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Posts com a tag "Figueirense"

Quem bota mais público no final de semana pela semifinal do Catarinense, Figueirense ou Avaí?

25 de abril de 2013 36

"Diretoria do Figueira reduz 60% do valor do ingresso para o jogo da semi final.

Diretoria do Avaí aumenta 33% do valor do ingresso para o jogo da semi final.

Bela iniciativa da diretoria do Avaí para levar o seu torcedor... a ficar em casa e assistir pelo PPV (não o meu caso pois sou sócio, mas não penso só em mim).

Não que pq o Figueira reduziu o Avaí tbm tinha que reduzir, mas tbm não precisava aumentar"

Este um comentário enviado ao blog por o torcedor Anderson, do Avaí. Como ele, vários outros se manifestaram neste espaço.

Não questiono política de preços dos clubes, cada um sabe onde aperta o calo.

Mas, neste caso, quando o rival baixa preços, não parece "popular" aumentar os valores por parte do Avaí.

A grande questão, é a seguinte: o Figueira joga no sábado, um dia tradicionalmente pior que o domingo quando o assunto é futebol. Mas o Avaí joga com ingressos mais caros, embora a torcida do Criciúma venha em muito maior número.

Estão aí os ingredientes para a medida definitiva de um belo duelo de público.

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Figueira baixou os ingressos para recuperar o apoio e a intensidade da torcida alvinegra

22 de abril de 2013 50

A decisão da diretoria de baixar o preço dos ingressos para R$ 20 (inteira) e R10 (meia) tem um objetivo bem claro: lotar o Scarpelli para ajudar o time contra a Chapecoense. Esta é a constatação simples.

Mas há um significado que cerca esta atitude. E ele teve como sintoma a indisposição do técnico Adilson Batista com aquela meia dúzia de chatos que ficam no setor A. Ou seja, há uma frieza de parte da torcida, que praticamente só assiste ao jogo. E os que se manifestam, o fazem para vaiar e não para apoiar. Pelo menos no Setor A.

Porque, nos outros setores, a galera apoia o time, mas como tem ido em baixo número, não há pressão sobre o adversário, nem estímulo ao time. 

Revisão de conceito

Ao baixar o ingresso, a diretoria alvinegra reconhece que só pode lotar o estádio com preços mais atraentes. Então, abre espaço para um pleito que este colunista defende há muito tempo: um setor popular, diferenciado dos sócios. Poderia ser o setor D no Scarpelli, no Avaí uma das curvas, enfim, um local que pulsaria com o povão e devolveria o clima legal nos estádios da Capital.

Porque o que temos visto é lamentável. Praças vazias e sem emoção.

 

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O mando define um leve favoritismo para Criciúma e Chapecoense diante de Avaí e Figueirense

21 de abril de 2013 36

 Num campeonato onde a regularidade passou longe de todos os 10 times, ficaria difícil apontar favoritismo nas semifinais. Tivéssemos um time com futebol exuberante, esta tarefa seria mais fácil. Então, o que dá uma vantagem real? Ora, o mando de campo. Nesse sentido, Chapecó e Criciúma estão com um "algo mais" em relação à Capital.

A cereja de cada um

Ao Figueirense, como credenciais, há um time que sempre pontuou quando foi preciso, sempre habitou a parte de cima das tabelas, tem espaço para crescimento tático.

Ao Avaí, sempre se pode atribuir um fator de possível desequilíbrio num duelo mata-mata a presença de Marquinhos e Eduardo Costa, jogadores diferenciados.

À Chapecoense, fica a certeza de um time forte, que no Condá não vai vender fácil uma eliminação e que terá força máxima, a mesma que brilhou no turno.

E ao Criciúma, o mais qualificado grupo de jogadores das semifinais, pesa o fato de um técnico que fez o time crescer quando preciso, na reta decisiva.

