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Posts com a tag "turno"

Gol mal anulado, gol com falta na origem, Joinville vence e Avaí se revolta com arbitragem

08 de junho de 2013 108

“O árbitro disse que hoje ele me quer, mas eu sou muito bem casado”. Marquinhos sobre Ronan Marques da Rosa, no intervalo do jogo em que o JEC venceu o Avaí por 2 a 0. Esta frase mostra um pouquinho do clima quentíssimo em que o clássico ocorreu.

Minha opinião antes de descrever tudo que vi: o árbitro realmente não estava numa jornada feliz, mas houve demérito em o Avaí se abater e não buscar o futebol como solução e grande mérito do JEC em mostrar experiência e usar a seu favor o bom futebol que tem e a situação que se apresentou na partida.

Eu até estava em dúvida em qual jogo concentrar a atenção. Tinha uma tendência a ver o clássico entre Avaí e Joinville desde o início, afinal envolvia dois times de SC, mas uma curiosidade muito grande em ver o comportamento da Chapecoense no jogo que servia para consolidar a liderança. Comecei zapeando, mas a superioridade do Verdão era tanta e o placar imposto desde cedo tão cristalino que parti para o jogo de Floripa logo na largada.

O Verdão venceu por 5 a 1 no Oeste ao ABC, manteve a ponta e, na Capital, deu o Tricolor do Norte, espantando a falta de vitórias fora de casa.

Mas o placar só foi esse porque um gol legítimo do Avaí foi anulado antes dos gols que deram a vitória. A culpa é pela má colocação do bandeira, que deve auxiliar o árbitro nestes lances. Foi uma bola de Márcio Diogo que bateu na trave, dentro do gol e, pelo efeito, retornou em direção ao campo de jogo.

É verdade que um chip, que até hoje a Fifa não autorizou, resolveria fácil esta situação. Desde o primeiro momento, assim como os colegas Rodrigo Faraco e Miguel Livramento, da CBN Diário, fiquei com a forte impressão de gol. A repetição na televisão solidificou a ideia e, depois, o quadro parado comprovou que fora gol.

Na verdade, o que se viu foi uma injustiça maior que o erro da arbitragem. Porque o bom Joinville que vemos jogar na Arena insistiu em sumir fora dela até achar seus gols. Depois, sim, entrou de vez no duelo.

O tricolor foi amassado pelo Leão nos primeiros 25 minutos, com três chances de gol, fora a bola que realmente entrou mas não foi validada.

Somente perto dos 30 minutos que Lima foi construir a primeira chance do visitante. E, logo depois, aí sim numa jogada bem trabalhada pegou a sempre confusa defesa avaiana comendo mosca. E Ronaldo, que passa ótima fase, não perdoou, marcando o gol.

Aí veio mais rolo no segundo gol. O começo da confusão ocorreu em duas faltas claras em jogadores do Avaí na origem do lance, mas foi dado continuidade e, na sequência, veio o gol de Lima em contra-ataque. Aí já entra na conta do árbitro estar sentindo a pressão e quer se auto-afirmar, vendo um jogo que ninguém mais via.

Pronto estava criada a confusão e arbitragem comprometida. O primeiro tempo terminou com tumulto, dirigente do JEC mostrando radinho supostamente atirado pela torcida e proteção policial.

No segundo tempo, o JEC fez um jogo de marcação, o Avaí não achou soluções para superar seu nervosismo. Tauã entrou na vaga de Bovi, mais tarde entrou Reis na vaga de Alex para tentar pressionar, enquanto o tricolor somente renovou o gás com a saída de Lima para entrada de Francis e depois Jussani para fechar com a saída de Marcelo Costa.

Os atletas do JEC, aproveitando que Ronan Marques da Rosa estava perdidinho, usaram a experiência para amarrar o jogo caindo em campo e elevando o nível de nervosismo dos avaianos.

A arbitragem, portanto, seguiu tensa e os assistentes errando muito.

Será discussão que não acaba aí. A semana promete começar quente nos bastidores após esta partida.

