não fica totalmente concentrada na Capital

20 de maio de 2013 25

A distribuição de forças equânime em diversas regiões é coisa de primeiro mundo. Tanto a Capital ostentar títulos, quanto outras regiões incomodarem, e muito, é algo que só acontece onde há desenvolvimento econômico e intelectual.

Exemplos europeus são fartos entre os campeões: Juventus, Manchester, Porto e Barcelona só para ficar nestas grandes potencias que não são da capital. Tivemos Ajax, CSKA, PSG que são da Capital. Então este vai e vem é absolutamente saudável para a evolução do futebol.

Por este motivo, é muito interessante que em SC tenhamos cinco forças, com potencial para sete. Sem contar que regiões como o Planalto Serrano e o Alto Vale do Itajaí ainda têm campo para crescer.

Abaixo, dois vídeos para o delírio da galera tricolor do Sul:


 

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Criciúma no ambiente que lhe é devido: na elite e, agora, pela 10ª vez campeão catarinense

19 de maio de 2013 84

O que falar do título do Criciúma?

Um resgate para uma torcida que volta a habitar o patamar de campeão catarinense? Sim

Um tributo a uma região com força financeira e um jeito para o futebol vencedor e diferente de todo o Estado? Sim

Uma ratificação de força do time que é nosso Estado na elite? Sim

Um grito forte do time com os títulos mais importantes em SC? Sim

Segurar a Chapecoense, no Condá, é para os fortes. É missão para guerreiros e este time espelha o espírito desta torcida maravilhosa, aguerrida, apaixonada e que encanta e orgulha nosso Estado.

Parabéns à nação Verde. Fez sua parte e lutou junto com o time até o final. Valorizou a conquista.

O mundinho dos campeonatos estaduais muitas vezes não respeita cartão de visita. O Criciúma chegou com a força de quem é elite, construiu uma senhora vantagem no jogo de ida, mas para levar o título catarinense teria que ter algo mais: então peleou no Índio Condá diante de um adversário à moda do Oeste, e deixou o gramado com a taça.

Desafio para os fortes, algo que o Criciúma tem em seu DNA, desde que desbravou a Copa Libertadores até quase a semifinal. Um time que sabe conquistar sob adversidade: perder por 1 a 0 significava vitória (o jogo de ida fora 2 a 0).

Então, foi o trabalho perfeito para chegar à Série A do Brasileiro cheio de moral. Faixa no peito e sorriso de campeão. O time mais vencedor de Santa Catarina (uma Copa do Brasil, uma Série B e uma Série C são os destaques) está no seu ambiente natural, dos campeões.

A nação verde se limitou a aplaudir seus guerreiros e a parte amarela, preta e branca das arquibancadas soltou o grito de campeão. Pela 10ª vez na história, o Tigre estabeleceu a hegemonia em Santa Catarina.

Mais ainda, no duelo particular com o adversário, o Criciúma estabelece a vantagem em decisões: em cinco, três ficam com o representante do Sul, dois com a turma do Oeste.

Parabéns Criciúma, que esta noite não vai dormir.

Convido vocês a lerem minha crônica no DC Esportes, mais completa e com detalhes do jogo. (clique aqui)

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O momento é do Criciúma

15 de maio de 2013 37

Futebol é muito momento, a famosa “fase”, esta palavra meio vaga, até filosófica, que no futebol ganhou a máxima: “Quando a fase é boa, até o gandula entra e resolve”.

É um pouco do que acontece com o Criciúma desde a Série B. Quando jogava bem, ganhava, quando jogava mal, ganhava também.

Na Copa do Brasil a coisa ameaçou se complicar, mas os gols vieram e a tranquilidade bateu à porta para, agora, só pensar em decisão.

Batata quente para Avaí, Figueirense e JEC, que ainda têm que buscar suas vagas na Copa do Brasil.

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Encontrei a explicação por que estava escrito nas estrelas que Heber seria o árbitro da final

15 de maio de 2013 6

Heber Roberto Lopes apita a final. Estava escrito nas estrelas, desde que o campeonato começou.

Eu acredito no poder do Universo, numa força comum que move a todos nós e influencia nos acontecimentos. É tão forte este poder, que foge à nossa compreensão.

