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Posts com a tag "Scarpelli"

Apito pesado do Fifa Héber Roberto Lopes para Figueirense x Avaí no Scarpelli

06 de abril de 2016 8

O presidente Delfim Peixoto Filho, impagável na apresentação do sorteio de arbitragem, não brincou em serviço. Aliás, recomendo quem nunca assistiu ao vivo, conferir. O Delfim dá um show.

Mas o presidente não brincou nos nomes, ele sabe o peso do clássico Avaí x Figueirense, atacou de Fifa nas duas possibilidades da famosa bolinha, que muitos dizem cair sempre o que o Delfim quer. Mas Delfim fez questão de dizer o horário do sorteio e ironizar seus detratores.

Ao vivo conferi o nome de Héber Roberto Lopes ser o escolhido, superando Sandro Meira Ricci.

Pronto, vai apitar o clássico um nome que apita Libertadores, o árbitro em melhor fase técnica do Brasil e da América do Sul. Agora, os jogadores têm que se preocupar com a bola. O extracampo é melhor esquecer. Tem apito pesado. Melhor não testá-lo. Jogar bola é a melhor, talvez a única opção, dos atletas.

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Pré-clássico Figueirense x Avaí: ansiedade pela arbitragem e presidente na panela de pressão

05 de abril de 2016 10

Dois assuntos extracampo já saltaram aos olhos na sempre agitada semana que antecede um Figueirense x Avaí.

O primeiro deles, a expectativa pela escolha da arbitragem. Ontem, no Estádio CBN/Diário, o presidente do Figueirense, Wilfredo Brillinger, não escondeu seu nome preferido: Heber Roberto Lopes.

Pelo lado Avaí, menos empolgação com o nome, mas não houve veto.

Evandro Bender, árbitro

Evandro Bender. Foto: Sindicato dos Árbitros

Outro fato que corre paralelo aos primeiros treinos do Leão, envolve os protestos pacíficos da torcida, mas que não podem ser negados. Faixas pedem a renúncia do presidente Nilton Macedo Machado (veja matéria publicada no DC).

Conversas com nomes fortes ligados ao Avaí dão conta de que será feita uma interlocução com o presidente, um convencimento que até pode ser de longo prazo (ou seja, não é para ontem), para que Nilton aceite a renúncia. Aliás, a articulação é pela renúncia coletiva.

Pessoalmente, acho que o torcedor pode até querer mostrar sua indignação, mas, indiretamente, prejudica o foco total no que interessa, sair do buraco na tabela, num jogo com o principal rival.

Voltando ao assunto arbitragem, realmente Heber soa como um bom nome. Mas Bender, acredito, demonstrou plena qualificação para encarar este desafio.

Imagino que corram por fora, além de Bender, Bráulio Machado e Sandro Meira Ricci.

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Figueirense, um “amigão” à disposição para ajudar quem precisar no campeonato

13 de fevereiro de 2016 26

Olha, a expectativa é de que o Figueira lute pelo título. Digo no presente, porque, em tese, tem time para isso.

Mas a fotografia de hoje mostra uma equipe que está muito longe de lutar pelo tricampeonato (veja a tabela e os jogos).

Aliás, mesmo com um jogo a menos, praticamente deu tchau para o turno ao perder em casa para o Criciúma.

Quantas rodadas vão ser necessárias para perceber que sem criação de meio não se faz um time? E o goleiro? Sei não… Arriscar começar o ano sem um goleiro conhecido é inacreditável.

A continuar assim, vai ganhar o prêmio de “amigão”. Está jogando melhor que o JEC na Arena, mas melhor não acabar com tabu por lá… Quer consagrar goleiro e meia do Guarani? Chama o Figueira. Quer acabar com o tabu interminável do Tigre de não ganhar fora de casa? Sem problema, visita o Figueira.

Trata-se de um time que está sem alma.

