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Posts com a tag "Internacional"

Razões que a razão desconhece para os gols. Fora isso, o Inter foi melhor e mereceu vencer o Criciúma

30 de maio de 2013 84

Fabinho, do Tigre, aos 7 minutos, dá um chute cara a cara com o goleiro e este desvia para fora; minutos depois, William arrisca um chute e este desvia na zaga e para dentro do gol do Criciúma. Por que o destino foi bondoso com um, cruel com o outro?

O zagueiro Moledo, do Inter, aos 16, cabeceia para o gol, a bola entra; logo depois, Matheus Ferraz aparece sozinho, cabeceia em condições similares e a bola não ruma para gol. Por que um é bafejado com a felicidade, o outro com a  desolação?

Dois lances, logo no primeiro tempo, defiram o 2 a 0 e a sorte do jogo.

Sim, são as tais razões que a própria razão desconhece.

Mas há explicações racionais para que a vantagem conquistada tenha sido preservada pelo representante gaúcho. E a principal delas residiu no meio-campo. O volume de jogo do Internacional, a antecipação no desarme e a conquista da maioria dos rebotes são decisivos.

A favor do Tigre o fato de seu meio-campo estar dilacerado com desfalques. E aí entra a tal capacidade de investimento, que forma um grupo forte. Serginho teve que entrar às pressas, o que nunca é bom.

De uma forma geral, verificamos qualidades individuais importantes no Criciúma, mesmo na derrota. Bem alinhavadas ao decorrer do campeonato podem resultar numa boa campanha.

Mas segue o alerta e a preocupação com a sequência que tem o Tigre: vem Flu, depois Flamengo, depois Santos, depois Atlético-MG… é ruim, hein!

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Paraná pensa Sul-Minas pelo ranking. Problema é que Joinville ficaria de fora

06 de abril de 2013 32

O post que fiz aqui e rendeu ótima discussão entre os blogueiros foi oportuno (clique aqui e relembre a postagem). Até porque um forte movimento paranaense deu start às negociações para o surgimento de uma Sul-Minas. Aliás, já com o apoio dos clubes mineiros, veja abaixo no post link para matéria.

O problema para SC é que o modelo foi baseado no ranking da CBF, com quatro clubes de cada Estado, e nesta condição o Joinville ficaria de fora, entrando a Chapecoense, junto a Figueirense, Avaí e Criciúma.

Sabemos que o tricolor do Norte ficar de fora, para nós, no Estado, é uma aberração.

A proposta inclui rebaixamento e substituição via Estadual.

Tirando a questão do JEC, me parece que a conversa estimulada desde o Paraná nasce com critérios interessantes.

Veja matéria da Gazeta do Povo clicando aqui.

Veja matéria no Paraná Online, mostrando que mineiros estão apoiando. (clique aqui)

Lembrando que estou no Facebook com minha Fun Page (clique aqui), tenho o @castija no Twitter (clique aqui) ou via e-mail podemos conversar (marcos.castiel@diario.com.br)

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A falta de credibilidade e vergonha na cara nos bastidores do futebol brasileiro

01 de novembro de 2012 35
  • Indignação é pouco

Os indícios de quanto são sórdidos os bastidores do futebol brasileiro são tantos, ocorrem em proporção geométrica, e a falta de bons exemplos é tão inversamente proporcional, que perdemos a capacidade de indignação. É comum pararmos e pensarmos: por que estou irritado, incomodado ou pasmo com determinada atitude se meu estresse não ganha repercussão jurídica? Se tudo o que está sendo feito de podre volta a ocorrer? Então, passamos a nos acostumar com o errado como se fosse algo normal. O que é uma pena e um erro, mas compreensível. Já que indignação é pouco para a vergonha que é a atitude do STJD de anular a partida entre Internacional e Palmeiras porque um gol de mão foi corretamente anulado.

  • Fim do mundo em 2012

Só de cabeça, rapidamente, faço um pequeno exercício de algumas coisas que minha memória, sem esforço algum, me permite lembrar com relação a absurdos em nosso futebol: impunidade de organizadas, omissão do poder público ante a violência, estádios vazios, ingressos caros, jogadores descomprometidos, talento desperdiçado, exploração das categorias de base sem critério, empresários gananciosos, perda de qualidade na Seleção e nos clubes, superfaturamento de estádio da Copa, descaso da Seleção com os brasileiros, arbitragens horrorosas e tendenciosas, política de clubes e federações antidemocráticas, relação escandalosa de clubes com o INSS, alguns dirigentes com perfis mafiosos, campeonatos mal planejados, calendários mal executados… É pouco?

  • Descrédito eterno

A exploração não sustentável sempre tem um fim. Um dia o sol que nos ilumina vai acabar – em bilhões de anos, mas vai; ditaduras, todas, têm prazo de validade; a natureza se esgota se maltratada; economias prósperas entram em ruína; impérios implodem; até a paciência tem fim. Mas o futebol brasileiro desafia esta máxima. Décadas passam e as condições indignas com que a paixão nacional é tratada se perpetuam.

