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Posts com a tag "turno"

A lógica verde e a lógica do Tricolor do Sul

24 de fevereiro de 2013 40

Me lembro, no Debate Diário da CBN, de sexta-feira, ter brincado com a seguinte possibilidade: o Joinville ganhar, o Avaí também, mais uma vitória do Figueirense. Seria uma crise sem precedentes no Criciúma. Acontece que (quase) tudo foi ilógico na rodada. No sábado, JEC e Leão naufragaram.

No domingo, o Tigre triunfou. Qualquer resultado seria aceitável. Porém, com a vitória em casa, eis que o tricolor do Sul respira e retoma sua normalidade, deixa a UTI e entra na briga pela classificação geral.


Outra coisa não afrontou a lógica: a vitória da Chapecoense e o título do turno.

O Índio do Oeste foi inquestionável, sólido, deu as cartas, ditou as regras e pintou de verde o Estado.

Agora, terá de combater a síndrome do turno: como manter a pegada para chegar às semifinais forte? A história mostra ser esta tarefa mais difícil que a própria conquista do turno.

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Palpitão da rodada decisiva do Catarinense. Faça o seu também, vamos ver quem está mais afiado

22 de fevereiro de 2013 72

Bom dia blogueiros. É uma rodada em que teremos uma possível decisão do turno. Então, que tal um bolaozinho, estilo Palpites do Castija, que está meio aposentado, mas pretendo retomar nas partidas decisivas?

Vamos ao que eu imagino?

 

Juventus 0 x 2 Joinville

Avaí 2 x 0 Metropolitano

Criciúma 1 x 1 Figueirense

Atlético 1 x 1 Camboriú

Chapecoense 3 x 0 Guarani

 

E você blogueiro, o que acha? Segundo publico um post com quem mais acertou, ok?

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Situação insustentável de Comelli. Queimou o filme geral com a torcida do Criciúma

20 de fevereiro de 2013 47

O Criciúma já estava fora da briga no turno do Campeonato Catarinense. Ninguém, nem no mais ousado prognóstico, imaginaria que o Tigre também poderia se complicar com vistas a classificação geral.

Não que isso seja uma realidade imediata, mas uma derrota para o Guarani, de Palhoça, em casa, neste jogo atrasado, é um enorme sinal de alerta.

Existem todas as chances de recuperação na tabela, visando à quarta colocação. Mas, convenhamos, nosso representante na Série A não pode se permitir um momento tão ruim, tão instável, tão tenebroso dentro da competição.

Um nervosismo em campo absurdo, erros de passe, a torcida indignada e vaiando Comelli.

Aliás, sobre o técnico, expulso ao reclamar com árbitro, pode dar uma senha do que vem pela frente: sua saída do comando técnico.

A situação é insustentável. Manda a regra do bom gerenciamento acreditar e manter o trabalho técnico, mas conhecendo o Criciúma, acho difícil a manutenção.

Até porque não sabemos o nível do desgaste interno. Demissão que pode ocorrer ainda hoje e, se acontecer, mudamos o post.

Em relação ao Bugre, um grande resultado, digno de recuperação e moral. O Guarani respira e começa a sonhar com objetivos de Série D dentro da competição.

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Não podemos esquecer as vergonhas do clássico Figueirense e Avaí

18 de fevereiro de 2013 30

Três situações marcaram o clássico que, se passarem batidas, servirão de combustível para futuras situações muito chatas.

VERGONHA 1

Sábado, no Scarpelli, antes do jogo, foi entregue ao Figueirense (imagem em anexo) uma lista com a escalação do Avaí fake.

Este tipo de conduta não é correta e nem saudável na relação das equipes. Se foi intencional, pior ainda. Se foi sem querer, um descuido inaceitável.

VERGONHA 2

Durante o jogo um objeto foi atirado dentro do campo e recolhido pela arbitragem. Em outros tempos, a própria torcida atacaria o agente e o entregaria, para salvar o clube da perda de mando.