No jogo, o  Tigre começou melhor, e teve as melhores chances na etapa inicial. O Elvis tá de brincadeira em enfeitar sozinho em frente ao goleiro. Quando o time está sem vencer fora há tanto tempo, não há espaço para preciosismo. Imagino o que o Cavalo falou para o rapaz no intervalo.

O Figueira criou também, mas de forma acanhada para quem joga em casa.

Na conta do Heber um pênalti não dado a favor do Figueira. Preferiu dar falta anterior à sequência do lance. Se deu vantagem, segue a vantagem. Não quer se incomodar? Então nem vem para o jogo.

Mas, independente do erro do árbitro, e abstraindo dos lances de perigo, foi um primeiro tempo que maltratou a imagem dos dois times.

Aliás, o futebol apresentado justifica o público indigno de um clássico que tem tanta história. Dois times cheios de buracos e problemas técnicos/táticos.

No caso Alvinegro, a se levar em conta a possível perda de Clayton, o cenário ficará mais assustador ainda. Clayton, aliás, que não viu a cor da bola no primeiro tempo.

O segundo tempo começou mais lento e chato que o primeiro. A diferença, é que desta vez Elvis não brincou. No contra-ataque que apareceu, foi lá abriu o placar. Outra diferença, o fato de o meio do Tigre ser mais consciente, armar os atacantes.

Sinal de que Cavalo trabalhou no intervalo, ao contrário de Hudson. Ou Hudson pediu e por falta de qualidade não foi atendido .

O segundo gol praticamente encaminhou a vitória do Tricolor do Sul. O Tigre é um time que vai oscilar, por conta da juventude, mas tem qualidade suficiente para almejar algo na competição.

Já o Figueira está num marasmo produtivo que pode condenar o clube no turno e, se nada for feito, até mesmo no Estadual.

Ninguém vai chacoalhar esta passividade? Incrível. Vamos ver o que rola com o Inter. E, depois, no clássico da Capital. Repito: o Alvinegro é grande o suficiente para, com atitude, emergir. Mas, como está, é carta fora do baralho.

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Saldão de Carnaval: felicidade para Criciúma, Guarani e Figueirense

07 de fevereiro de 2016 8

Bom, vamos lá: final de semana com saldão positivo (até agora) para três times. O Criciúma, com uma largada de vitória em dois clássicos, deixou sua torcida motivada. Cavalo sabe fazer valer o mando de campo e começa a moldar a eterna promessa Bruno Lopes para que o atleta seja um destaque.. De outra parte, a turma do Joinville vai encarar o resto de Carnaval um pouco preocupada.

O Bugre tem um goleiro, Thiago, mágico, que já defendeu três pênaltis, e achou Maranhão, que tá gastando a bola. O empate fora, com a favoritíssima Chape, foi uma benção não só para o aguerrido time de Palhoça, mas para os demais times que secaram o Verdão do Oeste para este não disparar na classificação. (veja a tabela como está).

O Figueira arriscou fazer experimentação na Sul-Minas-Rio e se deu bem: venceu o mistão do Atlético-MG (com méritos, o time tinha nomes como Dátolo em campo, por exemplo) e aproveitou para observar alguns nomes. O destaque foi Guilherme Queiroz, de excelente atuação, e Gabriel Esteves, que pode ser o meia atacante que o Figueira procura. Dibau e Biro foram discretos mas ganharam ritmo. Apenas Gatito não brilhou, o que é um pouco preocupante.

Em Jaraguá, não pude assistir o 2 a 2 do Brusque. Empate não foi bom resultado para nenhum dos dois em termos de tabela.

E o Avaí não decolou. Realmente, como andou dizendo o técnico Raul Cabral, o time vai oscilar bastante na competição. Diego Jardel não foi o mesmo, o meio-campo vai mal, e o time acusa o golpe.

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Públicos de Ressacada e Condá põe Scarpelli sob pressão. Jogo com Flamengo mostrará a verdade

05 de outubro de 2015 29

Com a rodada do final de semana, tanto Avaí quanto Chapecoense colocaram o Figueirense na responsa!

