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Posts com a tag "ressacada"

Terminou para SC a "brincadeirinha", que venham os jogos casca-grossa na Copa do Brasil

24 de abril de 2013 28

Este 4 a 1 do Avaí sobre o Volta Redonda, que ameaçou ter contornos dramáticos, mas, ainda bem, não teve, representou mais que a classificação do Avaí a Copa do Brasil.

Significou que, se reclamamos do nível técnico do Estadual, pelo menos seguimos em um patamar superior a grande maioria da média brasileira. Estamos com 100% de aproveitamento, incluindo Joinville, Criciúma e Figueirense também.

Talvez seja um alerta de que o futebol brasileiro segue um grande mico pré-Copa, ou que os estaduais não servem de parâmetro para nada.

Pessoalmente, acho que um pouco de cadaitem acima ajuda nesta análise.

Agora, que é muito mais emocionante vermos estes mata-matas, não há dúvida. Há clima no estádio, a torcida fica elétrica, atenta, motivadas, há alegria e/ou sofrimento, são momentos que fazem valer o ingresso.

Antes que eu me esqueça, já que falamos de mata-mata, fica a lição da Champions. Jogar a primeira em casa pode ser bom, pode ser muito bom (como diz a propaganda do refri). Os alemães que o digam.

Um alerta para Chapecoense e Criciúma, cuidado com o efeito Espanha/Alemanhã na Liga!

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Sim, vale a pena ter craque em campo. Os dois avaianos ganharam sobre medo coletivo alvinegro

07 de abril de 2013 43

O Galego, o Anjo Loiro, o homem do créu, o coveiro, o abusado nas entrevistas: chamem como quiser, apelidem como desejarem, qualifiquem como for possível. Mas o futebol diferenciado ninguém tira de Marquinhos. É tão diferente, que enquanto os 21 jogadores já ouviam o hino, ele dava entrevistas.

O que faltava seus sonhos de craque? Gol em clássico. Ele não veio na virada, por 2 a 1, neste domingo, sobre o Figueirense, mas nem precisou. Porque outro craque, seu amigo particular, Eduardo Costa, estava lá para ajudar o polêmico parceiro a sair vencedor de campo.

Marquinhos, no clássico anterior, passou despercebido. Evitou entrevistas, calou-se, aceitou ser coadjuvante. Viu seu Avaí naufragar e perder de 1 a 0. Desta vez, deu um soco na mesa. Resolveu ser protagonista, berrou com a arbitragem, chamou a responsabilidade e mostrou em campo por que tem moral para tal. Cobrou falta com perfeição, fundamental no empate e depois foi ser feliz ao lado de outro ícone do time.

A aversão que o torcedor do Figueira tem de Marquinhos é diretamente proporcional às suas ações. Certa feita, num clássico, dançou o créu em pleno Scarpelli; noutra, atuando pelo Grêmio, simulou o enterro do rival. Agora, apenas vibrou muito com o coro da torcida: “O campeão voltou”.

O caminho foi na raça. O galego não dava as caras porque Adilson Batista apostou no que deu certo no clássico passado: achar uma bola decisiva e, no mais, jogar pelo resultado. E para garantir-se, o Figueira cuidava com esmero, e até exagero, da marcação. O fez o tempo todo, a ponto de ter um centroavante, Marcelo Toscano, defendendo também.

O Avaí tinha mais de presença ofensiva, graças a um atacante, Reis, interessado e a um meia, Eduardo Costa, eficiente. Mas a tal da “bola decisiva” diminuiu a importância do domínio territorial.  Aos 15 minutos do primeiro tempo, a bola foi erguida na área e Alef foi imprudente. Fez carga sobre Douglas e cometeu pênalti. O árbitro Ronan Marques da Rosa acertou na marcação. Toscano teve frieza e bateu sem chances para Diego. Mas o 1 a 0 não seria suficiente para a vitória.

O Avaí partiu apressado ao ataque. O time, então, viu um Figueira ainda mais recuado. O Leão foi estocando, avançando até que surgiu, aos 35 minutos, a falta que tirou o peso dos ombros de Marquinhos. Cobrança magistral, bola na trave, e Rodriguinho empatou.

Faltava a cereja no bolo: e quem adoçou a alma da torcida foi Eduardo Costa. Bagagem de craque, uma partida de exceção, era o melhor em campo e foi justamente brindado com a bola decisiva, nos acréscimos. E não houve irregularidade nenhuma no lance.

