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Posts com a tag "Joinville"

O sagrado gol fora na Copa do Brasil disse presente nas ações de Criciúma e Avaí

08 de maio de 2013 28

 Copa do Brasil não se mede por qualidade de adversário, não se julga por desempenho, a grande sacada é jogar pelo regulamento. E o golzinho fora que o Tigre achou no 1 a 1 diante do São Bernardo é a senha para a classificação futura.

Mas tudo que eu disse acima pode ser eliminado se junto ao “sagrado” gol fora pudermos aliar bom desempenho com vitória fora de casa. Aí o que é bom, aceitável, até recomendável, vira tranquilidade. Claro, estamos falando da vitória do Avaí sobre o América, por 1 a 0, na Arena Independência.

Hoje temos a tarefa mais difícil dos catarinenses. Forjar um bom resultado diante do Santos é a missão do JEC. Terá que ser na empolgação da torcida, na raça. Porque só um bom resultado leva esperanças para o jogo de volta. A Arena lotada estará linda.

E o Figueirense fica na “obriga” como dizemos na gíria do futebol. É em Arapongas e voltar de lá classificado seria a matemática perfeita.

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Paraná pensa Sul-Minas pelo ranking. Problema é que Joinville ficaria de fora

06 de abril de 2013 31

O post que fiz aqui e rendeu ótima discussão entre os blogueiros foi oportuno (clique aqui e relembre a postagem). Até porque um forte movimento paranaense deu start às negociações para o surgimento de uma Sul-Minas. Aliás, já com o apoio dos clubes mineiros, veja abaixo no post link para matéria.

O problema para SC é que o modelo foi baseado no ranking da CBF, com quatro clubes de cada Estado, e nesta condição o Joinville ficaria de fora, entrando a Chapecoense, junto a Figueirense, Avaí e Criciúma.

Sabemos que o tricolor do Norte ficar de fora, para nós, no Estado, é uma aberração.

A proposta inclui rebaixamento e substituição via Estadual.

Tirando a questão do JEC, me parece que a conversa estimulada desde o Paraná nasce com critérios interessantes.

Veja matéria da Gazeta do Povo clicando aqui.

Veja matéria no Paraná Online, mostrando que mineiros estão apoiando. (clique aqui)

Lembrando que estou no Facebook com minha Fun Page (clique aqui), tenho o @castija no Twitter (clique aqui) ou via e-mail podemos conversar (marcos.castiel@diario.com.br)

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Joinville de volta à briga na classificação geral após chocolate de Páscoa no Avaí

31 de março de 2013 59

Um clássico é o cenário perfeito para se reerguer em alto estilo. E o Joinville deu um tapa na má fase justamente sobre um adversário direto na classificação, o Avaí.

Ainda não chegaram os mata-matas das semifinais, mas a vitória, goleada de 3 a 0, um chocolate de Páscoa no Leão, teve aquele famoso valor de "seis pontos" para o tricolor do Norte. O time usou a força da Arena e "mata-matou" o Leão da Ilha.

O time de Arturzinho não chegou a respirar no returno, onde a situação segue complicada, mas na classificação geral ganhou gordura. Acontece que a sequência na tabela sorri para o Joinville: além do Criciúma (adversário direto), terá ainda Juventus e Guarani, portanto jogos teoricamente chave para uma arrancada final rumo à vaga nas partidas decisivas.

E o Avaí provou do veneno de querer forçar o cartão para Marquinhos no jogo anterior, pensando no clássico da semana que vem, diante do Figueirense. Não conseguiu arrancar pelo menos um pontinho num jogo que, para efeitos estratégicos era até mais importante que o duelo com o rival da Capital.

A ausência de Marquinhos desmontou um mínimo de qualidade que o Avaí apresentava no meio-campo. O time de Ricardinho foi sempre inferior no volume de jogo, sempre recuado, sempre sem força de reação.

Não que o JEC de Arturzinho tenha feito uma partida primorosa. Aproveitou a melhor qualidade de seus jogadores de definição, e a maior inspiração dos seus homens de meio, para construir o resultado no segundo tempo.
Kim atacante, Marcelo Costa (de pênalti) meia, e Rafael zagueiro, um de cada posição: eles marcaram os gols. E Rafael, ex-Avaí, comemorou com vontade, daquelas de quem tinha algum recado a dar para sua ex-casa.

