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Posts com a tag "Eleições 2016"

Tarso admite possibilidade de sair do PT se partido não fizer ‘revolução interna’

04 de novembro de 2016 24
Carlos Macedo / Agencia RBS

Carlos Macedo / Agencia RBS

O ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro defendeu nesta sexta-feira (4) mudanças profundas no comando do Partido dos Trabalhadores. Em entrevista ao programa Timeline, Tarso argumentou a importância de uma troca “nos principais cargos de direção do partido”, a fim de que ocorra uma espécie “revolução interna”. Tarso defendeu o nome de Fernando Haddad, atual prefeito de São Paulo, para comandar esse movimento.

“Acho que esta direção se esgotou. Acho que o partido, pra se revigorar, tem que fazer uma revolução interna, trocar os principais cargos de direção do partido. Eu votaria no Haddad de olhos fechados”, disse.

Questionado sobre a possibilidade de deixar o Partido dos Trabalhadores, Tarso Genro disse que pretende permanecer, num cenário em que o partido promova mudanças internas. Se isso não acontecer, Tarso fala sobre reavaliação e diz que poderá trabalhar “outra alternativa”.

“Eu estou trabalhando pra que isso ocorra (mudanças para permanecer no PT). Se isso não ocorrer, acho que muita gente, não somente eu, vai reavaliar qual o tipo de movimentação política que vamos fazer; mantendo o PT ou trabalhando em outra alternativa”, disse.

Tarso também defendeu que o ex-presidente Lula não seja candidato à presidência novamente em 2018.

“Temos que abrir espaço para novos quadros políticos. Não só do PT, mas também do campo político que representamos”.

Eduardo Cunha

Tarso Genro também afirmou que, na sua interpretação, a prisão de Eduardo Cunha foi “equivocada” do ponto de vista jurídico. Porém, disse que se sentiu satisfeito porque Cunha teve papel preponderante “no lastro da corrupção brasileira”. Na avaliação de Tarso, que foi ministro da Justiça no governo Lula, Cunha deveria ter sido submetido às regras constitucionais e processuais que orientam esse tipo de prisão e, nesse sentido, não havia necessidade de prendê-lo.

“Eu acho que foi equivocada do ponto de vista jurídico. Eu acho que a prisão não seria necessária. Ela não foi uma prisão para garantir a execução do processo. Ele estava aí, a família dele estava aí, ele estava à disposição da Justiça. Então, não precisava prendê-lo”, disse o ex-ministro em entrevista ao programa Timeline.

O ex-governador, no entanto, ponderou que Cunha deveria ter sido preso quando estava à frente da Presidência da Câmara, isso porque naquele momento “estava utilizando seu cargo para interferir no processo político do país”, disse.

Melo e Marchezan posam para foto, mas não se falam em 1º encontro após eleição

03 de outubro de 2016 1
Foto: Daniel Scola / Rádio Gaúcha

Foto: Daniel Scola / Rádio Gaúcha

A indiferença foi a marco do primeiro encontro de Nelson Marchezan Junior e Sebastião Melo após o resultado do 1º turno em Porto Alegre. Ambos foram entrevistados na manhã desta segunda-feira (3) na Rádio Gaúcha. Eles se cruzaram na saída do estúdio, chegaram a posar para uma foto, mas não pararam para conversar. Tudo isso ocorreu em cerca de 30 segundos.

Melo foi o primeiro a ser ouvido no programa Gaúcha Atualidade. Falou por 15 minutos. Marchezan retardou a chegada à Rádio Gaúcha para evitar um encontro com mais tempo entre os dois. Eles acabaram tendo contato quando um saía do estúdio e o outro entrava.

A impressão é que só pararam para a foto por terem sido pegos de surpresa pelo apresentador Daniel Scola.

Marina Silva vai gravar para campanha de Sebastião Melo em Porto Alegre nesta quarta

13 de setembro de 2016 0
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Bruno Alencastro / Agência RBS

Por Mateus Ferraz

A ex-senadora Marina Silva estará em Porto Alegre nesta quarta-feira (14) para uma série de compromissos políticos. Na agenda, Marina pretende gravar um depoimento para a campanha de Sebastião Melo (PMDB) à prefeitura da Capital. A gravação está prevista para 15h30.

