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Posts com a tag "Santos"

Árbitro Margarida vira cataúcho em homenagem aos irmãos vizinhos. Confira o vídeo

07 de abril de 2014 3

Recebo este e-mail do Clésio Moreira do Santos, o Margarida. Diz ele no e-mail que trata-se de uma homenagem a este blogueiro.

Enfim, para descontrair depois das finais do último domingo e para aliviar o espírito na overdose de futebol que vem por aí com Copa do Brasil e a grande decisão, então publico o vídeo bem-humorado.

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Um "olé" cheio de significados para a torcida do Criciúma nos 3 a 1 sobre o Santos

05 de junho de 2013 73

Foi uma vitória mais vital para o Criciúma do que sua já conhecida importância no quesito somar três pontos. Bater o Santos por 3 a 1 contém significados que extrapolam a matemática.

Um deles nos revela que o Tigre em casa está com as garras afiadas (dois jogos e duas vitórias) e outro que o time é maduro o suficiente para superar fases de pressão (vinha de duas derrotas).

Tem mais: a equipe de Vadão deu o recado de que há confiança para confrontar não somente os chamados “adversários diretos”, aqueles que a humildade ensina aos que sobem de divisão a mirar contra o descenso, mas também aquele que é (neste caso literalmente) peixe grande.

E superar grandes, com direito a “olé” gritado com gosto pela torcida, é sempre um combustível potente para abastecer a longa jornada na Série A.

Torcedor “argentino” do Tigre

Chamou muito a atenção do narrador do pay-per-view a energia do torcedor do Criciúma, o jeito diferente de torcer, o padrão diferenciado.

Tanto que ele usou o termo “torcedor argentino do Tigre” e fez referência a “algo como se vê na Bombonera”.

A reportagem também chamou atenção para o fato de o telão mostrar flashes da torcida, algo que acontece muito no Estádio do Internacional, de Porto Alegre. No caso do clube gaúcho, serve para premiar os sócios que são focalizados.

Uma reclamação e um elogio e um porém

O demérito ficou com algo que me incomoda muito. Falo do que seria o segundo gol do Criciúma no segundo tempo: um lance que em 99% dos casos envolvendo times de “nome” o bandeira não levantaria o instrumento de trabalho. Mas como é o time que veio da Série B ele se enche de coragem e anula o gol. Essa índole que não é erro e sim um viés retrógrado que persiste no Brasil depõe contra a arbitragem. Vemos isso muito raramente no futebol europeu.

O mérito fica para o árbitro Paulo dos Santos Alves, que deu um pênalti com a filosofia inversa de seu bandeira. Não era um lance fácil, alguns tenderiam a mandar seguir para não se incomodar. Ele acertou ao ver a carga excessiva do zagueiro, no lance que determinou o 2 a 0.

Infelizmente só não completou a “limpeza” no seu trabalho ao não expulsar Durval, que deu um carrinho criminoso em Lins.

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Pequeno milagre do Joinville e grande obrigação do Figueirense na Copa do Brasil

21 de maio de 2013 22

Tudo é sempre uma questão de ângulo. A forma como observamos uma situação. Há um padrão nos mata-matas. Por exemplo: minha tese de que a primeira partida é sempre a que decide (na pior das hipóteses clareia a situação) se mostrou consistente nas finais do Catarinense. O Tigre fez o resultado. No que virou obrigação construir um placar, a Chapecoense provou o gosto amargo de correr atrás.

A mesma avaliação faço para os dois jogos da Copa do Brasil desta semana. O Joinville superar o Santos, na Vila Belmiro, para forçar pênalti ou classificar-se de forma direta pode ser enquadrado na categoria que gosto de batizar como “pequeno milagre”.

Demora muito para acontecer, mas, se aparece um resultado destes, o sabor é delicioso para quem perpetua a façanha. Ninguém está proibido de tentar, muito menos de sonhar.

Agora, quando você direciona a análise para Figueirense x Arapongas, o quadro se inverte. Deixar o Scarpelli sem a vaga teria proporções de desastre diante das grandezas opostas dos dois envolvidos.

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O sagrado gol fora na Copa do Brasil disse presente nas ações de Criciúma e Avaí

08 de maio de 2013 28

 Copa do Brasil não se mede por qualidade de adversário, não se julga por desempenho, a grande sacada é jogar pelo regulamento. E o golzinho fora que o Tigre achou no 1 a 1 diante do São Bernardo é a senha para a classificação futura.

