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Piratini responde pedido de impeachment do Cpers: “Radicalização política”

24 de outubro de 2016 1
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Entidade realizou protestos e caminhadas nesta segunda (24) – Foto: Ronaldo Bernardi / Agência RBS

O Cpers-Sindicato protocolou na Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (24), um pedido de impeachment contra o governador José Ivo Sartori. Recebido pela presidente do Parlamento, Silvana Covatti (PP), o documento será analisado pela Procuradoria da Casa, mas a expectativa é que seja arquivado. O Piratini respondeu à entidade através de nota, destacando que a medida “faz parte de sua conhecida radicalização política”.

O sindicato que representa os professores sustenta que o Executivo descumpre ordens judiciais, que obrigam o Estado a pagar os salários em dia. A falta de definição referente ao pagamento do 13º salário também é citada. Desde o início da manhã desta segunda-feira (24) o Cpers realiza atos públicos na região central de Porto Alegre em protesto contra o governo gaúcho e contra a PEC 241, que limita gastos do Governo Federal nos próximos 20 anos.

“Saímos satisfeitos com a fala da presidente. Ela sinalizou que o projeto vai tramitar na Casa”, conta a presidente do Cpers, Helenir Schürer.

Confira a nota do Governo do Estado:

“Governo do Estado contesta posicionamento do Cpers-Sindicato

O pedido de impeachment protocolado pelo Cpers-Sindicato faz parte de sua conhecida radicalização política. Além de ser inconsistente, não ajuda o Estado a superar a crise financeira e a melhorar a qualidade do ensino. A Assembleia Legislativa saberá dar o devido encaminhamento à questão.

GOVERNO DO ESTADO”

Comentários (1)

  • Chicão diz: 24 de outubro de 2016

    Não sei quem é energúmeno porta-voz do governo de Sartori – composto por outros secretários idênticos ao porta-voz -, que ainda exige compreensão dos professores e qualidade de ensino com os vencimentos sendo pagos parceladamente!

    A situação é tão ridícula, que a declaração do governo é uma peça de onde se pode extrair a contradição de Sartori com aqueles que recebem em dia – que não chamados à atenção sobre o tratamento desigual com relação aos seus colegas – e a incompetência do governador em dialogar com os mestres a respeito de seus vencimentos, afora absolutamente desvalorizados pela inflação e sem reajuste há três anos!

    Só mesmo na mente de mentecaptos que a reclamação de proventos em atraso é “radicalização política”, bando de inúteis, pois como então definir as multas e juros que são pagos porque os compromissos não são adimplidos no tempo?

    “Intolerância comercial” do ente credor?!

    Sartori e seu secretariado brancaleone que vão lamber sabão!

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