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Dupla da Capital demonstra crescimento na relação extracampo com acordo por ingressos

04 de abril de 2013 14

Exemplo da dupla da Capital
Exemplo da nova fase nas relações de Avaí e Figueirense, é a questão do espaço dedicado à torcida visitante no clássico. Neste jogo de domingo, na Ressacada, a torcida do Figueirense terá a curva ampliada (20% da carga de ingressos). O espetáculo fica mais bonito e democrático.

Inteligência emocional
E como gentileza gera cordialidade, com certeza nos demais clássicos a recíproca será verdadeira. Com as direções dando mostras de inteligência emocional (lembram o abraço dos presidentes, no gramado, no clássico anterior?) a tendência é a atitude ganhar força também entre as torcidas.

Atitudes concretas
Só falta atacar agora a questão da violência que gravita sobre as torcidas organizadas. Pelo menos em Florianópolis, a ação da PM consegue ser preventiva. A duras penas nossos comandantes estabelecem uma normalidade. Mas o risco sempre é grande e o esforço desproporcional para manter a ordem. As famílias ainda ficam em segundo plano.

Espaço em Criciúma
No Heriberto Hülse aquele cantinho que abriga o visitante é meio cruel, com visibilidade comprometida. O clube abre, em demandas maiores, uma área anexa, melhorando a condição. Como a torcida do JEC deve ser grande, acredito que o espaço será revisto (estamos tentando a informação com o clube, assim que rolar eu altero aqui).

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Os pênaltis não marcados e o gramado ensopado: os personagens do empate entre Avaí e Criciúma

20 de março de 2013 59

A história do empate de 2 a 2 entre Avaí e Criciúma passa pelo cenário da partida. Num jogo com o gramado ensopado (esta foi a imagem que melhor surgiu em minha mente para definir o campo de jogo), algumas leis entram em ação no futebol. Uma delas, a principal, é que não existe toque curto de bola, seja na armação, seja em ações defensivas.

Quem tem melhor esta compreensão tende a se dar melhor. E o Criciúma teve mais entendimento coletivo da situação, na primeira etapa, e assim saiu vitorioso, por 2 a 1, nos 45 minutos iniciais. Foi mais compacto, vertical e, por este motivo, contou com Lins quando precisou. A mesma capacidade de “ler” a necessidade não houve para com a zaga azul. Esta bateu cabeça, não seguiu o beabá e cedeu o gol de abertura, o que deu o tom das dificuldades que o time viveria no início de noite e de jogo, já que levou 1 a 0 nos primeiros minutos.

Individualmente, destaque para Marcel e Lins, incomodando lá na frente. E, pelo Avaí, Marquinhos, sempre mostrando qualidade no último passe. Além de Reis, que deixou o dele, incomodou e mostrou que, no ataque, o Avaí, finalmente, tem farinha no saco (o gol de empate de Roberson seria a assinatura do setor de frente).

Na segunda etapa, veio a superação, a noção do desespero falou mais alto para o mandante, e o empate chegou num momento em que a drenagem do campo permitiu algo mais técnico. E esta qualidade saiu dos pés de Roberson, que concluiu a gol com estilo para empatar. Reis e Roberson, Roberson e Reis: duplinha legal, esperta e útil. Habemus ataque!

Não foi possível analisar o jogo do ponto de vista tático, já que a lei da chuva impôs seu peso, sua limitação. E, assim, Vadão e Ricardinho tiveram influência pontual apenas, nenhum julgamento seria justo do trabalho dos “treineiros”.

Na hora do aguaceiro, são rasgos de inteligência e oportunismo que decidem, e/ou frações de “mandrakes” que determinam o destino. Assim foi.

O pontinho escasso não reposicionou o Criciúma na briga pelo returno. Aliás, segunda fase do campeonato que não alijou ainda o Leão, mas sem dúvida, se fosse um namoro, estaria na famosa fase de “dar um tempo”. Desta condição, está mais para romper que para voltar com o parceiro.

E aí que mora o perigo. Porque, se não levar o returno, na classificação geral a realidade é triste: está mutíssimo mais para olhar abaixo e combater o rebaixamento, que mirar acima e sonhar com a vaga.

Já o nosso representante na Série A não mostra um volume de pontuação que o qualifique a lutar não só no returno, já que também padece na Geral.

Noves fora, resultado ruim para ambos.

 

PS: o Avaí vai reclamar muito dois pênaltis, que Célio Amorim não deu em favor do time da casa. Dos dois pênaltis, o cometido em Marquinhos ocorreu. O segundo, Roberson fez um teatro, mas a intenção do jogador do Tigre houve, alguns árbitros marcariam.

