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Posts com a tag "São Paulo"

A palavra tem poder! Não duvidem do Avaí. E viva a reação catarinense

21 de junho de 2015 26

Não duvidem do Leão! Bradou Salles Júnior na CBN/Diário, quando do gol de empate de André Lima, heroico, contra o poderoso São Paulo, que lutava para ser líder do Brasileiro. E esta máxima é intocável, é pétrea! O Avaí que quase foi rebaixado no Campeonato Catarinense, que ninguém esperava muito, que todos diriam ser o catarinense mais ameaçado, pois este Leão se revela quando dele duvidam.

Ah, mas não foi uma boa partida do Avaí, dirão muitos. E eu concordarei. Mas retrucarei: e quem fez grandes jogos até agora? Inter? Corinthians? Tá, dirão que o Atlético começou a engrenar, que os grandes vão embalar. Até concordo, mas nossa valente Chapecoense foi lá e deu um recadinho made in SC para a Raposa.

Aliás, a primeira vitória do JEC veio em boa hora. Já não é mais lanterna. E o Figueira, lá na longíqua quinta-feira também não perdeu para o Inter.

Enfim, uma rodada favorável a nossos times.

E vamos ser otimistas. A palavra tem poder. Assim como a narração de Salles é verdadeira, também Roberto Alves, várias vezes na transmissão profetizou: “o resultado não é definitivo”, profetizou várias vezes o comendador. E não foi. Falou e disse, Bob Alves.

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Futuro rebaixado Flamengo afunda no Velho Oeste. Na Capital, remédio Argel faz efeito no Figueirense

03 de agosto de 2014 20

Uma ótima rodada para o futebol catarinense na Série A do Campeonato Brasileiro. No sábado o Tigre, todo desfalcado, foi a São Paulo e arrumou um empate no Morumbi.

Diante do material humano que tinha Wagner Lopes armou um time consistente, com proposta defensiva, jogando por uma bola. Deu certo.

Em Floripa, o Figueira perdeu o medo de jogar em casa. Sabem por quê? Porque tem um técnico que sabe trabalhar esta parte psicológica nos jogadores.

O resultado foi, finalmente, uma vitória em casa. Não foi uma atuação brilhante, mas suficiente para arrancar os três pontos, mostrando superioridade ao adversário, que vem bem no Brasileiro.

Com esta fórmula: auto-confiança e consistência tática é que o Figueira vai encontrar seu caminho para fugir do Z-4.

Falei que o Argel tem qualidade, sabe posicionar o time e não tem preconceito com garotos: acreditou em Leo Lisboa, acreditou em Cleitinho e viu o 2 a 0 sair destes meninos. Depois o 3 a 0 sobre o Sport serviu para ratificar uma possível arrancada na competição.

E, no Condá, desmerecer o Flamengo seria diminuir a vitória da Chape por 1 a 0. Não é esta minha intenção. O Verdão foi consistente, superior, jogou para o gasto, bem ao nível que o adversário exigiu. É o melhor de SC no campeonato. Mesmo com a vitória magrinha. Respeitou demais este Flamengo. Apertando um pouquinho, fazia saldo.

Mas não dá para fugir da constatação do baixíssimo nível que vem colado ao Flamengo, um verdadeiro arremedo de time de futebol. Não sei se o Luxa vai dar jeito nessa equipe sem criatividade, molenga, com cara de Série B.

Sabemos que o Flamengo, agora lanterna, costuma achar forças em sua torcida, em uma mística, mas desta vez não sei não…

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Tigre no embalo de Sílvio Criciúma aproveita com méritos o desespero de um São Paulo que dá tristeza

05 de setembro de 2013 31

O momento que vive o São Paulo é algo absolutamente complexo e arriscado. Complexo porque os jogadores estão totalmente impregnados de uma contaminação extracampo que impede a equipe de raciocinar com clareza. Arriscado porque se continuar no limite do desespero, preocupado com arbitragem, e sem focar em jogar futebol, vai cair.

Bom, o Criciúma não tem nada com isso. Fez seus dois gols, tomou só um e venceu o jogo. Três pontos na conta, acumula pequena gordura para respirar e até para mirar alguns passos mais ousados, fortalece Sílvio Criciúma, ganha confiança e reestimula sua torcida. Já são, agora, duas vitórias fora, a terceira consecutiva e a quarta em cinco jogos.

Preocupa, ainda, um pouco, o detalhe. Quando estava 2 a 0, o Tigre poderia ter matado o jogo e não o fez. Deu asas ao tricolor paulista, que errou até pênalti. Aliás, mais um fator que só escancara o nível de deterioração psicológica são-paulina.

Mas a boa campanha do Tigre é fruto, sim, de ajustes, no time e internos, promovidos por Sílvio Criciúma. É dele o crédito e dos atletas que confiaram em sua proposta. Muito legal ver, nas câmeras do PFC, o amigo Zé Dassilva lá nas arquibancadas, vibrando com nosso tricolor do Sul.