Agenda de Marina Silva na Capital:

15h30 – Gravação externa para Melo e Juliana

16h30 – Caminhada e roda de conversa

Ponto de encontro: Largo Glênio Peres, Rua Uruguai, Rua da Praia  e Praça da Alfândega

17h às 18h – Roda de Conversa na Praça da Alfândega

19h30 – Inauguração do Comitê da Coligação Proporcional REDE e PSB

Local: Rua Duque de Caxias , 1588.

Fala candidato: Maurício Dziedrick (PTB) conta sobre sua trajetória: "Um cara simples, que busca resultados"

12 de setembro de 2016 0

Os candidatos à prefeitura de Porto Alegre começaram a ser entrevistados pela Rádio Gaúcha nesta segunda-feira (12). No Gaúcha Atualidade, o primeiro a conceder entrevista foi Maurício Dziedrick, do PTB. O conteúdo pode ser conferido aqui.

Ao blog Cenário Político, os candidatos responderão questões sobre vida, trajetória, sonhos e o futuro.

Maurício Dziedrick se definiu como “um cara simples, que busca resultados” e se derreteu em sorrisos ao falar do carinho pela afilhada. Se não for eleito, garante que vai continuar defendendo o Rio Grande, como deputado, em especial para modificar a realidade de insegurança.

Dez momentos do primeiro debate entre os candidatos à prefeitura de Porto Alegre

16 de agosto de 2016 1

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*Por Kelly Matos

Candidatos à prefeitura de Porto Alegre participaram do primeiro debate na manhã desta terça-feira (16), na Rádio Gaúcha. O blog separou momentos que chamaram atenção. Confira:

1. (In)segurança pública
O tema “segurança pública” apareceu nas manifestações de todos os candidatos à prefeitura da Capital. Nelson Marchezan Jr. (PSDB) classificou a situação atual como “calamitosa”. Alvo de críticas por ser vice-prefeito da atual gestão, Sebastião Melo (PMDB) citou ações como aumentar pontos de iluminação na cidade e a criação do Centro Integrado, com 1.200 câmeras. A candidata Luciana Genro  (PSOL) defendeu que agentes da EPTC atuem em conjunto com a Guarda Municipal.

Veja como foi o debate na Gaúcha

2. O nome na “hora h”
Candidato do PMDB à prefeitura de Porto Alegre, o atual vice-prefeito Sebastião Melo se confundiu ao citar nome da vice em sua chapa. Na referência, mencionou a vice “Luciana Brizola”, em vez de Juliana Brizola, que o acompanhava. No intervalo, a candidata Luciana Genro não perdeu a chance de brincar com o adversário: “Tu estás comigo na cabeça?”

3. O vice mais citado
Ninguém citou mais o vice do que o candidato do PTB, Maurício Dziedrick. Toda a vez que o tema segurança surgia, Dziedrick citava o nome do vice como um trunfo em relação aos adversários: “Temos um vice experiente, qualificado na área da segurança, que é o coronel Bonetti”.

4. Diga-me com quem andas
Em resposta ao candidato Raul Pont (PT), que havia citado o parcelamento de salários no governo Sartori, a candidata Luciana Genro (PSOL) aproveitou para disparar críticas ao partido do oponente e do qual já foi integrante. Luciana disse que o PMDB do Sartori era também o PMDB de (Michel) Temer, e que trata-se do mesmo PMDB que “o PT ajudou a alimentar no governo federal”.

5. Fora todos
O afastamento de Dilma Rousseff, que segue em discussão no Senado, e o governo interino de Michel Temer foram lembrados pelos candidatos Raul Pont (PT), Júlio Flores (PSTU) e Luciana Genro (PSOL). Júlio Flores (PSTU) defendeu uma ideia mais radical: “Estamos numa campanha para tirar todos eles: “Fora Temer. Fora Dilma. Fora Renan”, disse.

6. A Lomba do Pinheiro
Nenhuma região da cidade foi mais citada do que a Lomba do Pinheiro. É o bairro de onde veio o candidato João Carlos Rodrigues (PMN). Rodrigues disse que a localidade estava completamente carente de cuidados, porque a atual gestão prioriza regiões mais centrais. Ele afirmou que seu filho foi assaltado recentemente na região.