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As imagens de alguns torcedores do Criciúma quebrando cadeiras na Ressacada

27 de novembro de 2012 73

E NO OUTRO VÍDEO, CONFUSÃO ENTRE TORCIDA E PM

Acho importante mostrar estas imagens, já que são alguns vândalos e não a maioria da torcida. Mas é um alerta e uma forma de localizar e punir que vai ao estádio para fazer bobagem.

As imagens estão no You Tube e em blogs do Avaí.

Tem vários minutos, mas com paciência da para acompanhar a depredação, que começa tímida, mas ganha corpo do meio para o final das imagens. Confira:

 


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O Avaí está na briga de novo? Se conseguir, Argel dá um tapa nos críticos. Entre eles, eu

29 de setembro de 2012 24

Uma vitória sobre o Vitória (com o perdão da redundância), por 2 a 0, dá para qualquer time um combustível moral importante.

E eu gosto de ser justo com os técnicos. Críticas na hora certa. No caso do jogo de hoje, Argel leu as necessidades do Avaí para poder ter sucesso diante dos baianos com muita propriedade. Se ele fizer este time jogar mais do que o Hemerson Maria fez, então os críticos, entre eles eu, terão feito uma avaliação equivocada. E, neste caso, eu tenho obrigação de reconhecer o fato. Claro, é preciso esperar os jogos fora para se ter uma medida real.Argel conseguiu fazer seu ataque funcionar, Jesus marcar gol e,no segundo tempo, ser agudo o suficiente para ampliar o placar e não deixar dúvidas de quem merecia os três pontos. Ah, e sem perder uma sólida postura defensiva. Estes quesitos táticos, aliados à vontade do time, mas isso o Argel sempre fez muito bem, botar pilha no grupo.


Tudo isso diante de uma equipe que só perdeu três vezes até o momento.

Bom, a distância do G-4 ainda não é confortável, mas já é uma realidade mais ”possível”, começa a deixar o terreno do sonho para o de algo que pode ser superado com um esforço  a mais.

 

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Torcida do Avaí programa Coletiva dos 1000. Será que teremos um dia agitado na Ressacada?

19 de setembro de 2012 58

Nas redes sociais, os torcedores do Avaí estão se mobilizando para acompanhar as diversas coletivas programadas para hoje.

Uma delas, a despedida de Hemerson Maria. A outra, a despedida (ou seria o Fico, é difícil, hein) de Cléber Santana.

A outra, a apresentação de Argel Fucks.

Então a movimentação não será só na sala de imprensa, haverá torcida fora. Resta ver qual será esta representatividade. Realmente centenas de torcedores, ou apenas algumas dezenas?

A minha impressão sobre a saída de Cléber e Hemerson estão nos posts abaixo.

Sobre Argel, minha posição é a seguinte: sempre que um clube faz uma mudança no comando técnico, eu me pergunto: qual é o projeto?

Imagino que o clube deveria fazer o mesmo, mas nem sempre é assim. Muitas vezes a escolha é intempestiva (foi assim com Argel no Figueira), e a chance de dar errado é grande.

Qual o projeto para Argel no Avaí? É uma tentativa de arrancada improvável, na base do "vamos lá" na Série B e depois vê como fica?

Ou é um projeto pensado, com base numa avaliação criteriosa de apostas na base, em reforços, em competições?

Acho difícil que a resposta seja a segunda. Até porque o atual comando de futebol não deu mostras de agir com planejamento.

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A lição para o Avaí é a de que ninguém está proibido de ser feliz na Série B

11 de setembro de 2012 35

Bom, aí você está há três jogos sem vencer. Uma nhaca daquelas. Tem uma barca passando que pode significar mais travamento, ou uma réstia de esperança dentro da competição.

Esta barca ameaça passar batida. Mas você, sabe-se lá como acha uma solução. E tem um novo caminho aberto pela frente para repensar o futuro, para tentar voltar a sorrir.

Esta é a figura de linguagem que encontrei para exemplificar a sensação que ficou após assistir a este Avaí 2 a 1 sobre o Ipatinga.

Era um time absolutamente comprometido em sua auto-confiança. Sabia que era melhor que o adversário, sabia o que significava um tropeço, mas não conseguia jogar um futebol fluido, eficiente.

Mesmo após o primeiro tempo, o golaço de Cléber Santana foi uma exceção dentro de um conjunto mal construído de proposta tática.

