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Posts com a tag "Scarpelli"

Rafael Costa Futebol Clube carrega o Figueirense à liderança da Série B do Campeonato Brasileiro

01 de junho de 2013 60

Esta é a história de um 3 a 2. Que era para ser a favor do perdedor Sport, mas terminou a favor do Figueirense para alegria de nós que gostamos de Santa Catarina. E o motivo da vitória parar nas mãos do Alvinegro é o seguinte:

Achar um centroavante é motivo de comemoração. No futebol brasileiro de hoje em dia ter um artilheiro, um cara que não treme na hora de concluir, que faz não só gols mas apronta correria, chama marcação, cai pelas alas, bate bonito na bola e bate feio também, até cabecear com sua baixa estatura tem no cardápio desde que o objetivo seja “caixa”, gorduchinha dormindo na rede.

Enfim o Figueira tem um atacante de referência quando precisa dele dentro da área, de ligação quando precisa do cara fora da área. Uma joia rara, a grande contratação do Figueirense e que deu ao time o que faltava para fazer a engrenagem montada por Adilson Batista funcionar.

Com ele, que quando joga direitinho libera também Maílson, o Figueira ganha um jogo de 2 a 0 no primeiro tempo.

Falei do céu, mas há o outro lado.

Não há time que resista ao que a zaga do Figueirense tem protagonizado nos últimos tempos. Enterrou o Figueira no Estadual, duas vezes contra a Chapecoense e uma vez contra o Criciúma.

E na Série B está tentando, sem conseguir, fazer o mesmo. O time constrói uma vantagem, e em questão de poucos minutos ela some em mandrakes absurdos.

Chegou a hora de um tapa na mesa. Não é admissível que profissionais tenham tal tipo de “apagões”.

Bom, nem tudo são flores, falta regularidade de marcação, o time tem altos e baixos muito acentuados dentro da mesma partida, ainda padece dos tais apagões inaceitáveis, mas tem um cara que faz gols.

Sem comparar estilos, poderia ser uma espécie de “Zé Carlos” da Série B do Tigre para o Figueira na segundona deste ano.

Rafa Costa devolveu um pouco da alegria aos alvinegros, a arquibancada está mais alegre, a vibração está voltando. E ele é o motivo.

Claro que Rafa não joga sozinho. Uma coisa puxa a outra. Vejam que Maílson, que fez o primeiro gol e sofreu o pênalti no segundo cresceu muito em seu futebol, pois tanta preocupação na marcação do 9 reflete-se em mais espaços para os demais.

Gosto muito da concepção de time de Adilson Batista. Já gostava no Estadual, mas faltava o encaixe individual. Agora o time parece pronto para dar “fit", mas ainda falta ajustar a regularidade. Longe, muito longe de algo tranquilizador, mas muito mais próximo de algo que dê esperança de uma Série B honesta.

Os mandrakes de que falo tiveram inúmeros momentos na segunda etapa, inclusive resultando nos gols do Sport

O resultado desta equação meio maluca?

Nove pontos em três jogos e liderança isolada. Uma senhora arrancada, que não permite euforia nem encantamento. Apenas uma sensação boa de estar à frente e de responsabilidade pelos desafios que estão por vir.

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Na Copa do Brasil, Figueirense é aplaudido pelo torcedor e Joinville cai com moral diante do Santos

22 de maio de 2013 36

ATUALIZAÇÃO DO POST (23h55)

Escrevo logo depois da eliminação do Joinville para o Santos, no 0 a 0 ocorrido nesta quarta-feira na Vila Belmiro. A postura do JEC foi a de um time encaixado, que sabia o que queria em campo, muito bem organizado por Arturzinho, atletas confiantes, corajosos, bem fisicamente e que, por muito pouco, não aprontaram para o Santos.

Neymar produziu muito pouco, bem marcado por Carlos Alberto e o JEC teve três boas chances de marcar seu gol, que levaria aos pênaltis.

Valeu muito o cartão de visitas. O time está pronto, com alguns reforços que chegam ainda, para encarar a Série B e tentar algo mais neste ano.

Ainda aproveitando o final da rodada, realmente o Figueirense vai pegar o Botafogo. Agora, sim, um adversário para tentar dizer se a Copa do Brasil é participação ou competição para o Alvinegro.

POST ORIGINAL

Na Copa do Brasil, o Figueirense segue a cartilha a ser praticada neste tipo de competição. O Alvinegro pegou adversários que eram notoriamente inferiores até agora, passou com facilidade pela Desportiva Ferroviária e sofreu um pouquinho para passar o degrau representado pelo Arapongas.

Uma porção de emoção porque não afastou o primeiro jogo (0 a 0) e, em casa, apesar do 3 a 1, chegou a estar empatando. Mas, quando o que se espera dos atletas é entregue ao público, o que se escuta são aplausos. Nesta quarta-feira, o carinho repassado pela torcida foi o reflexo da aceitação do desempenho do time.