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Avaí com torcida igual ao Coritiba? Polêmica pesquisa da Pluri para a região Sul traz ainda Figueira e Criciúma e exclui JEC

15 de abril de 2013 92

O blog sempre posta as pesquisas de torcidas publicadas. No caso desta da Pluri (clique aqui e confira os dados), eu esperei a divulgação oficial da empresa, uma vez que o Globo.com antecipou, mas não havia a divulgação oficial.

Por que esperei? Porque me intrigou o fato de o Avaí aparecer com percentual igual ao do Coritiba, algo que me parece muito difícil e dá margem a duvidar da metodologia usada.

Afinal, pelo tamanho de Curitiba, e pela presença do clube em outras pesquisas como Datafolha e Ibope, não dá para entender este resultado.

Mesmo assim, mantendo a tradição, estão aí os dados para discussão.

A metodologia diz que a amostra compreende 21.049 entrevistados, acima de 16 anos e garante que a margem de erro é de 0,68%.

O Avaí está à frente com 2,4%, contra 2,2% do Figueira e 1,4% do Tigre. Os demais não aparecem no Top 15. Confira a lista:

 

NÃO TORCEM PARA QUALQUER CLUBE 18,4%
1 GRÊMIO 18,9%
2 INTERNACIONAL 16,4%
3 CORINTHIANS 10,3%
4 FLAMENGO 4,9%
5 SÃO PAULO 4,6%
6 PALMEIRAS 4,5%
ATLÉTICO PARANAENSE 4,5%
8 SANTOS 2,9%
9 AVAÍ 2,4%
CORITIBA 2,4%
11 FIGUEIRENSE 2,2%
12 VASCO 1,5%
13 CRICIÚMA 1,4%
14 FLUMINENSE 1,0%
OUTROS CLUBES 3,9%

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Um clássico didático delineou diferenças: Tigre de elite venceu, Figueira de Série B perdeu

14 de abril de 2013 67

A derrota por 3a 1 do Figueirense para o Criciúma foi didática. Colocou cada um no seu lugar: quem é de elite saiu com três pontos, quem é de Série B perdeu.

Ou seja, mesmo jogando em casa, mesmo com a tradicional tendência de as forças se igualarem em clássicos, a qualidade fez a diferença.
Um Alvinegro montado com improvisações expôs as dificuldades que Adilson Batista tem para montar um time com um grupo de jogadores inconsistente e escancarou virtudes que um Criciúma de Série A começa a mostrar na reta final do Catarinense sob o competente comando de Vadão.

Melhor para o Tigre, que ficou com a faca e o queijo na mão para conquistar o returno do Catarinense. Se vencer em casa, leva o título. Se empatar, virtualmente se garante (só se o Atlético fizer um milagre, uma goleada).

O castelo de cartas montado por Adilson desmoronou no primeiro minuto. Não há planejamento tático que resista quando um erro individual é daqueles imperdoáveis. Ricardo, ainda no primeiro minuto da partida, fez uma saída de bola bizarra, o Tigre recuperou, armou o ataque, Marcel serviu e Lins executou: 1 a 0.

Não se pode dar espaço para o azar: o Figueira improvisou Tinga na ala direita, este nem tinha esquentado na função e teve de encarar um Fabinho elétrico e inspirado, no mano a mano. Perdeu a disputa, o tricolor serviu a Ivo, que fez o 2 a 0. Eram apenas 7 minutos de duelo.

O time de Vadão, por instinto natural, recuou. O Figueirense cresceu, com o dedo de Adilson. Ricardinho caiu para a direita, sobrecarregou um setor em que o Criciúma incomodava, e segurou Marlon. Por ali houve o desconto alvinegro: Botti penetrou na área, cruzou e Toscano fez seu gol.

Na segunda etapa, a imposição do Tigre não se deu somente por mais um gol de Lins, aos 18 minutos. Ela ocorreu também pelo estresse alvinegro diante da realidade.

A dificuldade em reagir fez o técnico reclamar com a torcida, por falta de apoio e fez a torcida ficar indignada com Adilson pela cobrança. Resultado? A primeira derrota em casa e o Scarpelli virou ambiente hostil para o próprio dono da casa.