Assim, podemos explicar que o sorteio, de aleatório, não tem nada: desde a contratação de Heber que o acaso ficou em segundo plano.

Não haveria bolinha com mais poder que a da estrela contratada pela FCF. Dizia Einstein que Deus não joga dados com o Universo.

 

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No vídeo, a lição da fanática torcida do Criciúma: torcida também ganha jogo

13 de maio de 2013 22

Convido vocês a assistir ao vídeo abaixo, com imagens de Alvarélio Kurossu e André Podiacki. Além das belas imagens, chama atenção o poder da torcida do Criciúma. A paixão, a força, o grito apaixonado.

O estádio lotado e a confiança que passa fazem a diferença. Por este motivo, acredito que só há uma forma de o Verdão reverter: quando os jogadores entrarem em campo verem o Condá lotado e com a mesma confiança demonstrada pelos fãs do Tigre.

Sintam o clima fantástico do HH no vídeo abaixo:

 

 

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Agora, temos um favorito ao título catarinense: o Criciúma fez sua parte no jogo de ida

12 de maio de 2013 48

Um espetáculo a festa da torcida do Criciúma. O 2 a 0 foi um resultado absolutamente justo. E, sendo coerente com minha tese de que decisão em mata-mata é no primeiro jogo, sustento que temos um favorito.

A Chapecoense terá que devolver o 2 a 0 para habilitar uma decisão por pênaltis. Ou aplicar um 3 a 0 para sair campeã direto. Não que isso não seja possível no Índio Condá.

O problema é quando uma equipe precisa programar um resultado elástico. Quando acontece ao natural, é algo do jogo. Quanto se tenta planejar, é muito complexo, ainda mais com o Tigre consistente como tem se apresentado.

Convido a todos a ler a crônica do jogo que escrevi para o DC Esportes (clique aqui e leia) e comente aqui. Nela avalio taticamente, o desempenho dos atletas, a importância de Marcel, os erros de Nivaldo, enfim, tá tudo lá.

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Decisão é no jogo de ida entre Criciúma x Chapecoense. A partida de volta é acessória

10 de maio de 2013 48

Stop.

Nem Cléber Santana (que será objeto de post); nem absurdos com estádios (vergonheira com o Maracanã é grande); nem Copa do Brasil, que bombou durante o meio de semana. Nem Libertadores, que está quente.

Para tudo.

Agora é a final entre Criciúma e Chapecoense.

E, desde já, renovo a minha tese. Que, diga-se de passagem, tem funcionado.

E a ideia é a seguinte: final, mesmo, é o primeiro jogo do mata-mata.

É nos primeiros 90 minutos que tudo se decide. Se o time da casa perpetra vantagem significativa (dois gols de diferença ou mais), passa a ser o favorito. Se vence apenas por 1 a 0, conquista apenas uma tímida vantagem. Se não reverte a situação (empate ou derrota) praticamente pode entregar a taça para o dono do jogo de volta, no caso a Chapecoense.

Reafirmo: o jogo de volta é acessório.

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O sagrado gol fora na Copa do Brasil disse presente nas ações de Criciúma e Avaí

08 de maio de 2013 28

 Copa do Brasil não se mede por qualidade de adversário, não se julga por desempenho, a grande sacada é jogar pelo regulamento. E o golzinho fora que o Tigre achou no 1 a 1 diante do São Bernardo é a senha para a classificação futura.

Mas tudo que eu disse acima pode ser eliminado se junto ao “sagrado” gol fora pudermos aliar bom desempenho com vitória fora de casa. Aí o que é bom, aceitável, até recomendável, vira tranquilidade. Claro, estamos falando da vitória do Avaí sobre o América, por 1 a 0, na Arena Independência.

Hoje temos a tarefa mais difícil dos catarinenses. Forjar um bom resultado diante do Santos é a missão do JEC. Terá que ser na empolgação da torcida, na raça. Porque só um bom resultado leva esperanças para o jogo de volta. A Arena lotada estará linda.

E o Figueirense fica na “obriga” como dizemos na gíria do futebol. É em Arapongas e voltar de lá classificado seria a matemática perfeita.

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