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PMDB da Capital decide não ocupar cargos na administração de Marchezan

07 de novembro de 2016 0
Foto: Ronaldo Bernardi / Agência RBS

Foto: Ronaldo Bernardi / Agência RBS

Em reunião com líderes da sigla na Capital, o PMDB decidiu não participar do governo de Nelson Marchezan Junior (PSDB). Na prática, a ação quer dizer que integrantes não ocuparão cargos na futura administração. No entanto, a postura na Câmara de Vereadores não será de oposição. De acordo com o presidente do partido em Porto Alegre, Antenor Ferrari, os cinco vereadores eleitos terão posição de independência, podendo votar a favor ou contra medidas defendidas pelo Executivo.

“Não estaremos com o governo, até porque não fomos convidados. Vamos acompanhar projetos estruturantes, se estiverem de acordo com a posição do PMDB”, afirma.

Assumir uma posição independente foi a forma encontrada pelo PMDB para não ficar na oposição junto a inimigos históricos, como PT e PSOL. A medida também permite à sigla não ter que combater a futura administração, possibilitando um acordo futuro. A aspiração de Valter Nagelstein à presidência da Câmara em 2017 também pode ganhar força, inclusive, com o apoio de vereadores que sustentaram a campanha de Marchezan.

“Teremos a maior bancada. O eleitor nos deu legitimidade (para assumir a presidência da Câmara). Mas não vamos interferir no processo de decisão de outras siglas”, relata Antenor Ferrari.

As demais bancadas que deverão assumir a presidência da Câmara por um ano serão as do PT, PP e PTB, ambas com quatro vereadores. Nos bastidores, há um movimento para evitar que o PT entre no rodízio acordado sempre no início de cada legislatura, embora as chances sejam pequenas. Se isso ocorresse, PDT e DEM poderiam indicar um nome.

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