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Falar em rodada decisiva no início da Série B? Não é loucura e sim entendimento dos pontos corridos

07 de junho de 2013 27

Vou bater numa tecla que eu vejo pouco explorada pelos clubes em campeonatos de pontos corridos. É o simples fato de que o jogo das primeiras rodadas, pelo menos matematicamente, têm o mesmo valor de qualquer outros. É tão decisivo quanto.

Por este motivo, aquele golzinho que o time toma, num 3 a 0 a seu favor que vira 3 a 1, o empate que cede no último minuto, enfim pequenas bobeadas não devem passar batidas. O saldo conta na reta final, o número de vitórias, então, nem se fala.

Fico indignado quando vejo jogadores em entrevistas pós-jogo dizendo coisas tipo: “Tem muito campeonato pela frente”; “jogamos bem, só faltou o resultado”; “O professor vai corrigir os erros”. Ou técnicos e dirigentes dizendo: “o entrosamento vai chegar”; “estamos contratando”; etc.

Acontece que o campeonato já começou e correr atrás é muito pior que tentar manter-se. Com este foco é que sabemos muito bem: a euforia da liderança já é passado em relação à Chgapecoense. Manter-se é que é o grande desafio e vencer o ABC, em casa, tem o significado de uma final de campeonato, mesmo em momento tão incipiente.

E Avaí x Joinville? Bom, nesse jogo não preciso nem falar do significado: seis pontos em jogo no mini-regional e permanência/entrada no G-4 em disputa.

Amanhã falamos do Figueira.

Até à noite!

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Um "olé" cheio de significados para a torcida do Criciúma nos 3 a 1 sobre o Santos

05 de junho de 2013 73

Foi uma vitória mais vital para o Criciúma do que sua já conhecida importância no quesito somar três pontos. Bater o Santos por 3 a 1 contém significados que extrapolam a matemática.

Um deles nos revela que o Tigre em casa está com as garras afiadas (dois jogos e duas vitórias) e outro que o time é maduro o suficiente para superar fases de pressão (vinha de duas derrotas).

Tem mais: a equipe de Vadão deu o recado de que há confiança para confrontar não somente os chamados “adversários diretos”, aqueles que a humildade ensina aos que sobem de divisão a mirar contra o descenso, mas também aquele que é (neste caso literalmente) peixe grande.

E superar grandes, com direito a “olé” gritado com gosto pela torcida, é sempre um combustível potente para abastecer a longa jornada na Série A.

Torcedor “argentino” do Tigre

Chamou muito a atenção do narrador do pay-per-view a energia do torcedor do Criciúma, o jeito diferente de torcer, o padrão diferenciado.

Tanto que ele usou o termo “torcedor argentino do Tigre” e fez referência a “algo como se vê na Bombonera”.

A reportagem também chamou atenção para o fato de o telão mostrar flashes da torcida, algo que acontece muito no Estádio do Internacional, de Porto Alegre. No caso do clube gaúcho, serve para premiar os sócios que são focalizados.

Uma reclamação e um elogio e um porém

O demérito ficou com algo que me incomoda muito. Falo do que seria o segundo gol do Criciúma no segundo tempo: um lance que em 99% dos casos envolvendo times de “nome” o bandeira não levantaria o instrumento de trabalho. Mas como é o time que veio da Série B ele se enche de coragem e anula o gol. Essa índole que não é erro e sim um viés retrógrado que persiste no Brasil depõe contra a arbitragem. Vemos isso muito raramente no futebol europeu.

O mérito fica para o árbitro Paulo dos Santos Alves, que deu um pênalti com a filosofia inversa de seu bandeira. Não era um lance fácil, alguns tenderiam a mandar seguir para não se incomodar. Ele acertou ao ver a carga excessiva do zagueiro, no lance que determinou o 2 a 0.

Infelizmente só não completou a “limpeza” no seu trabalho ao não expulsar Durval, que deu um carrinho criminoso em Lins.

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Valeu Chapecoense, agora o G-4 da Série B do Brasileiro virou um Campeonato Catarinense

01 de junho de 2013 71

Estava com os dedos coçando para escrever este post comemorando a presença de todos os catarinenses na zona de acesso à Série A. E não é que deu certo, o Verdão achou um gol no final da partida e arrancou os três pontos para mergulhar na segunda colocação. (Confira a tabela de classificação no DC Esportes clicando aqui).