Mas é nessas condições que a maior qualidade tem de fazer a diferença. Vejam o caso do Vitória, eliminado pelo Salgueiro. Os baianos estão fora do caminho do Criciúma.

Agora é esperar se vem o Botafogo, mais adiante atualizo o blog com este detalhe que, convenhamos, não é tão detalhe assim.

Também mais tarde atualizo o post com o JEC.

 

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Fabinhos determinaram o empate. Agora é no Condá, com vantagem do Verdão diante do Figueira

27 de abril de 2013 33

Não dá para bobear. A primeira coisa que faço quando vou acompanhar um jogo que requer mais atenção é, com o apito inicial, disparar o cronômetro. No jogo desta noite eu bobeei. Fiquei atento à questão do Botti não jogar, prestando atenção na torcida, no estádio, no conjunto tático dos times antes da partida iniciar e esqueci de acionar o tempo do jogo.

Quando me dei conta que o apito inicial trilara baixei rapidamente a cabeça para acionar a função do I Phone e... bom, quando eu levantei os olhos, naqueles dois segundinhoss, a Chapecoense estava marcando seu gol.

Então, eu bobeei. E não fui somente eu. A zaga do Figueirense bobeou. A diferença entre eu e a zaga do Figueira começar o jogo dormindo é que, de minha parte, vi e revi o gol depois. Já o empate em casa, no 1 a 1 que acabou advindo do lance de Mandrake do time, não tem mais como virar vitória.

Imediatamente lembrei-me das bobeiras contra o Criciúma (com 10 minutos o time levava 2 a 0), que custaram, diga-se de passagem, caso não houvesse derrota, a chance de lutar pela vantagem que daria o mando ao Figueirense.

Como é possível um grupo de jogadores começar uma partida de mata-mata sem estar atenta justamente ao veloz Fabinho? Sem explicação plausível.

Não havia aprendido a lição diante de outro Fabinho, o do Criciúma, que pelo mesmo setor fez estrago igual? Sem argumento lógico.

O que houve após o gol foi uma tentativa cirúrgica da Chapecoense de segurar o resultado, e a melhor defesa da competição teria conseguido o intuito, mas uma expulsão estragaria os planos. Fechadinha, consciente e contra-atacando era a receita para um Figueirense escancarar toda sua fragilidade técnica.

Afinal, diante de um time absolutamente encorpado, só o toque de bola consistente e variado poderia desconstruir. Não tinha ninguém vestido com o manto alvinegro que pudesse impor esta situação.

Até a expulsão. Finalmente um Fabinho resolveu colaborar com o Figueira. O Fabinho Gaúcho levou o segundo amarelo e deixou o gramado.

Aí, com um volume de jogo maior, o Verdão pagou pelo pecado de falta de ousadia. O Figueira martelou até empatar.

Tudo igual. Vantagem mínima mantida pelo Verdão. Há esperança para o Alvinegro, mas a tendência de ganhar a vaga repousa com mais força para o time do Oeste.

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Não podemos esquecer as vergonhas do clássico Figueirense e Avaí

18 de fevereiro de 2013 30

Três situações marcaram o clássico que, se passarem batidas, servirão de combustível para futuras situações muito chatas.

VERGONHA 1

Sábado, no Scarpelli, antes do jogo, foi entregue ao Figueirense (imagem em anexo) uma lista com a escalação do Avaí fake.

Este tipo de conduta não é correta e nem saudável na relação das equipes. Se foi intencional, pior ainda. Se foi sem querer, um descuido inaceitável.

VERGONHA 2

Durante o jogo um objeto foi atirado dentro do campo e recolhido pela arbitragem. Em outros tempos, a própria torcida atacaria o agente e o entregaria, para salvar o clube da perda de mando.

Acho que isso não aconteceu, porque o arremesso veio de um setor bem conhecido no Figueirense por arrumar confusão.

VERGONHA 3

A investida de bandidos que se dizem torcedores para tentar arrumar confusão no final de jogo. O clube vai aceitar isso? A FCF vai aceitar? A PM vai aceitar? O Ministério Público vai aceitar?

Temos que ser justos. Aqui citei os bandidos que têm do lado avaiano (inúmeras ocorrências), reclamei dos bandidos no JEC (rolo lá na Arena com o Avaí), já reclamei de bandidos no Criciúma (lembram, dos carros atacados?). Pois é, não deixaria passar os do Figueirense também.

Abaixo, dois vídeos do You Tube do momento em que o helicóptero bota a galera para correr.

