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Posts com a tag "Figueirense"

A posição de Figueirense e Avaí nas marcas mais valiosas de times brasileiros

15 de maio de 2013 25

Enquanto aguardamos os jogos de hoje e amanhã da Copa do Brasil, vale mais uma reflexão sobre números e estudos em relação a marcas (clique aqui e confira post com o ranking de arrecadação e dívidas dos clubes). Esta delimita o valor de um clube.

Neste outro ranking interessante publicado esta semana, portanto "fresquinho".

A BDO RSC Auditores Independentes fez um estudo para avaliar as marcas mais valiosas  dos clubes do futebol do Brasil,levando em consideração 18 diferentes variáveis entre dados financeiros,históricos dos clubes,pesquisas e informações publicadas.Confira:

     1-Corínthians   - R$ 1,1 bi
     2-Flamengo      - R$ 855,4 mi
     3-São Paulo      - R$ 848,2 mi
     4-Palmeiras      - R$ 496,4 mi
     5-Internacional- R$ 412,9 mi
     6-Santos           - R$ 377,4 mi
     7- Grêmio         - R$ 359,6 mi
     8-Vasco             - R$ 323,2 mi
     9-Atlético MG  - R$ 214,9 mi
     10-Cruzeiro      - R$ 202,8 mi
     11-Fluminense - R$ 170,2 mi
     12-Botafogo     - R$ 124,4 mi
     13-Coritiba       - R$   92.4 mi
     14-Atético PR   - R$   89,1 mi
     15-Bahia           - R$   66,5 mi
     16-Portuguesa - R$   51,4 mi
     17-Goiás           - R$  47,7 mi
     18-Vitória         - R$  44,9 mi
     19-Sport           - R$  41,5 mi
     20-Náutico       - R$  38,0 mi
     21-Figueirense - R$  35,4 mi
     22-Avaí             - R$  29,6 mi
     23-Ponte Preta- R$  28,0 mi

Não precisa ser economista para prever mudanças no próximo ano que refletirão as performances técnicas dos clubes no ano passado e neste. O Figueirense provavelmente vai sair desta lista no próximo ranking.

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Figueirense nos top 20 do Brasil em arrecadação, mostrando potencial do clube

14 de maio de 2013 36

Um dado importantíssimo foi publicado no site MTK Esportivo, especializado em marketing esportivo (clique aqui e confirma o portal). O especialista em gestão e marketing esportivo Amir Somoggi divulgou seu levantamento anual com as receitas e dívidas dos clubes brasileiros em 2012.

E, neste estudo há um, e somente um catarinense, entre as 20 maiores receitas, e este clube é o Figueirense. (veja o quadro abaixo no blog).

O problema ainda está na dívida (veja o outro quadro), onde o Figueira aparece em 18º lugar.

De forma simplista, mas aceitável, dá para dizer que não adianta muito uma grande receita se esta é totalmente comprometida com a dívida. É uma realidade econômica. Por outro lado, se você tem poder de investimento por deter capacidade de receita, então sanar a dívida fica mais à mão.

Se o Figueira apresenta uma capacidade de investimento grande, controlar a dívida fica mais à mão, então o clube é viável. Com o que fica a torcida para que consiga encaixar um bom time, seria a senha para ampliar mais ainda a receita (associados voltam, por exemplo, como acontece de forma exponencial com o Criciúma agora).

Vale destacar o gigantismo do Corinthians e seu potencial. E a decadência absoluta do Flamengo, em 7º em arrecadação e em primeiríssimo nas dívidas.

Confira as tabelas:


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O alto risco que representa a contratação de Zé Carlos vale a pena para o Figueirense

13 de maio de 2013 73

A contratação de Zé Carlos pelo Figueirense é daquelas que costumam quebrar comentarista que se arrisque a fazer previsões.

Há sempre o medo de que Zé Carlos seja o Zé Carlos ídolo do Criciúma somente nesta sua passagem fantástica pelo clube tricolor.

Porque, antes, o atacante mais colecionou confusões extra-campo do que glórias dentro deste.

Não há dúvida que o feito de Zé Carlos na última Série B do Brasileiro é algo grandioso. Como se diz na gíria do futebol, ele bateu escanteio e correu para cabecear. Jogou muito. Gastou a bola.

Vejamos como ele será conduzido no Figueira, como vai reagir a Florianópolis, como a torcida alvinegra vai tratar este atleta.

É um risco que, ao meu ver, vale a pena. Melhor um Zé Carlos dando trabalho fora de campo que um milhão de "Hebers" bem quietinhos e comportados.

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O sagrado gol fora na Copa do Brasil disse presente nas ações de Criciúma e Avaí

08 de maio de 2013 28

 Copa do Brasil não se mede por qualidade de adversário, não se julga por desempenho, a grande sacada é jogar pelo regulamento. E o golzinho fora que o Tigre achou no 1 a 1 diante do São Bernardo é a senha para a classificação futura.