7. Guia dos Curiosos
Ao serem informados sobre a existência de uma pergunta surpresa, os candidatos espicharam o olhar para espiar o papel em mãos do mediador Daniel Scola. Tratava-se de um convite para elencar três prioridades, caso fossem eleitos prefeitos. Em ato de reflexo, o candidato Sebastião Melo chegou a esticar o braço para alcançar o papel, mas foi lembrado pelo jornalista que a pergunta seria anunciada em seguida.

8. Cof, cof
Era do candidato Maurício Dziedrik a tosse presente em todos os blocos do debate. Ao perceber a situação, o mediador Daniel Scola brincou com a situação e desejou “saúde” ao candidato.

9. Velho é tu
Candidato pelo PSL, Fábio Ostermann apresentou-se como o único candidato que defendia abertamente as privatizações. E lançou a pergunta ao candidato do PSTU, Júlio Flores. Socialista, Júlio rebateu dizendo que defendia exatamente o contrário: “Queremos estatizar tudo. Estatizar todo o transporte, desprivatizar a saúde e a educação”. Ostermann classificou a fala como “velhas ideias estatizantes”. Flores disse que velho mesmo era o “capitalismo”.

10. O pai do buraco
A questão da mobilidade urbana, incluindo transporte coletivo e a manutenção das vias da Capital, foi abordada por todos os candidatos. Raul Pont disse que a Carris foi “quebrada” e defendeu que houvesse regulação por parte do Poder Público. Atual vice-prefeito, Melo disse que a gestão dele e do prefeito José Fortunati foi a primeira na história a promover a licitação do transporte público. Ex-secretário de Obras, Dziedrick defendeu que órgão atuem de forma conjunta para melhorar a pavimentação das ruas: “SMOV, DMLU, DEP e SMAM não podem mais brigar pela paternidade do buraco”.

Marcello Chiodo (PV) obtém liminar e registra candidatura a prefeito de Porto Alegre

15 de agosto de 2016 0
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Foto: Mateus Bruxel / Agência RBS

Por Eduardo Matos

O cabeleireiro Marcello Chiodo, do Partido Verde (PV), registrou candidatura a prefeito em Porto Alegre na tarde desta segunda-feira (15). Desta forma, nove candidatos estarão na disputa pelo Paço Municipal. Chiodo obteve liminar para disputar a eleição.

O nome dele havia sido confirmado como pré-candidato em convenção do PV, mas o comando do Partido Verde mudou de ideia e decidiu apoiar a candidatura de Nelson Marchezan Júnior, do PSDB.

Chiodo não concordou com a decisão, ingressou na Justiça Eleitoral e obteve liminar para registrar a candidatura. A decisão é da juíza da 1ª zona eleitoral, Mara Lúcia Coccaro Martins Facchini.

Além de Chiodo, concorrem em Porto Alegre Luciana Genro, do PSOL, Sebastião Melo, do PMDB, Nelson Marchezan Júnior, do PSDB, Raul Pont , do PT, Maurício Dziedricki, do PTB, Júlio Flores, do PSTU, João Carlos Rodrigues, do PMN, e Fábio Ostermann, do PSL.

Debate Rádio Gaúcha

Marcello Chiodo, do Partido Verde, obteve uma liminar na tarde desta segunda-feira e registrou a sua candidatura. Como as regras do debate já estavam acertadas, o candidato participará de uma entrevista no Gaúcha Atualidade, na quarta-feira (17).

PV terá candidato próprio à prefeitura de Porto Alegre

26 de julho de 2016 0
Foto: Divulgação/Facebook

Foto: Divulgação/Facebook

O Partido verde (PV) confirmou o cabeleireiro Marcello Chiodo como pré-candidato à prefeitura de Porto Alegre. A definição ocorreu no último domingo (24), na convenção do partido, no Plenarinho da Assembleia Legislativa.

A legenda também divulgou a a nominata de candidatos a vereador. Ao todo, 45 pessoas concorrerão pelo partido. Atualmente, o PV não tem representante na Câmara Municipal.

 

Vieira da Cunha deixa cargo na quarta-feira para concorrer à prefeitura de Porto Alegre

30 de maio de 2016 6
FOTO: Lucio Bernardo Jr./Câmara dos Deputados

FOTO: Lucio Bernardo Jr./Câmara dos Deputados

* por Felipe Daroit

O secretário estadual da Educação, Vieira da Cunha, confirmou nesta segunda-feira (30) que irá se encontrar amanhã com o governador José Ivo Sartori e, na quarta-feira, anunciará que sairá em licença para concorrer à prefeitura de Porto Alegre.