 

 

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Vitória do Figueirense sobre o Avaí decidida no detalhe. E o detalhe tinha nome: Douglas Silva

16 de fevereiro de 2013 56

Quem quiser acompanhar a minha crônica do jogo, está publicada no DC Esportes (clique aqui e confira). Ali descrevi o que vi de forma pormenorizada do jogo.

Aqui no blog, vou apenas destacar alguns detalhes que me chamaram atenção no clássico. Uma delas, foi o que antecipei aqui: o fator Marquinhos.

Se o galego jogasse o fino da bola, o Avaí teria muito mais chances do que teve. Ele não fez uma boa partida (para o padrão que dele se espera, claro). Até porque, mesmo chegando atrasado em alguns lances, criou jogadas importantes, pelo menos três.

O jogo foi decidido no detalhe, mas o detalhe tinha nome: Douglas Silva. Este estava lá na frente para marcar de cabeça, lá atrás para, milagrosamente, evitar o gol de empate.

Vou além: jogo por jogo, o Alvinegro foi melhor. Então, méritos para Adilson Batista.

Mas, como disse, a análise completa está na minha crônica, no site (clique aqui).

Mais dois detalhes: na minha opinião não foi pênalti no final. Vendo e revendo o lance, se fica na dúvida se a bola bateu na mão. Mas, dando de lambuja que tenha batido, seria impossível o atleta querer desviá-la, dada a velocidade da bola e a distância do lance. Portanto, não haveria intenção.

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Semana com bom exemplos de Avaí e Figueirense para o clássico de sábado

15 de fevereiro de 2013 9

Estamos numa semana, aliás em meses, bastante inquietantes aqui em Florianópolis. Todos que moramos aqui queremos a cidade dentro de uma normalidade, mas esta insiste em fugir. A sensação de que o poder público não controla mais a Capital é grande, mas a também é enorme a esperança de que possamos voltar a ter paz, alguma mobilidade, ter pelo menos o direito de ir e vir, constitucional, mantido.

No meio disso tudo, as direções de Avaí e Figueirense, e os atletas optaram, de forma acertada, por silêncio, respeito, moderação.

O momento exige. Esperemos que as torcidas vão ao Scarpelli, curtam, vibrem, torçam, e voltem para suas famílias em paz. Não precisamos de outros episódios para nos preocupar.

Se depender do exemplo dos clubes, está bem encaminhado.

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A matemática não matou o Figueirense ainda? Então segue o baile e a luta

10 de outubro de 2012 86

Por um lado, é triste ver o estádio do Figueirense com um público tão acanhado, numa Série A de Brasileiro. O motivo todos sabemos. Por outro, quando despenca uma impiedosa chuva logo no início da segunda etapa e alguns torcedores, não mais que algumas centenas, ficam pulando e incentivando nas arquibancadas,chega a ser compensador.

Isso porque a essência de quem é alvinegro esta ali. O jogo era para tentar se manter vivo numa competição, algo que ainda é um sonho, mesmo após o 3 a 1 sobre o Atlético-GO.

A qualidade técnica não favorece. Mesmo assim, sob chuva e um vento frio que chegou, aqueles torcedores mandaram um recado aos jogadores: lutem até o fim.

Por este motivo que achei estranho ver o Aloisio fazendo sinal de silêncio para a torcida ao comemorar o primeiro gol. Não precisava.

E eu não quero o Ronny brilhando contra o Atlético-GO. Reformulando a frase: não quero SÓ brilhado contra o lanterna, gostaria de vê-lo sempre focado, concentrado e fazendo a diferença em jogos como os que estão por vir: São Paulo e Inter.

Bom, resumo da obra: onde há vida, há esperança. Agora é secar o Coritiba. E descobrir de que forma dá para aprontar algo para o São Paulo e Inter.

Difícil? Sim. Sonho? Sim. Improvável? Sim. Mas a matemática não matou, então segue o baile.

Galera, a partir de amanhã entro em férias, para gozar a segunda parte que tenho direito. No início de novembro estou de volta. Abraços. Paz e alegria no coração de todos.

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Não cair passa de sonho a possibilidade para o Figueirense após vitória sobre Cruzeiro

12 de setembro de 2012 60

Não gosto da expressão muito usada em futebol: “grupo fechado”. Mas sou obrigado a admitir que, com a chegada de Márcio Goiano, o grupo de jogadores do Figueirense “fechou”.

As limitações, principalmente defensivas, seguem existindo, mas minimizadas ao extremo fruto da ação de Goiano, um especialista no setor, já que foi zagueiro.

Junto a isso, o ataque passou a funcionar muito bem. Note-se a coragem do treinador, que terminou a partida com Aloisio, Caio e Julio César, ou seja, três atacantes.

Qual o recado? Ora, nada de recuar só porque está vencendo. Os jogadores entendem esta mensagem e seguem jogando.