Sempre há espaço para mais vergonhas.

Se um gol feito com a mão for corretamente anulado e a lei permitir que a correção do árbitro seja considerada inválida, que se mude a lei! Mas nunca se afronte a lógica.

Sabe por que a Fifa não aceita recurso externo para dirimir dúvidas nos jogos? Simples: este seria o fim do meio mais eficiente de manipular jogos.

 

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Ygor negociado. Agora, espera-se a reposição por parte do Figueirense

29 de junho de 2012 52

ATUALIZAÇÃO DO POST (15H)

Bom, agora há pouco confirmou-se o Ygor no Inter.

Então, é fato que um dos jogadores mais regulares do Figueirense agora defenderá o time gaúcho.

Entrando um bom dinheiro, e havendo reposição, tudo normal.

Certamente o Figueira não dormirá no ponto. Esperemos, pois, as futuras ações.

Até porque, como escrevi abaixo, é preciso fazer valer outras questões.

POST ORIGINAL

Pois o time que está processando o Figueirense para receber dinheiro na negociação por Cleiton Xavier quer levar o volante Ygor?

A informação é dos colegas gaúchos, que estão mancheteando por lá e também do nosso Fabiano Linhares, na CBN/Diário.

Pois o Figueira deveria cogitar este negócio só com uma retirada da ação. Ou mandaria o Ygor para pagar ao Inter depois?

Isso, porque a carga do clube é certa. A reação do Figueirense é que precisa ser forte. Aliás, como já foi quando o Grêmio tentou e o atleta foi mantido.

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Um favoritismo relativo do Figueirense, diante do Avaí, no duelo de domingo na Ressacada

02 de dezembro de 2011 67

O Figueirense é favorito. Mas não é “favoriiiitoooo” para o clássico do próximo domingo, na Ressacada.

Pela campanha que fez, pelos pontos a mais que o adversário que acumulou, demonstrou ter melhor time, mais conjunto.

Mas o melhor desempenho no Nacional, em clássico, não é o único ingrediente.

O Figueira vem de duas derrotas. Jogará pressionado para buscar a vitória, coisa que demonstrou não saber fazer ao longo do campeonato.

Neste mesmo campeonato, jogando melhor, pecou em detalhes e perdeu o jogo ida para o Leão.

Pegará um adversário com a honra ferida, querendo dar uma resposta à torcida, tentando tirá-lo da Libertadores e tentando evitar que o principal rival bata a melhor colocação na história em Brasileiros.

Então, o termo favorito é bastante relativo. Apenas para contextualizar. Em campo, teremos um jogo de tirar o fôlego.

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Fim da novela não foi legal. E diretorias de Figueirense e Avaí ficaram estremecidas

01 de dezembro de 2011 112

 Infelizmente, mesmo com a ação dos órgãos públicos, o Avaí optou por esvaziar o clássico. Ao invés de reduzir para R$ 50 o setor do Figueira, estabeleceu um preço mínimo de R$ 70 para todos (ou quase, porque tem a “costeirinha”, no D).

 Ao invés de ceder e baratear para todos, deixaram caro para todos. A diretoria do Figueirense neste episódio lembrou de um acordo entre os clubes para manutenção dos preços. O que configuraria quebra de palavra, o que é grave. A direção do Avaí contra-atacou com um suposto não cumprimento de espaço de 3.000 lugares ao Avaí no primeiro clássico.

 A suposta boa relação que as diretorias tinham, foi para o espaço (confira matéria de hoje no DC, se você for cadastrado no site, e confira os valores no diario.com.br).

 Estamos vivendo um pré-clássico triste. Um exemplo de como não proceder.

 Bom, a partir de hoje vou tentar focar agora nos times e no jogo. Vamos ver se o dia vai permitir. Aí à tarde já coloco novo post para discutirmos algo mais legal.

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Agitação no Conselho do Avaí, novos preços de sócios e os ingressos dos visitantes no clássico

29 de novembro de 2011 68

O Conselho do Avaí esteve reunido ontem. Dei uma olhada nos blogs (Avaixonados, Tarnowsky, e DNA, que foram os que já trataram sobre o evento. E o clicEsportes e o site oficial do Avaí. Neles você já tem detalhes dos preços e de muito do que foi discutido e ainda causa polêmica.

Pontos positivos

- Houve real baixa nos valores para associados, com valores competitivos no mercado a aceitáveis para a atual conjuntura.

- Houve presença grande de conselheiros, o que é significado de que o clube terá amparo na Série B

- Vejo nos blogs pedidos de esclarecimentos importantes ao clube, que, parece, serão respondidos oficialmente aos conselheiros. Isso é importante se ocorrer.

Pontos negativos

- Se o afluxo de conselheiros foi significativo, o de torcedores ainda não demonstra uma mobilização.

