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Posts com a tag "Dilma"

Dilma sobre suposto vazamento da Lava Jato: "Estamos caminhando para o Estado de Exceção"

26 de setembro de 2016 5
Foto: Agência Brasil

Foto: Agência Brasil

* por Matheus Schuch

A ex-presidente Dilma Rousseff se manifestou nesta segunda-feira (26) sobre a declaração do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, de que haveria uma nova operação da Polícia Federal nesta semana. A petista criticou a fala do ministro, ocorrida em um comício do PSDB no domingo.

“O país vive uma situação grave. O anúncio de nova operação da Lava Jato pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, num palanque eleitoral, em plena atividade de campanha em Ribeirão Preto, na véspera da prisão de Antônio Palocci, lança suspeitas de abuso de autoridade e do uso político da Polícia Federal. Se tal situação tivesse ocorrido em meu governo, estaríamos sendo duramente criticados pela imprensa e pela oposição. Estamos caminhando para o Estado de Exceção”, escreveu Dilma nas redes sociais.

Após a repercussão, nesta segunda o ministro disse que foi mal interpretado. Segundo ele, “foi uma afirmação genérica”, em que dizia que todas as semanas ocorrem operações, e nesta também ocorreria. Ele ainda afirmou que só foi comunicado sobre o mandado de prisão contra o ex-ministro Antonio Palocci no início da manhã desta segunda.

"Não foi golpe contra Dilma, nem contra Cunha", diz Marina Silva

14 de setembro de 2016 12

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Em entrevista ao Timeline Gaúcha desta quarta-feira (14), a Ministra do Meio Ambiente no Governo Lula e ex-senadora Marina Silva afirmou que a cassação de Cunha e o impeachment de Dilma não foram um golpe: “os dois se dizem injustiçados, mas Dilma cometeu crime porque usou mais de R$ 50 bilhões sem autorização do Congresso. Ele cometeu crimes e foi cassado por isso. Ela cometeu crime de responsabilidade e foi cassada por isso. Não foi golpe contra Dilma, nem contra Cunha”.

Marina exaltou a cassação de Eduardo Cunha, o que disse ser um bom exemplo para os demais políticos: “é boa sinalização para sociedade que o crime, seja ele praticado por empresários ou políticos não deve compensar. Aqueles que praticam esses crimes devem ser punidos”.

Sobre as eleições de 2018, disse ainda ser cedo para lançar candidatura e negou que ela ou a Rede tenham procurado Joaquim Barbosa para ser vice na chapa: “ele é altamente respeitado pela Rede, pela sociedade, pela pessoa que é, principalmente pelo serviço no Mensalão. Tenho profundo respeito, ele dignifica as instituições públicas brasileiras, mas a Rede não fez esse movimento (de convidá-lo).

Sobre as investigações acerca do ex-presidente Lula, foi taxativa: “a lei é para todos. Se confirmado que cometeu algo, não importa se é Lula, Dilma, Temer…”

Defesa de Dilma entra com recurso no STF contra o impeachment

01 de setembro de 2016 1
Foto: Diego Vara/Agência RBS

Recurso é assinado pelo advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo. Foto: Diego Vara/Agência RBS

*Por Matheus Schuch

Os advogados da ex-presidente Dilma Rousseff ingressaram com um Mandado se Segurança, na manhã desta quinta-feira (01), no Supremo Tribunal Federal (STF). O recurso, com 55 páginas, pede a anulação do processo que culminou com a cassação do mandato da petista. O texto será analisado pelo ministro Teori Zavascki. A definição ocorreu por sorteio.

A ação inclui um pedido de decisão liminar (provisória) para suspender os efeitos da decisão desta quarta. O objetivo é que o presidente Michel Temer volte a ser interino até uma decisão final do plenário do STF.

O advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo, considera que houve irregularidades no processo de impeachment. Ele irá questionar o enquadramento da petista nos crimes de responsabilidade fiscal, neste caso em razão das “pedaladas fiscais” no Plano Safra e dos decretos de crédito suplementar editados sem autorização do Congresso Nacional.

O recurso defende que haja novo julgamento, e ainda pleiteia que o STF anule dois artigos da Lei 1.079, de 1950, usados pela acusação para imputar crimes de responsabilidade a Dilma.

Impeachment também é remédio para governo que perde as rédeas, diz Collor

30 de agosto de 2016 1
Foto: Jonas Pereira / Agência Senado

Foto: Jonas Pereira / Agência Senado

* por Kelly Matos

O ex-presidente da República e senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) sinalizou nesta terça-feira (30) que votará pelo afastamento de Dilma Rousseff. Em discurso na tribuna do Senado, Collor repetiu críticas à gestão da petista, a quem atribuiu “cegueira política” e “surdez econômica”.