Contraste:Vadão em lua de mel com a torcida no Sul, Adilson em crise com os fãs, na Capital.

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Ironia pós-clássico: Figueirense classificado e Avaí complicado na Copa do Brasil

10 de abril de 2013 60

O Figueirense mostrou maturidade. Após uma derrota no clássico recompôs as forças e mostrou que a mudança de competição serviu para revigorar o time.

Obviamente, sem ver o jogo, é impossível traçar um quadro tático, mesmo que tendo o relato da rádio. Mas o resultado de 4 a 1 é inquestionável.

Numa análise de resultado por resultado, um empate em 1 a 1 obtido pelo JEC é mais promissor que o placar sem gols, justamente pelo tento fora, já que permite ao JEC empatar na volta.

O Avaí sim, tomar gol aos 45 minutos foi um golpe, já que não marcou gol fora. De todos os times de SC, é o que está numa encrenca maior.

Noves fora, dos quatro participantes na Copa do Brasil, o único que eliminou o jogo de volta foi o Figueirense.

Um bônus que vai ajudar, por tabela, o Alvinegro no Estadual.

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Com a mídia nacional esclarecendo o lance polêmico, agora dá para mudar de assunto

09 de abril de 2013 29

Precisou uma análise meticulosa feita pelo árbitro Fifa Leonardo Gaciba, incluindo recursos eletrônicos (confira matéria no DC Esportes clicando aqui), e o Programa Bem Amigos, para definir que o gol do Avaí foi legal. Mesmo assim, alguns mais fanáticos jamais vão aceitar, é a cegueira movida pelo fanátismo, que impede a ação da razão.

É o mesmo ímpeto que leva a alguns trogloditas a se comportarem como assassinos no trânsito, a quererem machucar ou xingar outro ser humano só porque difere de opinião, a praticar a intolerância racial, religiosa e a xenofobia. Infelizmente, alguns irmãos ainda vão precisar de outras vidas para ajustar sua passagem na terra, se é que esta vai resistir à nossa raça.

Mas já dá para mudar o seletor. Agora vem a questão da Copa do Brasil. Quem passar de primeira, entre Avaí e Figueira, ganha calendário para cuidar só do Estadual. Nessa rodada, o Criciúma vai colher este benefício. Mas terá a Copa do Brasil pela frente em meio à decisão do Estadual se obtiver a vaga.



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Ronan e Bezerra foram impecáveis e fortaleceram a arbitragem quando é preciso: em clássicos

08 de abril de 2013 58

A semana pós-clássico será curta nas discussões, porque teremos uma rodada de Copa do Brasil que vai interromper o tradicional processo de comemoração ou expiação entre vencedores e vencidos.

Mas, dentre os efeitos de uma rodada absolutamente eletrizante do Catarinense, está um que precisa ser exaltado: há mais um grande vitorioso, além de Criciúma e Avaí, na rodada e este é o quadro de árbitros da FCF.

Ilesos

Ronan Marques da Rosa e Paulo Henrique de Godoy Bezerra são os nomes que conduziram clássicos que tinham tudo para descambar.

Apitaram em cima do lance, tiveram correção técnica e na parte disciplinar foram impecáveis.

Na Capital, então, onde os atletas não estavam com vontade de cooperar, o elogio é maior ainda. O jovem árbitro acertou os lances capitais e evitou que uma panela de pressão explodisse. Controlou o quase incontrolável. Parabéns.

No lance mais polêmico do clássico, na foto abaixo, a felicidade do fotógrafo Cristiano Estrela foi enorme: a imagem mostra como Eduardo Costa está atrás da linha da bola. Gol legal.

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Sim, vale a pena ter craque em campo. Os dois avaianos ganharam sobre medo coletivo alvinegro

07 de abril de 2013 43

O Galego, o Anjo Loiro, o homem do créu, o coveiro, o abusado nas entrevistas: chamem como quiser, apelidem como desejarem, qualifiquem como for possível. Mas o futebol diferenciado ninguém tira de Marquinhos. É tão diferente, que enquanto os 21 jogadores já ouviam o hino, ele dava entrevistas.