Acho que isso não aconteceu, porque o arremesso veio de um setor bem conhecido no Figueirense por arrumar confusão.

VERGONHA 3

A investida de bandidos que se dizem torcedores para tentar arrumar confusão no final de jogo. O clube vai aceitar isso? A FCF vai aceitar? A PM vai aceitar? O Ministério Público vai aceitar?

Temos que ser justos. Aqui citei os bandidos que têm do lado avaiano (inúmeras ocorrências), reclamei dos bandidos no JEC (rolo lá na Arena com o Avaí), já reclamei de bandidos no Criciúma (lembram, dos carros atacados?). Pois é, não deixaria passar os do Figueirense também.

Abaixo, dois vídeos do You Tube do momento em que o helicóptero bota a galera para correr.

 

 

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Semana com bom exemplos de Avaí e Figueirense para o clássico de sábado

15 de fevereiro de 2013 9

Estamos numa semana, aliás em meses, bastante inquietantes aqui em Florianópolis. Todos que moramos aqui queremos a cidade dentro de uma normalidade, mas esta insiste em fugir. A sensação de que o poder público não controla mais a Capital é grande, mas a também é enorme a esperança de que possamos voltar a ter paz, alguma mobilidade, ter pelo menos o direito de ir e vir, constitucional, mantido.

No meio disso tudo, as direções de Avaí e Figueirense, e os atletas optaram, de forma acertada, por silêncio, respeito, moderação.

O momento exige. Esperemos que as torcidas vão ao Scarpelli, curtam, vibrem, torçam, e voltem para suas famílias em paz. Não precisamos de outros episódios para nos preocupar.

Se depender do exemplo dos clubes, está bem encaminhado.

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Um recado para Avaí e Joinville: expulsões absurdas e gols bobos não são bons indícios na Série B

23 de junho de 2012 39

Minha vontade ao apresentar o Torcida TVCOM, ontem à noite, com o melhor da rodada, era apresentar a entrada no G-4 dos dois catarinenses em campo.

Não deu. E eu não gostei do que vi no zapear dos dois jogos e, depois, mais detidamente ao trabalhar nos tapes para apresentar o Torcida TVCOM com o melhor da rodada.

Vamos começar pelo Avaí (confira a crônica do jogo clicando aqui). Há fatores bons e ruins no empate em 1 a 1, Série B é assim, meio barro, meio tijolo.

Mas há um fator inaceitável, e comprometedor. As expulsões que deixaram o time com dois a menos. Cabeça de piava é o que têm Pirão e Bruno. Parece que queriam uma folguinha forçada.

As entradas do Pirão, no mesmo camisa 9 do Guará, foram para prisão em delegacia pós-jogo. Multa nele, diretoria. Este cara deixou o Avaí na mão e não foi em lance de perigo. Bruno, no mesmo Leandrinho, deu seu toque à obra dantesca.

Quero destacar aqui a luta do Diego Acosta no gol. Raçudo, centroavante com C maiúsculo. Cléber Santana e Mika continuam muito bem, mas Patric, neste jogo, foi terrível.

Já o JEC (clique aqui e leia a crônica) teve uma recaída no volume de jogo e me deixou preocupado.

Não pelo resultado (dá para perder do Paraná sem terra arrasada). Mas não dá para ver o time entrar na toada do segundo tempo diante do Ceará.

Queremos o JEC do primeiro tempo da última partida e, só para deixar o exemplo, aquele time que acordou depois que saiu perdendo do Avaí.

Desejo um Joinville atento e taticamente ajeitado, algo que pode fazer, já provou. Não um time que leva um gol xoxo de cabeça, o Cambará nem testou para o gol, só escorou. Almejo um time que não “esqueça” da marcação de um Lúcio Flávio, estreante de qualidade. E que deixe este jogador arrematar à vontade da entrada da área.