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Vou na contramão, acho a demissão de Artur Neto pelo JEC um erro do tricolor do Norte

18 de março de 2013 21

Artur Neto. Comentei o jogo ontem pela CBN/Diário, vi um treinador que deu um nó no Figueirense no primeiro tempo e depois, no segundo tempo levou um nó de Adilson Batista, aliada a clara queda física dos atletas. Resultado: 1 a 1. Onde há problema com o técnico? Qualidade? Nem pensar.

Ou seja, dois ótimos técnicos, com consciência tática, lidando com suas limitações. Deu empate.

Tá, sei que o clima era insuportável com Lima e outros membros do grupo. Mas o clube conseguiu lidar com isso, ou foi condescendente demais, deixando estourar no comandante?

Corre-se o risco de, eternamente, ficar na mão do grupo de jogadores, da panelinha.

Tempo de trabalho é importante, filosofia, mas com a mentalidade dos clubes em geral, fica quase impossível, com raras exceções.

No caso de Sergio Soares, no Avaí, tenderia  a pensar o mesmo, não fosse erros básicos cometidos por ele seguidamente. Ou estava num momento ruim da carreira, ou queria sair.

Artur Neto, quando deu um tapa na mesa, lá no início do turno, não foi ouvido. Então, claro que seu trabalho não poderia vingar, com gente dando contra.

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Sem histeria, o que vale no momento é lutar para estar entre os quatro da semifinal no Catarinense

15 de março de 2013 17

Conversava ontem com dirigentes do Figueirense e percebi que, dentro do clube, há uma consciência, provavelmente incentivada pelo "modus operandi" do técnico Adilson Batista, de que o importante é, primeiro, chegar, depois tentar o título do Catarinense.

E esta relativa "paz" que é dada ao trabalho da comissão técnica é muito importante. Por quê? Ora, o Figueira passa pelas mesmas dificuldades de três outros grandes quanto à irregularidade. Mas não cogita, nem de longe, a demissão do treinador, no que tem um procedimento acertadíssimo. Arrisco dizer que o desempenho bom por pontos se deve justamente a esta conduta.

Times como Criciúma, Joinville e Avaí praticamente surtam por não estarem numa maré boa, dentro de um Estadual, quando sabemos que só um será campeão e a grande meta é a Série B.

Que a torcida surte e cobre, até que a mídia faça seu papel de contraponto ao que não está nos trilhos, é natural. A torcida é passional, e a mídia quer o crescimento dos clubes, então faz um "advogado do diabo" que acaba não permitindo acomodação.

Agora, os clubes não podem cair nessa onda. Então Artur Neto não serve mais? Mas o Lima pode fazer gato e sapato lá dentro que se passa a mão na cabeça. E, no Avaí, basta trocar o treinador? No Tigre, era preciso tal revolução?

Não custa lembrar que a meta não deveria ser o título do turno, isso deveria ser consequência natural, como aconteceu sem atropelos com a Chapecoense. Tem é que estar entre os quatro, já que o regulamento dá muito pouca vantagem ao campeão. Depois é mata-mata, fica tudo igualado.

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A falta do devido valor ao passeio da Chapecoense

01 de março de 2013 57

Tenho visto a mídia (na qual me incluo, obviamente), dirigentes, e até jogadores (o que é mais grave ainda) numa síndrome frenética para tentar entender porque o JEC patina tanto, porque o Criciúma tem altos e baixos, porque o Avaí flerta com o rebaixamento, porque o Figueirense não fez frente ao Verdão.

De fato, se esperava dos quatro times citados acima muito mais, um está na Série A, os demais na B e são os times que têm mais títulos estaduais.

Porém, o desempenho da Chapecoense foi espetacular no turno. Arrasador. Um sintoma de que há um favorito no campeonato e este é o Verdão do Oeste.

Cargos de técnicos ameaçados, jogadores em clima de pânico e tudo o mais soa como exagero quando não se reconhece o óbvio: a Chapecoense é o time a ser batido.

Claro que, todos os outros quatro grandes torcem, para que o Verdão caia na síndrome do campeão do turno e perca a força.