O que faltava seus sonhos de craque? Gol em clássico. Ele não veio na virada, por 2 a 1, neste domingo, sobre o Figueirense, mas nem precisou. Porque outro craque, seu amigo particular, Eduardo Costa, estava lá para ajudar o polêmico parceiro a sair vencedor de campo.

Marquinhos, no clássico anterior, passou despercebido. Evitou entrevistas, calou-se, aceitou ser coadjuvante. Viu seu Avaí naufragar e perder de 1 a 0. Desta vez, deu um soco na mesa. Resolveu ser protagonista, berrou com a arbitragem, chamou a responsabilidade e mostrou em campo por que tem moral para tal. Cobrou falta com perfeição, fundamental no empate e depois foi ser feliz ao lado de outro ícone do time.

A aversão que o torcedor do Figueira tem de Marquinhos é diretamente proporcional às suas ações. Certa feita, num clássico, dançou o créu em pleno Scarpelli; noutra, atuando pelo Grêmio, simulou o enterro do rival. Agora, apenas vibrou muito com o coro da torcida: “O campeão voltou”.

O caminho foi na raça. O galego não dava as caras porque Adilson Batista apostou no que deu certo no clássico passado: achar uma bola decisiva e, no mais, jogar pelo resultado. E para garantir-se, o Figueira cuidava com esmero, e até exagero, da marcação. O fez o tempo todo, a ponto de ter um centroavante, Marcelo Toscano, defendendo também.

O Avaí tinha mais de presença ofensiva, graças a um atacante, Reis, interessado e a um meia, Eduardo Costa, eficiente. Mas a tal da “bola decisiva” diminuiu a importância do domínio territorial.  Aos 15 minutos do primeiro tempo, a bola foi erguida na área e Alef foi imprudente. Fez carga sobre Douglas e cometeu pênalti. O árbitro Ronan Marques da Rosa acertou na marcação. Toscano teve frieza e bateu sem chances para Diego. Mas o 1 a 0 não seria suficiente para a vitória.

O Avaí partiu apressado ao ataque. O time, então, viu um Figueira ainda mais recuado. O Leão foi estocando, avançando até que surgiu, aos 35 minutos, a falta que tirou o peso dos ombros de Marquinhos. Cobrança magistral, bola na trave, e Rodriguinho empatou.

Faltava a cereja no bolo: e quem adoçou a alma da torcida foi Eduardo Costa. Bagagem de craque, uma partida de exceção, era o melhor em campo e foi justamente brindado com a bola decisiva, nos acréscimos. E não houve irregularidade nenhuma no lance.

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Paraná pensa Sul-Minas pelo ranking. Problema é que Joinville ficaria de fora

06 de abril de 2013 31

O post que fiz aqui e rendeu ótima discussão entre os blogueiros foi oportuno (clique aqui e relembre a postagem). Até porque um forte movimento paranaense deu start às negociações para o surgimento de uma Sul-Minas. Aliás, já com o apoio dos clubes mineiros, veja abaixo no post link para matéria.

O problema para SC é que o modelo foi baseado no ranking da CBF, com quatro clubes de cada Estado, e nesta condição o Joinville ficaria de fora, entrando a Chapecoense, junto a Figueirense, Avaí e Criciúma.

Sabemos que o tricolor do Norte ficar de fora, para nós, no Estado, é uma aberração.

A proposta inclui rebaixamento e substituição via Estadual.

Tirando a questão do JEC, me parece que a conversa estimulada desde o Paraná nasce com critérios interessantes.

Veja matéria da Gazeta do Povo clicando aqui.

Veja matéria no Paraná Online, mostrando que mineiros estão apoiando. (clique aqui)

Lembrando que estou no Facebook com minha Fun Page (clique aqui), tenho o @castija no Twitter (clique aqui) ou via e-mail podemos conversar (marcos.castiel@diario.com.br)

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