Acontece que ambos tiveram seus maiores públicos do ano, o Leão com 14.582 diante do Vasco, e o Verdão com 16.474 contra o Palmeiras. No Brasileiro, o maior público do Figueirense foi 11.004 diante do Vasco, em maio.

Como o Figueirense encara nada mais nada menos que o Flamengo, na quarta-feira após o recesso, é a grande chance para o Alvinegro tentar dar uma resposta à altura. Até porque a torcida do Fla ajuda na composição de um estádio cheio.

Vejam na lista abaixo, que todos os maiores públicos do ano nos três levantamentos têm Flamengo, Grêmio, Inter, Vasco e Corinthians, além dos clássicos como fator para ter mais de 10 mil pessoas.

Este post não inclui o JEC, que dificilmente terá chance de escapar do rebaixamento, mas que tem ótimo desempenho, com melhor público do Brasileiro um 15.728 diante do Flamengo. Além disso, o tricolor têm 10 públicos acima de 10 mil no ano, o que é superior aos 7 do Avaí, e 4 de Figueira e Chapecoense.

MAIORES PÚBLICOS NO ANO

AVAÍ
Contra o Vasco, 14.582
Outros públicos no ano com mais de 10.000
1º 24/05/2015 AVA 2 x 1 FLA – 11.868
2º 6/05/2015 AVA 1 x 0 FIG – 11.463
3º 16/08/2015 AVA 1 x 2 COR – 11.304
4º 27/06/2015 AVA 1 x 2 GRE – 11.181
5º 30/08/2015 AVA 3 x 0 INT – 11.150
6º 8/08/2015 AVA 1 x 0 FLU 10.766

FIGUEIRENSE
Outros públicos no ano com mais de 10.000

1º 26/04/2015 FIG 0 x 0 JEC – 13.231
2º 13/05/2015 FIG 2 x 0 AVA – 11.097
3º 17/05/2015 FIG 0 x 0 VAS – 11.004 *
4º 3/09/2015 FIG 0 x 2 GRE – 10.823

* Maior público no Brasileiro

CHAPECOENSE
Contra o Palmeiras, 16.474
Outros públicos no ano com mais de 10.000
1º 8/07/2015 CHA 1 x 0 GRE – 13.916
2º 30/08/2015 CHA 1 x 3 COR – 13.322
3º 13/09/2015 CHA 1 x 3 FLA – 10.800

 

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Figueirense dá resposta à altura, agora a bola tá com a torcida alvinegra em lotar Scarpelli

30 de setembro de 2015 22

A primeira medida do Figueirense, de colocar reservas contra o Santos. Certíssimo (leia aqui). Prioridade para ficar na Série A.

A segunda medida espetacular (leia aqui) foi dar o recado que não vai jogar em Brasília seja pelos milhões que forem.

E a terceira medida sensacional foi  a de que, torcedor com a camisa do Figueira, paga só R$ 30.

Pronto. respostas fortes e acertadas do presidente Wilfredo Brillinger à nação alvinegra.

Agora não tem mimimi. É torcer muito para encarar o Goiás em alto nível. Aliás, sem pessimismo. Acredito muito num bom resultado do Alvinegro. Lá é Copa do Mundo.

Depois, contra o Flamengo, virá a resposta definitiva se a diretoria pode confiar na galera: o Scarpelli terá de ter 19 mil pessoas. 15 mil alvinegros, 4 mil flamenguistas.

Tem que ser como no vídeo abaixo, diz se não faz a diferença?

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Alívio para Kleina, René Simões bailou depois de show de equívocos, Figueira agiu rápido

17 de setembro de 2015 47
Leo Gamalho, Avaí

Leo Gamalho foi fundamental para o Avaí. Foto: Marco Fávero

ATUALIZAÇÃO DO POST (00h30min)

Eis que o Figueirense agiu rapidíssimo e demitiu René Simões. Acho que a análise que fiz abaixo sintetiza o que penso: agiu bem e rápido.