É algo fantástico, inédito, chama atenção mais ainda do Brasil para nossos times (saiba mais sobre o jogo na crônica do DC Esportes clicando aqui).

Assisti ao jogo da Chapecoense desta noite contra o São Caetano e posso afirmar com toda a certeza que o Verdão é não só mais time que o paulista, como é mais equipe que grande parte dos participantes atuais da Série B. Este é o lado bom da análise.

Há o lado de reflexão e ele fica para o fato de que a Chapecoense não figura na liderança  por detalhes que não podem ser negligenciados numa competição como esta. É um aprendizado para o time do Oeste, quase um rito de inclusão num torneio, mas dá para evitar perda de pontos como ocorreu no jogo passado, diante do Oeste.

Falo do fato de o Verdão acreditar mais em seu potencial, respeitar um pouco menos o adversário quando percebe ser superior.

A análise vale para o 0 a 0 que se encaminhava diante do time paulista. Porque o jogo era para ter sido mais fácil, porém foi dramático. Mas o resultado absolutamente justo.

Então, obrigado Chapecoense por fechar nosso sábado assim, com um grande orgulho de ser catarinense.

G-4 virou o campeonato de SC. É ou não um espetáculo?!

Estou também no Facebook e no Twitter, vai lá para interagir :)

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Rafael Costa Futebol Clube carrega o Figueirense à liderança da Série B do Campeonato Brasileiro

01 de junho de 2013 60

Esta é a história de um 3 a 2. Que era para ser a favor do perdedor Sport, mas terminou a favor do Figueirense para alegria de nós que gostamos de Santa Catarina. E o motivo da vitória parar nas mãos do Alvinegro é o seguinte:

Achar um centroavante é motivo de comemoração. No futebol brasileiro de hoje em dia ter um artilheiro, um cara que não treme na hora de concluir, que faz não só gols mas apronta correria, chama marcação, cai pelas alas, bate bonito na bola e bate feio também, até cabecear com sua baixa estatura tem no cardápio desde que o objetivo seja “caixa”, gorduchinha dormindo na rede.

Enfim o Figueira tem um atacante de referência quando precisa dele dentro da área, de ligação quando precisa do cara fora da área. Uma joia rara, a grande contratação do Figueirense e que deu ao time o que faltava para fazer a engrenagem montada por Adilson Batista funcionar.

Com ele, que quando joga direitinho libera também Maílson, o Figueira ganha um jogo de 2 a 0 no primeiro tempo.

Falei do céu, mas há o outro lado.

Não há time que resista ao que a zaga do Figueirense tem protagonizado nos últimos tempos. Enterrou o Figueira no Estadual, duas vezes contra a Chapecoense e uma vez contra o Criciúma.

E na Série B está tentando, sem conseguir, fazer o mesmo. O time constrói uma vantagem, e em questão de poucos minutos ela some em mandrakes absurdos.

Chegou a hora de um tapa na mesa. Não é admissível que profissionais tenham tal tipo de “apagões”.

Bom, nem tudo são flores, falta regularidade de marcação, o time tem altos e baixos muito acentuados dentro da mesma partida, ainda padece dos tais apagões inaceitáveis, mas tem um cara que faz gols.

Sem comparar estilos, poderia ser uma espécie de “Zé Carlos” da Série B do Tigre para o Figueira na segundona deste ano.

Rafa Costa devolveu um pouco da alegria aos alvinegros, a arquibancada está mais alegre, a vibração está voltando. E ele é o motivo.

Claro que Rafa não joga sozinho. Uma coisa puxa a outra. Vejam que Maílson, que fez o primeiro gol e sofreu o pênalti no segundo cresceu muito em seu futebol, pois tanta preocupação na marcação do 9 reflete-se em mais espaços para os demais.

Gosto muito da concepção de time de Adilson Batista. Já gostava no Estadual, mas faltava o encaixe individual. Agora o time parece pronto para dar “fit", mas ainda falta ajustar a regularidade. Longe, muito longe de algo tranquilizador, mas muito mais próximo de algo que dê esperança de uma Série B honesta.

