Figueirense: quando irmãos de infância viram inimigos. Um vai às feras, o outro surge presidente
27 de setembro de 2012 62
Quem diria, amigos de infância, Nestor Lodetti e Wilfredo Brillinger vislumbraram um Figueirense modernizado, com novo estádio e um futuro promissor. A novela ganhou roteiro que nem o dramaturgo mais maquiavélico efetivaria: irmãos de fé, parceiros de infância, rompem, viram inimigos irreconciliáveis e, na queda de braço, um é jogado às feras, o outro ressurge como salvação, ocupando a vaga do ex-parceiro.
Desfecho lógico com Wilfredo
Fica até difícil escrever algo sobre o Figueirense. Porque, em minutos, fatos novos acontecem no clube. Eis que Wilfredo Brillinger será referendado como novo presidente do clube.
Basicamente, resumindo de forma bastante simples para compreensão, quem tem dinheiro, quem tem bala na agulha, é o cara que prevalece na hora da guerra de poder.
E quando se faz esta análise, sem juízo de valor, apenas à luz da lógica, percebemos que o desfecho está longe de ser surpreendente.
Destrato com a Alliance
O quebra-cabeça não encaixava na totalidade. A peça que faltava junto ao comitê gestor era o desconforto com a Alliance. Uma renúncia coletiva de diretoria e um distrato amigável foram a solução para um acordo.