Aliás, é preciso diferenciar de forma muito cristalina que a vitória do Criciúma não está relacionada ao mau momento do São Paulo. É fruto de sua competência em usar a situação e impor seu futebol.

Como o Zé, estavam e estão os guerreiros do Tigre na cidade e espalhados pelo Brasil e pelo mundo. E eu entro nessa turma, feliz da vida com o a recuperação do nosso representante na Série A.

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Time argentino "dodói" eu nunca tinha visto. Este Tigre é uma vergonha para o país vizinho

13 de dezembro de 2012 31

Este time do Tigre, além de varzeano, deixa uma novidade, além de um título ao São Paulo: a era dos times argentinos “dodói”. Algo, aliás, impensável, situação que imaginávamos impossível.

Guerreiros, lutadores, bravos, cheio de hombridade e força física e mental descomunal, esta sempre foi a característica dos Hermanos.

Nossos respeitáveis vizinhos, jamais esmoreciam, em hipótese nenhuma se davam por vencidos, lutavam até o fim e as vezes conseguiam feitos que pareciam impossíveis.

Não voltar do vestiário foi ridículo, logo no Morumbi, um estádio top, algo que beira ao ridículo, ainda mais sob acusações de agressões pouco prováveis de serem comprovadas.

Ver o Olé comprar esta farsa dos argentinos é triste. Deveria, o periódico, era cobrar deste time que respeitasse suas origens.

Ora, vamos combinar, o que times brasileiros já sofreram em gramados sul-americanos, é fichinha perto do que houve no jogo. E não é justificar violência, apenas constatação.

Sempre me irritou muito ver brasileiros capengando na Libertadores por falta de ousadia, coragem e por ver o medo no olhar de alguns atletas. Nunca imaginei que veria o mesmo do outro lado. Aconteceu.

Cair sem lutar é o pior exemplo que um desportista pode dar.

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Um favoritismo relativo do Figueirense, diante do Avaí, no duelo de domingo na Ressacada

02 de dezembro de 2011 67

O Figueirense é favorito. Mas não é “favoriiiitoooo” para o clássico do próximo domingo, na Ressacada.

Pela campanha que fez, pelos pontos a mais que o adversário que acumulou, demonstrou ter melhor time, mais conjunto.

Mas o melhor desempenho no Nacional, em clássico, não é o único ingrediente.

O Figueira vem de duas derrotas. Jogará pressionado para buscar a vitória, coisa que demonstrou não saber fazer ao longo do campeonato.

Neste mesmo campeonato, jogando melhor, pecou em detalhes e perdeu o jogo ida para o Leão.

Pegará um adversário com a honra ferida, querendo dar uma resposta à torcida, tentando tirá-lo da Libertadores e tentando evitar que o principal rival bata a melhor colocação na história em Brasileiros.

Então, o termo favorito é bastante relativo. Apenas para contextualizar. Em campo, teremos um jogo de tirar o fôlego.

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Fim da novela não foi legal. E diretorias de Figueirense e Avaí ficaram estremecidas

01 de dezembro de 2011 112

 Infelizmente, mesmo com a ação dos órgãos públicos, o Avaí optou por esvaziar o clássico. Ao invés de reduzir para R$ 50 o setor do Figueira, estabeleceu um preço mínimo de R$ 70 para todos (ou quase, porque tem a “costeirinha”, no D).

 Ao invés de ceder e baratear para todos, deixaram caro para todos. A diretoria do Figueirense neste episódio lembrou de um acordo entre os clubes para manutenção dos preços. O que configuraria quebra de palavra, o que é grave. A direção do Avaí contra-atacou com um suposto não cumprimento de espaço de 3.000 lugares ao Avaí no primeiro clássico.

 A suposta boa relação que as diretorias tinham, foi para o espaço (confira matéria de hoje no DC, se você for cadastrado no site, e confira os valores no diario.com.br).

 Estamos vivendo um pré-clássico triste. Um exemplo de como não proceder.

 Bom, a partir de hoje vou tentar focar agora nos times e no jogo. Vamos ver se o dia vai permitir. Aí à tarde já coloco novo post para discutirmos algo mais legal.

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Agitação no Conselho do Avaí, novos preços de sócios e os ingressos dos visitantes no clássico

29 de novembro de 2011 68

O Conselho do Avaí esteve reunido ontem. Dei uma olhada nos blogs (Avaixonados, Tarnowsky, e DNA, que foram os que já trataram sobre o evento. E o clicEsportes e o site oficial do Avaí. Neles você já tem detalhes dos preços e de muito do que foi discutido e ainda causa polêmica.

Pontos positivos

- Houve real baixa nos valores para associados, com valores competitivos no mercado a aceitáveis para a atual conjuntura.

- Houve presença grande de conselheiros, o que é significado de que o clube terá amparo na Série B

- Vejo nos blogs pedidos de esclarecimentos importantes ao clube, que, parece, serão respondidos oficialmente aos conselheiros. Isso é importante se ocorrer.