Mas tudo que eu disse acima pode ser eliminado se junto ao “sagrado” gol fora pudermos aliar bom desempenho com vitória fora de casa. Aí o que é bom, aceitável, até recomendável, vira tranquilidade. Claro, estamos falando da vitória do Avaí sobre o América, por 1 a 0, na Arena Independência.

Hoje temos a tarefa mais difícil dos catarinenses. Forjar um bom resultado diante do Santos é a missão do JEC. Terá que ser na empolgação da torcida, na raça. Porque só um bom resultado leva esperanças para o jogo de volta. A Arena lotada estará linda.

E o Figueirense fica na “obriga” como dizemos na gíria do futebol. É em Arapongas e voltar de lá classificado seria a matemática perfeita.

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Um favoritismo relativo do Figueirense, diante do Avaí, no duelo de domingo na Ressacada

02 de dezembro de 2011 67

O Figueirense é favorito. Mas não é “favoriiiitoooo” para o clássico do próximo domingo, na Ressacada.

Pela campanha que fez, pelos pontos a mais que o adversário que acumulou, demonstrou ter melhor time, mais conjunto.

Mas o melhor desempenho no Nacional, em clássico, não é o único ingrediente.

O Figueira vem de duas derrotas. Jogará pressionado para buscar a vitória, coisa que demonstrou não saber fazer ao longo do campeonato.

Neste mesmo campeonato, jogando melhor, pecou em detalhes e perdeu o jogo ida para o Leão.

Pegará um adversário com a honra ferida, querendo dar uma resposta à torcida, tentando tirá-lo da Libertadores e tentando evitar que o principal rival bata a melhor colocação na história em Brasileiros.

Então, o termo favorito é bastante relativo. Apenas para contextualizar. Em campo, teremos um jogo de tirar o fôlego.

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Fim da novela não foi legal. E diretorias de Figueirense e Avaí ficaram estremecidas

01 de dezembro de 2011 112

 Infelizmente, mesmo com a ação dos órgãos públicos, o Avaí optou por esvaziar o clássico. Ao invés de reduzir para R$ 50 o setor do Figueira, estabeleceu um preço mínimo de R$ 70 para todos (ou quase, porque tem a “costeirinha”, no D).

 Ao invés de ceder e baratear para todos, deixaram caro para todos. A diretoria do Figueirense neste episódio lembrou de um acordo entre os clubes para manutenção dos preços. O que configuraria quebra de palavra, o que é grave. A direção do Avaí contra-atacou com um suposto não cumprimento de espaço de 3.000 lugares ao Avaí no primeiro clássico.

 A suposta boa relação que as diretorias tinham, foi para o espaço (confira matéria de hoje no DC, se você for cadastrado no site, e confira os valores no diario.com.br).

 Estamos vivendo um pré-clássico triste. Um exemplo de como não proceder.

 Bom, a partir de hoje vou tentar focar agora nos times e no jogo. Vamos ver se o dia vai permitir. Aí à tarde já coloco novo post para discutirmos algo mais legal.

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Agitação no Conselho do Avaí, novos preços de sócios e os ingressos dos visitantes no clássico

29 de novembro de 2011 68

O Conselho do Avaí esteve reunido ontem. Dei uma olhada nos blogs (Avaixonados, Tarnowsky, e DNA, que foram os que já trataram sobre o evento. E o clicEsportes e o site oficial do Avaí. Neles você já tem detalhes dos preços e de muito do que foi discutido e ainda causa polêmica.

Pontos positivos

- Houve real baixa nos valores para associados, com valores competitivos no mercado a aceitáveis para a atual conjuntura.

- Houve presença grande de conselheiros, o que é significado de que o clube terá amparo na Série B

- Vejo nos blogs pedidos de esclarecimentos importantes ao clube, que, parece, serão respondidos oficialmente aos conselheiros. Isso é importante se ocorrer.

Pontos negativos

- Se o afluxo de conselheiros foi significativo, o de torcedores ainda não demonstra uma mobilização.

- A oposição se manifestou ostensivamente via twitter, mas não ficou claro para mim o que realmente discordam pela aprovação em massa do plano. O máximo que compreendi é que gostariam de mais tempo de discussão e avaliação. Porque a redução nos valores, houve.

Aumento abusivo dos preço dos ingressos no clássico? 

Mudando de assunto: espero sinceramente que a diretoria do Avaí não aumente ingressos abusivamente para o clássico (se você for cadastrado, leia matéria de hj do DC, se não for, é gratuito, vale a pena).