Com todo o respeito ao educado e bom treinador René, mas não emplacou no Figueira e também houve erro do clube porque seu perfil não era o indicado.

Agora é não errar no próximo passo. E o que comentei abaixo, no post original, publicado momentos depois do jogo, não muda em nada.

POST ORIGINAL

Se a torcida do Figueirense olhava a tentativa de mudar o estilo de jogo do Figueirense com desconfiança, agora já encara a situação com raiva.

Se a torcida do Avaí desconfiava de Gilson Kleina, agora certamente dará um crédito ao técnico.

O clássico tem este poder. (para mais detalhes, confira a crônica que escrevi para o DC Esportes clicando aqui).

Sair do Z-4 e empurrar o rival para a zona de degola é apenas a cereja no bolo degustado pela nação azul.

A lição do clássico é a de que clássico é jogado, lambari é pescado. Ganha quem busca o gol com gana e não quem pensa que pode jogar mais bola.

O que quero dizer com isso: simples, o Figueira foi pretensioso e dormiu no gramado com um suposto domínio territorial; já o Avaí foi humilde e quando tinha chances de gol, lutava por ela com garra, gana, desejo.

Enquanto Gamalho e Cia escorriam sangue nos olhos ao tentar o gol, Clayton e Cia não aparentavam o mesmo ímpeto.

Some-se a tudo isso, mais precisão de Kleina nas modificações e menos percepção de Simões. Enquanto um colocou o decisivo Anderson Lopes, que participou do gol, o outro insistiu com o inoperante Elias por muito mais tempo que o necessário, manteve o patético Celsinho em campo e tirou da cartola um França que não jogava desde junho e não tocou na bola.

 

PS: como sempre, serei cobrado sobre lance polêmico e não ficarei em cima do muro: claramente foi pênalti de Vagner sobre Cleitinho, o que poderia ter mudado a configuração da partida.

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CBF está brincando com arbitragem e agora quer estragar Figueirense x Avaí

15 de setembro de 2015 8

Flávio Rodrigues de Souza. Este o árbitro escolhido pela CBF para apitar o clássico desta quarta-feira entre Figueirense x Avaí, no Scarpelli. Poderíamos nem estar tratando deste assunto neste espaço, aliás, seria o ideal. Mas a CBF não permite.

A escolha de um árbitro desconhecido (clique aqui e veja matéria do DC) já seria por si só algo condenável. Em clássicos a precaução recomenda que se escolha um nome que os jogadores respeitem.

Aí você dá um Google para ver como está o cara e aparecem vários problemas em suas arbitragens, um deles gravíssimo em jogo do Corinthians (pró-Corinthians, claro).

Não basta as lambanças em escalas, análises malucas e escolhas equivocadas, agora a comissão de arbitragem quer bagunçar o clássico em SC,

Tudo começou com os dirigentes de Figueirense e Avaí indo solicitar árbitro de “fora”. Ora, temos ótimos árbitros catarinenses que dariam conta do recado. Sem contar Sandro Meira Ricci, que não teve um bom ano, mas foi bem em clássicos.

O desprezo da CBF com SC pode custar caro. Os jogadores não conhecem o estilo e sabemos que Avaí e Figueira, para descambar, é um piscar de olhos.

Rezemos. E se o cara fizer uma arbitragem perfeita, e os jogadores aceitarem, então daremos o braço a torcer.

 

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Clássico entre Avaí e Figueirense tem peso para carimbar rebaixamento

14 de setembro de 2015 5

Espero estar errado. Torço para estar errado. Mas as probabilidades e o ritmo dos catarinenses na Série A do Campeonato Brasileiro apontam para pelo menos dois rebaixados de SC. É a realidade. Não um dogma, apenas uma probabilidade muito coerente com o biorritmos do desempenho..