O segundo tempo nem se fala. A coisa tá tão sofrida, que até o gol de pênalti não deu o alívio que deveria, já que Cléber Santana saiu machucado.

Bom, o que dizer disso tudo? Oras, “libertação” é a palavra. O Avaí está liberto do encalhe, seja qual for o motivo que o destino lhe emprestou esta condição de sorrir.

Então o negócio é o seguinte: junta os trapos, varre a sujeira, limpa a casa, organiza a mente e o time ruma a Minas para tentar vencer o América.

Porque ninguém está proibido de ser feliz neste campeonato.

 

E a síndrome dos acréscimos?

 

Bom, novamente apelo aos blogueiros do tricolor do Norte para que me expliquem: que mágica faz o Joinville, fora de casa, perder partidas nos minutos finais? Que sina é esta? É o acaso, ou o time fez por merecer? Me expliquem este enigma.

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A violência de torcidas - coluna desta segunda-feira do Diário Catarinense

10 de setembro de 2012 24
  • Vandalismo

Até quando vamos negar a realidade? Como é possível, pela segunda rodada consecutiva, eu abrir este espaço falando de confusão com torcidas? Na segunda-feira passada, foi um grupo que se tocou de Itajaí para tentar confrontar uma torcida rival no jogo do Figueirense. Ontem, uma conhecida torcida que usa o Avaí como motivo de sua insanidade chegou com tudo em Joinville, errou o caminho e desceu do ônibus quebrando carros e atacando tudo e todos. A PM teve muito trabalho.

A coleção de episódios é constante e relacionada a todos os clubes catarinenses. O que falta para o poder público dar um basta e proibir organizadas no estádios, fechar sedes, investigar e punir líderes? Será por questões políticas? Será por interesse dentro dos clubes?

Tiro já houve em Itajaí, com um grupo ligado ao Marcílio Dias, que voltou a agir na semana passada; mutilação já houve em Criciúma; e assassinato em Florianópolis, relacionados à turma ligada ao Avaí. Aliás, na Capital, já aconteceu também batalha campal com torcida de outro Estado, atacando rival relacionada com o Figueirense; esta, do Figueirense, já bateu até em gente de sua própria torcida; e teve emboscada com turma que diz torcer para o JEC.

Ou seja, ninguém é santinho. Tem que banir todo mundo, oras! O Estado é conivente.

  • Aplausos como elixir

O 4 a 0 que o Criciúma levou em casa poderia ser devastador. A perda dos 100% em casa também traria dúvidas em relação ao futuro. A infelicidade do goleiro Michel Alves seria algo constrangedor. Tudo isso é verdade. Mas os aplausos da torcida do Criciúma servem como um entendimento dos fãs de que tudo isso é menor neste momento. O que vale é consolar o grupo, que deu tantas alegrias até aqui. Uma reação coletiva que surpreende e que é mais um golaço da torcida do Tricolor do Sul.

  • Meio cheio, meio vazio

Afinal, o Figueirense está melhorando ou é uma ilusão? Só um ingênuo não vê um acréscimo no rendimento do time, no sitema de jogo, na melhora do ataque, e em alguns itens da defesa, mesmo que esta tenha sérios problemas. Todo o restante, é falta de material humano mesmo. Ou seja, pode faltar grupo de jogadores suficiente para uma reação, pode faltar tempo também. Mas que melhorou, melhorou.

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Quem for à Ressacada com chuva e frio para ajudar contra o Atlético-PR é o verdadeiro avaiano

17 de julho de 2012 69

Temos uma rodada tripla hoje à noite de Série B. Dá para ver o jogo do JEC às 19h30min no pay-per-view.

Depois os fãs do Criciúma partem para viajar, via tubinho da tv, a Natal, e torcer pelo Tigre, que vai encarar o caldeirão do Frasqueirão e um time do ABC “nervoso” pela presença no Z-4.

E os fãs avaianos encaram o Atlético-PR. É preciso construir uma campanha de, no mínimo, 100% em casa (são quatro jogos de seis numa sequência) para voltar a flertar com o G-4.

Missão bastante árdua, meta ousada, com a “régua lá em cima” como se diz na gíria. Ainda mais quando o adversário é um dos candidatos a acesso, com campanha igualzinha a do Avaí, melhorzinha no saldo.

Portanto, confronto de “seis pontos”.

Era para vermos uma Ressacada cheia à noite. Mas, com a chuva de hoje (que não deve parar) e o frio, qual será o público?

Os mil, dois mil guerreiros, sei lá quanto prever, mas quem estiver na Ressacada, este será o verdadeiro avaiano.

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