- A oposição se manifestou ostensivamente via twitter, mas não ficou claro para mim o que realmente discordam pela aprovação em massa do plano. O máximo que compreendi é que gostariam de mais tempo de discussão e avaliação. Porque a redução nos valores, houve.

Aumento abusivo dos preço dos ingressos no clássico? 

Mudando de assunto: espero sinceramente que a diretoria do Avaí não aumente ingressos abusivamente para o clássico (se você for cadastrado, leia matéria de hj do DC, se não for, é gratuito, vale a pena).

Não seria uma atitude de cavalheiro elevar a R$ 100 ou mais o visitante. O setor do Figueira lotado é uma conseqüência que vai ocorrer pela fase do time em contraste com a do Avaí, evitar isso de forma artificial seria até ruim para a imagem avaiana.

O que pode ser feito é a venda só para sócios de ingressos que não são no setor de visitantes, para evitar mistura de torcidas.

Hoje isso deve ser definido e vamos discutir aqui.

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Espião? Ahahahahahah

26 de novembro de 2011 26

Piada tem hora. Esta notícia veiculada pelo Globo.com (clique aqui e confira) é válida para o folclore do futebol. E só.

Ora, todos conhecem por A + B como joga o Figueirense. Seus pontos fortes e fracos.

Agora achar que o Jorginho, neste treino citado, ensaiou alguma jogada pontual é, no mínimo, ingenuidade. Para não dizer outra coisa. Aliás, as constatações do tal Mauro são absolutamente conhecidas de qualquer garoto acima de 7 anos de idade que entenda de futebol.

O treino em que Jorginho posicionou jogadores para bolas paradas e em que distribuiu taticamente a equipe pensando no adversário foi totalmente fechado.

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Vamos torcer para Julio Cesar jogar pelo Figueirense, domingo, contra o Corinthians

25 de novembro de 2011 73

Contra o Fluminense, a história daquela partida poderia ter sido diferente. Se Aloísio marca aquele gol, cara a cara, no primeiro tempo, ou se o pênalti é marcado e o Figueira sai na frente, a coisa seria diferente. O Flu passaria a ter de agredir, e o famoso contra-ataque alvinegro estaria à espreita. O “se” não joga, mas ensina muita coisa para o futuro.

 A mecânica do Figueira funciona melhor com Nem e Julio Cesar. Nem continuou jogando bem naquela partida. O problema foi Aloísio. Sem querer queimar o atleta. Pelo contrário. Merece quantas chances forem necessárias. Mas precisaria um ajuste tático, ele gosta de jogar diferente.

Pois bem, diante deste quadro, atualmente julgo fundamental que Julio Cesar volte ao time. Se puder jogar só 45 minutos, que comece jogando e seja substituído no intervalo. Agora, se não tiver condições, então o melhor é não arriscar.

Neste caso, eu utilizaria Nem e Héber. Este um jogador que perdeu espaço e o técnico deve ter suas razões. Mas esta ali, já mostrou qualidade e pode dar sua contribuição.

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Alguém tem que avisar ao Figueirense sobre o fato de o Corinthians já ser o campeão brasileiro. Não precisa nem entrar em campo no Scarpelli

24 de novembro de 2011 71

Pelo menos é este o encaminhamento de alguns dentro do clube, nos bastidores, da torcida e, também, de grande parte da mídia.

Tem um ditado muito usado pelo mané: “jogo é jogado, lambari é pescado”.

Lembro sempre desta sabedoria quando leio matérias como esta (clique aqui e confira) da Folha de São Paulo.

É um jornal muito conceituado, porém algumas vezes arrogante. E, nesta matéria, já trata de como serão entregues as faixas de campeão, diante do Palmeiras. É só um exemplo.

Tá certo, é necessário anteceder uma “possibilidade”, mas ouvi alguém dizer por aí que já há champanhas compradas com antecedência em uma casa noturna da cidade, com câmeras já sendo instaladas para registrar o brinde. Aí já passa apenas de uma prévia preparação.

É bom não esquecer que a “consciência” de que pode algo, às vezes, é um passo para desandar a maionese. É o caso do Figueira contra o Flu. A empolgação, a vontade, a confiança, viraram uma sonora goleada.

O Figueira, tenho certeza, aprendeu sua lição. E o Timão? E sua torcida?

Posé, não esqueçam, que o Figueira fazer o “crime” não será uma zebra. E o Flu conseguir duas vitórias também não. Ou o Vasco conseguir vitórias não é nada anormal. Eu sugeriria calma aos fieis, mas acho que, neste momento, não escutam mais nada.

E à assessoria de imprensa do Figueira não é preciso nem recomendar. Competentes, já devem ter clipado todo este oba-oba. Não é preciso mais que 15 minutos com um vídeo de matérias dos jornais paulistas, um print screen do site corintiano e duas ou três declarações de torcedores do Timão para que o time catarinense entre em campo mordendo a grama.

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