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Posts com a tag "Fluminense"

A galhofa carioca não tem limites. Como dizem no Oeste: Chapecoense deu de relho no Fluminense

20 de novembro de 2014 36

Sempre digo que o caixão do futebol carioca é a soberba. Viver no mundo da fantasia tem seus limites. Não é à toa que o Rio de Janeiro frequenta a Série B com vontade tanta, que lá vai acabar com a maioria de seus times em breve.

Digo isso não porque o Fluminense seja, no momento, um time de Série B. Mas agiu como os cariocas agem quando querem apanhar de relho. Vejam esta matéria que eu publiquei no DC hoje pela manhã (clique aqui e confira). Eu estava pilotando o site e vi a soberba do técnico do Flu falando em jogar ofensivo e em fazer saldo mirando o G-4.

Publiquei de propósito. Até imaginando que o material seria exibido nos vestiários da Chape, fato que um amigo de Chapecó me confidenciou seria feito. Não sei se rolou, mas se teve… funcionou.

O Botafogo falava em arrancada contra o Figueira. Tomou taco. O Flu em saldo contra o Verdão. Tomou laço. Pelo menos o Inter, quando apanhou, demonstrou respeito e vergonha na cara.

Não e à toa que o Bota ruma à Segundona. O Flu por lá passeou e só voltou na ajudinha (isso que esteve na Série C). O Vasco a duras penas retorna à elite, mas vai caducar por ali. E o Fla só não cai porque na hora do desespero forças ocultas ajudam.

Valeu Verdão. Valeu povo de Chapecó. Vamos ficar na Série A com três catarinenses. Muito orgulho deste time do Verdão!

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Voa, Verdão!

12 de outubro de 2014 13

Espetacular o fato de a Chapecoense garantir, fora de casa, esta vitória de seis pontos sobre o Bahia. Foi magrinho, mas vale muuuito. Manteve o embalo pós apresentação mágica diante do Internacional (os inesquecíveis 5 a 0 que ficarão eternos na Arena Condá).

Para comprovar que a jornada diante do colorado gaúcho foi espetacular, basta ver que o Inter venceu o Fluminense por 2 a 1 neste domingo jogando muito bem.

Antes do jogo do Figueirense (que vamos comentar aqui também), o Verdão fica como melhor catarinense na Série A (confira a classificação clicando aqui).

Era importantíssimo este resultado, já que a sequência é contra um Galo em ascensão (está entrando no G-4), novamente fora de casa.

Que momento do nosso representante do Oeste na Série A. Um debut de alto nível. Para impor respeito.

 

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Figueirense perde ao natural e diferença de qualidade gritante deixa impressão de que se é para sofrer melhor seria não entrar na Série A

19 de abril de 2014 33

A estreia catarinense na Série A não poderia ser mais preocupante. Não pelo escore: 3 a 0. Não por perder para o Flu, o que deve estar na programação da comissão técnica. Não por ser estreia. Mas, muito, por ter sido ao natural, meio que “é para ser asism”, tipo “é a ordem natural dos fatores”.

Pô, se tá na Série A é para fazer diferença. É para surpreender, para perder, até… mas com sinais de ousadia.

Mas se é para passar batendo o ponto, entrando em campo e perdendo como se fosse algo natural, sem comer grama, sem criar um fato, sem sangue nos olhos, então melhor não entrar.

Porque o dinheiro é cruel. Ele determina qualidade, sim… E para quebrar esta lógica, só querendo muito mais, lutando muito mais, mergulhando de cabeça no projeto…

Do contrário, é apenas mais um.

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Lição em Série A custa caro e o Criciúma está descobrindo isso de forma bastante dura

02 de junho de 2013 74

Aprender lições enquanto a Série A se desenrola custa um preço muito caro. O Criciúma levou cinco gols e não marcou nenhum diante de Internacional (2 a 0) e Fluminense (3 a 0) todos eles motivados por falhas de marcação do sistema defensivo.