Falava do grupo fechado. Isso inclui o torcedor, que deu uma trégua com a chegada do treinador. Não abraçou o time em grande número, mas os que vão ao jogo estão lá para torcer.

A capacidade de perceber fragilidades e minimizá-la foi a inteligência de Goiano. Sem contar um plano tático, que antes não existia.

Assim, os meias protegem e jogam e os alas, que não são nenhuma Bratemp, não comprometem.

Aos poucos, com melhor distribuição em campo, o time cansa menos. E consegue manter um bom ritmo até o final. Inclusive marcando o segundo gol nos minutos finais, o que é reflexo desta situação.

Veja, com um gol de falta (agora tem cobrador) e um do artilheiro Aloísio, finalmente posicionado e nutrido por bons garçons, o Figueirense fez seu 2 a 0.

O que era sonho, vira possibilidade.

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Começa a ser algo real a luta do Figueirense para sair do Z-4 após vitória sobre Corinthians

06 de setembro de 2012 57

São Wilson foi fundamental

Quando Wilson fez aquela defesa milagrosa, logo após o gol marcado por Caio, me bateu uma certeza de que o Figueirense ganharia do Corinthians.

Não por estar praticando um futebol brilhante, nem por questões táticas, técnicas, ou mágicas. Simplesmente por demonstrar que havia gana de vitória a qualquer custo.

Porque foi uma defesa arrojada, que colocou em risco até mesmo sua integridade física.

E não venham com a história de que o Corinthians estaria desfalcado, ou desinteressado. São jogadores profissionais, respeitaram o alvinegro e tentaram o gol. E jamais apresentariam menos do que podem diante dos quase quatro mil corintianos presentes no estádio e os milhões espalhados pelo país.

O Figueira, com todas suas limitações, teve algumas coisas bastante positivas que eu atribuo a presença de Márcio Goiano.

Uma delas, serenidade para agir conforme a necessidade. Sim, como ocorreu diante do Flu, não houve desespero ante as dificuldades.

O Corinthians começou melhor, mas o Figueira teve o timing para esperar o momento de se impor, até terminar o primeiro tempo jogando melhor que o adversário.

E teve maturidade para voltar melhor no segundo tempo e chegar logo ao gol.

As qualidades do time estão claras, que é o bom momento de Tulio, a vitalidade de Aloísio, o crescimento do futebol Caio, e o bom empenho tático de Jakson. Ah, e Wilson, já anteriormente citado.

E um grupo que tomou consciência de suas limitações o suficiente para evitar riscos desnecessários e sabe de suas qualidades para apostar nelas com frequência.

Bom, agora o cenário é o seguinte: jogar uma Copa do Mundo, ou melhor um torneio interplanetário contra a Ponte Preta, conseguir três pontos como se fosse um copo de água no deserto. E voltar para a luta real e não mais “milagrosa” para sair do Z-4.

Dá para acreditar ainda. Falo do torcedor. Os atletas, parece, já acreditam.

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Angústia da torcida do Figueirense com remédio adquirido (Loco Abreu) e hora marcada para a cura

08 de julho de 2012 88

Depois de assistir  este jogo, o 1 a 1 entre Figueirense x Vasco, e ver o sofrimento da torcida Alvinegra, mais a angústia de Loco Abreu, lá nas cabines, por causa de mais um caminhão de gols perdidos, fico com a sensação de que foi muito mais acertado do que pudéssemos imaginar esta contratação.

Porque Loco fará uma ou duas das diversas chances desperdiçadas.

No primeiro tempo, Argel inventou e, quando o faz, complica-se. No segundo tempo, foi no óbvio e o Figueira jogou melhor. Esta parte tática do que foi o jogo eu deixou para os blogueiros, já que o foco do post é outro.

Ora, se o Figueirense jogou com boas chances de vitória diante do excelente Vasco, tem time para fazer bonito. Precisa que o técnico faça o feijão com arroz, que o Loco faça seus gols (não só ele, mas com a pressão menor, outros talentos como Julio Cesar, Caio e até Ronny entram nos eixos), precisa que a zaga tenha mais confiança (ela virá com uma campanha melhor) e que, a partir de agora, a torcida pegue junto em todos os jogos.

Quanto ao 1 a 1, mesmo diante do Vasco, não foi um bom resultado. Claro, seria se o time tivesse com uma ou duas vitórias a mais.

Mas a projeção é interessante. Há espaço para otimismo, mesmo diante do mar agitado.

Ps: Por coincidência, almoçava com a família no Lindacap e lá estava El Loco com parte da diretoria alvinegra. Dei uma conversada rápida com ele e tive uma impressão de um cara simples, a fim de vir para onde veio, solícito com as dezenas de autógrafos e fotos que lhe foram solicitadas, e muito focado.

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