Ao reiterar as críticas, o ex-presidente sugeriu que Dilma deve ser afastada também porque perdeu o comando político na Presidência da País.

“Impeachment é remédio constitucional de urgência, quando o governo, além de cometer crime de responsabilidade, perde as rédeas do comando político”, disse.

Na tribuna, Collor também produziu comparações com o seu período de afastamento da Presidência, em 1992. Ele lembrou que foi absolvido pelo Supremo Tribunal Federal.

O senador também utilizou frases de documentos assinados à época do seu afastamento, por entidades que em 92 defenderam o impeachment.

“O país não vive como alardearam os setores mais radicais qualquer sintoma de golpe. O que o povo brasileiro deseja é decência”, disse.

Gleisi chama Congresso de "cretino"; Aécio rebate: "refere-se a ela mesma"

30 de agosto de 2016 6
Foto: José Cruz / Agência Brasil

Foto: José Cruz / Agência Brasil

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) rebateu a declaração da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que chamou de “cretino” o momento vivido pelo Congresso Nacional: “Deve estar referindo-se a ela mesma”, disse o tucano. A afirmação de Aécio foi dada à jornalista Kelly Matos, na manhã desta terça-feira (30), em Brasília.

Mais cedo, também em exclusiva a Kelly Matos, a senadora paranaense falou do embate que teve com Renan Calheiros, disse que ele “se alterou e usou palavras que não devia” ao classificar a Casa como ‘um hospício’ e voltou a questionar a credibilidade dos demais parlamentares: “Aponta um dedo à Presidenta, tem três apontados ao Congresso. Eu nunca me exclui nisso. Quando falo em não ter moral, incluo todo o Senado”.

Confira a entrevista de Aécio Neves

Confira a entrevista de Gleisi Hoffmann

"Claro que é um golpe", diz Chico Buarque ao deixar o Senado

29 de agosto de 2016 26
Foto: Mateus Bruxel / Agência RBS

Foto: Mateus Bruxel / Agência RBS

* por Kelly Matos

Em Brasília para acompanhar o depoimento de Dilma Rousseff durante o julgamento do impeachment, o músico Chico Buarque conversou ao vivo com a Rádio Gaúcha na tarde desta segunda-feira (29). Contrário ao afastamento, Chico elogiou as respostas de Dilma aos senadores e disse que mantém a “esperança”, sobre a possibilidade de reverter o cenário desfavorável à petista.

Chico voltou a classificar o impeachment como “golpe”. Ele deixou o Senado por volta de 17h.

Como você avalia o pronunciamento da presidente até aqui?

Achei muito bom o pronunciamento dela. Acho que ela está muito firme nas respostas. Vamos ver se consegue reverter alguma coisa.

O senhor acha que é possível reverter a situação e impedir o afastamento definitivo da presidente?

Vamos ver né. Estamos aqui tentando. É a esperança.

O senhor esteve com o ex-presidente Lula. Como ele está?

Estamos todos animadíssimos.

A presidente insistiu na tese de que esse processo é um golpe.

Claro que é um golpe.

Ana Amélia explica traje verde e amarelo: "Em defesa dos valores nacionais"

29 de agosto de 2016 12

 

Foto: Kelly Matos

Foto: Kelly Matos

*Por Kelly Matos

Segunda senadora a subir à tribuna para questionar a presidente afastada Dilma Rousseff, Ana Amélia Lemos (PP-RS) chamou a atenção pelo traje verde amarelo escolhido cuidadosamente para a ocasião. Defensora do impeachment, ela disse que se inspirou nas manifestações de rua que pressionaram pelo afastamento de Dilma e até mesmo no espírito olímpico, quando os brasileiros saudaram os atletas nacionais.

Estamos a um passo da ruptura democrática, diz Dilma no Senado

A favor do impeachment, a senadora afirmou ainda que as cores do país funcionam como um contra-ponto ao vermelho, cor escolhida por apoiadores de Dilma Rousseff.

“A linguagem não é só aquilo que você fala. É aquilo que você mostra através de atitudes e de gestos. A roupa também pode ser um símbolo. Os brasileiros sentem muito orgulho quando defendem os valores nacionais. Trata-se da de defesa do interesse nacional, da democracia brasileira. Pensei nisso. E também em fazer um contraponto ao vermelho”, disse ao blog Cenário Político.

Parte dos senadores que apoia Dilma Rousseff optou por trajes na cor vermelha, entre elas a senadora Fátima Bezerra e a ex-ministra Miriam Belchior.