Sabíamos das dificuldades e alertamos em post (clique aqui e confira), mas não esperávamos uma postura tão assustada no início dos confrontos diante de Inter e Flu, quando o time acordou para o jogo já estava ferido.

Quando isso aconteceu, e houve bastante, ao longo do Estadual, o ataque resolveu. Mas na elite ceder gols deve ser tão difícil quanto é fazê-los e infelizmente nas duas partidas fora a equação não foi resolvida.

Agora é conquistar pontos em casa para ganhar fôlego e tranquilidade emocional. Vitórias resolvem problemas em pontos corridos, tanto que uma delas ainda deixa espaço para o Tigre respirar (confira a tabela no DC Esportes)

Não dá para desmontar o trabalho por causa de resultados. As alas podem e devem ter mais funcionalidade e, em tese, com isso acontecendo o time ganhará poder ofensivo.

E o cuidado com o início das partidas é fundamental, já que contra o colorado gaúcho e o tricolor carioca o jogo praticamente começou absolutamente complicado devido aos gols, em bolas aéreas, a maioria, ou em rebotes mal resolvidos e, um deles, em contra-ataque. nenhum fruto de armação de jogada adversária.

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Cair é do jogo. Agora, cair sem garra e a devida luta é uma vergonha, Figueirense

11 de novembro de 2012 83

A grande questão neste momento de rebaixamento não é o fato em si. São 20 disputantes, quatro caem, um é campeão, alguém tem de cair. O problema nem é entender como se chegou a este rebaixamento, já que todos sabemos o que levou o clube a este Brasileiro desastroso. Tanto os problemas fora de campo, quanto a falta de qualidade do time em si.

O que deixa a todos perplexos é ver como os jogadores se comportaram nesta reta final de rebaixamento. Principalmente neste último, diante do Sport. Absolutamente como se fosse mais um jogo amistoso qualquer.

Uma falta total de respeito com a camisa alvinegra, com as tradições do clube, com sua torcida. Espero que o novo presidente tenha visto com atenção o jogo de hoje.

E que estes jogadores que, na maioria, hoje não mostraram raça não deem as caras na Série B.

 

Flu, campeão, sem emoção

 

Fazia tempo que eu não via um campeão brasileiro despertar tão pouca emoção em sua torcida. Talvez porque todos já soubessem o desfecho. Pareceu mais uma rodada, como tantas outras. Não gosto desta sensação de que um título é algo natural. Se não tem um quê de emoção, nem parece título.

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Figueira ganha motivação para reação com Goiano. E árbitro deixa sua marca a favor do Flu

01 de setembro de 2012 54

Que o Fluminense tem um time superior ao do Figueirense, ninguém seria louco de negar. Também não é possível fechar os olhos para o fato de que, no returno, pesa ainda mais a camisa. E aí, na dúvida, a arbitragem dá a favor de quem tem mais força política.

Foi assim no empate de 2 a 2 com o Fluminense. Empate porque uma reação honrosa e batalhada do Figueirense, uma vitória histórica, foi impedida por um erro de arbitragem bastante lamentável.

Foi “roubado” no sentido figurado, claro, do Figueira, a chance de virar, ganhar moral, reagir, e procurar um novo rumo no campeonato.

Mas gostei do que apresentou Goiano, um time que não se abateu ao levar 2 a 0, procurou ser feliz atacando, confiando no seu potencial, valorizando Fernandes e municiando Aloísio, que correspondeu com um gol e teria feito o segundo não fosse o apito amigo dos grandes.

A justiça pelo menos veio com o empate, seria muito mal o time não levar pontos num jogo em que o Alvinegro mostrou poder de reação.

Momento de crise política, de tentativa de estabilidade, de retorno de Goiano ao Scarpelli, de encarar um adversário que luta pelo título. Enfim, a noite no Scarpelli era mais uma daquelas “chave”  para o Figueirense. Meio chavão, sei, até porque, na situação do alvinegro, todo o jogo é vital.