Enfim, a Série B é cascuda. Só como exemplo, já que falo dos dois jogos: o JEC, taticamente, tem mais possibilidades que o Avaí. No entanto, o Leão, ontem, com dois a menos, achou um jeito de jogar, o JEC não conseguiu reagir.

Então, como recado final, na Série B se não der no jeito, vai na vontade. Falta isso ao JEC. Sobrou, por exemplo, ao Ceará na Arena, lembram? E teve superação no próprio Avaí, para amenizar as expulsões.

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Volta ao torneio em 90 minutos. E de bicicleta pilotada por Julinho e com centroavante que marca

15 de junho de 2012 60

Eu respeito muito jogador que faz coisas extraordinárias. Ou melhor, explicando com mais detalhes, é o cara diferenciado em ações de alta complexidade técnica o dono de credenciais que me levam brilhar os olhos, a ter expectativa, a cultivar esperança.

Sim, porque o sujeito pode “jogar para a torcida” e, taticamente, não ajudar em nada.

Mas Julinho, neste jogo, protagonizou uma pintura, um golaço, uma bicicleta clássica que, além de resultar em gol, o primeiro do 2 a 0 sobre o América-MG, foi um recurso técnico inteligente para ganhar tempo no lance. Um milésimo de segundo que o cérebro decide por brilhar e que poucos conseguem perpetuar nos gramados.

E Julinho não jogou “para a torcida”. Jogou para o time. Uma equipe que, no primeiro tempo, mandou no jogo. Um duelo truncado, sim; de pouca plasticidade tática, sim. Mas só um grupo de jogadores, e este foi o avaiano, desejou o gol, tentou o tento e, por este motivo, colecionou algumas chances.

E, convenhamos, de que interessa a beleza tática quando ganhamos um presente como o golaço de Julinho?

Veja, na primeira etapa falamos de um Avaí melhor que um América que aqui na nossa bela Ilha chegou com crachá de líder.

Na segunda etapa, um Avaí competitivo, precavido, um pouco daquele time consciente que ganhou o Estadual desfilou na grama pesada e em mutação para adequar-se ao inverno.

Então Hemerson Maria merece, nesta noite, mérito por articular um conjunto consistente, com compreensão do adversário, com ímpeto e se impondo psicológica, física e taticamente.

E o estreante Diogo Acosta, no meio deste cenário, se movimentou, tentou, e foi premiado com um gol de persistência, o segundo avaiano. Vislumbra-se qualidade nesta peça, por seu posicionamento inteligente, por alguma qualidade no cabeceio e, principalmente, pele espírito de participação.

Uma menção mais que honrosa ao jogador Mika, tático, vertical, simples e perigoso nos arremates.

E, claro, à movimentação engenhosa e cadenciada de Cléber Santana. Este, aliás, arquitetou a jogada do segundo gol.

Também não dá para deixar de mencionar o rodízio de marcação que fez Gilberto capengar no meio e Fábio Júnior não mais que passear por Floripa. Jogar futebol, estes dois bons jogadores não o fizeram, muito por mérito da leitura feita por Hemerson de como neutralizá-los.

Não foi uma noite memorável do Avaí, um show de bola, um mergulho num futebol vistoso. Decididamente, não. Mas foi uma jornada na Ressacada em que, quem pagou o ingresso, teve seu dinheiro devolvido com juros e correção monetária por intermédio de um golaço, de atuações individuais de destaque e de um time honesto na aplicação e no respeito pela camisa que vestem.

Aliás, pequenos regozijos como o da noite de hoje constroem uma campanha forte em séries B. Dão combustível para uma equipe se sentir capaz, almejar voos maiores. Oxalá seja um abandono daquele início de campeonato insosso que fazia o Avaí e o início de um torneio mais dinâmico e inclusivo para o campeão catarinense.

Definitivamente, um jogo que merecia o dobro de torcedores, no mínimo, que os parcos e decepcionantes 4,8 mil presentes à Ressacada.