Os mandrakes de que falo tiveram inúmeros momentos na segunda etapa, inclusive resultando nos gols do Sport

O resultado desta equação meio maluca?

Nove pontos em três jogos e liderança isolada. Uma senhora arrancada, que não permite euforia nem encantamento. Apenas uma sensação boa de estar à frente e de responsabilidade pelos desafios que estão por vir.

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Grande atuação da rodada ficou para o Figueirense, menção para o Avaí que fez dever de casa

29 de maio de 2013 65

Chapecoense perde pontos em casa e JEC é o primeiro de SC a ser derrotado na Série B do Brasileiro

Quase pirei zapeando pelo pay-per-view com os três jogos dos catarinenses simultâneos. Antes, curtimos a vitória do Avaí, por 2 a 1, sobre o Guaratinguetá.

Foi uma rodada produtiva, em termos de pontos, para a Capital. Porque o Figueirense goleou o América-MG, por 4 a 2, no Independência. Mais impactante que o resultado para a nação alvinegra seria ostentar a liderança da competição. O time está lá no encalço do Palmeiras, mas o golzinho bobo levado botou o Verdão na ponta.

Fiquei um pouco naquele mosaico que o pay-per-view oferece mas não gostei, você vê tudo e não vê nada. Então fui de zapping. Fiquei mais no jogo do Figueirense até a coisa se encaminhar.

Aí grudei no 1 a 1 da Chapecoense para torcer um pouco pelo Verdão.

Em Minas, o time do Figueira dava um banho de bola no América, quando resolveu que parte do jogo deveria ter emoção. O Alvinegro controlava de forma soberana as ações no primeiro tempo, mas cedeu o 2 a 1 no finalzinho da etapa. Então levava uma pressão no início do segundo tempo quando chegou ao 3 a 1 e aí passou a controlar a situação, até sofrer o segundo gol, que não passou de mais um susto no jogo, mas significou a perda da liderança.

A grande diferença do Figueira de agora para o Estadual chama-se referência de ataque. Seja com Rafa Costa e até mesmo com Pablo, que entrou, há gente preocupando os zagueiros adversários, então Ricardinho e Maílson têm muito mais produtividade.

Agora, o que não muda no time é a facilidade com que o setor defensivo se complica e transforma jogo fácil em algo mais tenso. Quando será que o ex-zagueiro Adilson vai achar um equilíbrio para o setor? Já é tempo.

Em Erechim, o Verdão bebeu do veneno que o Avaí havia tomado diante do Oeste. Construiu a vantagem e, pelo menos enquanto eu havia migrado para conferir a partida era dono do espetáculo. Cochilou e o visitante achou o empate num bonito gol, um chute de fora da área de Fernandes.

Já o Joinville, que foi o jogo que menos eu conferi, parece que não se encontra fora de casa. Levou 2 a 1 do Atlético e, dos catarinenses, é o pior colocado na tabela.

Isso porque o Leão venceu em casa. Ganhou, mas não convenceu. As menos de quatro mil almas que foram à Ressacada prestigiar o Avaí são um reflexo. Mostram que o torcedor diminui em número de forma proporcional à qualidade do futebol que é apresentada. O Avaí não corresponde em um vinte avos ao que se imagina possa produzir tendo ao seu dispor uma dupla do nível Marquinhos/Cléber Santana.

O técnico Ricardinho, por esta equação mal resolvida, já recebeu vaias contundentes, que só não foram maiores justamente pelo pequeno número de torcedores. Esta é uma realidade. Mas há outra: a boa campanha. Sim, o empate fora e a vitória em casa está absolutamente dentro da cartilha de um time que pensa em acesso.E, aí, não há argumento contra o técnico que pese. Uso as palavras do narrador Salles Júnior, da CBN/Diário, ao final da partida: "Série B é isso mesmo, no sufoco e na raça".

Era isso, noite agitada para quem cobre futebol e para quem gosta de ver seu time e/ou conferir e, em alguns casos, secar os demais.