Mas, diante do elencado acima, acredito que este sábado reservava algo mais complexo diante da já tumultuada situação alvinegra.

No jogo, vimos um primeiro tempo com um Fluminense mais encorpado nos primeiros 20 minutos. Chegando com mais perigo e mais vezes, além de ter mais posse de bola. Na minha coluna do DC deste domingo, mesmo sem saber o resultado do jogo, falei na importância de definir o papel de Fernandes.

 Por quê? Porque ele tem a qualidade para achar um coelho na cartola num jogo em que o outro time é muito qualificado. Nesta etapa de jogo, não teve chances de armar, porque o Flu, melhor postado em campo, eliminava espaços para “troca” de .bola, seja pelas alas, seja pelo meio, facilitando a marcação individual sobre o meia de criação alvinegro.

Na realidade, não há como deixar de constatar que o Fluminense foi superior no primeiro tempo, diante de pelo menos três chances claras criadas. Embora, é bom lembrar, houve uma chance clara para o Figueira, na trave, mostrando que o futebol sempre dá chances em qualquer circunstância.

Na segunda etapa, o jogo quase foi resolvido de duas formas. Na qualidade que o Flu tem e o Figueira sente falta. E no apito.

 Duas bolas mais ajeitadinhas, bem trabalhadas na execução, e a zaga não acha e o ataque funciona e bingo. Ainda bem que Aloísio guardou o dele e João Paulo fez um de falta.

Mas registro algo de bom para o futuro:  Goiano colocou um time com vontade de atacar, mas que, neste esquema, precisaria de alas que não existem à disposição. É um problema de grupo, mesmo. Mas com soluções para o futuro.

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Argel precisa encontrar um jeito para o Figueirense ser mais consistente taticamente na Série A

27 de maio de 2012 84

Argel não gosta do lugar-comum. O técnico do Figueirense está sempre buscando motivação, palavrinha que é seu mantra, sua fórmula para obter algo mais do grupo.

E eis que aparece como capitão do time, no empate em 2 a 2, diante do Fluminense, Túlio.

Não seria anormal, um atleta experiente, com discurso articulado e que é ouvido pelos companheiros. Mas, e aí vem o xis da questão, no jogo anterior, diante do Náutico, Ygor desempenhou a função. Escolha que causou burburinho, já que havia caído do “cargo” o goleiro Wilson.

Então, sugere a mudança, que Argel pretende estabelecer um rodízio, o que não é novidade, porém também não é usual. No entanto, mantém todos “ligados”, prontos para exercer um comando. Esta prontidão, unida a doação, é algo que o técnico já conseguiu em duas semanas de trabalho. Consistência tática, contudo, não.

E eis o que fez o time sofrer no Rio de Janeiro. No gol do Flu, logo aos 17 minutos do primeiro tempo, a jogada começou pela direita, onde havia uma avenida. Houve transição para a esquerda, onde a liberdade para o adversário era a tônica. Seguiu para o meio (dentro da área), onde a troca de bola foi permitida. No segundo gol adversário, transições de lado a lado também.

Esta fragilidade é reflexo de um time que, mesmo com três volantes, não povoa o campo, não marca em cima, não agride o suficiente. Estrela e ataque tem, e eles atendem pelo nome de Caio.

Ressalte-se que diante de um Flu desfalcado e com um jogador a menos, expulso ainda no primeiro tempo, esperava-se mais. Sendo assim, noves fora, o negócio é tentar tirar, contra o Corinthians, um coelho da cartola um pouco mais eficiente do que rodízio de capitães e a “Caiodependência”, Argel!

E, com a parada para a intertemporada, achar um jeito consistente de o Figueira jogar a Série A.

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Um favoritismo relativo do Figueirense, diante do Avaí, no duelo de domingo na Ressacada

02 de dezembro de 2011 67

O Figueirense é favorito. Mas não é “favoriiiitoooo” para o clássico do próximo domingo, na Ressacada.