Perícia do TSE indica irregularidades nas contas da chapa Dilma/Temer

23 de agosto de 2016 1
Foto: Roberto Stuckert Filho / Divulgação

Foto: Roberto Stuckert Filho / Divulgação

* por Matheus Schuch

A Corregedoria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu, nesta terça-feira (23), o relatório de técnicos que analisaram as contas da campanha da presidente Dilma Rousseff. O processo faz parte das ações que pedem a cassação da chapa Dilma/Temer, eleita em 2014. O documento traz suspeitas em torno de três empresas contratadas para prestação de serviço durante a campanha.

O laudo, de 220 páginas, indica que as empresas Red Seg, VTPB e Focal não apresentaram documentos suficientes para comprovar a execução dos contratos. Não houve indícios de que a gráfica Atitude, investigada por lavagem de dinheiro na Lava Jato, tenha prestado serviços à campanha.

Em relação à Rede Seg, o relatório indica que a empresa “não apresentou quaisquer documentos que provem a subcontratação” de outras empresas para a produção dos materiais contratados pela chapa Dilma/Temer.

Sobre a Focal, “foram identificadas notas fiscais canceladas” de serviços não prestados, mas pagos pela chapa presidencial. Já sobre a VTPB, o parecer indica, entre outras coisas, que “apenas 21,50% das receitas contabilizadas obtidas com as vendas de produtos foram comprovadas mediante a apresentação de documentos fiscais”.

O relatório será anexado às ações que pedem a cassação da chapa. A corregedoria já marcou os depoimentos de delatores. Serão convocados dirigentes da empreiteira Andrade Gutierrez e outros colaboradores da Lava Jato.

Fã de Dilma, candidata adota sobrenome Rousseff na urna eletrônica: “É uma mulher honesta”

22 de agosto de 2016 1

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A lista de candidatos a vereador em Porto Alegre traz um sobrenome conhecido entre os eleitores. Carolina Duarte, 20 anos, não possui qualquer parentesco com a presidente afastada, mas aparecerá na urna eletrônica como Carolina Rousseff.

“Eu sempre admirei muito a presidenta pelo seu trabalho e pelas suas características. Ele é uma mulher honesta”, disse ao blog Cenário Político.

Carolina, que enfrenta sua primeira disputa eleitoral, disse que se interessou pela trajetória de Dilma Rousseff no último ano da escola, quando preparava um trabalho sobre a ditadura militar para a disciplina de História. Depois, empenhou-se pela eleição de Dilma em 2010. Não demorou para que o envolvimento lhe rendesse um apelido entre os colegas: Carol Rousseff.

“As pessoas me chamam assim. Eu sou conhecida como Carol Rousseff. Se você falar Carol Duarte, as pessoas não vão relacionar. Mas Carol Rousseff pegou”, conta.

Fã da presidente, a jovem chegou a passar a noite em frente ao prédio onde fica o apartamento de Dilma na zona sul de Porto Alegre, em fevereiro de 2015. Depois de tocar o interfone por diversas vezes (ninguém atendeu), ela sentou-se na calçada, sozinha, onde ficou por mais de sete horas.

Popularidade

A candidata, que se filiou ao PT há cerca de um ano, disse que a ideia de concorrer surgiu entre companheiros que militam junto com ela. Disse que pretende trabalhar, entre outros temas, pela juventude, pelas mulheres e por um transporte público de qualidade.

Questionada sobre a baixa popularidade da presidente, especialmente após o início do processo de impeachment, Carolina disse não ter receio de que isso possa lhe atrapalhar na disputa eleitoral:

“De modo algum. Porque mesmo na rua, a gente vê que isso está se revertendo. Não vou dizer que a popularidade está 100%. Mas o povo está começando a perceber o que está acontecendo. Eu tenho muito orgulho de carregar o sobrenome da Dilma”, acrescentou.

Presidente do Senado se reúne com Dilma para falar sobre impeachment

18 de agosto de 2016 0
Foto: Moreira Mariz/Agência Senado / Divulgação

Foto: Moreira Mariz/Agência Senado / Divulgação

*Por Matheus Schuch

O Presidente do Senado, Renan Calheiros, tem encontro marcado com a presidente afastada da República, Dilma Rousseff, nesta sexta-feira (19). A reunião deve começar às 11h, no Palácio da Alvorada. O objetivo é acertar detalhes sobre a ida de Dilma à sessão do impeachment, no dia 29 deste mês.

A conversa estava prevista para esta quinta, mas Calheiros viajou para o Rio de Janeiro junto com o presidente interino, Michel Temer.

A sessão do impeachment começará no dia 25. Nos dois primeiros dias, a previsão é de que todas as testemunhas serão ouvidas. São seis de defesa e duas de acusação. Caso seja necessário, o trabalho seguirá no fim de semana.

No dia 29, Dilma terá 30 minutos para se defender. Ela também poderá responder a perguntas dos senadores. Parlamentares calculam que o julgamento será finalizado no dia 30.

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