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Sobre o bom momento do JEC; sobre detalhe no Tigre; sobre sério temor com o Avaí

04 de junho de 2012 37

A semana começa ainda sob o signo da Série B, já que o Figueirense retorna aos gramados somente na quinta-feira, então tratamos dele mais próximo. E os três catarinenses envolvidos têm muito interesse no que vai rolar até seus jogos.

Empolgado com o JEC
Este é o primeiro a se apresentar, amanhã, e, confesso, estou um tanto empolgado com o crescimento do Tricolor do Norte. Primeiro, porque no jogo que acompanhei, sábado, vi um treinador, Leandro Campos, muito "antenado".

Neutralizou o adversário com inteligência, tinha consciência do grupo que está à disposição, enfim, parece ter as rédeas do time.

E explico o porquê. Na realidade, o JEC começou o jogo perdendo meio campo na comparação com o Avaí.

Não por uma má escalação, mas pela configuração do jogo. Treinador confiável é isso: não deu certo? Muda, e rápido. Desde que mexeu no time, dominou a partida e mandou no jogo.

Então, é a Arena lotada (o que é redundância, né?), superar, com respeito ao ASA, claro, e se tudo der certo, participar, com méritos, do G-4.

Um detalhe no Criciúma

Pelo que vi os blogueiros comentarem, o Tigre pode até ter perdido por três de diferença para o América-MG, mas não foi uma "lavada", como se diz na gíria do futebol.A pergunta que eu faço para Hemerson MariaNo Avaí não vou me estender muito. Ficou claro o banho técnico e tático que o time levou do Joinville.

O placar foi elástico, sim, mas o futebol não foi um desastre. Confio muito na opinião dos blogueiros, principalmente aqueles que participam com frequência do blog, alguns deles são conhecidos e suas opiniões sólidas e confiáveis.

Então, fico com o detalhe do porquê de levar três gols. Como o Tigre sofreu um pouco com a inconstância da zaga no Estadual, é o caso de concentrar esforços em alinhar taticamente o setor e seguir a jornada excelente trilhada até aqui.



Está patente a necessidade de reforços, mais até do que já estará à disposição.

Já que Jailton pode contribuir, e muito, mas ainda precisa entrar em forma. Nenê Bonilla precisa também de algum tempo para entrosamento tático. E Evando será sempre reforço pontual, ou seja falta contratar um atacante.

Mas eu falei na pergunta que faria para o Hemerson. Antes de fazê-la, ao técnico e ao blogueiro em geral, imagino que, ao enfrentar o JEC, qualquer treinador no mundo alerte para a presença de Lima em campo aos seus zagueiros.

Já que Lima apareceu absolutamente sozinho no gol da virada, imagino também que este fato tenha sido objeto de uma forte cobrança. Se não foi, então o treinador passará a, com razão, ser questionado, mesmo ficando claro a limitação que tem para lidar com seu time.

Então chego à pergunta: Hemerson, você tem o apoio do grupo de jogadores, mas precisa colocar o dedo na ferida para não morrer abraçado. O zagueiro responsável por vigiar Lima foi chamado à responsabilidade?

Pois, perder no cabeceio, ser driblado, é do jogo, é do talento do adversário, mas o zagueiro estava lá, combatendo.

Agora, assistir a um atacante do quilate do Lima concluir, sozinho e à vontade, deixa a todos com medo do que pode vir pela frente nos demais jogos.

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Impressionante o momento do Zé Carlos. No seu ritmo, o Tigre dá um banho na Série B

30 de maio de 2012 94

Por compromissos, só consegui assistir ao jogo e a vitória do Criciúma nesta rodada da Série B. Aliás, uma jornada que determinou a confirmação de que o Tigrão 100% vai, no ritmo de Zé Carlos, fazer acontecer.