Mas, para isso, o Verdão terá que cair muito e os outros melhorarem por demais.

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O melhor jogo do campeonato. JEC 4 x 3 Tigre foi o grande clássico da rodada

17 de fevereiro de 2013 62

Se fossemos julgar somente pelos partidas que assistimos, o duelo deste domingo, Joinville 4 a 3 Criciúma foi muito mais "clássico" que o Figueirense 1 a 0 Avaí ontem.

Aliás, foi o melhor jogo do campeonato até agora.

O clássico da Capital não foi uma boa partida de futebol. Claras limitações técnicas foram observadas em campo, o que emprestou uma aparência de jogo comum.

Nem mesmo a pegada, a mordida, parecia apimentada com o tempero natural dos clássicos ontem.

No jogo da Arena, não. E nem é pelos quatro gols no primeiro tempo e o total de sete gols. Mas por dois times que transpiravam clássico. Mordiam, pegavam e, também, jogavam um futebol em alguns momentos empolgante.

No Norte, um jogo vertical, times buscando com sede o gol; na Capital, cadência, toque de bola e um pouco mais de emoção só nos minutos finais.

Em termos de resultado, polarizou a briga do turno. A Chapecoense e o Figueirense miram o título. Mas o Verdão tá com a mão na taça, já que pega Atlético-IB e Guarani.

O Figueira vai encarar o Criciúma e o Juventus.

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O primeiro grande desafio de Heber e mais um clássico para Célio Amorim encarar

14 de fevereiro de 2013 10

Os dois árbitros escolhidos para comandar os clássicos do final de semana são fruto de um provável raciocínio lógico da FCF. Entidade, aliás, que nunca esteve tão tranquila para definir uma escala, já que o comportamento da arbitragem tem sido bom.

Quanto ao critério, diante da calmaria, certamente seria ter Heber em um dos clássicos, para ele pegar o espírito dos jogos decisivos daqui e um outro árbitro experiente, caiu o Célio Amorim.

O que deixa mais claro este critério é o fato de o sorteio ter colocado Heber/Célio na Capital e Heber/Bráulio para o jogo do Norte.

É o primeiro grande desafio para Heber no cenário catarinense. E mais um clássico na vida de Célio Amorim.

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Levíssimo favoritismo nos clássicos é do Criciúma e do Avaí, se Marquinhos "jogar"

12 de fevereiro de 2013 32

Ficar em cima do muro nunca foi comigo. Apostar em dois favoritos que jogam fora de casa, em clássicos, é sempre uma temeridade. Então, para atenuar o peso da afirmação, incluí um "levíssimo" no título.

Jogando na Arena, o JEC terá sua torcida empurrando e o Criciúma ainda não está consistente. Então, apenas os números do turno amparam a tese de que o Tigre chega mais encorpado.

No caso da Capital, são dois times irregulares. O Figueira teve dias sim, dias não; o Avaí, vários momentos "mais ou menos". Então, a única coisa que pode favorecer alguém, é o craque aparecer. Fica com Marquinhos a variável: se jogar muito, deixa o Avaí um passinho à frente. Se jogar como está jogando, equilíbrio total.

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O clássico mais importante do próximo final de semana no Catarinense é...

09 de fevereiro de 2013 53

Estou vendo um amplo debate nos comentários sobre qual clássico tem mais valor no próximo final de semana, se Figueirense x Avaí, ou Joinville x Criciúma.

A turma da Capital se defende em relação à antecipação: o Sportv solicitou o jogo para transmitir para todo o Estado.

A turma do Norte e do Sul alega que, interesse para o Estado mesmo, é o seu clássico, que o da Capital tem um âmbito muito restrito, por este motivo emplaca no domingo na RBS TV.

Pessoalmente, acho uma discussão sem um vencedor.

De um lado, estará o dono dos títulos mais importantes conquistados pelo Estado, o Tigre, contra o time com torcida mais fiel (atualmente) e que foi dominante em sequência de forma que dificilmente virá a ser igualado,o JEC.

Do outro estão, simplesmente, os dois times com mais títulos estaduais, Avaí e Figueirense.

Como chegar a um veredito? Impossível.

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