Pontos negativos

- Se o afluxo de conselheiros foi significativo, o de torcedores ainda não demonstra uma mobilização.

- A oposição se manifestou ostensivamente via twitter, mas não ficou claro para mim o que realmente discordam pela aprovação em massa do plano. O máximo que compreendi é que gostariam de mais tempo de discussão e avaliação. Porque a redução nos valores, houve.

Aumento abusivo dos preço dos ingressos no clássico? 

Mudando de assunto: espero sinceramente que a diretoria do Avaí não aumente ingressos abusivamente para o clássico (se você for cadastrado, leia matéria de hj do DC, se não for, é gratuito, vale a pena).

Não seria uma atitude de cavalheiro elevar a R$ 100 ou mais o visitante. O setor do Figueira lotado é uma conseqüência que vai ocorrer pela fase do time em contraste com a do Avaí, evitar isso de forma artificial seria até ruim para a imagem avaiana.

O que pode ser feito é a venda só para sócios de ingressos que não são no setor de visitantes, para evitar mistura de torcidas.

Hoje isso deve ser definido e vamos discutir aqui.

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Espião? Ahahahahahah

26 de novembro de 2011 26

Piada tem hora. Esta notícia veiculada pelo Globo.com (clique aqui e confira) é válida para o folclore do futebol. E só.

Ora, todos conhecem por A + B como joga o Figueirense. Seus pontos fortes e fracos.

Agora achar que o Jorginho, neste treino citado, ensaiou alguma jogada pontual é, no mínimo, ingenuidade. Para não dizer outra coisa. Aliás, as constatações do tal Mauro são absolutamente conhecidas de qualquer garoto acima de 7 anos de idade que entenda de futebol.

O treino em que Jorginho posicionou jogadores para bolas paradas e em que distribuiu taticamente a equipe pensando no adversário foi totalmente fechado.

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Vamos torcer para Julio Cesar jogar pelo Figueirense, domingo, contra o Corinthians

25 de novembro de 2011 73

Contra o Fluminense, a história daquela partida poderia ter sido diferente. Se Aloísio marca aquele gol, cara a cara, no primeiro tempo, ou se o pênalti é marcado e o Figueira sai na frente, a coisa seria diferente. O Flu passaria a ter de agredir, e o famoso contra-ataque alvinegro estaria à espreita. O “se” não joga, mas ensina muita coisa para o futuro.

 A mecânica do Figueira funciona melhor com Nem e Julio Cesar. Nem continuou jogando bem naquela partida. O problema foi Aloísio. Sem querer queimar o atleta. Pelo contrário. Merece quantas chances forem necessárias. Mas precisaria um ajuste tático, ele gosta de jogar diferente.

Pois bem, diante deste quadro, atualmente julgo fundamental que Julio Cesar volte ao time. Se puder jogar só 45 minutos, que comece jogando e seja substituído no intervalo. Agora, se não tiver condições, então o melhor é não arriscar.

Neste caso, eu utilizaria Nem e Héber. Este um jogador que perdeu espaço e o técnico deve ter suas razões. Mas esta ali, já mostrou qualidade e pode dar sua contribuição.

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Alguém tem que avisar ao Figueirense sobre o fato de o Corinthians já ser o campeão brasileiro. Não precisa nem entrar em campo no Scarpelli

24 de novembro de 2011 71

Pelo menos é este o encaminhamento de alguns dentro do clube, nos bastidores, da torcida e, também, de grande parte da mídia.

Tem um ditado muito usado pelo mané: “jogo é jogado, lambari é pescado”.

Lembro sempre desta sabedoria quando leio matérias como esta (clique aqui e confira) da Folha de São Paulo.

É um jornal muito conceituado, porém algumas vezes arrogante. E, nesta matéria, já trata de como serão entregues as faixas de campeão, diante do Palmeiras. É só um exemplo.

Tá certo, é necessário anteceder uma “possibilidade”, mas ouvi alguém dizer por aí que já há champanhas compradas com antecedência em uma casa noturna da cidade, com câmeras já sendo instaladas para registrar o brinde. Aí já passa apenas de uma prévia preparação.

É bom não esquecer que a “consciência” de que pode algo, às vezes, é um passo para desandar a maionese. É o caso do Figueira contra o Flu. A empolgação, a vontade, a confiança, viraram uma sonora goleada.

O Figueira, tenho certeza, aprendeu sua lição. E o Timão? E sua torcida?

Posé, não esqueçam, que o Figueira fazer o “crime” não será uma zebra. E o Flu conseguir duas vitórias também não. Ou o Vasco conseguir vitórias não é nada anormal. Eu sugeriria calma aos fieis, mas acho que, neste momento, não escutam mais nada.

E à assessoria de imprensa do Figueira não é preciso nem recomendar. Competentes, já devem ter clipado todo este oba-oba. Não é preciso mais que 15 minutos com um vídeo de matérias dos jornais paulistas, um print screen do site corintiano e duas ou três declarações de torcedores do Timão para que o time catarinense entre em campo mordendo a grama.

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