Não seria uma atitude de cavalheiro elevar a R$ 100 ou mais o visitante. O setor do Figueira lotado é uma conseqüência que vai ocorrer pela fase do time em contraste com a do Avaí, evitar isso de forma artificial seria até ruim para a imagem avaiana.

O que pode ser feito é a venda só para sócios de ingressos que não são no setor de visitantes, para evitar mistura de torcidas.

Hoje isso deve ser definido e vamos discutir aqui.

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Espião? Ahahahahahah

26 de novembro de 2011 26

Piada tem hora. Esta notícia veiculada pelo Globo.com (clique aqui e confira) é válida para o folclore do futebol. E só.

Ora, todos conhecem por A + B como joga o Figueirense. Seus pontos fortes e fracos.

Agora achar que o Jorginho, neste treino citado, ensaiou alguma jogada pontual é, no mínimo, ingenuidade. Para não dizer outra coisa. Aliás, as constatações do tal Mauro são absolutamente conhecidas de qualquer garoto acima de 7 anos de idade que entenda de futebol.

O treino em que Jorginho posicionou jogadores para bolas paradas e em que distribuiu taticamente a equipe pensando no adversário foi totalmente fechado.

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Vamos torcer para Julio Cesar jogar pelo Figueirense, domingo, contra o Corinthians

25 de novembro de 2011 73

Contra o Fluminense, a história daquela partida poderia ter sido diferente. Se Aloísio marca aquele gol, cara a cara, no primeiro tempo, ou se o pênalti é marcado e o Figueira sai na frente, a coisa seria diferente. O Flu passaria a ter de agredir, e o famoso contra-ataque alvinegro estaria à espreita. O “se” não joga, mas ensina muita coisa para o futuro.

 A mecânica do Figueira funciona melhor com Nem e Julio Cesar. Nem continuou jogando bem naquela partida. O problema foi Aloísio. Sem querer queimar o atleta. Pelo contrário. Merece quantas chances forem necessárias. Mas precisaria um ajuste tático, ele gosta de jogar diferente.

Pois bem, diante deste quadro, atualmente julgo fundamental que Julio Cesar volte ao time. Se puder jogar só 45 minutos, que comece jogando e seja substituído no intervalo. Agora, se não tiver condições, então o melhor é não arriscar.

Neste caso, eu utilizaria Nem e Héber. Este um jogador que perdeu espaço e o técnico deve ter suas razões. Mas esta ali, já mostrou qualidade e pode dar sua contribuição.

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Alguém tem que avisar ao Figueirense sobre o fato de o Corinthians já ser o campeão brasileiro. Não precisa nem entrar em campo no Scarpelli

24 de novembro de 2011 71

Pelo menos é este o encaminhamento de alguns dentro do clube, nos bastidores, da torcida e, também, de grande parte da mídia.

Tem um ditado muito usado pelo mané: “jogo é jogado, lambari é pescado”.

Lembro sempre desta sabedoria quando leio matérias como esta (clique aqui e confira) da Folha de São Paulo.

É um jornal muito conceituado, porém algumas vezes arrogante. E, nesta matéria, já trata de como serão entregues as faixas de campeão, diante do Palmeiras. É só um exemplo.

Tá certo, é necessário anteceder uma “possibilidade”, mas ouvi alguém dizer por aí que já há champanhas compradas com antecedência em uma casa noturna da cidade, com câmeras já sendo instaladas para registrar o brinde. Aí já passa apenas de uma prévia preparação.

É bom não esquecer que a “consciência” de que pode algo, às vezes, é um passo para desandar a maionese. É o caso do Figueira contra o Flu. A empolgação, a vontade, a confiança, viraram uma sonora goleada.

O Figueira, tenho certeza, aprendeu sua lição. E o Timão? E sua torcida?

Posé, não esqueçam, que o Figueira fazer o “crime” não será uma zebra. E o Flu conseguir duas vitórias também não. Ou o Vasco conseguir vitórias não é nada anormal. Eu sugeriria calma aos fieis, mas acho que, neste momento, não escutam mais nada.

E à assessoria de imprensa do Figueira não é preciso nem recomendar. Competentes, já devem ter clipado todo este oba-oba. Não é preciso mais que 15 minutos com um vídeo de matérias dos jornais paulistas, um print screen do site corintiano e duas ou três declarações de torcedores do Timão para que o time catarinense entre em campo mordendo a grama.

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