Também deixou claro que o início do JEC, justamente contra o Atlético-PR, deveria ser tratado com a parcimônia devida. Logo iniciou um processo de recuperação que resulta num crescimento na tabela.

Já o Avaí, pelo que pude ouvir na CBN/Diário, fez sua pior partida desde que está sob o comando de Hemerson Maria. Justamente quando o seu meio-campo sofreu uma modificação importante. Esperemos que uma coisa - jogar sem a consistência obtida na reta final do Estadual - não tenha relação com a outra - um meio que perde sua característica e aguarda pela estreia de Jailson.

Voltando ao Criciúma, foi um primeiro tempo complexo, em que o Tigre contou com a fase exuberante de Zé Gol para abrir o placar.

O volume de jogo do Vitória cresceu e o time baiano terminou a primeira etapa levemente mais encorpado. Gostei muito, então, da ação do técnico Paulo Comelli. Sacou Elias e Gilmar, colocou jovens com movimentação, postou o time em duas linhas de quatro levemente recuadas, aproveitando a velocidade que lançou mão nas substituições.

Então, atraiu o Vitória para a arapuca que criou. Aí, foi questão de tempo. O rubro-negro foi com sede no início da partida, se descuidou e levou estocadas pelas alas, e deu espaço para chutes de fora e cruzamentos.

Repito: ação de técnico que está vendo o jogo, não faz média com o grupo e sabe do potencial que tem à disposição.

Foram chances criadas dos dois lados do campo e de todas as formas, resultando em mais um gol do Zé, em mais movimentação de Lucca, e em uma segurança para a zaga que estava instável.

Ou seja, agredindo o adversário, usou a tática de que o ataque é a melhor defesa.

Um parêntese para Zé Carlos. Contei 10 chances de gol em arremates deste "monstro". Desde o jogo contra o Bragantino, são jornadas memoráveis. Que fase!

Menção honrosa ao goleiro Douglas, um grande nome no jogo.

Nos 10 minutos finais, com um a menos, após expulsão de Marlon, o Tigre tentou ser conservador, mas não evitou mais um susto, como em Bragança. Levou o gol e esteve ameaçado. E, novamente na bola aérea, o problema, algo que precisa ser revisto.

E, por este golzinho, a liderança foi-se. Mas, paciência, ela virá em breve.

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Criciúma e Bragantino fazem jogo emocionante com 7 gols pela Série B e o Tigre mostra força

26 de maio de 2012 53

E a liderança para o Criciúma quase chegou com autoridade não fosse o saldo de gols.

Quem viu esta partida tem motivos de sobra para ficar empolgado com o Tigre.Primeiro, é importante ressaltar que é uma pena aquele estádio às moscas para abrigar um jogo tão interessante.

Confesso que dedicar parte do sábado à tarde, de folga, para alguns jogos de Série B é muitas vezes penoso até para os torcedores. Mas este jogo de Bragança, os 4 a 3 do Tigre, foi uma honra ter assistido.

O resultado seria elástico e fruto de méritos absolutos do Tigre e não de uma fragilidade do Bragantino. Não foi, teve aperto no final graças a um relaxamento condenável no final.

Zé Carlos disse presente no jogo e, quando isso acontece, é problema para o rival. Zé tem personalidade complicada, incomoda até em treino, briga com companheiro, está um pouco acima do peso, mas é um SENHOR jogador de futebol.

Nesta partida, desfilou a arte das assistências. Teve de todos os jeitos, gostos e soluções. O Criciúma foi agudo, vertical, objetivo e poderia ter feito uma jornada memorável. Mas passou um aperto no final desnecessário.

Mesmo assim, arrisco dizer que, a continuar assim, teremos uma jornada de Série B iluminada para o povo do Sul, já tão acostumado a ser o grande papa títulos nacionais de nosso Estado.

Aliás, temos dois catarinenses entre os quatro, Tigre e Avaí e o JEC esboçando reação. Tá ficando bonito

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