Pela campanha que fez, pelos pontos a mais que o adversário que acumulou, demonstrou ter melhor time, mais conjunto.

Mas o melhor desempenho no Nacional, em clássico, não é o único ingrediente.

O Figueira vem de duas derrotas. Jogará pressionado para buscar a vitória, coisa que demonstrou não saber fazer ao longo do campeonato.

Neste mesmo campeonato, jogando melhor, pecou em detalhes e perdeu o jogo ida para o Leão.

Pegará um adversário com a honra ferida, querendo dar uma resposta à torcida, tentando tirá-lo da Libertadores e tentando evitar que o principal rival bata a melhor colocação na história em Brasileiros.

Então, o termo favorito é bastante relativo. Apenas para contextualizar. Em campo, teremos um jogo de tirar o fôlego.

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Fim da novela não foi legal. E diretorias de Figueirense e Avaí ficaram estremecidas

01 de dezembro de 2011 112

 Infelizmente, mesmo com a ação dos órgãos públicos, o Avaí optou por esvaziar o clássico. Ao invés de reduzir para R$ 50 o setor do Figueira, estabeleceu um preço mínimo de R$ 70 para todos (ou quase, porque tem a “costeirinha”, no D).

 Ao invés de ceder e baratear para todos, deixaram caro para todos. A diretoria do Figueirense neste episódio lembrou de um acordo entre os clubes para manutenção dos preços. O que configuraria quebra de palavra, o que é grave. A direção do Avaí contra-atacou com um suposto não cumprimento de espaço de 3.000 lugares ao Avaí no primeiro clássico.

 A suposta boa relação que as diretorias tinham, foi para o espaço (confira matéria de hoje no DC, se você for cadastrado no site, e confira os valores no diario.com.br).

 Estamos vivendo um pré-clássico triste. Um exemplo de como não proceder.

 Bom, a partir de hoje vou tentar focar agora nos times e no jogo. Vamos ver se o dia vai permitir. Aí à tarde já coloco novo post para discutirmos algo mais legal.

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Agitação no Conselho do Avaí, novos preços de sócios e os ingressos dos visitantes no clássico

29 de novembro de 2011 68

O Conselho do Avaí esteve reunido ontem. Dei uma olhada nos blogs (Avaixonados, Tarnowsky, e DNA, que foram os que já trataram sobre o evento. E o clicEsportes e o site oficial do Avaí. Neles você já tem detalhes dos preços e de muito do que foi discutido e ainda causa polêmica.

Pontos positivos

- Houve real baixa nos valores para associados, com valores competitivos no mercado a aceitáveis para a atual conjuntura.

- Houve presença grande de conselheiros, o que é significado de que o clube terá amparo na Série B

- Vejo nos blogs pedidos de esclarecimentos importantes ao clube, que, parece, serão respondidos oficialmente aos conselheiros. Isso é importante se ocorrer.

Pontos negativos

- Se o afluxo de conselheiros foi significativo, o de torcedores ainda não demonstra uma mobilização.

- A oposição se manifestou ostensivamente via twitter, mas não ficou claro para mim o que realmente discordam pela aprovação em massa do plano. O máximo que compreendi é que gostariam de mais tempo de discussão e avaliação. Porque a redução nos valores, houve.

Aumento abusivo dos preço dos ingressos no clássico? 

Mudando de assunto: espero sinceramente que a diretoria do Avaí não aumente ingressos abusivamente para o clássico (se você for cadastrado, leia matéria de hj do DC, se não for, é gratuito, vale a pena).

Não seria uma atitude de cavalheiro elevar a R$ 100 ou mais o visitante. O setor do Figueira lotado é uma conseqüência que vai ocorrer pela fase do time em contraste com a do Avaí, evitar isso de forma artificial seria até ruim para a imagem avaiana.

O que pode ser feito é a venda só para sócios de ingressos que não são no setor de visitantes, para evitar mistura de torcidas.

Hoje isso deve ser definido e vamos discutir aqui.

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