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O maior favorito da rodada da Série B, entre os catarinenses, é a Chapecoense

27 de maio de 2013 18

Se tudo se resumisse à lógica, o maior favorito, dentre os catarinenses, da rodada cheia de amanhã seria a Chapecoense. O adversário, o Oeste, é um time, como vimos diante do Avaí, absolutamente carente neste início de competição e pega o Verdão encaixadinho.

Depois, em ordem de dificuldade, vem o Avaí recebendo o Guaratinguetá. O Leão precisa dar uma resposta, foi o único dos catarinenses que não venceu, mas os paulistas largaram com vitória.

Já Joinville e Figueirense jogam por um ponto, pelo menos. Mesmo que América-MG e Atlético-GO tenham status de luta por acesso, daí a dificuldade grande no objetivo.

Tudo isso, claro, se a lógica fosse amiga do futebol. Sabemos que não, principalmente na Série B.

A medida que os jogos forem acontecendo, discutimos aqui se a "verdade" da rodada inicial será reforçada, ou destruída.

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A lógica verde e a lógica do Tricolor do Sul

24 de fevereiro de 2013 40

Me lembro, no Debate Diário da CBN, de sexta-feira, ter brincado com a seguinte possibilidade: o Joinville ganhar, o Avaí também, mais uma vitória do Figueirense. Seria uma crise sem precedentes no Criciúma. Acontece que (quase) tudo foi ilógico na rodada. No sábado, JEC e Leão naufragaram.

No domingo, o Tigre triunfou. Qualquer resultado seria aceitável. Porém, com a vitória em casa, eis que o tricolor do Sul respira e retoma sua normalidade, deixa a UTI e entra na briga pela classificação geral.


Outra coisa não afrontou a lógica: a vitória da Chapecoense e o título do turno.

O Índio do Oeste foi inquestionável, sólido, deu as cartas, ditou as regras e pintou de verde o Estado.

Agora, terá de combater a síndrome do turno: como manter a pegada para chegar às semifinais forte? A história mostra ser esta tarefa mais difícil que a própria conquista do turno.

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Palpitão da rodada decisiva do Catarinense. Faça o seu também, vamos ver quem está mais afiado

22 de fevereiro de 2013 72

Bom dia blogueiros. É uma rodada em que teremos uma possível decisão do turno. Então, que tal um bolaozinho, estilo Palpites do Castija, que está meio aposentado, mas pretendo retomar nas partidas decisivas?

Vamos ao que eu imagino?

 

Juventus 0 x 2 Joinville

Avaí 2 x 0 Metropolitano

Criciúma 1 x 1 Figueirense

Atlético 1 x 1 Camboriú

Chapecoense 3 x 0 Guarani

 

E você blogueiro, o que acha? Segundo publico um post com quem mais acertou, ok?

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Situação insustentável de Comelli. Queimou o filme geral com a torcida do Criciúma

20 de fevereiro de 2013 47

O Criciúma já estava fora da briga no turno do Campeonato Catarinense. Ninguém, nem no mais ousado prognóstico, imaginaria que o Tigre também poderia se complicar com vistas a classificação geral.

Não que isso seja uma realidade imediata, mas uma derrota para o Guarani, de Palhoça, em casa, neste jogo atrasado, é um enorme sinal de alerta.

Existem todas as chances de recuperação na tabela, visando à quarta colocação. Mas, convenhamos, nosso representante na Série A não pode se permitir um momento tão ruim, tão instável, tão tenebroso dentro da competição.

Um nervosismo em campo absurdo, erros de passe, a torcida indignada e vaiando Comelli.

Aliás, sobre o técnico, expulso ao reclamar com árbitro, pode dar uma senha do que vem pela frente: sua saída do comando técnico.

A situação é insustentável. Manda a regra do bom gerenciamento acreditar e manter o trabalho técnico, mas conhecendo o Criciúma, acho difícil a manutenção.

Até porque não sabemos o nível do desgaste interno. Demissão que pode ocorrer ainda hoje e, se acontecer, mudamos o post.

Em relação ao Bugre, um grande resultado, digno de recuperação e moral. O Guarani respira e começa a sonhar com objetivos de Série D dentro da competição.

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