Mas tudo que eu disse acima pode ser eliminado se junto ao “sagrado” gol fora pudermos aliar bom desempenho com vitória fora de casa. Aí o que é bom, aceitável, até recomendável, vira tranquilidade. Claro, estamos falando da vitória do Avaí sobre o América, por 1 a 0, na Arena Independência.

Hoje temos a tarefa mais difícil dos catarinenses. Forjar um bom resultado diante do Santos é a missão do JEC. Terá que ser na empolgação da torcida, na raça. Porque só um bom resultado leva esperanças para o jogo de volta. A Arena lotada estará linda.

E o Figueirense fica na “obriga” como dizemos na gíria do futebol. É em Arapongas e voltar de lá classificado seria a matemática perfeita.

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Neném falou em "futebolzinho da Capital" e puxou discussão sobre decadência de Avaí e Figueirense

06 de maio de 2013 134

"Não via por que o Avaí e Figueirense com o futebolzinho que vinham jogando chegarem na final."

A frase é de Neném, da Chapecoense. Está em destaque no DC Esportes (clique aqui e confira) e é a notícias mais lidas do site todo, batendo até material de geral e polícia.

O contundente desta frase é que parte de um jogador, que geralmente tem uma avaliação técnica da sua classe, o que torna mais ofensivo aos companheiros da Capital.

Este troco que o interior deu é um grito que ecoa entre as torcidas.

Acho demais falar em decadência de Avaí e Figueirense, mas que o momento é um dos piores dos últimos anos, não há dúvida.


 

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Festa do interior

05 de maio de 2013 109

 Festa do interior

Seria muita hipocrisia qualquer um questionar esta final do interior. Criciúma, nosso representante da elite, e Chapecoense, o time que mais cresce (proporcionalmente) em SC, estão numa final das mais justas. O melhor do turno contra o melhor do returno.

Fator local

É mais que decisivo. O que só reforça tese que sempre defendo: decisão, mesmo, é no primeiro jogo. Se o time da casa não “construir placar” dificilmente vai levar.

Nivaldo e Gral

Um tem goleiro seguro e atacante efetivo: Nivaldo e Gral. O outro? Mandou o ídolo embora e não tem centroavante confiável, com gol-contra não dá.

É preciso dizer

Que o Figueirense, com o futebol que jogou, foi longe demais. Série B assim é rebaixamento encaminhado.

Copa do Brasil

Tigre e Verdão assegurados. Calendário na poupança. Os demais vão depender de ranking, e das politicagens da CBF caso haja nova mudança das regras.

Os mandrakes alvinegros

Não há time que resista a sucessão de mandrakes que o Figueirense colecionou ao longo deste campeonato.  Ainda mais em jogos decisivos, como diante do Tigre e duas vezes contra a Chapecoense, tomando gols nos minutos iniciais.

Dois títulos para cada lado

Verdão levou duas finais, tricolor levou duas. Tira-teima dos bons nessa final quentíssima do Estadual.

Troco a Marquinhos

As homenagens impublicáveis que Marquinhos ouviu foram  a cereja no bolo usada pela torcida do Criciúma em sua grande festa. Torcida mais empolgada do campeonato, disparado, a do Tigre.

Arbitragem vai bem

Jogo difícil em Criciúma, Paulo Henrique de Godoy Bezerra foi, mais uma vez, um árbitro que conseguiu conduzir a partida. Sei, o torcedor, passional, jamais aceita a análise profissional neste quesito. Parabéns Paulo Henrique. Em Chapecó? Trio perfeito para Heber e cia.

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Os públicos do Condá e do Heriberto Hülse vão revelar verdades sobre o momento regional

02 de maio de 2013 27

Se tivermos acima de 16 mil torcedores no Heriberto Hülse, como está previsto acontecer, e superar os 12 mil torcedores no Condá, como a direção da Chapecoense estima, então Chapecó e Criciúma terão mostrado à Capital que estão num melhor momento em termos de motivação.

Mais ainda. Se estes dois caldeirões estiverem no nível que costumam estar em dia de decisão, ouso dizer que a vantagem vira favoritismo.

E, no caso do Tigre, mesmo com a desvantagem no placar.

Agora, favoritismo não ganha jogo. As vezes, até atrapalha quem entra em campo ostentando esta condição.

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A interpretação da vitória do Figueirense no duelo de público com o Avaí na rodada semifinal

29 de abril de 2013 88

Ficou faltando um post para tratar da questão do público presente no Scarpelli e na Ressacada. Coloco para discussão entre os internautas.

O Figueirense colocou 12.377
O Avaí contou com 10.025

Está claro que, levando em consideração os números crus, deu Figueira.

Mas há fatores que merecem uma atenção. Algumas impressões que eu extraio:

- O ingresso, obviamente está caro. A boa presença da galera alvinegra é prova. Mais, melhorou a qualidade do público: o que era geladeira virou emoção. Voltou aquele público que vibra, que faz o futebol ser bacana no estádio.