Mas há também um perigo de termos rebaixamento em bloco (três, por exemplo). E igual chance de termos somente um rebaixado, o que já poderia ser considerado excelente. Nenhum rebaixado, ou todos rebaixados seria daqueles happenings para se debater por séculos, então deixo na carga do debate futuro se acontecer.

Porque as constatações acima? Ora, é semana de clássico. E o debate sobre a ameaça do Z-4 é o que impõe a carga dramática da partida. E sempre que um clássico entre Avaí e Figueirense é turbinado por algo muito forte como consequência do resultado, aquele famoso campeonato à parte ganha fermento em suas proporções.

Já vimos inúmeras vezes o Avaí desabar após uma derrota em clássico; já vimos diversas vezes o Figueirense ruir após uma derrota em clássico; é até comum Leão e/ou Alvinegro sentirem o baque.

Se o Avaí vencer, empurra o Figueira para o Z-4 e pode até sair de lá. Se o Figueira vencer, mantém o Avaí no Z-4 e ganha gordura para tentar decolar na tabela.

É inegável que o resultado do clássico, se não for um empate absolutamente ruim para ambos, pode colocar um clima de rebaixamento perigoso no derrotado.

Senhores, teremos mais um daqueles jogos onde quem tiver mais coração, comer grama com mais gosto, tiver mais gosto pela vitória será recompensado como só os vencedores em clássicos podem ser.

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Por que Marquinhos, ídolo do Avaí, faz o sangue escorrer pelos olhos de Argel, comandante Alvinegro

12 de maio de 2015 33
Argel e Marquinhos

Os personagens do clássico. Quem vai rir por último?

Bate-papo de rua. Passeava pela rua com minha cachorrinha Mel e encostou em mim dois vizinhos, um Figueira e outro Avaí. Claro que o papo girou em torno do clássico. Meu vizinho avaiano só falava do Marquinhos; meu vizinho alvinegro, só falava de quem? Ora, do Marquinhos também. Aí eu provoquei meu amigo alvinegro: quem para o Galego?

A resposta me surpreendeu: “O Argel”!

Parei, pensei e refleti: faz sentido. Argel não entra em campo, mas é o nome que pode dar um nó em Marquinhos, ou ser nocauteado de vez pelo ídolo avaiano.

O silêncio do Figueirense eu conheço bem. Porque aprendi mediante observação e muitos anos de futebol a compreender os bastidores. E o Figueira leva consigo o jeito Argel de lidar com seu grupo. O Alvinegro na muda é um acúmulo absurdo de energia que será liberado na noite desta quarta-feira, no Estádio Orlando Scarpelli.

Um perigoso acúmulo de energia. A explosão poderá vir em forma de futebol avassalador, com altas doses de motivação e desejo de dar o troco; mas pode vir sob a forma de perda do controle emocional.

Jamais Argel deixará barato três momentos constrangedores terem um desfecho pior. Não sair campeão catarinense (um título que o técnico está sedento por adquirir), perder um clássico em Copa do Brasil para o principal rival e, mesmo com time reserva, largar no Brasileiro com goleada não combina com o perfil de Argel.

Tem outro detalhe que imagino esteja como espinha atravessada na garganta do passional Argel: Marquinhos.

Marquinhos venceu, provocou e bateu. O meia avaiano ao final do clássico, ironicamente, falou no vice-campeão; e, no jogo, deixou uma joelhadinha básica como cartão de visitas.

Sabemos que, mudo, Argel não é: fala e, como diria Tite, as vezes “fala muito”, aliás como Marquinhos, que também “fala muito” em determinadas situações. Mas cego e surdo Argel também não é. Ouviu a provocação de Marquinhos, viu o lance da joelhada. Deve estar usando isso à exaustão nas palestras.

E agora? Marquinhos que já dançou créu no Scarpelli terá alguma outra coreografia guardada e uma coletiva cheia de recados depois do jogo? Ou quem “falará muito” por último e, quem sabe, sorrirá ao final será Argel?

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