Vieira já havia comunicado o vice-prefeito da Capital, Sebastião Melo (PMDB), que será candidato a prefeito pelo PDT. Os dois se encontraram, no fim de semana, a pedido do secretário da Educação.

Como vice-prefeito, Melo seria o candidato natural à sucessão de José Fortunati, numa dobradinha que vem sendo repetida entre PDT e PMDB (Fortunati, por exemplo, foi vice de José Fogaça) na prefeitura de Porto Alegre.

1/3 dos prefeitos gaúchos deixará de concorrer à reeleição

21 de abril de 2016 1
Foto: Maykon Lammerhirt / Agencia RBS

Foto: Maykon Lammerhirt / Agencia RBS

*Por Matheus Schuch

Um levantamento realizado pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) mostra que um terço dos prefeitos aptos a concorrer no Estado não irá se candidatar às eleições deste ano. A entidade encaminhou questionário a 152 chefes de executivo que poderiam buscar segundo mandato. Desses, 51 (33,5%) decidiram não participar do pleito. As principais justificativas apresentadas estão: desencanto com a política e crise financeira. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (21).

A pesquisa apontou ainda que existem ao menos 24 municípios em que prefeito e vice optaram por não entrar na disputa eleitoral. “Ver prefeitos se afastarem da gestão pública é algo que nos preocupa. O fenômeno, no entanto, é compreensível. A falta de recursos dificulta a administração dos municípios. Da mesma forma, o descrédito da atividade política faz com que muitos gestores avaliem se vale a pena seguir na luta”, explica o vice-presidente da Famurs, Ederildo Paparico Bacchi

Em 2015, como consequência da queda na arrecadação do Estado e da União, os municípios gaúchos deixaram de receber R$ 956 milhões. Já os recursos estaduais, além de caírem, são repassados com atraso. O prefeito de Dom Pedro de Alcântara, Marcio Biasi, diz que o Piratini deve R$ 640 mil ao município. “A frustração é total. Diminuiu a arrecadação. Por outro lado, aumentaram os encargos que o município recebeu da União e do Estado”, reclama.

O prefeito de Pejuçara, Eduardo Buzzatti, também revela desencanto com a política. “Antigamente a gente fazia política no fio de bigode. Hoje, a necessidade de se coligar com diversos partidos dificulta a gestão pública. A atividade política perdeu a inocência”, opina.

As eleições municipais ocorrem no dia 02 de outubro.

De olho nas eleições, cinco vereadores de Porto Alegre já trocaram de partido

18 de março de 2016 4
Foto: Diego Vara /Agência RBS

Foto: Diego Vara /Agência RBS

*Por Matheus Schuch

Nas últimas semanas, cinco vereadores de Porto Alegre anunciaram troca de partido. O período disponibilizado para a mudança de sigla sem prejuízo ao mandato incentivou os parlamentares, que buscam espaço nas eleições deste ano. A sigla que mais perdeu parlamentares foi o PDT: Thiago Duarte migrou para o DEM e Luciano Marcantônio (licenciado para atuar como secretário de Direitos Humanos) foi para o PTB.

Em rota de colisão com o prefeito Fortunati, o vereador Duarte diz que deixou o PDT porque não estava sendo ouvido. “Eu mudo de partido para não mudar as minhas convicções, é uma série de motivos, um deles é que eu queria que a saúde da cidade melhorasse, e não piorasse, como está acontecendo” argumenta.

Os outros vereadores que já anunciaram a troca de sigla são Mário Manfro, que deixou a Rede e se somou ao PTB; Mauro Pinheiro, que saiu do PT para ingressar na Rede Sustentabilidade; e Rodrigo Maroni, que abandonou o PCdoB e se filiou ao PR. Ao anunciar a decisão nesta semana, Maroni disse que busca oportunidade de defender a causa animal. “Não me pauto pela sigla, porque os partidos estão bastante contaminados. Defendo uma causa, e o PR aceitou ser o partido dos animais em Porto Alegre”, justifica.

O prazo da Justiça para mudança de sigla começou em 02 de março e vai até 02 de abril. Uma emenda constitucional aprovada pelo Congresso, e válida somente neste ano, também abriu uma janela entre 18 de fevereiro e 19 de março.