- No caso avaiano, também dá para concluir o óbvio: houve majoração do ingresso e o preço conspirou contra. Então, mesmo com o jogo num domingo, horário perfeito, dia perfeito, presença da torcida adversária, partida com qualidade, jogo emocionante, a praça não lotou.

Vamos monitorar o comportamento no Heriberto Hülse e na Arena Condá. E, na segunda-feira que vem, faremos um comparativo dos quatro públicos. Até lá.

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Fabinhos determinaram o empate. Agora é no Condá, com vantagem do Verdão diante do Figueira

27 de abril de 2013 33

Não dá para bobear. A primeira coisa que faço quando vou acompanhar um jogo que requer mais atenção é, com o apito inicial, disparar o cronômetro. No jogo desta noite eu bobeei. Fiquei atento à questão do Botti não jogar, prestando atenção na torcida, no estádio, no conjunto tático dos times antes da partida iniciar e esqueci de acionar o tempo do jogo.

Quando me dei conta que o apito inicial trilara baixei rapidamente a cabeça para acionar a função do I Phone e... bom, quando eu levantei os olhos, naqueles dois segundinhoss, a Chapecoense estava marcando seu gol.

Então, eu bobeei. E não fui somente eu. A zaga do Figueirense bobeou. A diferença entre eu e a zaga do Figueira começar o jogo dormindo é que, de minha parte, vi e revi o gol depois. Já o empate em casa, no 1 a 1 que acabou advindo do lance de Mandrake do time, não tem mais como virar vitória.

Imediatamente lembrei-me das bobeiras contra o Criciúma (com 10 minutos o time levava 2 a 0), que custaram, diga-se de passagem, caso não houvesse derrota, a chance de lutar pela vantagem que daria o mando ao Figueirense.

Como é possível um grupo de jogadores começar uma partida de mata-mata sem estar atenta justamente ao veloz Fabinho? Sem explicação plausível.

Não havia aprendido a lição diante de outro Fabinho, o do Criciúma, que pelo mesmo setor fez estrago igual? Sem argumento lógico.

O que houve após o gol foi uma tentativa cirúrgica da Chapecoense de segurar o resultado, e a melhor defesa da competição teria conseguido o intuito, mas uma expulsão estragaria os planos. Fechadinha, consciente e contra-atacando era a receita para um Figueirense escancarar toda sua fragilidade técnica.

Afinal, diante de um time absolutamente encorpado, só o toque de bola consistente e variado poderia desconstruir. Não tinha ninguém vestido com o manto alvinegro que pudesse impor esta situação.

Até a expulsão. Finalmente um Fabinho resolveu colaborar com o Figueira. O Fabinho Gaúcho levou o segundo amarelo e deixou o gramado.

Aí, com um volume de jogo maior, o Verdão pagou pelo pecado de falta de ousadia. O Figueira martelou até empatar.

Tudo igual. Vantagem mínima mantida pelo Verdão. Há esperança para o Alvinegro, mas a tendência de ganhar a vaga repousa com mais força para o time do Oeste.

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O principal jogo dos mata-matas é o primeiro

26 de abril de 2013 4

A largada da semifinal
Tenho a tese de que o que estabelece o tom de um mata-mata é justamente o primeiro jogo. Por este motivo, ele é o mais importante. Se o time da casa coloca o pingo nos "is", algo como os alemães fizeram com os espanhóis na Liga dos campeões, então o segundo jogo passa a ser acessório.

No máximo, diante de uma goleada pró-time da casa, pode-se contar com um jogo heroico, mas improvável para uma reviravolta. Lembro da final do ano passado do Catarinense, em que o Avaí estabeleceu, diante de um Figueirense favorito, uma realidade que mostrou-se imutável depois.

Vantagem, sim
No Debate Diário de ontem estabeleceu-se a discussão. Não houve consenso, o que é sempre bom para a dialética e para a evolução das ideias. De minha parte, defendi que há, em ambas semifinais, um conjunto de fatores que, no máximo, estabelece algo que qualifico como vantagem no jogo de ida. E esta repousa junto aos mandantes, por mais óbvio que pareça. E, se não houver uma goleada, inverte-se a lógica para o duelo de volta.

Favoritismo, não
Por que sustento uma diferenciação entre vantagem e favoritismo? Porque este vem carregado de uma força que aquele não ostenta. A condição de favorito, no futebol e nos esportes em geral, é alguém que, em tese, deveria patrolar o adversário. Não é o que se configura nos dois encontros semifinais do Catarinense.

Cores e feras
Seguindo na tese acima e usando a figura de linguagem, no território do Leão este é quem manda. Quando o Leão tentar invadir o território do Tigre, a chance de ser ferido de morte é maior. Assim será em campo. E no duelo do Alvinegro com o Verdão, o preto no branco deve prevalecer

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